Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Provérbios 21: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Fazer justiça e julgar com retidão é mais aceitável ao Senhor do que oferecer-lhe sacrifício” – Pv. 21: 3.

Tem gente que acha que só o fato de ir a uma igreja qualquer já o justifica. Tem gente que faz votos e não os cumpre. Promessas também. Tem gente cuja aparência não condiz com o estado real de seu coração. Tem gente má “pagando” de gente boa. Tem os fariseus, hipócritas. Tem gente fazendo “coisas certas” pelos motivos errados. Tem gente que acha que o dinheiro resolve tudo. Aliás, tem gente, muita gente, que adora, ama o dinheiro. Tem gente viciada nele, no dinheiro. E quando já tem muito dinheiro, tem gente que passa a perseguir o poder, qualquer poder, que lhe estiver ao alcance. É, tem gente “sem noção”. Tem gente que procura a satisfação de seus próprios anseios e desejos, sem olhar nem respeitar o próximo. Tem gente que defrauda o próximo, de várias maneiras. Tem gente que espolia, até a alma do outro. Tem gente que tira a vontade dos outros de viver, de confiar, se seguir a Cristo. Tem gente de todo tipo. Ainda bem que ainda assim tem gente do bem.

Os sacrifícios de antigamente, aqueles que lemos na Bíblia Sagrada, não são mais necessários, desde a vinda de Jesus Cristo. Ele, Jesus, é o Cordeiro Santo, que tira o pecado do Mundo, de uma só vez. O sacrifício do Mestre na Cruz do Calvário foi um ato de união entre Deus e os homens, que não precisa ser repetido. Não fosse assim e Paulo, Apóstolo, não teria escrito, por extensão, o que escreveu em Hebreus 6: 4 a 6. No entanto, eu acredito sinceramente que, no sentido amplo da palavra “sacrifício”, não é errado oferecer sacrifícios ao Senhor. Muitas vezes esses sacrifícios se prestam a ajudar o próximo, e isso é válido. O que entendo por errado é a barganha pura e simples, um “toma lá dá cá” desprezível e vil. Um coração pensando só em obter vantagens para si, ainda que tenha que fazer algo. O egoísmo de gente que ainda não entendeu a mensagem do Senhor Jesus. Vivem em meio aos crentes em Jesus, mas não se pode dizer que são cristãos, “completos”, ao menos. Digo “completos” porque imperfeitos todos nós somos.

Um cristão “completo” é imperfeito, mas é cristão de coração. Seu coração está voltado e inclinado a Deus de verdade, apesar dos erros e falhas que comete todo santo dia. Nem que seja só em pensamento. Se você conhece alguém que se julga um cristão perfeito, se afaste dessa pessoa, porque ela é do mal. Se você pensa isso de você mesmo, “danou-se”: converta-se a Jesus de coração e alma. Há, nestas bandas em que vivemos na carne, pessoas predispostas a voluntariamente seguir a Cristo Jesus, se entregar a Ele, e tocar suas vidas imperfeitas com toda a ajuda possível dos Céus. Com o Espírito Santo nelas, inclusive. Mas não existe um só homem ou mulher que se justifique a si mesmo/mesma, em nenhuma religião ou hipótese. Para ser honesto, houve um único homem capaz disso, e é Ele quem nos justifica: Jesus de Nazaré. Não há outro, note-se bem. Deus Pai O elegeu para essa Missão Divina, precipuamente com o intuito de nos salvar. Da morte eterna, e de nós mesmos – na perspectiva particular de cada um. Há “inimigos” por toda parte, mas nosso maior inimigo está sempre “colado” conosco: nós mesmos. Aonde vamos/estamos nós, nosso “inimigo” primeiro sempre vai/está.

Por todas essas coisas, o que nos resta nesta vida é buscarmos a integridade, especialmente para com Deus Pai, a Quem nos é impossível enganar. Fazer justiça é agir sempre “de peito aberto”, sem segundas intenções, fazendo o que é certo, pelos motivos certos, e o bem a quem pudermos, incluindo a nós mesmos. Fazer justiça é coisa séria, pois, porque quem se preocupa em fazer justiça tem um sentimento genuíno de amor em si mesmo, por Aquele que é puro amor. E julgar com retidão não é o ato de julgamento em si, mas escolher entre o bem e o mal, e se inclinar sempre para o bem. Não é falar dos outros, nem diminuí-los para se sentir “superior”. Também não é o raso julgamento do próximo, pelo que ele é, tem e/ou faz. Não. O sentido do verso é bem mais profundo do que isso, simplesmente. Nós podemos até oferecer algum sacrifício a Deus, em Jesus, vez por outra. Mas (mais) bem-aventurado é todo aquele que faz justiça e julga com retidão, todos os dias, todo o tempo. Que todos tenham entendimento do que foi aqui escrito, e o apliquem em suas vidas.

© Amor-Perfeito

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