Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Efésios 6: 7.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Servi de boa vontade como ao Senhor, e não como a homens” – Ef. 6: 7.

Nós precisamos aprender a fazer tudo de coração. Não de qualquer jeito, ou com raiva ou displicência, não. O negligente na sua obra é irmão do destruidorProvérbios 18: 9. O nosso “serviço” neste Mundo não é apenas aquilo que devemos a outrem, por caridade, piedade e fraternidade, nem tampouco é, tão somente, o nosso “ganha-pão” e as atividades correlatas a isso. Tudo aquilo que viermos a fazer nesta vida, sem exceções, obrigados ou não, devemos fazê-lo com boa vontade e boa mente. “Servir” é, aliás, um lindo verbo, cujo significado vai além de ser tido como pessoa inferior, que serve, como muitos por aí certamente acham. Não há profissão que possa ou deva ser depreciada, e nem por isso se deve “catalogar” alguém como “menor”. Todos merecem deferência e respeito, ainda que estejam na condição de servir os seus semelhantes.

Aliás, todo e qualquer cristão, que se preze, bem sabe disso. E se não souber, ora, então, esse cidadão “não se preza”. Certo é, no entanto, que todo cristão é servo, e servo de Deus, em primeiro lugar. Nessa bendita condição, sendo considerada “grande” ou “pequena”, a pessoa terá de prestar contas ao Criador pelos seus atos. Bom é, nesse passo, fazer tudo bem feito, segundo o verso, como se fosse ao Senhor, com boa vontade. O cristão “procura” o “serviço”, “corre atrás”, e sempre acaba abençoando alguém. Mas… Falava eu, outro dia, com uma senhora, que é voluntária em um hospital especializado em tratamento de câncer, e ela me dizia, com alegria, que “” menos de si própria do que “recebe” dos pacientes, nas atividades inerentes ao seu voluntariado. E assim acontece, creio, com todos que fazem as coisas, qualquer coisa, no espírito certo, isto é, com integridade e desprendimento.  

Nesta vida nós somos obrigados a fazer muitas coisas, algumas das quais nós certamente não quereríamos fazer. Nós somos compelidos a tolerar muitas coisas e, principalmente, pessoas e seus “caprichos”. Nós “engolimos sapos”, nós nos vemos, vez por outra, em “saias justas”, e nós nos submetemos a diversas situações desagradáveis, porém, verdadeiramente inevitáveis. O sentido do verso, entretanto, não tem a conotação de nos obrigar a agir daquele modo, não, trata-se mais de um conselho para vivermos melhor, com mais qualidade de vida, minimizando as tensões e as dificuldades do dia a dia. Desse modo a vida fica mais leve, menos penosa e mais fácil, vez que não é mesmo possível deixar de viver e experimentar boa parte daquilo que nós não estaríamos dispostos a encarar. Essa é a vida, cheia de percalços e permeada de “obstáculos”, embaraços e de contratempos. Pelo menos, eu não conheço ninguém que esteja livre dessas coisas e situações.

De todo modo, graças a Deus por Seus conselhos, que nos chegam ao entendimento pelo nosso contato com a Bíblia Sagrada. O do verso é apenas um deles. Se inexistir em nós, pois, a disposição de tudo fazer como se ao Senhor fosse, ora, então, nós precisamos “rever profundamente os nossos conceitos”, e lutar pela mudança. Os primeiros a ganhar com isso somos nós mesmos. O Senhor nos sustenta de várias maneiras, sob todos os ângulos. Nós confiamos Nele, e Lhe entregamos as nossas vidas, logo, não vivemos mais sem rumo, a nossa meta é Cristo, e os nossos caminhos nos levam ao Reino de Deus. Vivemos para Ele! Se isso for real na nossa vida cristã, nós precisamos ter (e “lutar” por ter, sempre) essa presença/estado de espírito (disposição), de fazer tudo bem feito, com dedicação e amor, pois que é a Ele que devemos tal coisa. Os homens se beneficiam disso, obviamente, mas a nossa recompensa vem dos Céus e a nossa gratidão vai para o Senhor, honrando-O, como deve ser. Tudo se resume, pois, em termos consciência do que nos ensina o verso, aplicando-o às nossas vidas, com esforço, resignação e fé. E tudo o que fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus PaiColossenses 3: 17.

© Amor-Perfeito

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