Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Colossenses 3: 25.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Quem faz injustiça receberá em troco a injustiça feita, e nisto não há acepção de pessoas” – Cl. 3: 25.

Eu sinceramente não sei como funciona o verso, mas confio em Deus para pô-lo em prática. Esse é o meu estado de espírito: nas duas situações sou honesto e sincero. Há injustiças por toda parte, todos os dias, em todo lugar. A sentença Bíblica afirma que não há acepções de pessoas no momento da retribuição pela injustiça praticada, o que nos leva a crer que também não há acepção de injustiças. Injustiça é injustiça, qualquer injustiça é penalizada. A única coisa que muda, certamente, são as consequências, talvez, o castigo divino. Logo, trata-se de justa retribuição. 

Existe um ditado popular, bem conhecido, que diz “quem planta vento colhe tempestade”. E que se aproxima do teor do verso acima transcrito. Contudo, essa máxima não é popular, em verdade, mas Bíblica; trata-se uma variação de um trecho das Escrituras Sagradas, assim disposto: Eles semeiam ventos, e colhem tormentasOséias 8: 7 – 1.ª Parte. No entanto, se fosse paga imediata, algo do tipo ação e reação, ou causa e efeito, Salomão não teria dito: Visto que não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto à prática do malEclesiastes 8: 11. Trocando em miúdos, o sábio rei fala da impunidade. Só que perante Deus ninguém sai impune.

A natureza humana é corrupta e corruptível. Somos todos fracos e falhos, podendo até existir alguma diferença prática nisso, mas não de essência. A Bíblia Sagrada nos ensina que … todos pecaram e destituídos estão da glória de DeusRomanos 3: 23. Logo, todos nós estamos sujeitos e suscetíveis a erros e equívocos, sem contar a maldade que se pode encontrar no coração de muitos. Alguns são maus mesmo, infelizmente. Assim, por exemplo, eu não furto ou roubo porque não preciso (tenho emprego, estabilidade Etc.). Mas quem garante que eu não furtaria ou roubaria se estivesse com fome? Ou tivesse uma família para alimentar? Até onde vai a minha convicção? “A necessidade faz o homem”. Será que é isso mesmo? Há quem diga que uma pessoa em desespero, com medo ou pressionada, é capaz de fazer coisas que não faria em situação de normalidade. Por isso é complicado julgar, apesar de nossa natural “sede de justiça”.

Entretanto, com ou sem maldade, injustiça é, como dito, injustiça. Muita gente escapa da justiça dos homens, mas nunca da Justiça de Deus. Outro exemplo: toda pessoa deveria morrer de morte natural, e, pela ordem ordinária da vida, os filhos deveriam enterrar os seus pais, e não o contrário. Mas uma pessoa assassinada, seja por vingança ou num latrocínio, sofre injustiça irreparável e deixa um vácuo doloroso (de injustiça), que jamais se esvai. Por mais que o agente do dano sofra duras consequências, o mal está feito e não é passível de conserto. Por essas e por outras coisas semelhantes, eu parei para pensar sobre este assunto. E a minha conclusão, em Jesus, é simples: o homem pode praticar todo mal possível e imaginável que quiser, como quiser, enquanto vivo. Sim, pode! Ainda que seja sempre de modo inconsequente. Ele tem aptidão para burlar o sistema mundano no qual está inserido, mas de Deus ele não escapa. O Juízo de Deus é incontornável, inevitável, certo, aprazado, vindouro. Ora, vemos injustiças todos os dias, mas não percamos a fé por conta disso, pois o nosso Redentor vive. Ele intervirá, no Seu tempo e modo. E como admoestou Paulo, por epístola, aos cristãos de Tessalônica: E vós, irmãos, não vos cansei de fazer o bem2 Tessalonicenses 3: 13. Com isso, talvez, logremos minguar as nossas próprias injustiças. Façamos nós assim, pois, buscando com constância a Justiça de Deus, e confiando que Ele dará o troco a todo aquele que pratica injustiça. Em vida, ou depois desta…

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