Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Jó 6: 14.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ao que está aflito devia o amigo mostrar compaixão, ainda ao que deixasse o temor do Todo-Poderoso” – Jó 6: 14.

Esse precioso verso nos mostra o tanto quanto somos insensíveis àqueles aflitos, e o mesmo em relação aos que deixam a Bendita Vereda. Ambas as situações nos põem “em xeque”, tendo em vista o amor de Deus para com todos. Amar o próximo (como a ti mesmo) é uma das duas premissas que resumem todos os Mandamentos e o próprio Evangelho, segundo o Mestre, Jesus (Mateus 22: 34 a 40).

O primeiro caso do verso é mais fácil de entender. Apesar de a Bíblia nos dizer que devemos chorar com os que choram (Romanos 12: 15), muitas vezes nos afastamos daqueles que precisam do nosso “ombro amigo”. Falha nossa, seja por egoísmo seja por receio de se aproximar demais de sofrimento alheio, de se envolver. Ou ainda pelo que mais possa ser. Fato é que erramos, e vamos de encontro à Bíblia Sagrada, quando assim agimos.

O segundo caso é pior, entretanto, pois que quando alguém se afasta de Deus, nos afastamos dessa pessoa logo em seguida (Não é verdade?). Parece automático que isso aconteça, porém, o Senhor (Todo-Poderoso), por Jó, nos diz que isso é um equívoco, e dos maiores. Além de pecado também. Devemos ficar por perto, próximos dessa pessoa, ainda que esta se negue a andar com Deus.

Contudo, e decorrente do todo exposto, a situação mais horrenda e odiosa é aquela, muito comum (aliás), em que a pessoa é marginalizada porque não se ajusta a doutrinas e métodos de igrejas (quando não a heresias mesmo). Jesus nos diz que o Pai quer misericórdia ao invés de sacrifício (Mateus 9: 13), mas muitos por aí ainda preferem os “justos” aos pecadores. Certas igrejas literalmente põem para fora pessoas simplesmente por estas contestarem sistemas de homens em confronto com a Doutrina Bíblica. Se o ser humano fosse o foco desses “pastores” e pseudo-líderes, estes jamais, nunca, descartariam alguém, por pior que fosse (João 6: 37). Tais “iluminados” não defendem o Reino de Deus, senão seus próprios e efêmeros impérios. Tremo só de pensar no juízo que os alcançará, cedo ou tarde. À vista disso, pois, proponho uma palavra de ordem (para todos), de acordo com o discurso de Jó (e em conformidade com o amor de Deus, descrito no Livro): Piedade! Bem alto, para que todos “acordem” (assim seja): Piedade!

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