Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Provérbios 11: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“A integridade dos sinceros os encaminhará, mas a perversidade dos desleais os destruirá” – Pv. 11: 3.

Ninguém age com sinceridade o tempo todo. Essa é a mais pura verdade. Contudo, devemos todos aprender, de uma vez por todas, que o modo como agimos entre nós, simplesmente não funciona com Deus. Como o Senhor é onisciente, de que adianta não ser sincero com Ele? A sinceridade é um elemento essencial do trato nosso de cada dia com Deus Pai. Se não formos sinceros, Ele saberá. Não há, pois, como burlar essa regra: é realidade que se nos impõe.

Mais do que ser sincero com o Senhor, entretanto, precisamos estar e nos postar diante Dele com integridade. Ser íntegro é ser reto, completo, inteiro. É, na medida do possível, ser perfeito. É se apresentar a Deus de corpo e alma, sem “máscaras”, sem subterfúgios, com inteireza e verdade. O todo da pessoa diante do Todo-Poderoso. A criação nua, desnudada ao Criador. O âmago do homem, sua esfera mais profunda e inacessível, aos pés do Altíssimo. De novo: essa é a regra. Quem a obedece, diz a Bíblia Sagrada, Deus Pai o encaminha.

Porém, há o outro lado, o lado do perverso e do desleal. Talvez o lado em que nós estávamos antes de termos conhecido o Senhor Jesus, não? O perverso é o corrompido, o depravado, dado a vícios, pessoa de má índole e de caráter duvidoso, enfim, um ser humano defeituoso, para dizer o mínimo. E será possível esperar lealdade de alguém assim? Leal é o sincero, o franco, o honesto, o fiel. O desleal é o oposto de tudo isso, certamente alguém propenso a cometer traição, pela sua insinceridade, pela ingratidão, pela ganância e outros desvios nefastos. A esses Deus oportunamente destruirá, diz a Bíblia Sagrada.

Resta-nos tentar nos localizar em um dos dois grupos. E qual deles será o nosso? Pela graça de Deus, que de nós teve misericórdia, pudemos escolher por fazer parte do primeiro grupo de pessoas, aqueles que optaram pela integridade e sinceridade. No entanto, antes disso, ainda que por ignorância e sem saber de nossa condição de pobreza extrema e miséria, estávamos nós compondo o segundo grupo, que vive na perversidade e pela deslealdade. E aqui cabe dizer que nós fomos agraciados no dia em que alguém nos falou da existência e da presença de Jesus, situação essa que ignorávamos existir e mesmo estar ao nosso alcance. Tal situação é semelhante a um naufrágio, em que nós fomos recolhidos em um barco de salvamento, enquanto assistimos o navio em que estávamos antes ir a pique. Só que temos a escolha de ficar assistindo o navio afundar, e é isso, ou de nos concentrarmos em puxar para dentro do barco em que estamos aqueles que boiam sem esperança nas águas, o máximo deles que pudermos. Jesus é o piloto desse barco de salvamento, e todos os que o alcançam são salvos (por Ele, claro). Nós apenas damos uma mão, Jesus faz o resto, isto é, nós puxamos o náufrago para dentro do barco, Jesus nos conduz a todos até a terra firme. Quem fica no barco, se salva. Alguém prefere nadar?

© Amor-Perfeito

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