Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

2 Coríntios 9: 7.

 * 1mVersículo 1aVerdade *

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade, pois Deus ama ao que dá com alegria” – 2 Co. 9: 7.

A vida é efêmera. Se alguém não acredita nisso, tem falta de sabedoria. Nem todos os tesouros do Mundo evitam que o ser humano cumpra o seu tempo na carne, na Terra. Todos os dias, em todos os lugares, ocorrem nascimentos e mortes, em número incontável. Nenhuma estatística consegue ser exata nessa matéria. Nossos corpos mortais são feitos para a decadência, que vem sem aviso com o passar dos anos, lentamente, pouco a pouco. Isso sem falar em algo abrupto, que toma a vida de um só golpe, vez por outra.

Sob esse prisma, muitos conceitos em relação à vida acabam revistos, pois não há razões plausíveis de se lutar para fixar raízes neste Mundo, até porque isso é mesmo impossível. Não somos desse Mundo, essa é a verdade. Assim, Deus não precisa do dinheiro ou dos bens de quem quer que seja. O que Ele quer são os corações humanos e a disposição dentro deles, com inclinação ao amor, à piedade e à fraternidade. E tudo isso de forma voluntária e desprendida. O peso das coisas para Deus tem valoração intrínseca, interna: é o estado de espírito da pessoa que contribui (ou faz qualquer outra coisa), que de fato importa.

O ato externo de entrega da contribuição, que se vê, portanto, não é objeto de julgamento pelo Senhor. Interessa a Ele as razões do coração do doador em potencial. Não existe possibilidade de barganha com Deus, do tipo “se eu der tanto, devo receber outro tanto, ainda maior”. Como “ter lucro” pelo simples fato de dar o dízimo. A prosperidade não está ligada a ofertas e dízimos, dados por obrigação, ou por imposição ditada por esta ou aquela igreja. Não é condição para se ter abastança. Aliás, prosperidade é um dos mistérios de Deus, pois que temos irmãozinhos paupérrimos frequentando igrejas por aí, Mundo afora.

Contribuição pode até ser ato de fé, porém, segundo o verso acima, deve ser efetivada com alegria no coração. Caso contrário, parece que o verso nos diz que se baseado em qualquer outro motivo, tal ato de contribuir é vão. Deus ama ao que dá com alegria no coração, e neste Se regozija. Esse é o caso de acerto. E, refletindo, parece também que o dízimo não é calculado segundo um percentual fixo, visto que o verso acima nos diz que a regra é cada um contribuir conforme propôs no seu próprio coração. Há muito que se pensar sobre esse assunto, por certo, porém, bem-aventurados os que em qualquer situação, riqueza ou pobreza, alegria ou tristeza, fartura ou aperto, ou o que seja, ainda assim não deixam de confiar em Deus Pai, e a Ele entregam seus corações. Essa é a contribuição máxima de uma pessoa a Deus: dar a Ele seu próprio coração, com alegria. Dinheiro e bens fazem parte do “giro do Mundo”. A vida é efêmera.

© Amor-Perfeito

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