Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Provérbios 13: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“A justiça guarda ao que é sincero no seu caminho, mas a impiedade transtorna o pecador” – Pv. 13: 6.

A pessoa que atua e age com sinceridade é aquela que traz consigo, comumente, a característica de ser verdadeira e autêntica. Nela não se encontra engano ou a intenção/vontade de enganar ninguém, nem a si própria. Há, no entanto, muitos que vivem do engano, pelos mais variados fins e razões, e outros tantos que vivem no engano. Todos estes são justamente aqueles que frequentemente agem com impiedade, senão sempre, ao menos vez por outra. Os primeiros buscam enganar os que estão em volta, tanto quanto lhes for possível, por motivos diversos; e os segundos se acham melhores que os outros, superiores, e não têm ciência da ignorância que lhes move e da miséria a que estão submetidos. Nenhum deles, no entanto, pode fazer o mesmo, quer-se dizer, enganar (mesmo que seja somente se enganar…), com relação a Deus Pai, porque isso é impossível aos homens.

O Senhor sonda os corações, todos eles. Não há ser vivente que esteja longe das vistas de Deus, ou fora de Seu alcance. Não ter ciência disso demonstra a ignorância da pessoa em relação à própria existência. Somos criaturas provenientes e dependentes do Criador. Somos os vasos que saíram das benditas mãos do Oleiro (mesmo os vasos ruins…). Somos pó, e nada, perante Deus. Muitos de nós, durante toda a vida, ou todos nós, em algum momento dela, somos como que minúsculos “grãozinhos de areia”, impertinentes e desrespeitosos, cheios de si, diante da imensidão e grandeza infinitas do “Mar”. O gosto do “sal” na boca é o “sabor” do Eterno…

O que nos leva a isso? Falta de humildade, com toda certeza, falhas e desvios de caráter, falibilidade inata e, principalmente, desconhecimento e ignorância no tocante às coisas de Deus. O Senhor permite “certa” ousadia em nós, e isso por duas premissas básicas de Sua Obra em nós: livre-arbítrio e liberdade de expressão. Deus Pai põe em nossas mãos, com isso, a responsabilidade de sermos pessoas sinceras e verdadeiras (autênticas) em tudo o que fazemos e somos em essência, aliada ao paradoxo de sermos livres e dependentes Dele, ao mesmo tempo. E somente o amor de Deus nos livra das armadilhas da impiedade. Deus Pai quer que nós O amemos, porém, voluntariamente, e recebamos Seu amor (e Justiça).

A impiedade, portanto, que pelo verso é o estado que domina o ímpio (sendo, pois, justamente o contrário da situação daquele que é “sincero em seu caminho”), é algo que deve sempre nos causar atenção e reflexão, para que não nos achemos praticando-a e até mesmo louvando-a, inadvertidamente. Ninguém está livre de cometer impiedade (é verdade). Esta nos torna (sem dó), ainda que pelo ato/fato em si, em ímpios (pessoas sem piedade). E com a prática da impiedade cometemos pecado, afastando de nós (ainda que por certo tempo) a segurança da Justiça de Deus em nós. Por outro lado, é certo que Senhor é misericordioso, e Ele conhece bem (como dito) os nossos corações. Contudo, a Bíblia nos diz que Deus Pai é misericordioso com quem Ele quiser ter misericórdia. Logo, melhor não nos colocarmos na situação de ímpios e pecadores, pela prática da impiedade (ainda que eventual), sendo sempre verdadeiros e sinceros, autênticos (com todos, conosco, inclusive), a fim de que não sejamos transtornados, pois que esta é a recompensa de quem atua ou age com impiedade. Que a Justiça Divina nos guarde, hoje e sempre! Amém!

© Amor-Perfeito

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