Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Provérbios 9: 5.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Vinde, comei do meu pão, e bebei do vinho que eu misturei” – Pv. 9: 5.

O Senhor nos convida a sentar em Sua mesa. Ele nos quer “alimentar” e nos ajudar a viver. Deus Pai nos oferece o “pão” e o “vinho”, ambos Dele. Metáfora ou não, bem-aventurado aquele que aceita esse grato convite. Tanto o pão como o vinho são símbolos Bíblicos, que nos remetem às coisas de Deus e ao próprio Reino de Deus. São muitas as histórias Bíblicas, nesse sentido. E podemos juntar ao “rol” do pão e do vinho, também, o peixe, que é um expressivo símbolo do Cristianismo. Esses alimentos têm a conotação de serem sagrados, e existem registros deles desde tempos imemoriais. O pão pode ser tido, e isso ainda hoje em dia, como um dos alimentos básicos do ser humano. O fruto da vide, a uva, quando transformada em vinho, e sem hipocrisia, é igualmente um produto fantástico da Humanidade, sendo certo que em países com tradição – e comumente de clima frio – é ele tratado como alimento sadio e necessário, dentre vários outros usos, até como remédio, inclusive. E os mares, rios e lagos nos dão os seus peixes, desde sempre, graças a Deus.

Na verdade, o que nos importa saber aqui é termos a ciência plena do convite de Deus para que nós nos acheguemos a Ele, e Dele tomemos a sabedoria e a ética, para vivermos melhor e sermos, no fim, salvos, em Jesus. Deus nos quer Consigo na Eternidade. Para tanto, precisamos “passar” por Jesus, sem o Qual não se alcança o Céu. O Senhor Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, e ninguém tem acesso ao Pai, senão por Ele (João 14: 6). Ou seja, para frisar bem: ao ser humano, qualquer pessoa, é imprescindível se entregar a Deus, por Jesus, para que aconteça a efetiva adoção (enxerto na Videira e salvação) e proximidade (relação de intimidade) com o Senhor. Este é um fator preponderante, uma condição sine qua non, para que alguém se torne filho de Deus, e herdeiro de Jesus Cristo. Bom deixar claro que não existe outro meio além deste, Biblicamente falando, apesar de que Deus é misericordioso e Seus mistérios nos são desconhecidos. Talvez pessoas possam ser salvas pela simples Soberania de Deus, que faz o que bem entende, mas isto seria uma exceção à regra disposta na Bíblia Sagrada. Fiquemos, no entanto, com o aquilo que é certo, e deixemos o incerto para Deus Pai, Todo-Poderoso, em Sua Onipotência.

O Senhor, de todo modo, zela e cuida de nós, e nessa matéria a Bíblia nos ensina que Ele sequer dormita (Salmo 121). Deus Pai nos acrescenta as coisas das quais necessitamos para viver, e nos sustentará na vida eterna. O convite de Deus, portanto, não se cinge apenas ao pão, peixe e vinho, não, mas a tudo o que concerne ao ser, ter e estar de uma pessoa, neste século e no além, vindouro. É uma promessa ampla de bênçãos e de bem-aventuranças, inesgotáveis, na presença Dele, seja espiritual ou física, conforme o ponto de vista, isto é, neste mundo ou pós-morte. A ordem das coisas espirituais nos diz que devemos buscar primeiro o Reino de Deus, e, assim, em seguida, todas as demais coisas nos serão acrescentadas pelo Senhor, naturalmente (Mateus 6: 25 a 34). Eis aqui uma assombrosa e fantástica Promessa do nosso Deus e Pai. E o convite do verso, em verdade, é justamente este: Deus tem o melhor para dar a cada um de nós, segundo a Sua bondade e benignidade. Ele quer nos dar Seu “pão” e Seu “vinho”, tudo. Ele nos diz para não nos “alimentarmos” daquilo que o Mundo oferece, porque aquilo que Ele tem para nós é incomparavelmente melhor.

O Mundo jaz no maligno, e quem nele se fia se decepciona, invariavelmente. É um engano, pois, confiar nos homens ou na força de nossos próprios braços. Por certo a vida cristã requer de nós muitos atos positivos e esforços, além de boa dose de resignação, e a inércia em nós não é algo esperado e querido pelo Senhor. O Senhor nos quer ativos, animados e vigorosos, na tarefa de espraiar o convite do verso, partilhando a nossa fé com todos quantos forem possíveis, e até coloca pessoas em nossos caminhos com essa intenção. A nossa identidade deve ser Jesus Cristo, e quem nos vir (e/ou ouvir), deve ver o Mestre, sempre (João 3: 30). Logo, depois do aceite do grato convite de Deus, pelo verso, nós nos tornamos embaixadores Seus, com a incumbência de mostrar a todas as gentes o Poder e a Graça de Deus, nos Céus e na Terra, visando, porém, a Eternidade em Sua augusta e maravilhosa presença. Benditos sejam todos aqueles que aceitarem o convite de Deus, pelo verso.

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