Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Hebreus 3: 1.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Pelo que, santos irmãos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus, o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão” – Hb. 3: 1.

Ora, quantas maravilhas o verso nos faz saber, se as desconhecemos, ou faz nos lembrar, se delas nos esquecemos, ou hesitantes na fé estamos. As palavras “santos irmãos” vêm em primeiro lugar, como saudação, porém, nos revelam muitas coisas preciosas. “Santos”, não porque nos tornamos perfeitos ou somos melhores do que os outros, ou, ainda, porque fomos “canonizados”, mas, “santos”, tão simplesmente porque fomos separados por Deus, ao nos entregarmos a Ele, por Jesus, em ato sincero e voluntário; e “irmãos” não porque o somos de sangue, na esmagadora maioria dos casos, ou por qualquer outro vínculo mundano ou biológico, mas, “irmãos”, porque de fé, irmãos de fé, espirituais, todos adotados por Deus Pai, em Jesus. Assim, portanto, temos o Senhor Jesus Cristo como nosso Denominador Comum e Mestre. E Jesus se torna a nossa identidade: nós nos reconhecemos Nele.

Depois vem o trecho: “participantes da vocação celestial”. Coisa linda! Fantástica! O Reino de Deus é inclusivo. Não importa a sua cor, raça, aparência, saúde, condição social, local de nascimento, nada! A quem quiser ser incluído, Deus o faz participante. Mas incluído, e participante, de quê? Ora, da “vocação celestial”. E o que seria a “vocação celestial”? Poderíamos começar a explicar isso dizendo que a pessoa se tornou separada para Cristo, e parte do Reino de Deus, Eterno, por enquanto Céu na Terra, e com lugar no Vindouro. Torna-se salva e remida, regenerada. Mais uma do Povo de Deus. E herdeira de todas as Bem-Aventuranças Bíblicas. É impossível citar todas as benesses de Deus, que o cristão ganha ao se colocar diante do Rei dos reis. Porém, vale uma citação, sobre o que está prometido àqueles que amam a Deus: Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam1 Coríntios 2: 9. Somos, pois, “participantes” dessas coisas e a “vocação celestial” nos pertence; numa apertada síntese, a “vocação celestial” é a Eternidade com Deus, na presença Dele. E a Eternidade começa… Já! (A partir da entrega de si mesmo ao Senhor…).

Em seguida tem a séria advertência “considerai a Jesus”. Se alguém ainda não está Nele, reflita, pondere, considere, talvez, reconsidere (como fez o filho pródigo…). Examine as Escrituras, e veja o que Elas dizem sobre Jesus. Atente para as maravilhosas Obras de Jesus e Seu modo único de ser, caráter e atitudes. Contemple o Rabi, Messias de Deus, com espírito rendido e mente aberta, busque-O com sinceridade. Observe, aprecie e até julgue, se vale a pena tê-Lo em sua vida. Eu O tenho em minha vida, já, há algum tempo, mas quero-O muito mais a cada dia, mais e mais: hoje mais que ontem, e amanhã mais que hoje. E sempre. Tentar descrevê-Lo em poucas palavras não é tarefa fácil, senão impossível, mas Ele é Tudo em todos e em todas as coisas. E o verso diz, por último, descrevendo-O singelamente, que Jesus é: “o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão”.

Daqui extraímos importantes conclusões. Apóstolo é, pois, aquele que propaga uma ideia ou doutrina. No caso de Jesus, como “Apóstolo”, Ele não pregava uma ideia ou doutrina, Ele anunciava o Reino de Deus, que se consolida para nós pelos ensinos da Bíblia Sagrada. Diferente de muitos autointitulados “apóstolos” por aí, que, ao invés de pregar o Reino de Deus, pregam suas próprias ideias e doutrinas, distorcidas, ainda que baseadas na Palavra de Deus. E distorção, no mais das vezes, equivale à heresia (cuidado com essa gente!). Sumo Sacerdote é a pessoa considerada como “a última fronteira” entre Deus e os homens. Ou o “elo”, aquele que liga e que tem acesso. O principal e mais alto sacerdote. Nesse passo, é indiscutível que Jesus é o nosso “Sumo Sacerdote” (João 14: 6), e “Sumo Sacerdote da nossa confissão”. Nossa “confissão”, nossa crença, nosso credo. Nossa profissão de fé, e certeza. Não se confessou ainda a Jesus? Sem problemas, ainda dá tempo: Mas que diz? A palavra está junto de ti; está na tua boca e no teu coração, isto é, a palavra da fé que pregamos. Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Pois com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Como diz a Escritura: Todo aquele que nele crer não será confundidoRomanos 10: 8 a 11. Ore a Deus (por Jesus), em particular, nesse sentido. E a “vocação celestial” será sua, e se tornará irmão e santo; além de ganhar, também, “santos irmãos”.

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