Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Eclesiastes 6: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“É certo que há muitas coisas que aumentam a vaidade, mas que proveito há nisto para o homem?” – Ec. 6: 11.

Definitivamente nós temos de aprender que a vida é efêmera. Se tivermos consciência constante disso, por certo evitaremos muitas situações desagradáveis. Se alguém tem isso ou aquilo, bem desejável por todos e alcançável por poucos (ou não), o tem porque Deus permitiu. Se alguém é isso ou aquilo, ou faz/fez isso ou aquilo, e ocupa posição social de destaque, obtida por poucos, nessa condição está porque Deus permitiu. Essa é a regra geral.

Duas coisas disso decorrem (talvez): a primeira parece ser o fato de que ninguém pode ou deve se sentir superior a qualquer outra pessoa. Justamente porque no fim da cada um, todos acabam na mesmíssima situação. A segunda coisa, pois, em termos de “ser”, “ter” e “fazer”, aparentemente nos leva a um “beco sem saída”. E isso porque no tempo todas as coisas tem ordem, isto é, um começo, um meio e um fim. E tudo acaba mais dia menos dia. Qual seria, então, o sentido de tudo o que fazemos/vivemos/vemos/somos/temos…?

A vida, sempre vivida em etapas/épocas/fases, volta e meia nos dá essa sensação de falta de sentido. Mas há sentido e bênção até mesmo na falta de sentido. Isso porque a vida é dom de Deus, e a falta de sentido nos obriga a refletir/pensar, e tal reflexão nos leva a crer, invariavelmente, que o sentido da vida é aquele extraído com exclusividade de nossa intimidade com o Criador (vale a pena por causa Dele). Quem ainda não entendeu isso se assemelha a um “cão que corre atrás do próprio rabo”, com o perdão da falta de sutileza.

Então, de que adianta ao ser humano ser isso ou aquilo? Ter isso ou aquilo? Fazer isso ou aquilo? Se a vida passa, e passa rápido, “voa”? Ser rico, famoso, bonito, destacado, viver no luxo etc., são atributos que impressionam homens, e mesmo assim, nem todos os homens. Porém, o Senhor não se impressiona com essas coisas efêmero-transitórias, visto que Deus não vê aparência, mas, sim, coração. Há alguém que consiga esconder do Pai o próprio coração?

Viver de aparência com homens, possível; viver de aparência com Deus, estultícia, burrice, para alguns: loucura (ou tudo junto). As pessoas decerto desfrutam das coisas que lhes aumentam a vaidade. E se formos sinceros, em verdade, nós mesmos também. Mas vaidade é vaidade, como o próprio nome diz: vaidade. Vaidade é como um “castelo de cartas”, frágil. Vaidade de vaidades… Não deixemos, pois, nossos corações firmados nas vaidades, não, de outra sorte, sejam eles cheios do Espírito Santo de Deus, em Jesus.

© Amor-Perfeito

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