Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

João 18: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Quando Jesus lhes disse: Sou eu, recuaram e caíram por terra” – Jo. 18: 6.

Esse fato ocorreu quando Jesus foi entregue aos Judeus por Judas Iscariotes, no Getsêmani. Quando a multidão a Ele, Jesus, perguntou se era, de fato, o Cristo, com Sua resposta “Sou eu”, todos foram lançados ao chão, derrubados. Somente depois disso, e do episódio com Pedro (que cortou a orelha de Malco, servo do Sumo Sacerdote, logo em seguida curado por Jesus – diga-se de passagem  outro milagre à vista deles), é que Jesus foi, finalmente, preso e levado.

O que espanta qualquer pessoa que toma conhecimento desta história é que mesmo diante do poder que emanou de Jesus naquele instante, e os derrubou, e da cura de Malco, mesmo assim O levaram preso. A “cegueira espiritual” é coisa séria, seriíssima. Se víssemos e vivenciássemos tais milagres, e demonstrações explícitas de poder, será que teríamos a mesma conduta daqueles que prenderam o Senhor Jesus? Triste constatação: talvez, sim. E “sim” porque os Judeus não conseguiam antever as consequências de seus atos, e não queriam complicações com os homens, tais como serem expulsos da Sinagoga e serem vistos como párias.

Em suma, por religiosidade e conforto social, os Judeus deixaram de crer em Jesus, como o Messias e Filho de Deus. Essa situação, com os devidos ajustes (transportados para o nosso tempo), ainda acontece hoje em dia, comumente, e do mesmo jeito. Muitos há que recusam e desprezam a Jesus Cristo, e consequentemente a Deus Pai, por religiosidade e por receio de perder os confortos, honras e regalias obtidas e conquistadas entre os homens, nas diversas camadas da sociedade em que estão inseridos. Trocam o efêmero pelo Eterno, o instável pelo Estável, talvez até sem consciência ou por ignorância, mas que trocam, trocam. No entanto, é uma estultícia imensa não reconhecer o poder e a glória revelados em Jesus.

Portanto, felizes são aqueles que sabem e têm consciência da realeza e da majestade de Jesus Cristo, e não caem nesses ardis. Bem-aventurados são todos que entendem que Jesus é Deus, e que a Eternidade com o Senhor depende de nosso vínculo com Ele, e, assim, escapam dessas armadilhas nefastas. Somos nós os eleitos, os que assumem sua dependência de Deus Pai, que O amam sem reservas e sem Ele não vivem, e O reconhecem como Senhor e Salvador (de nossas vidas). A vida é breve, e a vida sem Jesus não é vida na acepção espiritual do termo, mas mera existência física e transitória, sem sentido, sem objetivos e bastante pobre em méritos. Tudo o que o homem possui na Terra (bens, família, amigos etc.) lhe é tirado com a morte. Salvo a Eternidade com Deus, que só a Ele concerne conceder a quem quiser (por Jesus). Em nenhum outro há salvação! A vida sem Deus é viver o momento, “o agora”, que passa apressado, e depois, como diz a Bíblia Sagrada: resta apenas “choro e ranger de dentes” (para bom entendedor, meia palavra basta…). A vida com Deus, por outro lado, é também viver o momento, mas nele a Eternidade se faz presente, incessantemente, na presença do Pai, em gozo e alegria sem fim… (com Deus “hoje” é “sempre”, para sempre).

© Amor-Perfeito

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