Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

1 João 3: 9.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado, porque a semente de Deus permanece nele; não pode continuar pecando, porque é nascido de Deus” – 1 Jo. 3: 9.

Não viver na prática do pecado é muito diferente de viver sem pecar. As Escrituras nos ensinam que não há quem não peque, e se alguém diz que não peca, bem, esse alguém está sobremaneira equivocado. Somos todos pecadores natos e precisamos de Deus Pai para nos justificar e nos livrar dos nossos pecados, em Jesus. Quem é nascido de Deus (foi regenerado) tem nele a Semente de Deus, que é a própria Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, e o Espírito Santo. E a Palavra de Deus, por Sua beleza e eficácia, mais o Espírito Santo, nos constrangem a evitar o pecado.

Esse é o máximo que conseguimos fazer durante vida na carne: evitar o pecado. Talvez seja o mesmo que dominar uma compulsão ou um vício: essas coisas estão em nós, mas nós as contornamos de alguma forma (no caso, por causa da presença de Deus). Assim, nós até podemos “pecar menos”, mas nunca nos livramos de “não pecar”. Pela presença viva de Deus em nossas existências e caminhos, nós somos agraciados com a força necessária para nos desvencilharmos da prática do pecado, que é algo sistemático, corriqueiro, animalesco, cotidiano e instintivo. Porém, o pecado ainda será parte de nossas vidas, e essa parte é resolvida para nós por intermédio de Jesus Cristo. Pois que o Mestre nos auxilia e justifica.

Com a consciência e o entendimento de Deus em nós, uma vez nascidos Dele, “galgamos alguns degraus” acima de nossas forças humanas, que nos permitem identificar o pecado, de modo que nos livramos de alguns, evitamos outros tantos, organizamos nossas vidas no Senhor, mas ainda estamos sujeitos a erros e deslizes. Se não fosse assim, entre nós encontraríamos seres humanos perfeitos, e sabemos que a perfeição é algo que não nos foi concedido. O que acontece conosco é a “redução”, por assim dizer, da incidência do pecado em nossos atos, condutas e pensamentos, e a possível eliminação daquilo que antes era sistemático e comum.

Em suma, depois que o Senhor nos deu a chance de nascermos de novo, e isso certamente significa a presença do Espírito Santo em nós, o pecado passa a ser “identificável”. Quanto mais nos aprofundamos na Palavra de Deus, mais resistentes ficamos em relação ao ato de pecar. Entretanto, como dito, não há “cura total” para este mal, apenas uma diminuição expressiva de seu alcance, que em nós se instala pela consciência, presença e entendimento de Deus. A partir disso, o pecado não é mais algo ordinário (normal ou comum) para nós, que o identificamos, mas um “veneno” que continua em nós, cujo “Antídoto” é o Senhor Deus, por Jesus e pelo Espírito Santo, também em nós. E esse bendito estado “neutraliza” em parte o pecado em nós. Portanto, somos todos pecadores, sim; contudo, presos na prática do pecado, não mais, pois somos nascidos de Deus e não podemos (como fato, não vontade) continuar pecando desenfreadamente. Pecadores, nós somos, sim, é verdade, mas justificados em Jesus nas coisas que são maiores do que nós. Erros e deslizes virão, mas já não serão mais “pecados de estimação”.

© Amor-Perfeito

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