Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

João 6: 27.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará, porque Deus, o Pai, o marcou com seu selo” – Jo. 6: 27.

Por óbvio, nós devemos trabalhar pela comida com a qual nos alimentamos. E essa comida perece. Mas não é esse o tema central da mensagem. A literalidade do verso deve ser posta de lado, para que seu sentido figurado possa sobressair. A questão levantada para reflexão diz respeito ao que é importante, afinal, e o que não é.

Nós temos de nos alimentar, por isso trabalhamos pela comida que nos dá forças para viver, e trabalhar mais ainda. Parece evidente que isso é uma obrigação de cada um, e quando falta trabalho, ou a pessoa não tem condições, entra em cena a piedade e a fraternidade. Nós temos de trabalhar não só pela comida, mas por muitas e muitas outras coisas, pois viver custa, e não pouco, custa caro. Porém, a vida passa, e daí…

Daí que a vida passa, e um dia acaba. Nesse dia, se comemos bem ou mal, pouco ou muito, e, ainda, tudo o que comemos, nenhuma diferença fará. De Jesus, no entanto, ouvimos que “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão” – Mateus 24: 35. Logo, o alimento natural se presta para nos dar forças por poucas horas, e depois é lançado fora, eliminado do organismo. E perde a sua serventia para o ser humano. É combustível que se exaure muito rápido, e assim que ingerido, começa a ser gasto. Logo, passa!

O verso, no entanto, nos diz para darmos menos valor às coisas mundanas, apenas usando como exemplo “a comida que perece”. O verdadeiro e profundo conselho nos diz para buscar a “Comida” que nos proporcionará a vida eterna. Daqui é fácil aferir, pois, que devemos trabalhar pela comida que nos sustenta, mas nunca deixar de buscar ao Senhor Jesus, que é o Pão da Vida (João 6: 31 a 40), o Pão do Céu, em alusão ao maná que caía do céu, e alimentava os hebreus por ocasião do êxodo (João 6: 32). Esse é Jesus, que partiu o pão na Santa Ceia e disse que era o seu corpo, que seria “partido” por todos nós (Lucas 22: 14 a 20), em todos os tempos, para nos justificar e nos dar vida.

Esse foi, em verdade, o Sacrifício do Cordeiro, em alusão ao ocorrido com Abraão e Isaque, visto que Deus impediu o sacrifício de Isaque por seu pai, e proveu um cordeiro em seu lugar (Gênesis 22: 1 a 19). Assim é que Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo, morreu em nosso lugar. Então, Jesus é mesmo o Pão da Vida, provisão de Deus Pai para todos nós. E Jesus nos diz, em verdade: “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede” – João 6: 35. Esse, pois, é o “Alimento” pelo qual devemos lutar com afinco (e que importa, de fato), pois que é a “Comida” que permanece para a vida eterna. E o mesmo Selo com o Qual Jesus foi marcado, nós igualmente O receberemos, se já não O temos (Efésios 1: 13 e 14), em Cristo Jesus, para sempre!

© Amor-Perfeito

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