Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Amor-Perfeito (Luto)

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Eu ponderei bastante em relação a escrever este texto. A única vez em que eu me manifestei sobre uma tragédia foi na ocasião da queda da aeronave da Chapecoense, e, mesmo assim, sem me identificar. Enfim, desta vez será diferente.

Ontem eu fiquei arrasado com a morte do Boechat (e permaneço). Ricardo Eugênio Boechat. Eu nunca o vi pessoalmente, mas eu amava o cara, “carequinha”. De verdade. Ele se foi aos 66 anos, nascido em 13/07/1952, na Argentina, pois seu pai era Diplomata, a serviço do Brasil no país vizinho.

Certa vez, minha esposa encontrou ele no Leroy Merlin, e eu fiquei “bravo” comigo mesmo de não ter ido com ela, porque eu não gosto muito de ir nessas lojas muito grandes, shoppings etc., e ela reclama bastante comigo por causa disso, de ter de ir sem mim.

Hoje, como disse acima, quero fazer algo diferente. Meu nome é Cristiano. Eu iniciei este Blog na Páscoa de 2010, com a direção de Deus de fazer tudo no anonimato. Por conta do dom que Deus me deu de escrever, e para ajudar as pessoas, sem esperar nada em troca. Eu nasci em 13/07/1966, e vejam todos a coincidência: a data do meu aniversário é a mesma do Boechat, 13/07, e ele faleceu aos 66 anos, o ano em que eu nasci. Eu sempre dizia pra todo mundo, “bobo” e orgulhoso, que eu e o Boechat fazíamos aniversário na mesma data.

O Boechat se dizia ateu (eu duvido disso), mas meu nome, Cristiano, no idioma que ele também falava, a Língua Castelhana, se traduz por “cristão”. Eu, particularmente, duvido que o Boechat, uma pessoa tão boa, que FAZIA diferença, fosse ateu, pelo menos de coração e alma. Talvez ele dissesse isso sem convicção, da boca pra fora. Talvez ele amasse a Deus, e nem sabia disso. Ele, na essência, uma pessoa comum, um ser humano como qualquer outro, tinha seus erros e imperfeições, isso ninguém nega, e ninguém é diferente dele. Mas ele era uma pessoa diferenciada, e Deus conhece bem essas pessoas, penso eu, convicto.

Também dizem que ninguém é insubstituível. Eis aqui um caso típico que desmente essa assertiva.

Por fim, eu desejo à família do Boechat, à Band, aos amigos, aos admiradores e fãs (eu sou um), força e fé, em Jesus, meus sentimentos, carinho e pêsames, para viver com essa lacuna impossível de preencher, que ele nos deixa.

O Boechat tocava o coração de todos nós. Sua voz nos fará falta.

Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocarmos o coração das pessoas – Cora Coralina.

Abraço fraterno, meu amigo. Até breve, e estou certo de que você verá maravilhas, daqui pra frente.

Em Jesus, Cristiano.

 

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