Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Lucas 22: 53.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Eu estava todos os dias convosco no templo, e não estendestes as mãos contra mim. Esta, porém, é a vossa hora e o poder das trevas” – Lc. 22: 53.

O poder das trevas é real, existe, de fato. Muita gente prefere o poder das trevas ao Poder de Deus, inclusive. Mas é uma escolha tola, como se verá. As palavras do verso foram ditas por Jesus no momento de Sua prisão. E o que Ele disse é a mais pura verdade: por que não O prenderam antes? Por que não O mataram antes? Por que não judiaram Dele antes? Simplesmente porque não podiam e não havia permissão de Deus para tanto. Ninguém poderia “encostar um dedo” em Jesus, antes de Sua hora, se do Céu não lhe fosse permitido. O poder das trevas é, no entanto, movido substancialmente por um “ódio cego”, e como cego é, deixa de “ver” muitas coisas. E não “enxergou” o duro golpe que o Poder de Deus estava a lhe preparar. Nem houve tempo suficiente de “comemoração”. Apenas três dias…

Três dias depois de Sua morte na cruz, Jesus ressuscitou. Melhor, foi ressuscitado pelo Senhor, pelo Poder de Deus. O poder das trevas “imaginou” ter triunfado, mas “caiu”, e “caiu feio”, na “Arapuca Divina”, com a ressurreição do Mestre. “Pobres diabos”, literalmente falando, uns coitados, a corja toda. Esse evento fantástico, único e espetacular, que deve ter parado e mobilizado o Mundo Espiritual naqueles fatídicos três dias, serviu para comprovar duas preciosas e maravilhosas situações para aqueles que amam e confiam no Senhor, Deus Todo-Poderoso. Primeiro, o amor inexplicável e incondicional de Deus por nós, fato inegável ao assentimento nosso em relação ao “doído” sacrifício de Seu Filho amado, para a redenção e salvação de cada ser humano; segundo, a flagrante e irretorquível falibilidade, temporariedade, provisoriedade, efemeridade, eventualidade, do poder das trevas. O poder das trevas é insubsistente em si mesmo, não dura, não persiste, é temporal, é passageiro, é utópico, ele não resiste ao Poder de Deus, que é eterno, estável, certo, incomparável.

O poder das trevas é “medido” em momentos; o Poder de Deus não se mede: é eterno e inesgotável. Pelo verso notamos que o poder das trevas ocorre em certas ocasiões, que existem pessoas que dele se revestem, e que da prática dele decorrem consequências. Os discípulos de Jesus sofreram muito depois de Sua morte. Imagine-se o sofrimento “insuportável” e “denso” daquelas pessoas que O amavam, viram-No como homem, e se fiaram Nele, durante a Paixão de Cristo, Seu sepultamento e durante aqueles três tenebrosos dias: deve ter sido uma tristeza e uma opressão sem igual, afinal, fala-se de Jesus, o Cristo de Deus, a Esperança de Israel. Cada pessoa fiel a Ele, na época, deve ter experimentado uma sensação de impotência, um sentimento de “fim do mundo”, de algo taxativo, “sem saída”, definitivo, sem volta. Logo em seguida, porém, Jesus ressuscita e, vitorioso, triunfa sobre o poder das trevas, mostrando a todas as gerações a extensão ilimitada do Poder de Deus. Lindo! Melhor impossível! Aliás, inconcebível não amá-Lo!

Por certo que todo ato praticado com base no poder das trevas causa um malefício a alguém, e traz sofrimentos e desgraças. Porém, do ponto de vista cristão, que tem a seu lado o Poder de Deus, qualquer maldade passa, nenhuma obra das trevas persiste por muito tempo, e o Senhor restaura e vivifica todas as coisas. O poder de Deus engloba, “engole”, anula, aniquila, torna ineficaz, o poder das trevas. E isso acontece sempre. O poder das trevas tentou matar o Filho de Deus. Pensou ter obtido êxito, e até exultou por um curto período, mas o “tiro saiu pela culatra”, “explodiu em sua cara”, na “cara” de todos que contavam com isso. E essa é a “matriz”, o paradigma, o “leading case” de todo e qualquer caso envolvendo filhos de Deus, atingidos e/ou afetados pelas obras e/ou pelo poder das trevas: as situações adversas, causadas por pessoas ou pelas circunstâncias, se renderão ao Senhor Deus, todas elas (sem exceções) se curvarão ao Poder de Deus. Afinal de contas, Ele ressuscitou, Ele venceu, Ele vive, e vive em nós!

© Amor-Perfeito

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