Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Gálatas 2: 21.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Não anulo a graça de Deus, pois se a justiça vem da lei, segue-se que Cristo morreu em vão” – Gl. 2: 21.

Graça de Deus: a importância desse assunto não pode nem deve ser alvo de desprezo por ninguém. Sob pena de sérios prejuízos pessoais. Graça de Deus é o mesmo que favor imerecido, isto é, algo que nos foi dado e concedido sem contraprestação alguma, em amor, por puro liberalismo de Deus Pai. E quem nos possibilitou isso foi o Senhor Jesus, cujo sacrifício de sangue nos trouxe a redenção de nossas almas, entre outras inúmeras benesses. A Graça de Deus nos foi entregue, portanto, a partir da Paixão de Cristo, que foi o ponto culminante da Obra do Mestre entre nós. Todo aquele, pois, que não dá a devida atenção à Graça de Deus, de certa forma “assente” que Jesus Cristo teria morrido em vão, sobremaneira porque se submete a outras formas de justiça, especialmente por práticas religiosas, no mínimo, desnecessárias.

Um dos maiores pecados de um ser humano, ou de um agrupamento de pessoas reunidas em Cristo, se cinge justamente em não receber com gratidão a Graça de Deus, que incide sobre nós de forma “automática”. A Graça de Deus é como o ar que respiramos: está ao redor de nós e dentro de nós, e nos envolve. Está constantemente à nossa disposição. Como a água que, quando presente, preenche e penetra em todos os lugares existentes, assim é a Graça de Deus: nada Lhe escapa e está sempre conosco. A Graça de Deus nos trouxe uma justiça superior àquela proporcionada pela Lei, visto que a justiça da Lei nos prendia em “jugo de escravidão”, e fomos “alforriados” em Jesus. Assim, a Graça de Deus funciona como uma “Carta de Alforria”, que nos alivia e nos traz liberdade em Cristo Jesus. A Graça de Deus é, sobretudo, uma declaração de amor e de tolerância de Deus para conosco. Como desprezar tal bênção?

Pior que há quem despreze. E as razões são as mais variadas: ignorância e desconhecimento das Escrituras, vaidade e soberba, más intenções, falhas de caráter, loucuras coletivas, odiosas invencionices, doutrinas heréticas Etc. É preciso frisar, e frisar bem, que a Graça de Deus é gratuita e poderosíssima. Quem A recebe passa instantaneamente de um estado para outro, de pobreza espiritual e solidão para regeneração e paz. Toda pessoa, portanto, que, tendo conhecimento desse fato, se coloca sob o jugo de práticas espúrias e de doutrinas estapafúrdias, geralmente visando algum proveito próprio, nega a Graça de Deus e afronta, com isso, o Senhor. A Graça de Deus, a despeito de Seu incalculável valor, é simples e direta. Basta que cada um de nós A reconheça e viva de acordo com Ela. Que A tome para si, gratuitamente. Ponto final. Não existem outros requisitos, e se alguém os exige ou os coloca, “anula” a Graça de Deus (Gálatas 5: 9).

Cura e libertação. Copo d’água abençoado. Lenço “ungido”. Vale do sal. Pai ou mãe de santo convertidos. Crença em feitiços. Achaques por dízimos e ofertas com promessa. Objetos como amuletos. Convocações. Campanhas com propósitos (salvo raras exceções). Paramentos. Teatros e shows (de horrores). Palcos (no lugar de púlpitos). Gritarias. Desvarios. Defesas de posição (ao invés de sermões legítimos). Doutrinas de igrejas, sobrepujando a Palavra de Deus. Jugos pesados. Culpa. Medo. Ganância. Distorções e fantasias. Misticismo. “Unções”. Heresias. E outros “bichos” nefastos. Tudo isso “anula” a Graça de Deus.

Porém, não, Jesus Cristo não morreu em vão. Vãs são as escolhas dos seres humanos. A Justiça de Jesus suplantou a justiça da Lei, para nos tornar livres. Mas muitos há que se sujeitam a nocivas e perniciosas práticas (como as da lista acima), invenções daninhas de homens, doutrinas maléficas e infelizes. E assim se tornam escravos (Gálatas 5: 1). Invalidam a Graça de Deus em suas vidas. “Matam” o Senhor Jesus. Prejudicam-se. Anulam-se. Limitam-se. Enredam-se. Prendem-se em si próprios. Sofrem sofrimentos indevidos. Quando tudo o que lhes seria necessário fazer, puramente, seria aceitar e viver de acordo com a bendita Graça de Deus, que nada exige de ninguém, senão um coração sincero e grato, firmado em Cristo Jesus. Só isso. Creiamos todos, pois, na suficiência e no poder da Graça de Deus em nossas vidas. O Sagrado não pode ser diminuído, Deus já fez tudo por nós, e homem nenhum tem influência sobre Sua Obra, que está completa, e já nos pertence.

© Amor-Perfeito

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