Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Isaías 64: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Todos nós somos como o imundo, e todos os nossos atos como trapo de imundícia; todos nós caímos como a folha, e os nossos pecados como um vento nos arrebatam” – Is. 64: 6.

Esses somos nós sem Jesus em nossas vidas. Mas é difícil ter noção disso. É preciso muita presença de espírito e humildade para admitirmos o que o verso nos diz. Digo, particularmente, cada um de per si. Ter consciência de tal condição (e estado), qual seja, o de ser “imundo”, parece um despropósito a qualquer pessoa que não se enxergue pela ótica de Jesus. Realmente, todos nós temos nossas peculiares maneiras de ser e de pensar, de “ver” ou de interpretar o Mundo à nossa volta, podendo mesmo julgar “imundas” outras pessoas, mas nós mesmos, jamais. A Bíblia Sagrada nos diz que se nos fosse dado julgar a nós mesmos, ora, nós nunca seríamos julgados (1 Coríntios 11: 31). Fato. Mas julgar o próximo é muito mais fácil e corriqueiro, não? Fulano é imundo, eu não. Sicrano também, eu? Jamais. Fácil, fácil. E assim vai. Contudo, a Palavra de Deus é acurada e inequívoca, de modo que se nos diz que somos imundos, e há razões para isso, é porque somos imundos. Ponto final.

Talvez, “imundo” queira dizer impuro. E a impureza de nossos corações nos leva a cometer atos de estultícia, maldades e injustiças. Também faz com que nos preocupemos com os nossos interesses, em detrimento dos demais. Nós somos meio egoístas mesmo, e de nascença, mas a nosso favor temos que estamos presos a um corpo mortal cheio de necessidades e desejos. Quando Jesus entra em nossas vidas, nós aprendemos a lidar melhor com essas necessidades Etc., e “nos abrimos” aos outros em maiores escalas de fraternidade, piedade e bondade (o que antes nos era impossível fazer). Também, as nossas necessidades mudam, e nós nos vemos com “outro olhar”, outra perspectiva, em relação à vida em geral. O certo é que nós precisamos de Jesus para nos justificar e regenerar, a todo instante. Isso porque o verso nos ensina que (todos) os nossos atos são como “trapo de imundícia”, e eu, pelo menos, fiquei chocado com o significado disso, na primeira vez que ouvi explicação sobre o assunto.

Trapo de imundícia”, historicamente falando, transportando-nos para a época de Isaías, tem relação, pois, com os panos e trapos, provavelmente imprestáveis para outras serventias, nos quais as mulheres continham seus fluxos menstruais. Esses trapos/panos, pois, seriam jogados fora, destruídos, queimados, depois de usados com esse propósito, imagino eu. Aliás, sobre isso, na própria Bíblia Sagrada nós encontramos a indicação do uso dos “trapos”, com Samuel contando-nos a história de Davi com Bate-Seba: Então Davi enviou mensageiros para trazê-la. Ela veio, e ele se deitou com ela. (Ela já se tinha purificado de sua imundície.) Então ela voltou para sua casa2 Samuel 11: 4. A “imundície” de Bate-Seba está claramente associada ao seu período/ciclo menstrual, do qual havia se purificado. Logo, nossos atos são efêmeros e passam. Sejam bons ou maus, tanto faz. Todos passam. E caem no esquecimento, assim como o ciclo menstrual passa e os “trapos de imundícia” são lançados fora. Comparação Bíblica.

Demais disso, todos nós “caímos como a folha” e vivemos “enredados” em nossos pecados, todos os dias de nossas vidas. A fragilidade humana e a brevidade da vida; além do ato continuo e persistente de pecar, do pecado em si, tudo arraigado em nossas humanas essências. Há como contestar isso? Creio que não. Mas há saída para esse lastimável estado, se é que assim posso me referir à vida que nos foi dada por Deus: significado. A busca pelo significado da vida. E a vida vivida nesse significado: Jesus. Busca constante e diária, minuto a minuto, como respirar. No “fôlego de vida”, a vida de todos na carne, mas em Jesus. Isso muda tudo, tudo. Em Jesus, tudo se faz novo, e as coisas, situações, estados, o que vier, terá outra abordagem de nossa parte, novas criaturas, nascidas de novo. Outra visão nossa, do ponto de vista de quem tem em si mesmo o Espírito Santo de Deus. Contudo, tudo começa com a “surpresa” de nos considerarmos imundos, pela vida que levávamos sem Jesus, e nossa posterior “peregrinação” com o Povo de Deus, a partir de então, até quando Deus Pai quiser. É de vital importância, pois, que tenhamos noção e ciência de todas essas coisas, sabendo que sem Jesus nós jamais estaremos “limpos” (de nossos pecados). “E quem não se lava, sujo está”.

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Frases Etc. (Michael Jordan)

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“É sobre o trabalho que precede a glória, e o quê está dentro de você” – Michael Jordan.

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Frases Etc. (Pr. João Luiz)

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“Quem não luta pelo futuro que quer, tem que aceitar o futuro que vier” – Pr. João Luiz.

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Atos 22: 15.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Hás de ser sua testemunha para com todos os homens, do que tens visto e ouvido” – At. 22: 15.

A conversão de Paulo foi bastante forte e impactante. O ferrenho perseguidor da igreja tornou-se parte dela, de tal modo que as pessoas não acreditavam nele. Todos que criam em Cristo Jesus pensavam convictos que tal conduta de Paulo era um ardil para pô-los em ferros, prendê-los, maltratá-los, matá-los. Levou certo tempo até que Paulo fosse aceito pelo lado que antes atacava, tanto como feito inimigo do lado que antes honrava. Esse “revés” total de Paulo lhe dava a força de ser uma testemunha de primeira linha do Mestre. Ele deve ter se sentido muito sozinho nessa transição, porque perdeu a confiança daqueles que antes estavam ao seu lado, e os do outro lado tinham medo dele. Fosse hoje em dia e diríamos que Paulo teve de “reinventar-se”, além de lutar internamente contra convicções, conceitos e preconceitos firmados há muito tempo. Paulo era Fariseu, instruído na Lei segundo os costumes e preceitos dessa seita.

Porém, Paulo teve uma experiência fortíssima com o Senhor Jesus no caminho até Damasco, impossível de ser por ele negada ou abstraída, de modo que se entregou ao Mestre. A Bíblia nos conta apenas parte dessa situação por ele vivida, mas imaginemos o sofrimento e a angústia de Paulo até que Ananias fosse vê-lo. Lembremos que o então Saulo de Tarso, já próximo de Damasco, com a missão de prender cristãos, se deparou com um resplendor de luz intenso, que literalmente o derrubou do cavalo. Prostrado em terra ele ouviu a voz do Senhor Jesus, perguntando-lhe o porquê de ele persegui-Lo. E Jesus ordenou a Paulo que entrasse em Damasco, à casa de Judas, que lá ele haveria de saber o que fazer. Contudo, Paulo estava cego, não via coisa alguma, e ele ficou três dias nesse estado, sem nada comer nem beber. Ananias, servo de Jesus e residente em Damasco, teve um sonho, e a ele foi dito que fosse a casa de Judas, e explicasse a Paulo coisas que ele desconhecia e lhe passasse instruções. E Ananias, mesmo com muito medo, foi. O verso são palavras de Ananias a Saulo, segundo Paulo.   

Com a visita de Ananias, Saulo recobra a visão, tendo sido em seguida batizado. E logo aquele que perseguia os convertidos a Jesus, depois de comer e se fortalecer, passou a confundir a todos, porque andava pelas sinagogas de Damasco justamente pregando e falando de Jesus, nomeando-O como o Cristo de Deus. Não podemos nos esquecer de que Paulo era instruído nas Escrituras, de modo que, com sua conversão, ele deve ter “ligado os pontos” do conteúdo de conhecimento que possuía, e, assim, tanto para ele próprio como para com os demais, ele conseguia demonstrar que Jesus era o Messias, há tanto tempo esperado pelos Judeus. E daí por diante passou a ver e a ouvir muitas coisas relacionadas com o Reino de Deus. Como as “escamas” caíram de seus olhos quando Ananias lhe dirigiu as palavras de Jesus, também o “véu” lhe foi tirado, e ele passou a compreender, com entendimento, as palavras dos Profetas e os Textos Sagrados (disponíveis à época), que, inevitavelmente, levavam o leitor a Jesus Cristo. Mesmo à vista da experiência sensorial que ele teve próximo de Damasco, uma coisa corroborando a outra.

E Paulo tornou-se testemunha de Jesus Cristo de Nazaré. Ele contava aos outros tudo o que havia visto e ouvido, não só o encontro com o Mestre, mas tudo o que ele via e ouvia, vivenciava, a partir da condição de convertido. E ele, além de inteligente e perspicaz, era experimentado na Lei, o que lhe dava ainda mais credibilidade (acho eu). “Disputar” as Escrituras com Paulo devia ser algo insano, em termos de dificuldade. Enfim, Paulo, depois chamado de Apóstolo dos Gentios, foi feito testemunha de Jesus Cristo, de acordo com a vida que lhe foi dada. Essa é a nossa missão, durante nossas vidas: ser testemunha de Jesus Cristo, segundo o que vemos e ouvimos, de acordo com o nosso conhecimento Bíblico, certamente, com acervo mais vasto do que as pessoas tinham nos tempos de Paulo. Cada um com sua vida, testemunhando a favor do Senhor Jesus, em benefício do próximo, de quem quer que Jesus coloque em nossos caminhos, na medida da capacidade e aptidão de cada um. Unidos somos fortes. Cada um faz sua parte, que seja muito ou pouco, o que importa é a soma de tudo e, assim, o Senhor Jesus será conhecido por todos que O desconhecem. Bem poderiam ser palavras de Jesus, a mim e a você: “Tome a sua cruz e siga-Me, seja minha testemunha, ao pobre, ao órfão e à viúva. Conte a eles o que você tem visto e ouvido a Meu respeito”.

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Frases Etc. (Timothy Keller)

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“Se temos a aprovação de Deus não precisamos temer a desaprovação dos outros” – Timothy Keller.

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Poema… (Casa Eterna)

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CASA ETERNA

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A hora! Quando chegar a bendita hora

Seja de dia, pela tarde, ou na aurora

Não sei. Mas é certo: devo partir, vou embora

Como será, pois, tão grande amor, lá fora?

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Pouco importa! Na verdade, tanto fez tanto faz

Sei, de fato e por Promessa, que verei o Deus de paz

Não pela minha justiça, pois sou fraco, infiel e incapaz

É, é pela misericórdia só, que Ele me ama e me traz.

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Na carne, inúmeras aflições e angústias senti

Adversidades, injustiças e dores, muitas eu vi

Não apenas como mero espectador, vez que também as sofri

Com fé e resignação, tudo suportei, e graças a Ele revivi

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Agora, na Glória, foi-se toda a jactância

Como é bom saber: nada de lá tem qualquer importância

Pois que Aqui tenho fartura de tudo, verdadeira abundância

E a Tua presença, Jesus… Ah! Doce fragrância

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Fora do tempo, diante de mim se estende a Eternidade

Nova morada, lugar, segundo a Tua santa benignidade

Foi-se o sol, e de Deus agora vem a luz, toda a claridade

Portões abertos, sempre! Enfim, o Reino, em plena estabilidade

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Hoje toco e vejo! Mas, digo: por vezes hesitei

Hoje sinto e vivo! Porém, em verdade, é certo que duvidei

Hoje sei e acredito! Deus meu, por que tanto vacilei?

Hoje provo e amo! Ora, simples: porque ao Teu lado acordei

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Vim do sono e sonho efêmero da vida

A ilusão se desfez, afinal, finda a longa lida

Enfim, a boa e esperada realidade, que cura toda ferida

Entretanto, ainda Aqui penso naqueles, que recusaram tal guarida…

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Frases Etc. (Mário Quintana)

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“Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas” – Mário Quintana.

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Frases Etc. (Martinho Lutero)

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“Olhei para mim mesmo e vi que era impossível salvar-me. Olhei para Cristo e vi que era impossível perder-me” – Martinho Lutero.

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Isaías 61: 10.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Eu me regozijo muito no Senhor; a minha alma se alegra no meu Deus. Pois ele me cobriu com vestes de salvação, e me envolveu com o manto da retidão, como o noivo que se adorna com um turbante, e como a noiva que se enfeita com as suas joias” – Is. 61: 10.

O sentimento do Profeta deveria ser o nosso, em todos os momentos de nossas vidas, eu acho. Isso porque um singelo verso nos comunica um estado de pura plenitude. Nós corremos atrás de muitas coisas na vida, mas realização mesmo, plena, é ter em si próprio a consciência de tudo o que disse Isaías logo acima. Regozijar-se no Senhor é muito mais do que mera alegria e contentamento, ou simples satisfação. É realmente um sentimento expansivo, em constante expansão, impossível de descrever (é preciso senti-lo! Experimentá-lo! Vivê-lo!), que envolve gratidão e amor. Pode-se falar em regozijar-se no Senhor, mas não nos é passível transferir esse sentimento (infelizmente) a outra pessoa, que nos ouça, e poucos são os que acreditam em nossas palavras. Isso porque descrevemos algo tão grandioso que uma pessoa que não conhece a Deus, por Jesus, não consegue alcançar e nem ter ideia da dimensão da situação. Por isso, talvez, são essas pessoas chamadas de descrentes, pois que tentar acreditar em um estado tão inacreditável gera descrença, entre outras coisas.

Porém, Deus Pai é real, e Ele faz com que nossas almas se alegrem sobremaneira, não pelo que Ele possa vir a nos dar, em termos de coisas ou bens materiais, mas pela salvação, e por nos permitir vivermos em retidão. É poético o verso, sem dúvidas, mas encerra em si mesmo uma beleza indescritível, pela verdade que nos revela. Viver com o Senhor, e pelo Senhor, muda o status do ser humano, completamente. Isso não significa egocentrismo do cristão, não, mas uma realidade de vida indiscutível, que tem em seu centro o Senhor. Quando o Senhor é a figura central na vida de alguém, todas as perspectivas são alteradas, todos os pontos de vista são trocados de lugar, e todos os conceitos e preconceitos são revistos. Não à toa que a Bíblia Sagrada nos diz e ensina que o “velho homem” não existe mais; que nascemos de novo em Cristo Jesus; que as coisas velhas já passaram; que o que era velho se fez novo; que não devemos olhar para trás, que somos novas criaturas; Etc. e Etc. Novidade de vida, ora. Antes de Jesus éramos uma coisa; com Jesus somos outra. Salvos, remidos, regenerados e amados. Separados, santos. Por Deus Pai, em Jesus.

Talvez seja mesmo muita informação para alguém desavisado, não? Mas é a mais pura verdade. Acontece com quem se dispuser a se entregar a Deus, em Jesus. Cada um com seu tempo e maneira, porém, realidade. Esse estado de espírito nos permite viver em melhores condições, de forma geral, do que se estivéssemos na condição de ímpios, estes sempre no sentido de “pessoas que não conhecem o Senhor”. Ao iniciarmos uma vida com o Senhor ao nosso lado, por um lado, as coisas ficam mais difíceis, porque a Bíblia Sagrada nos ensina que somos odiados pelo Mundo; mas, por outro lado, a fé, a esperança e o amor nos transformam, e passamos a ter um olhar diferente dos demais. Olhar esse que nos modifica, e nos tornamos pessoas melhores, tanto para conosco como para com os outros, e isso tudo sem falar na alegria que damos a Deus (ou, pelo menos, que se espera que Lhe seja dada, pois Lha devemos…). Eu posso falar por mim e dizer que eu sinto em meu âmago esse regozijo todo do verso, e mais: minha alma vive alegre Nele.

Há uma distinção clara (ao menos, para mim) entre estar alegre por conquistas ou situações mundanas e estar alegre por obra do Divino. A primeira é transitória e a segunda é sempiterna. Uma é efêmera e a outra é constante. O verso de Isaías meio que nos dá essa conotação, e quer-nos ensinar esse artifício espiritual bastante valioso: o fato de que podemos estar sempre alegres no Senhor. E a Bíblia nos diz que a alegria do Senhor é a nossa força, de novo, não à toa (Neemias 8: 10). O Senhor nos permite viver na perfeição Dele, e isso é o máximo. Nós, seres naturalmente imperfeitos, alçados ao patamar de nos achegarmos à Perfeição. E podermos nos aproximar, com isso, da retidão de Deus, que nos faz retos e íntegros, apesar da nossa imperfeição nata. Um dos meus maiores desejos na vida é ter condições e capacidade de comunicar às pessoas o que eu sinto em meu interior e consciência, fazê-las sentir o que eu sinto por elas mesmas, e que é justamente aquilo que está descrito no verso e neste texto. Sinto-me incapaz disso hoje, no entanto, infortunadamente. Mas posso dar minha palavra e fé de que Deus Pai é real, e qualquer pessoa que a Ele se entregue, por Jesus, há de sentir em si mesma o todo descrito por Isaías, no verso acima transcrito.

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Frases Etc. (Henry Ford)

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“Corte sua própria lenha. Assim, ela aquecerá você duas vezes” – Henry Ford.

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Salmo 126: 5.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Os que semeiam com lágrimas, segarão com cânticos de alegria” – Sl. 126: 5.

Essa é uma Promessa de Deus para Seus filhos e protegidos, e é séria e verdadeira. Porém, o verso também nos indica que nada vem de graça na vida e que há momentos em que não estaremos contentes e felizes. Quando nos deparamos com histórias de pessoas que se destacaram por alguma razão em suas vidas, geralmente temos um resumo do que poderíamos chamar de “boa vida”. Contudo, o que nos é dado examinar, nesses casos, é somente parte do todo, ou seja, os auges e ápices da caminhada dessas pessoas. Se nos aprofundarmos nas histórias de suas vidas certamente notaremos que essas pessoas se esforçaram bastante, romperam limites, foram além do que seria esperado, e tiveram fracassos, derrotas, tristezas, momentos de desespero, aflições, aborrecimentos, mazelas, lutas etc. e etc. E isso, em larga escala, é uma síntese de qualquer vida, a minha, a sua e de todo o resto. Ninguém há que passe pela vida sem desilusões, obstáculos e “questões” variadas, existenciais, inclusive. 

A cada um de nós nos são dadas escolhas e oportunidades. Isso ocorre em todo o tempo, sem cessar. Desde as mais singelas e menores até as que terão maior impacto e importância naquilo que pretendermos ser e fazer. Um bom exemplo disso é a escolha de uma profissão. O sujeito decide ser Dentista, logo, ele deve passar todas as fases do ensino até poder entrar em um curso superior (Odontologia), e passar longos anos até se formar. Em seguida, ainda terá de percorrer certo caminho para adquirir experiência. E lutar para estar sempre atualizado. Se acaso virmos esse profissional em um estágio posterior à última frase, certamente teremos uma boa imagem dele, mas jamais teremos ideia do que esse cidadão fez e teve de passar para chegar aonde chegou. Conosco é a mesma coisa, com todos nós, ninguém, senão Deus, jamais saberá por completo as nossas lutas e perrengues pelos quais passamos, até chegarmos a certo ponto de nossas vidas. Tenho certeza de que nós todos semeamos nossos caminhos com lágrimas, muito trabalho e sacrifícios, para, adiante, colhermos com alegria, celebrando as nossas conquistas. Nada é fácil. E nada nos é dado “de bandeja”, de graça, sem contrapartida nossa.

Mas nada se compara à maior de todas as conquistas, passível e possível a um ser humano de ser conquistada, que é sua própria vida voluntariamente entregue a Cristo Jesus. E isso não é coisa fácil, apesar de simples. O primeiro ato para que uma pessoa se torne cristã é singelo: entregar-se a Deus Pai, em Jesus, com sinceridade e retidão. Porém, sustentar, durante a vida e em todos os momentos, a integridade que se exige de um crente em Jesus, bem, isso é outra história, e haja esforço, suor e lágrimas para tanto. A empreitada de vida de um cristão é a própria definição do verso: nós geralmente fazemos as coisas com muitas dificuldades e muita oposição, de todos os lados, mas o Senhor sempre nos honra com as vitórias necessárias e com bons resultados, seja em relação às pessoas que buscamos atingir com o Evangelho, seja pelos nossos amigos, família, trabalho, sonhos e anseios, e vida pessoal, em todos os níveis, incluindo, mais do que tudo, o nosso relacionamento particular e íntimo com Deus Pai. E sempre crescendo como pessoa, em estatura e consciência, em Cristo Jesus.

Jesus é a Preciosa Semente em nossos corações. Semente que, regada diariamente com a Palavra de Deus, que é frequentemente associada á água, e alimentada pela Luz do Espírito Santo de Deus em nós, frutifica a trinta, a sessenta, a cem por um. Todo esse bendito processo supervisionado e garantido pelo Senhor, que nos tem por filhos Seus, amados e queridos, protegidos com zelo divino. Abençoados e bem-aventurados são os filhos de Deus, e o Senhor não hesita em colocar nas fileiras do Povo Santo, o Povo de Deus, qualquer um que se dispuser a tanto. Carregar o Estandarte de Cristo, em todas as frentes possíveis e imagináveis, é a mais alta honraria que um ser humano pode receber nesta vida. Ser selado pelo Espírito Santo e conhecido no Céu. Andar em paz e serenidade, com o coração aquecido pelo Senhor. Sentir-se cuidado e amparado, consolado e guiado, por Deus. Nada, nada mesmo, nem “ganhando” o Mundo inteiro, pode nos dar mais satisfação do que esse bendito estado e condição de sujeição ao Senhor Jesus. O que mais posso dizer? Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará com cânticos de alegria, trazendo consigo os seus molhosSalmo 126: 6.

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Frases Etc. (Hle Radio)

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“O Mundo não precisa de mais religião. O Mundo precisa de Jesus” – Hle Radio.

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Frases Etc. (Pr. Josemar Bessa)

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“Mostre-me outro Deus que lave pés” – Pr. Josemar Bessa.

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Isaías 55: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” – Is. 55: 6.

A Onipresença de Deus não nos deixa dúvidas de que Ele está em todos os lugares ao mesmo tempo, sempre. Além disso, Ele é Onisciente e, portanto, tudo sabe. Então, por que o verso nos diz o que diz? Por acaso haverá tempo em que Deus não poderá ser “achado”? E invocado, por estar longe? Acho que não é esse o enfoque do verso. O que fica longe de Deus é o coração humano. E, enquanto ele pulsa, isto é, o coração do ser humano, há a possibilidade da pessoa se acertar com Deus. Acha-se Deus em vida, e na vida Ele está sempre perto de um pedido singelo de alguém. O Senhor se coloca ao alcance de qualquer pessoa durante a vida, por Jesus. E Jesus é o único Caminho, não há outro. Muita gente é engodada no caminho da vida, e segue outras doutrinas, credos e crenças, que supostamente levam a Deus. Mas não levam. Algumas dessas religiões têm até ideias bonitas, são organizadas e hierarquizadas, têm práticas sadias, ideais e mantêm uma fachada de austeridade. Mas a Deus, só quem nos leva é Jesus.

As religiões buscam padronizar as pessoas, com trajes, princípios, práticas e ritos, em superposição às culturas, tradições e legados de povos ancestrais. Ocupam o tempo dos seus fiéis com eventos de variadas naturezas. E passam a falsa impressão de que seus seguidores estão em contato com Senhor. Muitas vezes nem são religiões, mas organizações particulares, laicas ou não, que imprimem em seus associados uma sensação de pertencimento, companheirismo e segurança, sendo que, para muitos, isso basta. Nesses tipos de entidades, talvez, não em todas, nós encontramos pessoas verdadeiramente muito boas, que se empenham em fazer caridade, são fraternas e realmente bem-intencionadas. Contudo, o que geralmente acontece a quem se dispõe a se associar a tais entidades é bem diferente de servir e seguir ao Senhor Jesus. O que ocorre é que as pessoas se adéquam às regras de tais entidades, sendo que a mudança nelas é externa. Ou seja, apenas seguem padrões e práticas impostas pelo “status quo” de cada uma delas, sem mais nem menos. E, como dito, sem Jesus, sem Deus.

Deus Pai sempre deve ser o Centro de todas as coisas. Ele é, de fato, o Centro de todas as coisas, por Si só, porém, para cada pessoa viva, Ele só será o Centro se Ele for escolhido pela pessoa, não no sentido de Deus Todo-Poderoso e Criador de todas as coisas, mas de Deus pessoal e Pai. O Senhor nos criou menores que os anjos, e somos muito limitados em relação ao que acontece no Mundo Espiritual, ao Qual não temos acesso, salvo raríssimas exceções. Vez por outra alguém é arrebatado e vê maravilhas; outras vezes há pessoas com o dom de “ver” o Mundo Espiritual, tanto as maravilhas como os horrores. Algumas dessas pessoas servem a Deus, em Jesus, outras não. Esse Mundo Espiritual é o destino de cada um de nós, que ainda respiramos e que estamos “presos” dentro de um corpo que se desgasta dia após dia. Humana e materialmente falando, todo ser humano é corruptível e decadente. E o que era pó ao pó torna. Tudo na vida é cíclico, incluindo as nossas vidas. Dada a volta, fim. Ao menos, na carne. Esse fim é certo e esperado.

O ser humano só tem uma coisa sua nesta vida: o seu coração. Do jeito que ele veio ele vai. E, fora o coração, tudo o que ele “tem” em vida só terá utilidade em vida, seja pouco seja muito, não importa. Logo, é o tesouro que ele acumular em seu coração que terá valor depois da morte. Assim, é a consciência em Cristo Jesus que dá ao homem a chance de progredir como pessoa. Não se trata de nada externo, de nenhuma prática ou padrão, não; trata-se apenas e tão somente de Jesus. E de mais nada, nada. Flui de dentro para fora. O resto de fora para dentro. O que vem de fora enche, mas não preenche; o que está dentro preenche, e flui para fora. Há um vazio em nós, isso mesmo. E esse vazio ou se enche ou se preenche. Ele se enche com todo tipo de coisas, mas só se preenche com Jesus. Jesus é a “Peça” faltante em cada “quebra-cabeça” humano. O único modo de se conseguir em si mesmo o Espírito Santo de Deus. Ao optar por Jesus, é fácil encontrar o Senhor: basta olhar para dentro de si mesmo e, mais perto do que isso, ora, impossível. Os requisitos para tal condição são bastante simples, na verdade: em vida, e voluntariedade, estar vivo e querê-Lo, em Jesus, de coração. Só isso.  

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Frases Etc. (Francis Chan)

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“Alguma coisa está errada quando nossas vidas ‘fazem sentido’ para não cristãos” – Francis Chan.

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Isaías 48: 22.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Para os ímpios não há paz, diz o Senhor” – Is. 48: 22.

Em linguagem Bíblica, ímpio é aquele que não acredita em Deus, que não faz parte do Povo de Deus, ou que, mesmo se dizendo cristão, é iníquo e injusto. O cristão de mera aparência é ímpio, pois pratica iniquidade e nele não há sinceridade. Ainda pela Bíblia, o cristão propriamente dito, crente em Jesus, é conhecido por “justo”, e é justo não por causa de sua justiça própria, mas, sim, porque é uma pessoa, um ser humano, justificado por Deus Pai, em Jesus. Espera-se do justo a integridade, mas não a perfeição. Há uma enorme distância entre uma coisa e outra. Integridade é ser sincero e agir de acordo, com justiça, piedade e fraternidade; perfeição é algo impossível, inalcançável, às criaturas de Deus, qualquer uma delas. Tudo e todos são perfeitos do ponto de vista Divino, contudo, a imperfeição reina absoluta nas pessoas e na interação entre elas, talvez, justamente, por conta do livre arbítrio. O ser humano é perfeito em sua essência, coisa que não depende dele, porém, é imperfeito na medida em que “toma as rédeas de sua própria vida”, por suas escolhas, decisões, conceitos, preconceitos, pensamentos, atos e condutas.

Esclarecidas essas coisas, por que o Senhor diria que os ímpios não têm paz? Cabe uma boa reflexão sobre o tema, não? Só os ímpios não têm paz? Está certo isso? Em primeiro lugar, claro que sim, está certo: é Palavra de Deus. Até porque existem dois tipos de paz: a paz circunstancial e a paz espiritual. Isso é claro para mim, ao menos. Quando um crente em Jesus está sem paz circunstancial diz-se que ele passa por tribulações, ou provações, ou tentações, ou mesmo está sofrendo as eventuais consequências de seu pecado. A paz circunstancial, ou a falta dela, é comum, portanto, a todas as gentes, sem exceções. Não há quem não sofra nesta vida, tanto sofrimentos e tristeza, como aborrecimentos, dissabores e infortúnios. Todas essas mazelas fazem parte da vida, vida em geral, e não há como evitá-las. A diferença está na situação em que a paz circunstancial acaba, mesmo sendo apenas uma fase, e a pessoa não tem mais nada, além de frustração, desespero e sentimento de abandono. Dias difíceis para o cristão são vividos com o amparo da paz espiritual, cujo sortimento é infindável.  

Jesus disse a Seus discípulos, certa feita, que lhes dava a paz, mas não a paz do Mundo, mas a paz do Senhor (João 27, 1.ª Parte). E o Mestre completa dizendo Não se turbe o vosso coração, nem se atemorizeJoão 27, 2.ª Parte. Nas entrelinhas: confie em Deus, e passe pelo que tiver de passar, que o Senhor é maior do que tudo. Além disso: quem tem a paz do Senhor não caminha sozinho, mas tem Deus ao seu lado. E isso é mais que fé: como são palavras de Jesus, e parte da Palavra de Deus, nós podemos contá-las como certeza, em plenitude. A paz circunstancial é a paz mundana, que dura enquanto dura, e pode ser interrompida sem aviso prévio. A paz do Senhor é sempiterna, e dura porque dura para sempre, independentemente das circunstâncias. A paz circunstancial está sujeita ao tempo, e tempos; a paz do Senhor à Eternidade. A paz mundana depende de coisas exteriores ao ser humano; a paz espiritual é intrínseca, interna. A primeira “nos inunda” de fora para dentro, e sua falta causa dano; a segunda jorra de nossos ventres, e nos abençoa e, de nós, irradia, flui, emana, redunda, e é bênção aos outros também (João 7: 38).

A paz mundana é compreensível e passível de ser racionalizada. Exemplo: não se encontra essa paz, comumente, em tempos de guerra, de crise, de recessão econômica, de perda de entes queridos, de dor, de indisposição Etc. A paz de Deus, em sentido contrário, é a paz que excede todo e qualquer entendimento, é a paz que nos guarda, assim como as nossas mentes e corações, em Cristo Jesus (Filipenses 4: 7). Trata-se da paz que encontramos dentro de nós, mesmo com o caos total exterior, e nos deixa admirados e maravilhados, porque podemos senti-la e vivenciá-la, mesmo com tudo ao nosso redor em total confusão e cizânia. Pode até faltar o básico em nossas vidas, mas “olhamos pra dentro”, e lá está a paz de Deus, a nos confortar e consolar, a nos “aquecer” o coração. Por isso, a falta da paz circunstancial e mundana não implica em falta de paz espiritual, a paz de Deus. E é a paz de Deus, espiritual, que os ímpios não têm, quando a circunstancial e mundana lhes foge ou falta. Desejo a todos a paz do Senhor, em Jesus, só por Jesus. A outra paz vem e vai, é inconstante, efêmera, evanescente. Por isso o Senhor nos ensina que o ímpio a tem como única. E o quê lhe sobra quando ela lhe falta? (Isaías 57: 13).

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Think Eternity)

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“Você não pode vivenciar a paz de Deus seguindo os caminhos do Mundo” – Think Eternity (@Thinke).

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Frases Etc. (John Newton)

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“Que Jesus possa ser o nosso tema no púlpito e no salão” – John Newton.

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Provérbios 4: 27.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal” – Pv. 4: 27.

Se o verso não tivesse sido escrito há séculos, bem poderia aparecer alguém, desavisado e inoportuno, e procurar dar a ele conotação política. Esquerda. Direita. Ideais extremos. Porém, o exemplo e a comparação nos servem bem: o Senhor, inspirando o Rei Salomão, o fez escrever tal provérbio, cujo intento é nos dizer que o melhor a fazer é nos afastarmos dos extremos. De qualquer tipo de extremo, de posições radicais, de pensamentos absolutistas, de certezas “convictas”, de conceitos fechados e de preconceitos. E sugere que os extremos estão ligados ao mal, visto que abusos, injustiças e malfeitos são cometidos em nome de causas transitórias e efêmeras (Colossenses 3: 2). O cristão, crente em Jesus, deve pautar sua vida no comedimento e na moderação, de modo que deve evitar quaisquer extremos. Deve ponderar tudo, antes de chegar a uma conclusão. E deve sempre escolher o bem em detrimento do mal, bem como lembrar-se a que povo pertence e de sua real pátria: o Reino de Deus (2 Pedro 3: 13). É o esperado por Deus Pai.

Tudo em excesso faz mal, e nos faz mal, nos prejudica. O Senhor, Na Bíblia Sagrada, nos ensina isso. Comer mel demais não é bom (Provérbios 25: 27). E diz mais Se achares mel, come o que te basta, para que não te fartes dele, e o venhas a vomitarProvérbios 25: 16. Agur, outro homem inspirado por Deus, pediu ao Senhor que afastasse dele a vaidade e a palavra mentirosa, e que não lhe desse nem a riqueza nem a pobreza, mas só o “pão” que lhe fosse necessário. Pois que ele temia negar a Deus na fartura, ou que, na pobreza, porventura viesse a furtar, profanando, assim, o Nome de Deus (Provérbios 30: 7 a 9). Não é errado, no entanto, ser rico e/ou ter poder (geralmente as duas coisas andas juntas), mas o rico e poderoso precisa ter muita atenção, redobrada, multiplicada, em relação aos seus atos e condutas, para não se tornar soberbo e arrogante e, assim, ofender a Deus. Nos extremos da vida encontramos muitas pessoas assim, ricas e poderosas, soberbas e arrogantes, tendentes ao mal, que se julgam diferentes dos demais, “acima” do bem e do mal. Pessoas que, normalmente, se consideram “especiais”, assentes com a ideia de que os meios justifiquem os fins, a qualquer custo. Isso é estar associado ao mal, flagrantemente.

Bem longe de Deus estão essas pessoas, tal é a verdade. O Senhor está com os moderados, modestamente entendo eu. O Senhor está com aqueles que buscam o bem comum, ou que, pelo menos, seus atos não prejudiquem ninguém, e que não “pisam” no próximo. Significa dizer que estão apartados dos excessos, e se preocupam com as consequências e resultados de seus atos. Nenhum exagero pode ser justificado, de fato. Paulo, Apóstolo, também pregava a sobriedade. Disse ele a Timóteo, em uma de suas cartas: Tu, porém, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre bem o teu ministério2 Timóteo 4: 5. E o que vemos, hoje em dia, são pastores se envolvendo em política, se tornando políticos, levando consigo o título de pastores para um ambiente viciado e sujo, essencialmente mundano. Na minha modesta opinião, religião (no sentido de ‘religare’) e política não se misturam, são água e óleo. A política prejudica a pregação da Palavra de Deus. Quem se aventura e se propõe a tratar das coisas de Deus, deve se preocupar com as coisas do Reino de Deus, e jamais se deixar inclinar para o sistema corrupto deste Mundo. Na mesma esteira, vi e vejo comentários de ódio de homens de Deus (Será?) neste ou naquele sentido, defendendo homens, candidatos a cargos eletivos, e partidos políticos, com fúria e “sangue nos olhos”.

O homem de Deus, especialmente um pregador, sacerdote e/ou um pastor, deve deixar de lado a política, e sequer se manifestar em relação a esse tema. Porque no momento em que ele expressa a sua posição política, muitas pessoas se afastam não dele, mas de Jesus e da fé. Pior ainda quando lançam comentários públicos, nos púlpitos, por literatura, nas redes sociais e afins. Não façam isso, irmãos, vocês que estão comprometidos com a pregação da Palavra de Deus. Não façam isso, em Nome de Jesus. O cristão sabe bem que a última palavra é sempre do Senhor. Essa é a nossa consolação e esperança. Isso é o que nos move. E é um dos pilares da nossa fé: a soberania de Deus. Sejamos nós, crentes em Jesus, moderados. Melhor: Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o SenhorFilipenses 4: 5. Lindo e excelente conselho. Nós precisamos nos manter afastados dos extremos, e ter comedimento em tudo o que fizermos. Moderação e resignação são, pois, excelentes “aliados” do cristão, do crente em Jesus. E não podemos jamais nos esquecer disso: perto está o Senhor! Nossa confiança Nele não pode ser somente “da boca pra fora”…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (John Piper)

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“Nossa ansiedade nos mostra o quanto estamos próximos do Mundo e longe de Deus” – John Piper.

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Isaías 46: 4.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Até a vossa velhice eu serei o mesmo, e ainda até às cãs eu vos carregarei. Eu vos fiz, e eu vos levarei, e eu vos trarei, e eu vos guardarei” – Is. 46: 4.

Obrigado, meu Deus, porque o Senhor não muda. Parece um bordão já desgastado, “a vida é breve”, e passa rápido. Mas, eu já vivi o suficiente para perceber e constatar isso. Na minha juventude eu me sentia “invencível”, e podia “gastar tempo” à vontade. Contudo, chega a hora em que a vida “faz uma curva”, e tudo muda. Nós envelhecemos com o passar dos anos, e há quem diga que começamos a envelhecer logo em seguida ao nosso nascimento. A vida é como um objeto atirado ao céu, ao alto, em certo ângulo, cujo resultado é uma parábola inexorável, até sua volta ao chão. Ou nas mãos de alguém. Mas tudo que sobe, desce. Tudo que nasce, morre. E no meio, a vida. Lei da Gravidade e Lei de Deus. Nenhuma das duas pode ser desafiada. E na vida há “divisões”, “marcações”, que são comuns a todos. Segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, décadas. Tempo. Dentro disso, cada um com as suas, há fases, estágios, situações, vivências, infortúnios, encontros, desencontros e toda sorte de experiências. Vida.

Nós temos o privilégio de sermos seres inteligentes e conscientes, que não vivem somente de instinto, mas tem também razão e livre arbítrio. Até certo ponto nós podemos escolher os nossos caminhos. Coisas há, com toda certeza, que nós não escolhemos, e a “vida” as empurra “goela abaixo”. Muitas delas são bastante difíceis e sofridas. Gente há de todo tipo. Gentes. Nós somos todos diferentes. Da personalidade e caráter, até as tradições, cultura e inteligência. Instrução. Integridade. Gostos, conceitos e preconceitos. Somos únicos, apesar de termos muitas coisas em comum, indissociáveis do ser humano, de sua essência e natureza. Criaturas. Deus nos criou a todos, e permitiu que vivêssemos no Mundo por Ele criado. E vivemos todos juntos, e nos matamos, e nos odiamos, e nos separamos, e nos amamos, e nos ajudamos, e nos apiedamos, e somos bons e maus, sãos e loucos, até que tudo padeça por falta absoluta de sentido. Brevidade. A certa altura da vida, admitimos, afinal, que não somos “invencíveis”, e gastar tempo não é mais uma opção, mas uma prioridade em fazer o tempo “render” da melhor forma possível. A “reserva” está a se esgotar, e “vemos” o tempo “abaixo da metade”. Frio na espinha.

Estas são coisas da vida. Vi gente que jamais quis morrer, e amava a vida. E se foi. Vi gente, igualmente, que não quer viver, e viva está. Vi idosos “agarrados” à vida, vida insensível e fria, que sempre os vence. Côvado? Há velhos que não querem ir embora. E jovens que nem pensam nisso. E há pessoas “ocupadas” e “distraídas” demais para lembrar isso, que sequer cogitam morrer. O “vizinho” sim, eu não! Mas ninguém há que fuja à hora. Ela vem. Todos devem se ocupar desses pensamentos e refletir. Rumos. Atitudes. Escolhas. Etc. Ora, vamos nós andando por aí, normalmente, despreocupados, desatentos, como se nada estivesse acontecendo e, de repente, os anos passaram, acumulamos décadas, se tanto, e… Fim! Brusco! Num átimo! Foi-se. Quebrou-se o cântaro. Despedaçou-se o vaso. Rompeu-se o fio de prata. Sobra “por aqui” um “simulacro de ser humano”, um “casco” sem a “preciosa bebida” que nele esteve; que até se parece conosco, mas está vazio e condenado à corrupção. Carne. Só carne. Só que nós não somos somente e tão somente, carne, graças a Deus. Aquilo que fica e que será desfeito depois que formos embora não nos representa, em absoluto. Era apenas um instrumento pelo qual éramos reconhecidos e interagíamos no lado de cá da existência. 

Do outro lado Deus nos espera. A todos. Todo joelho se dobrará a Ele. Toda língua O confessará. Todos hão de dar e prestar contas de si mesmos ao Deus Todo-Poderoso. Juízo. Dia do Juízo. Ou júbilo. Dia de Celebração. Um dos dois, à nossa escolha. Terrena. Isso mesmo: a escolha do que será é “por aqui”, com a “preciosa bebida” dentro do “casco”. Em vida optamos por Jesus, que nos leva até o Pai. Com essa opção, apesar de nossa inata imperfeição, somos remidos e salvos. Regenerados. Eu, particularmente, não me sinto “muito confortável” diante da morte. Talvez porque eu seja alguém acomodado a uma rotina tal que me traga sensação de segurança, que não há, na verdade, e, humanamente falando, jamais haverá. Resta-me a rendição a Deus, em Jesus. Jesus, que é o mesmo ontem, hoje, e Eternamente. Mestre. E Senhor. Aí leio o verso-título deste texto, e minha alma já cansada e medrosa se revigora, porque minha velhice está Nele (como minha vida toda), e Ele me fez e me carrega, ora, Ele me trouxe, e Ele me levará Consigo, e me guardará. Para todo o sempre. Promessa. Infalível. Consolo. É o suficiente pra mim. Basta. Com folga. Folgo Nele. Amém.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Mahatma Gandhi)

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“Não precisamos apagar a luz do próximo para que a nossa brilhe” – Mahatma Gandhi.

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Frases Etc. (Mark Twain)

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“Sempre faça o certo. Isto agradará muita gente e deixará o resto pasmado” – Mark Twain.

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Provérbios 27: 15.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem” – Pv. 27: 15.

Nós damos pistas e dicas aos outros sobre quem somos e como pensamos. Com nossos atos e condutas, nós mostramos à pessoas as nossas inclinações, gostos, conceitos e preconceitos. O ser humano pode até ser dissimulado, por vezes, mas a verdade, cedo ou tarde, sempre acaba aparecendo. De outra sorte, as roupas com as quais nos vestimos, os nossos hobbies, o nosso trabalho ou profissão, aquilo que comemos e o que não comemos, e mais uma vasta gama de fatores e elementos, nos denunciam em termos do que nós, de fato, somos. Tudo isso são “reflexos” da personalidade e do caráter de cada um de nós. A nossa aparência, e cuidados como asseio e vaidade, também são sinais nossos, “emitidos” aos outros que, assim, podem ter ideia de quem somos. Nas inúmeras esferas de convivência existentes entre nós, nas quais interagimos, nós “graduamos” e “classificamos”, segundo a nossa educação, cultura, inteligência e tradições, o outro. 

Só que o verso parece “ir mais fundo” do que isso. Um espelho, hoje em dia, reflete a imagem exata, ainda que ao contrário, daquilo ou de quem está ou se posta a sua frente. Uma janela de vidro também reproduz um bom reflexo. A água, igualmente. E o coração do homem corresponde ao homem, e reflete o seu caráter, a sua essência. Por atos e condutas o homem revela o seu coração aos seus semelhantes, como dito, ainda que haja dissimulação. O ser humano pode ser “lido”, pelas suas atitudes, decisões e escolhas. E com boa margem de acerto pelo homem. Claro que isso não vale para Deus Pai, que sonda os corações mais que o próprio detentor dele. O verso se presta a nos advertir sobre as pessoas, ou seja, nós podemos ter ideia do que determinada pessoa é, pelo simples fato de observar e notar o seu comportamento. Nem tudo se mostra às claras, por certo, mas com um pouco de perspicácia e sabedoria, dando tempo ao tempo, nós conseguimos alguma coisa nesse sentido.

Mas isso não muda a pessoa em si mesma: ela é o que é e se poderá mudar ou melhorar, Deus é quem sabe. Nós somos, pois, reflexos de nossos corações, como os nossos rostos frente a um espelho, ainda que seja um espelho d’água. Não há muito que se fazer nesse sentido. É o que se é. Ponto. Deus Pai disse a Moisés, certa feita: EU SOU O QUE SOU (Êxodo 3: 14), revelando-lhe Seu coração. Depois, adiante no tempo, conhecemos melhor o Senhor por intermédio de Jesus, que nos revelou muito mais coisas a respeito do coração de Deus Pai. Assim é conosco, e de acordo com a interação e convivência, nós vamos observando e “vendo” quem é quem e quem é o quê. Quem é confiável, quem não é; quem é bom e quem é mau; quem é verdadeiro, quem é mentiroso; quem é do bem e quem é do mal. Etc. e Etc. E nesse longo caminho chamado vida nós nos surpreendemos e nos surpreenderemos muitas e muitas vezes, quando pensamos equivocadamente sobre essa ou aquela pessoa. Às vezes é “gato por lebre”, outras vezes é “cachorro por leão”.

Verdadeiramente é curiosa a imagem que fazemos uns dos outros, especialmente a primeira, o “primeiro impacto”. Já aconteceu com você de ter começado uma amizade, por exemplo, com o “pé esquerdo”, e depois a pessoa se torna uma grande amiga? Há vários provérbios e ditos populares sobre julgamentos rasos de pessoas para com pessoas. Lembro-me de um, do Reino Unido (acho), que diz mais ou menos assim: “não se julga uma pessoa pelo casaco que ela veste”. Mas Jesus nos diz que se conhece a árvore pelos frutos que ela produz, e, cuidado, porque as aparências enganam (Mateus 7: 15 a 18). E também há o ponto de vista da pessoa que faz isso ou aquilo, ou seja, nós nem sempre sabemos os motivos e as razões pelos quais a pessoa agiu desta ou daquela forma. Outro ditado: “calçar os sapatos alheios”, que significa se colocar no lugar da pessoa, para, da perspectiva dela, entendê-la ao invés de julgá-la. Enfim, viver com pessoas não é nada fácil. Porém, com a sabedoria da Bíblia Sagrada nos nossos corações, as coisas se nos ficam, digamos, “facilitadas”; é uma ajuda e tanto, em verdade. E o verso acima transcrito é um ensino Bíblico, de Deus. Com muito critério e presença de espírito, pois, não desprezemos o conteúdo do verso. Tentemos fazer dele “um aliado nosso”, “um amigo do Céu”, para poupar-nos de surpresas desagradáveis e de aborrecimentos durante a caminhada. O homem é o que ele tem em seu coração. Fato.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Joe Rigney)

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“Coloquemos nossas mentes nas coisas do alto e então viveremos vidas terrenas integradas” – Joe Rigney.

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Poesia (No Âmago…)

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NO ÂMAGO

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Vou pelo caminho

Sempre sozinho

Sem esperança

Sou eterna criança…

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Sou eterna criança

Sem esperança

Sempre sozinho

Vou pelo caminho…

Sem esperança

Vou pelo caminho

Sou eterna criança

Sempre sozinho…

Sempre sozinho

Sou eterna criança

Vou pelo caminho

Sem esperança…

A minha graça te basta,

porque o meu poder

se aperfeiçoa na fraqueza

(2 Coríntios 11: 9 – 1.ª Parte).

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© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Kurt Vonnegut)

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“Uma pessoa sã em uma sociedade insana aparenta ser insana” – Kurt Vonnegut.

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Frases Etc. (John Newton)

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“Minha alma está muito doente, mas meu Médico é infalível” – John Newton.

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Isaías 42: 16.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Guiarei os cegos por um caminho que não conheceram, farei que caminhem por veredas desconhecidas; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas endireitarei. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei” – Is. 42: 16.

Isso é o que acontece a quem se dispõe a seguir o Senhor Jesus. Essa é a promessa de Deus a todo aquele que se entrega a Ele, por Jesus. Um verso e tanto! Aqui tem tudo: um novo começo, “zerando” o passado. Um despertar para a realidade. Uma aventura, porém, às claras, de “peito aberto”, com consciência, empolgante e cheia de surpresas interessantes e agradáveis, guiada e vigiada por Deus Pai. Consertos, reparos, reaproximações, outras possibilidades, novas e verdadeiras amizades, fraternidade e boa companhia. Aprende-se a piedade, o amor sincero, o reconhecimento do bem e do mal, a se fazer boas escolhas, e a melhorar como pessoa. Ganho real em termos de ser alguém melhor. O contato com a sabedoria e o entendimento do Céu faz qualquer um mudar o rumo de sua vida, e essa é a busca mais nobre de qualquer ser humano: sabedoria e entendimento. Digo mais nobre porque é o mesmo que buscar ao Senhor, em Jesus, e estar com Ele, visto que sabedoria e entendimento vêm Dele, e Dele são indissociáveis. E Ele termina o verso dizendo a quem quiser ouvi-Lo: Eu nunca te desampararei! (Forte, profundo, determinante, definitivo, eterno!).

Mas há mais. O verso, em si, é um resumo da vida cristã, e daquilo que a pessoa “ganha” ao se tornar cristã. Ser cristão é ser beneficiário de várias certezas provenientes de Deus, mas ninguém há que receba benefícios sem o acompanhamento de certa carga de responsabilidades. Normal. Faz parte. Não é nada demais. É esperado por Deus e pelos homens que o cristão tenha ações e reações condizentes com seu estado de crente, descontadas as suas naturais imperfeições. Porém, o coração daquele que a isso se propõe deve estar “calibrado” e voltado à vontade de seguir certos preceitos e conceitos, e, na mesma medida, de se afastar de velhos hábitos e da normalidade da multidão. O crente em Jesus é um “estranho” para o Mundo, um “inimigo da boiada”, muitas vezes um chato e uma pessoa desagradável à maioria. Mas ele é uma “luzinha acesa” nas trevas que nos circundam e pode ser a única ajuda verdadeira que encontraremos na escuridão das nossas vidas. Por isso as responsabilidades, porque o crente em Jesus deve ser confiável, afável, justo e íntegro. E as pessoas devem notar isso de forma natural. Crente em Jesus não se esforça para demonstrar nada, não, ele emana, “exala”, ele é. Basta olhar para ele, que seu semblante o denunciará, infalivelmente.

Mas, há “lobos em pele de cordeiro”, não? Sim, há, e muitos. Estes, no entanto, são lisonjeiros, falsos, defraudadores, e se aproveitam da carência alheia em proveito próprio. O crente em Jesus dá de si mesmo aos outros, sem nada esperar em troca. O que faz, faz por amor, amor a Deus, principalmente, e amor ao Mandamento, de amar o próximo. Já o pseudocrente vê no próximo uma oportunidade, apenas, e não se importa com as consequências nefastas que deixará no coração de sua vítima, tampouco com o dano que provocará. Este sujeito, dissimulado e mau, quer para si o proveito, o despojo, o butim, quer o “conteúdo da bolsa”, e só. Custe o que custar, ora. O rastro de destruição que ele deixa atrás de si não lhe importa nem um pouco, e usa o Nome de Deus em vão, buscando o lucro em detrimento da vida e da alma dos demais, de alguém, de seu semelhante. Mau. Não é a Deus que ele serve, entretanto. Serve a si mesmo, e ao oponente de Deus. O oponente de Deus opera no Mundo, como bem sabemos, e tem limitações, visto que é criatura. Portanto, é exagero chamá-lo de “oponente” de Deus. Mas, deixemos assim por agora: é só para que possamos identificá-lo nesta reflexão, e logo o colocamos de lado, à margem de nossas vidas.

Quem importa, de fato, é o Senhor Deus, Todo-Poderoso e Soberano, que nos presenteia com as palavras do verso, reais e verdadeiras, transformadoras e consoladoras, vivas. Com o tempo nós aprendemos a identificar os “falsos profetas” e as pessoas frias e danosas. E o Senhor, em Jesus, eu creio, nos protege enquanto estivermos nessa miscelânea de “joio e trigo”. Deus Pai, Pai zeloso e amoroso, Se volta com fúria mortal a quem prejudica e faz mal a qualquer de Seus pequeninos. Tenho paúra só de pensar no destino de cidadãos desse “naipe”, e das consequências que eles terão de encarar. Não quero estar entre eles, portanto me esforço em Cristo Jesus, e conto com a ajuda de Deus para me manter saudável na fé e nas intenções de ser boa pessoa, agradável a Ele. Das coisas que estão no verso, cujo interlocutor foi Isaías, quero todas, e muito mais. Toda e qualquer benesse de Deus Pai, eu quero, anseio, desejo, busco, persigo, elas me acham. Ser de Deus, cristão, é ser abençoado. Agraciado, em Jesus. Quero isso tudo, antes de tudo, e de qualquer outra coisa. Melhor escolha não há. Nada se compara. Senhor! Cá estou eu, entregue a Ti.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (John Newton)

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“Senhor, salve-nos de nossos bezerros de ouro” – John Newton.

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Provérbios 21: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Fazer justiça e julgar com retidão é mais aceitável ao Senhor do que oferecer-lhe sacrifício” – Pv. 21: 3.

Tem gente que acha que só o fato de ir a uma igreja qualquer já o justifica. Tem gente que faz votos e não os cumpre. Promessas também. Tem gente cuja aparência não condiz com o estado real de seu coração. Tem gente má “pagando” de gente boa. Tem os fariseus, hipócritas. Tem gente fazendo “coisas certas” pelos motivos errados. Tem gente que acha que o dinheiro resolve tudo. Aliás, tem gente, muita gente, que adora, ama o dinheiro. Tem gente viciada nele, no dinheiro. E quando já tem muito dinheiro, tem gente que passa a perseguir o poder, qualquer poder, que lhe estiver ao alcance. É, tem gente “sem noção”. Tem gente que procura a satisfação de seus próprios anseios e desejos, sem olhar nem respeitar o próximo. Tem gente que defrauda o próximo, de várias maneiras. Tem gente que espolia, até a alma do outro. Tem gente que tira a vontade dos outros de viver, de confiar, se seguir a Cristo. Tem gente de todo tipo. Ainda bem que ainda assim tem gente do bem.

Os sacrifícios de antigamente, aqueles que lemos na Bíblia Sagrada, não são mais necessários, desde a vinda de Jesus Cristo. Ele, Jesus, é o Cordeiro Santo, que tira o pecado do Mundo, de uma só vez. O sacrifício do Mestre na Cruz do Calvário foi um ato de união entre Deus e os homens, que não precisa ser repetido. Não fosse assim e Paulo, Apóstolo, não teria escrito, por extensão, o que escreveu em Hebreus 6: 4 a 6. No entanto, eu acredito sinceramente que, no sentido amplo da palavra “sacrifício”, não é errado oferecer sacrifícios ao Senhor. Muitas vezes esses sacrifícios se prestam a ajudar o próximo, e isso é válido. O que entendo por errado é a barganha pura e simples, um “toma lá dá cá” desprezível e vil. Um coração pensando só em obter vantagens para si, ainda que tenha que fazer algo. O egoísmo de gente que ainda não entendeu a mensagem do Senhor Jesus. Vivem em meio aos crentes em Jesus, mas não se pode dizer que são cristãos, “completos”, ao menos. Digo “completos” porque imperfeitos todos nós somos.

Um cristão “completo” é imperfeito, mas é cristão de coração. Seu coração está voltado e inclinado a Deus de verdade, apesar dos erros e falhas que comete todo santo dia. Nem que seja só em pensamento. Se você conhece alguém que se julga um cristão perfeito, se afaste dessa pessoa, porque ela é do mal. Se você pensa isso de você mesmo, “danou-se”: converta-se a Jesus de coração e alma. Há, nestas bandas em que vivemos na carne, pessoas predispostas a voluntariamente seguir a Cristo Jesus, se entregar a Ele, e tocar suas vidas imperfeitas com toda a ajuda possível dos Céus. Com o Espírito Santo nelas, inclusive. Mas não existe um só homem ou mulher que se justifique a si mesmo/mesma, em nenhuma religião ou hipótese. Para ser honesto, houve um único homem capaz disso, e é Ele quem nos justifica: Jesus de Nazaré. Não há outro, note-se bem. Deus Pai O elegeu para essa Missão Divina, precipuamente com o intuito de nos salvar. Da morte eterna, e de nós mesmos – na perspectiva particular de cada um. Há “inimigos” por toda parte, mas nosso maior inimigo está sempre “colado” conosco: nós mesmos. Aonde vamos/estamos nós, nosso “inimigo” primeiro sempre vai/está.

Por todas essas coisas, o que nos resta nesta vida é buscarmos a integridade, especialmente para com Deus Pai, a Quem nos é impossível enganar. Fazer justiça é agir sempre “de peito aberto”, sem segundas intenções, fazendo o que é certo, pelos motivos certos, e o bem a quem pudermos, incluindo a nós mesmos. Fazer justiça é coisa séria, pois, porque quem se preocupa em fazer justiça tem um sentimento genuíno de amor em si mesmo, por Aquele que é puro amor. E julgar com retidão não é o ato de julgamento em si, mas escolher entre o bem e o mal, e se inclinar sempre para o bem. Não é falar dos outros, nem diminuí-los para se sentir “superior”. Também não é o raso julgamento do próximo, pelo que ele é, tem e/ou faz. Não. O sentido do verso é bem mais profundo do que isso, simplesmente. Nós podemos até oferecer algum sacrifício a Deus, em Jesus, vez por outra. Mas (mais) bem-aventurado é todo aquele que faz justiça e julga com retidão, todos os dias, todo o tempo. Que todos tenham entendimento do que foi aqui escrito, e o apliquem em suas vidas.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Elisabeth Elliot)

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“Mantenha o seu coração tranquilo e deixe tudo nas mãos que foram feridas por amor a você” – Elisabeth Elliot.

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Frases Etc. (Carlos Drummond de Andrade)

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“Pois de amor andamos todos precisados! Em dose tal que nos alegre, nos reumanize, nos corrija, nos dê paciência e esperança, capacidade de entender, perdoar, ir pra frente!” – Carlos Drummond de Andrade.

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Isaías 42: 2.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça” – Is. 42: 2.

O Cordeiro de Deus era como um cordeiro: manso, pacífico, inofensivo. Jesus, quando esteve entre os homens, era afável, sereno, tranquilo, bom. Algumas vezes Ele respondia com dureza e severidade, é verdade, mas sempre acontecia assim se Ele estivesse diante da falsidade e da hipocrisia. Outras vezes Sua resposta vinha com tanta presença de espírito e sabedoria, que deixava Seus oponentes literalmente sem palavras e maravilhados. Jesus não elevava a Sua voz para pregar a Palavra de Deus, não gritava, não tentava convencer ninguém, não contendia. Não. Jesus simplesmente falava do Reino de Deus com amor e paixão, de maneira que contagiava e demovia com absoluta naturalidade os Seus ouvintes. E mesmo assim, ainda, alguns conseguiam ter raiva e ódio Dele. Jesus amava até mesmo aqueles que O odiavam, e por eles chorava e sofria. Jesus era uma pessoa especial, única, diferente espiritualmente de qualquer outra, e ninguém Lhe chegava aos pés, sequer. Ele era e é incomparável.

Isaías, pelo verso, falava Dele, Jesus. A loucura do conteúdo da fala de Isaías advém do fato de ser uma Profecia, visto que ele, Isaías, não conheceu Jesus em vida, e esperava por Ele, falava Dele, profetizava em relação a Ele. Jesus, a Esperança de Israel, porém, em época vindoura, muitos séculos adiante no tempo. Jesus, o Redentor de Israel e de todos os outros povos, raças, tribos e nações. Jesus, que veio em carne, e foi maltratado e desacreditado pela maioria de Seus conterrâneos. (Que pecado…!). Jesus, que segundo o próprio Isaías, não tinha formosura alguma e beleza não se encontrava Nele, para que os homens o desejassem como enviado de Deus (Isaías 53: 2). Jesus, que foi desprezado, e tido como o mais indigno dos homens, na medida em que falava do Pai (Isaías 53: 3). Jesus, Homem de dores e experimentado no sofrimento, próprio e alheio (Isaías 53: 3). Jesus, que tomou sobre Si as nossas enfermidade e fraquezas, e as nossas dores e aflições levou Consigo (Isaías 53: 4). Jesus, ferido de Deus, aflito, e oprimido (Isaías 53: 4). Jesus, que foi ferido pelas nossas transgressões, e nos trouxe a paz, e nos livrou do castigo certo, e fomos sarados (Isaías 53: 5).

Jesus, Ele, o Mestre que nos juntou como Povo de Deus, nós, ovelhas desgarradas do Rebanho, cada um andando segundo seus próprios conselhos tortos, suas convicções injustas e consciências deturpadas (Isaías 53: 6). Cada um pelo seu caminho, e Jesus nos congregou. Sobre Ele caiu todas as nossas transgressões e iniquidades. Jesus foi humilhado, pisado e oprimido, para nos trazer a paz e a salvação. Humilhado ao extremo, Ele não abriu Sua boca contra Seus detratores, e como cordeiro foi levado ao matadouro, como ovelha muda perante Seus tosquiadores, e Ele tudo fez e passou em silêncio divino. Só que Jesus nunca foi um simples cordeiro, ou uma simples ovelha, não, Jesus foi e é o Cordeiro de Deus, Santo, Santo, Santo, que tira o pecado do Mundo (João 1: 29 a 31). Jesus é Deus, Emanuel = Deus conosco! No Livro de Isaías, Capítulo 53, a história profética de Jesus está completa: ali se lê tudo o que Jesus representa e o tanto quanto sofreu (e sofre) por nós. Vale muito a leitura. E depois, adiante no tempo, nós conhecemos os feitos e atos de Jesus, pelo Novo Testamento inteiro. E ainda há espaço para muita elucubração nossa… – Nele (João 21: 25).

Esse foi e é Jesus, porque Ele não muda. Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamenteHebreus 8: 18. O Senhor Jesus mantém pela Eternidade o Seu caráter inalterado, sem sombra de variação, sendo Ele bondoso, justo, amoroso, compassivo e Dono das melhores virtudes. Jesus é o Detentor da Sabedoria de Deus, e é o Único Caminho a Deus Pai (João 14: 6). Se na época de Jesus era comum dizer que “todos os caminhos levavam a Roma”, e que isto virou até um ditado popular entre nós, hoje, de lá para cá, com muito mais propriedade e razão é correto dizer que o Senhor Jesus é o Único Caminho que nos leva ao Senhor Deus, Todo-Poderoso, Seu Pai, nosso Pai. Em linguagem nossa, moderna, podemos dizer que “Jesus era, foi e é o Cara!” (perdoem-me pela brincadeira…). Falar de Jesus é a melhor coisa que alguém pode fazer nestas “conturbadas bandas” em que vivemos. Adorei falar (escrever) Jesus, Jesus, Jesus, várias e várias vezes, neste texto. Ahh! É assim que tem de ser: Jesus, Jesus, Jesus, Nele, por Ele, sempre Ele, louvado e amado! Seja assim a minha vida! E a sua também! Aleluia! Glórias a Deus: Jesus! Jesus! Amém! Jesus!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Francis Chan)

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“Deus não nos chama para uma vida confortável. Ele nos chama para crermos Nele” – Francis Chan.

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Atos 4: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Em nenhum outro há salvação, pois também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” – At. 4: 11.

Jesus. Em Nome de Jesus. O Nome de Jesus. Cristo/Messias, Mestre. O Filho de Deus. Emanuel. O Príncipe da Paz. O Ungido de Deus. O Plano de Redenção do ser humano vem de Deus, mas Jesus é o Executor, por assim dizer. Ninguém se achega ao Senhor senão por intermédio de Jesus e, como nos ensina a Palavra, Ele é o Caminho, e a Verdade, e a Vida. E o verso nos diz que Seu Nome é poderoso e exclusivo para a salvação. Não há nada nem ninguém mais excelente do que Cristo Jesus, entre os homens, na Humanidade, no Universo inteiro, em qualquer lugar e situação. Jesus é Tudo, e é Tudo em todos e em todas as coisas. Eu conheço muitas pessoas que não são cristãs, ou crentes em Jesus. Muitas vezes essas pessoas são inacessíveis, no sentido de ouvir falar de Jesus, logo, quando tenho a chance, digo a elas: Faça o que quiser e pense como quiser, mas não morra sem Jesus, sem se entregar a Ele, em particular, coisa entre você e Ele, seu coração e Jesus.

É difícil pregar o Evangelho a boa parte das pessoas. Tem muita gente que não vê Jesus como Senhor e Salvador, e os motivos são variados. Isso é o que mais me “dói” na vida, porque eu tenho dimensão daquilo que as pessoas perdem ao deixar de entregar-se ao Mestre. Eu vivo constantemente nesse “desespero silencioso”, que me consome como o zelo de Deus, porque vejo muitos perdidos e sem esperança. Isso não é uma crítica às pessoas que não têm Jesus, não, é apenas uma constatação e, creio, na maioria esmagadora das vezes, a própria pessoa não se enxerga como perdida e desesperançada. O ser humano faz o que pode para tocar sua vida. Ele usa o que tem para fazer isso. Porém, ao homem é dado o Livre Arbítrio e a consciência, sendo que essas coisas substituem o instinto puro e simples. O homem raciocina, pensa, reflete, logo, ele combina razão com instinto. Essa é a vantagem do homem em relação ao resto da Criação. E o homem vive procurando sentido para sua vida. Nada do que é efêmero pode ser tido como algo que dê sentido para a vida: são apenas “distrações”.

O que eu sou, e faço, e tenho, além de meus atributos, dons e aparência, são “elementos” de minha vida que me servem para esta vida, na carne. A Bíblia Sagrada nos diz que aos homens é lícito morrer uma só vez e depois disso encarar o Juízo de Deus (Hebreus 9: 27). Logo, parece, a vida na carne é única, e depois disso nos deparamos com a vida eterna. Nesta última seremos “revestidos” por um corpo incorruptível, Deus sabe. Para isto, contudo, precisamos morrer em Jesus. A vida vivida na carne sempre será permeada de imperfeições, erros e falhas, e Jesus é Quem nos livra das consequências dessas coisas e “nos mantêm de pé”. Graças a Jesus, não somos consumidos pela ira de Deus, que nos tolera (e ama), e as misericórdias do Senhor se renovam para nós a cada manhã (Lamentações 3: 22 e 23). Cada manhã nós acordamos depois de um período de escuridão, como se nascêssemos de novo. Como se dormir fosse semelhante a morrer. E as nossas chances se renovam com o fôlego de vida de Deus em nós. Como bem dizia Charles Chaplin, não existe “ensaio” na vida, “subimos ao palco” para “improvisar”. Melhor se for com Jesus “contracenando” conosco, não?

Estar em Cristo Jesus é nascer de novo (João 3: 3 a 8). Novidade de vida. E nesse aspecto trata-se de condição definitiva, não transitória. Sentido para a vida é passar pela vida em Jesus e sair da vida direto para Jesus. Como o ladrão arrependido crucificado ao lado do Mestre (Lucas 23: 43): … Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso. Por isso, Jesus é e deveria ser a Meta maior de vida de todo ser humano, o Objetivo a ser alcançado, o maior Prêmio possível. Eu quando penso, ou falo, ou converso, ou leio sobre Ele, todo o meu ser vibra de emoção e satisfação. É uma alegria imensa, imensurável, que toma conta de mim. Jesus significa tanto para mim que eu procuro “respirá-Lo”, ou seja, das menores às maiores coisas que eu faço na vida, cada uma delas, as faço buscando dar glórias a Jesus, e pensando Nele. Vida sempre “ligada” no “botão automático” no que concerne ao Senhor Jesus. E se acaso faço algo errado, a minha primeira vergonha é perante Ele, inevitavelmente. Jesus é o mesmo hoje, sempre e eternamente (Hebreus 13: 8). As coisas transitórias são indispensáveis na vida, talvez, a maioria delas, mas só Jesus é Sempiterno. Logo, nossa conduta primária na vida deve ser a de perseguir e adorar o Eterno; as coisas transitórias se desfarão a tempo certo. Amo o Senhor Jesus! E Ele sempre estará no “topo” de minha vida. E você, me acompanha?

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Timothy Keller)

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“O sofrimento nos desperta do nosso sono imaginário de autossuficiência para uma busca honesta do Divino” – Timothy Keller.

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Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Nós devemos construir a nossa fé, não em qualquer luz que nos traga mero alívio e logo desvaneça, mas na Luz que jamais falha, Jesus” – Oswald Chambers.

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Isaías 39: 8.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Então disse Ezequias a Isaías: Boa é a palavra do Senhor que disseste. Pois pensava: Haverá paz e segurança em meus dias” – Is. 39: 8.

Nos tempos do Profeta Isaías o Rei em Jerusalém era Ezequias. Esse Rei é Biblicamente conhecido porque esteve muito doente, ia morrer, mas orou ao Senhor de forma contrita, e Deus Pai ouviu a sua oração, Se compadeceu dele e lhe deu mais quinze anos de vida. Ezequias foi curado com uma pasta de figos posta como emplastro em sua chaga, segundo ordem de Isaías. E a história continua, até sua total convalescença. Essa notícia se espalhou pelos arredores de Jerusalém, e vieram alguns de Babilônia cumprimentá-lo e presenteá-lo pela cura, provavelmente pela característica de ter sido ela milagrosa. Muitos devem ter ido visitar Ezequias, aliás, depois disso, especial e justamente por pura e simples curiosidade. Mas a Bíblia nos relata sobre a visita dos de Babilônia, e a besteira feita por Ezequias. Ele, Ezequias, inadvertidamente, mostrou aos enviados de Babilônia todas as suas riquezas, sem nada deixar de lado. E Isaías, mais tarde, perguntou a Ezequias o que ele tinha feito, e recebeu como resposta que ele havia mostrado e dado a conhecer tudo o que tinha e possuía aos Babilônicos.

Com essa resposta, Isaías disse a Ezequias que, pela estultícia dele, chegariam os dias nos quais os Babilônicos viriam e levariam tudo o que ele tinha à Babilônia, incluindo seus filhos. E daí vem a “pérola” do verso, da boca de Ezequias. Isaías lhe disse que ele perderia tudo o que tinha, mas que isso só aconteceria depois de seus dias. Ou depois de quinze anos. E Ezequias preocupado somente com ele mesmo, com a paz e a segurança de seus dias finais, sem demonstrar preocupação e compaixão a nada nem a ninguém, até mesmo em relação aos seus próprios filhos. Será que ele estava em choque com as palavras de Isaías, ou era egoísta mesmo? O verso não coaduna com a resposta de um rei, isso é certo. A palavra dita por Deus estava longe de ser boa, mas Ezequias não veria a concretização dela, pois estaria morto. Para ele, bastou. Viveria ele muito bem todos os seus quinze anos restantes e, depois disso, ora, às favas com “o depois disso”: os outros que se danassem com os problemas do futuro no qual ele não estaria. Pensamento raso e pobre, na verdade. E demonstração de falta de caráter de Ezequias, na minha modesta opinião.

Primeiro ele mostra tudo aos Babilônicos, todos os seus tesouros, se gabando de sua riqueza, bens e condição. Depois, por ter se aberto a pessoas más e de ter cometido um erro grave, diante das consequências que lhe foram anunciadas, responde de maneira estúpida, pensando somente em si mesmo. Egoísta. Estulto. E era rei. O pensamento de Ezequias, no mínimo, mostrava que ele se preocupava mais com ele mesmo, em detrimento dos outros, até os de sua família. Esse é um ponto da personalidade e do caráter de Ezequias que devemos combater em nós mesmos: o egoísmo. Mais ainda se temos pessoas que dependem de nós na vida, de algum modo. E mais ainda se essas pessoas continuarem dependendo de nós, de alguma forma, se Deus nos chamar. A atitude de Ezequias me fez pensar que ele era egoísta e tolo. Posso até estar errado, mas é o que me parece, e que Deus me perdoe se me equivoco. Eu já vivi esse tipo de coisa, e não quero que quando eu for embora quem ficar pense isso de mim. Nós devemos agir de acordo com a ética do Reino de Deus, para deixarmos um legado de confiança, paz e segurança aos que virão depois de nós. Não faço questão de ser lembrado, mas, se for para ser lembrado, ora, então, quero que seja pela integridade e justiça que persigo em vida, em todos os sentidos, em Jesus, e não por outro motivo qualquer, que se dirá daqueles que forem ruins.

Outro ponto importante é o fato do excesso de confiança de Ezequias, de ter-se aberto sem medida aos Babilônicos. Jesus Cristo nos deixou escrito na Bíblia Sagrada: Eu vos envio como ovelhas ao meio de lobos. Portanto sede prudentes como as serpentes e simples como as pombasMateus 10: 16. Nós não podemos nos deixar cair no erro de Ezequias, e sair por aí confiando nas pessoas cegamente, sem “filtros e trancas”. Não. Nós devemos medir as nossas palavras para falarmos de nós mesmos a quem quer que seja. Prudentes e simples, segundo o Mestre. Desabafar, “abrir” o coração, conversar, confidenciar, dentre outras coisas, são atos esperados e sadios nossos e das pessoas em geral, mas sempre dependem de “quem” receberá as informações e para “quem” as damos, bem como a profundidade delas. São as nossas informações, ora. Ninguém deve viver como um “livro aberto”, exposto a tudo e a todos. Não. É preciso ter comedimento e cautela com aquilo que eventualmente nós revelamos aos outros sobre nós mesmos. Jesus nos enviou em meio a lobos. E há muitos “lobos em pele de cordeiro…” – Muitos! Sejamos, pois, prudentes e simples. Isso nos evitará muita “dor de cabeça” em aborrecimentos, prejuízos financeiros e chateações. Sem contar as desilusões com determinadas pessoas. “Em boca fechada não entra mosquito”.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (R.C. Sproul)

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“Algumas vezes nós reproduzimos bem melhor os Fariseus do que imitamos a Cristo” – Robert Charles Sproul.

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Provérbios 12: 5.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Os pensamentos do justo são retos, mas o conselho do ímpio é enganoso” – Pv. 12: 5.

A mim parece que o verso fala da inclinação do coração do ser humano. Acho que ninguém há que controle totalmente os pensamentos. Eles vêm e vão. Nós, às vezes, nos concentramos em pensar alguma coisa, mas, em boa parte do tempo, os pensamentos “invadem” as nossas mentes, e até estranhamos, algumas vezes, de pensar tal e qual coisa. Eu percebi isso em mim e nos outros. Eu tinha pensamentos ruins e inapropriados em horas determinadas, e me culpava muito por isso. Acredito que muitos pensamentos que temos, digamos assim, involuntários, não são passíveis de culpa nossa. E eu me sentia muito culpado, e pessoas já me disseram que tinham pensamentos ruins, e por eles sentiam culpa. Há muito tempo atrás escrevi um texto intitulado “A Memória da Carne”, que está postado no Blog. Neste texto eu defendi/defendo a ideia de que o “alimento” que colocamos em nossos corações “afloram” depois em pensamentos e desejos, que bem podem nos abençoar ou perturbar, dependendo do tipo. Exemplo: quem se “alimenta” de pornografia terá pensamentos e desejos pornográficos, e tal “elemento” ficará marcado no inconsciente da pessoa, “retornando” por vezes na vida. Flashbacks. Que vêm do nada.

Logo, experiências de vida “voltam” a nos assombrar, ou consolar, ou alegrar, ou a nos ensinar, e por aí vai. Há quem diga, pois, que “a gente é o que a gente come”. Pois é, adapto agora esse ditado àquilo que nós colocamos propositadamente dentro dos nossos corações, seja bom seja ruim. Estilo de vida também faz parte da “equação” ora discutida. Fato é que nós podemos “construir” um “acervo” de boas coisas em nossos corações, (tesouro) que redundará em bons pensamentos e desejos sãos, independentemente do que nós fomos, no passado, e da “Memória da Carne”, do nosso “eu” pré-conversão a Cristo Jesus. O “velho homem” pode e deve ser deixado para trás, sendo substituído pela novidade de vida do Evangelho. O “velho homem” pode e deve ser “sepultado” em Jesus Cristo, no Batismo nas Águas, pelo qual “morremos” com o Mestre e “nascemos de novo”, num piscar de olhos, para a Vida Eterna. Basta disposição e voluntariedade e, com isso, tempo. Vida cristã. Estrada. Acúmulo de experiência, como dito. E os maus pensamentos, involuntários, virão, sem dó e sem aviso. Não se culpe, afaste-os, e “bola pra frente”: cultive o bom e o bem, que o fruto será colhido à época certa, certamente.

Eu tive um professor na faculdade, idoso e muito sábio, e que até havia frequentado um Seminário (creio que Católico, mas não importa), que dizia com acerto que todos nós, sem exceções, já desejamos o mal a alguém, algum mal, em nossos íntimos (pensamentos), algumas vezes na vida. Nós podemos afastar de nós esses pensamentos, e mesmo repreendê-los, sem culpa, se involuntários. Tê-los, no entanto, de forma proposital é que é o erro e o equívoco vital, fatal. Nesse passo, a diferença entre o reto e o ímpio: o primeiro vai “combater” esses pensamentos, enquanto que o segundo vai “alimentá-los”. Se o ímpio expõe a alguém ou a público seu pensamento mau, de seu coração, esse pensamento pode ser conselho enganoso, ou pode ser definitivamente algo ruim desde logo. O “ímpio mau” segue o mal, deliberadamente; O “ímpio desavisado” segue a “boiada”, caminha “ao sabor dos ventos” e das tendências da maioria. O reto, “de olho” nos Céus, espera o Senhor Jesus, e O consulta a cada passo e decisão. Todos têm maus pensamentos, mas Jesus Cristo de Nazaré os anula naqueles que Lhe foram dados por Deus.  

Aquilo que há em nossos corações, pois, e aquilo com quê nós “alimentamos” os nossos corações, instante a instante, será aquilo que nós seremos em vida, retos ou ímpios, e aquilo que cada um “refletirá” de si mesmo, sempre. Nada é ou será preto ou branco, no entanto. Nada de extremos, que são prejudiciais, e geram divisões e injustiças. É Jesus Quem nos justifica e regenera a cada passo que damos. Sempre haveremos de falhar pelo caminho, mas se estivermos em Cristo Jesus, ora, bem, Ele tratará de nos mostrar a Boa Vereda e nos corrigirá, com o auxílio do Espírito Santo em nós. Se há alguém de Deus que se culpe por ter maus pensamentos, especialmente os da “Memória da Carne”, perdoe-se, porque Deus Pai já perdoou você. E quem é você para deixar-se de perdoar se o Senhor o perdoou? Não se culpe, pois, por isso, e siga adiante com fé, Nele. O que vale nesta vida é o estado do seu coração. Analise-o, e se tudo estiver bem, dentro da normalidade humana, cuja natureza é falível e frágil, deixe sua culpa “voar” para longe, em Jesus. Se tal análise der resultado “capenga”, ou se seu coração estiver distante de Cristo Jesus, reavalie a sua vida, por favor. Sem demora!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (C.H. Spurgeon)

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“A soberania de Deus é uma almofada, na qual o cristão pode recostar a sua cabeça” – Charles Haddon Spurgeon.

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Frases Etc. (Arthur W. Pink)

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“A soberania de Deus significa que Deus é Deus, Ele faz o que quiser, onde quiser, como quiser, com quem quiser” – Arthur W. Pink.

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Filipenses 3: 20.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Mas a nossa pátria está nos céus, de onde esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, (…)” – Fp. 3: 20.

Engraçado. Nós nascemos sem aviso neste Mundo, sem podermos escolher nada. E quando deixamos o útero de nossas mães, começa uma “contagem regressiva” para a morte, que chega igualmente sem aviso. A vida é um sopro, nos diz a Bíblia Sagrada, uma sombra que passa e um vapor que evanesce. É verdade: ela, a vida, passa rápido. O tempo “voa”. Somos o que somos, pois, não escolhemos aparência, classe social, família, dons, atributos, destino, nada. No início, quase sem consciência, e depois, aos poucos, galgando os anos, nós vamos adquirindo pé da situação, nos situando. Depois que damos os primeiros passos e esboçamos as primeiras palavras, passamos a manifestar alguma vontade. A partir disso passamos a ter alguma possibilidade de escolha, especialmente entre fazermos o bem ou o mal. Repare-se que nós jamais temos escolha total na vida, nem tampouco controle algum sobre ela. Viver é uma aventura sem garantia alguma. Bem, pelo menos sozinho, sem Deus Pai.  

Certa vez participei de uma reunião cristã entre brasileiros e americanos. Era uma sala ampla, com cadeiras dispostas nas laterais, de modo que todos viam os demais em um quase círculo. Não me recordo quantas pessoas havia, mas me lembro de que eram somente homens, talvez, umas 30 ou 40 pessoas. Em determinado ponto da reunião uma discussão se acendeu: a questão da origem da cada um. Alguns orgulhosos de serem norte-americanos e outros, de igual forma, por serem brasileiros. E os pontos “prós” e “contras” começaram a serem postos e disputados, de maneira que a coisa acirrou e quase houve desentendimentos. Só não terminou mal porque alguém com mais lucidez lembrou a todos qual seria a nossa Pátria verdadeira: o Reino de Deus. Estados Unidos ou Brasil, e qualquer outro país, seriam deixados para trás com a morte física de cada um, a seu devido tempo. Assim foi que a disputa foi encerrada, mas não saí convencido de que todos estavam convencidos disso em seus íntimos. Alguns mantiveram o orgulho de ser de um ou de outro “lado terreno”. Mas não se falou mais nisso, depois disso, o que já foi uma vitória. 

O ser humano, fraco e frágil que é por natureza, sempre se alia a algum grupo, ou busca suporte em alguma coisa que faz, tem ou é. Para se sentir melhor, aumentar sua autoestima, e até para se sentir superior a alguns outros. Muitas vezes até, só para passar o tempo. Quem busca algum sentido na vida, sofre e pena bastante. Na modernidade em que vivemos padecemos de várias doenças do espírito, como depressão, síndrome do pânico, ansiedade e outras do gênero. É o que dá viver no turbilhão de hoje em dia. A competição e o consumismo nos esmagam sem dó. Acho que vivemos na sociedade da informação, cujo dano maior é sabermos de tudo um pouco, sem nos aprofundarmos em nada. É tudo muito superficial e raso à nossa volta. As pessoas estão se tornando cada vez mais assim, na medida em que se resguardam dos outros e se enfurnam no mundo virtual, no mais das vezes falso e utópico. Muita gente, de outra sorte, assume bandeiras e ideologias, que passam a defender a ferro e fogo, fazendo loucuras e estultícias em nome de absolutamente “nada”. Continente. Região. País. Estado. Cidade. Bairro. Rua. Time de futebol (qualquer esporte). Política. Religião. Igreja “a”, “b”, ou outra. Preferência sexual. Gênero. Espécie. Tipo. Esquerda. Direita. Centro. E mais um monte de coisas sem sentido. Todas transitórias (Mateus 24: 35).

O que você faz ou prefere? No que você acredita? Já encontrou sentido para a vida? O que você encontrou para fazer para “passar o tempo”? Como você “gasta” a sua vida? Você tem “fome” de quê? Você tem orgulho de quê? Do que você tem, é ou faz? Até quando você terá, será e fará? Tem orgulho de ser deste ou daquele país? De torcer para tal time de futebol? Ou qualquer outra equipe de outro esporte, tanto faz? Qual é a sua  “tribo”? Já pensou nessas coisas todas? Sim? Não? Convido você a refletir sobre o efêmero. Você é efêmero (na carne). Eu sou efêmero (na carne). Efêmero é tudo o que perdura por certo tempo e depois deixa de existir, ou passa. Tem importância e relevância meramente transitórias. (Ou não, em Jesus). O mais rico e poderoso até o mais simples do povo, qualquer povo. Pessoas más. Pessoas boas. Pouco importa. O Mundo não para quando alguém o deixa. Brinco, segundo minha idade, que daqui a 50 anos eu não terei mais problema algum… Daqui a 50 anos nada mais que me faz sentido hoje, me fará sentido, pois, por motivos óbvios. Meus problemas de hoje simplesmente inexistirão. Eu estarei morto (com Jesus, espero), ou serei um velho de mais de 100 anos, próximo da morte, de todo modo. Acho que o sentido da vida é ser bom, justo, íntegro e verdadeiro. E ser de Jesus. Faça o que tiver de fazer nesta vida. Porém, quer dar sentido a ela? Pois bem, então: olhe para os Céus, onde está a nossa Pátria! E viva em função Dela!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (A.W. Tozer)

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“Não é o que o homem faz que, porventura, determina se seu trabalho é sagrado ou secular, mas, sim, o porquê dele fazer isto ou aquilo” – Aiden Wilson Tozer.

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Filipenses 3: 16.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Mas, andemos segundo o que já alcançamos” – Fp. 3: 16.

Quem me lê, busca a Deus? Todos os dias? Em que pé estão suas certezas, convicções e conceitos? Quem me lê, lê a Bíblia Sagrada todos os dias? Ou, pelo menos, com alguma constância? Como estão seu conhecimento e entendimento das Escrituras? Quem me lê, tem intimidade com Deus Pai, em Jesus? Ouve, percebe e sente o mover do Espírito Santo em si mesmo? Consegue discernir o que acontece à sua volta? Quem me lê tem o próprio caminho pautado na ética e moral do Reino de Deus? Como está seu coração em relação às coisas do Senhor? Há harmonia entre seu pensamento e seu agir? Levando-se em conta, claro, as imperfeições nossas, indissociáveis, que tanto nos perturbam? Quem me lê se considera salvo, cristão, crente em Jesus, remido, amado por Deus, amigo de Jesus, servo, protegido, ungido? Mas age com soberba e arrogância? Ou com humildade e serenidade de espírito? Quem é você, que me lê? O que você já alcançou com Deus ao seu lado? E em que estágio ou fase da vida cristã você imagina estar? Não “pense” demais a seu próprio respeito, porque isso pode te derrubar.

Porém, eu não formulei todas essas perguntas todas para ofender ou para criticar quem quer que seja. Não, pelo contrário, é uma provocação à reflexão e uma “ferramenta” para nos situarmos. Fato é que há, na vida cristã, estágios, fases, patamares, degraus, condições, estados (de espírito, de conhecimento, de entendimento e de sabedoria). Não existe forma de padronizar as pessoas, apesar de que há um ponto vital e inafastável em comum: Jesus. Em Jesus, pois, o que a pessoa busca, e o quanto busca, e como busca e não menos importante “com quem busca”, esse conjunto de busca, agregado à sua capacidade pessoal, envolvendo inteligência, educação, cultura e outros tantos fatores, ditam o que essa pessoa será de hoje para amanhã. Sim, porque tudo o que provém de Deus Pai é cumulativo, e se sedimenta em nossos corações. Tais coisas são o nosso maior tesouro, que está bem guardado e vigiado, e traças não roem nem a ferrugem corrói, e o ladrão não alcança, portanto, não rouba. Desse lugar (nossos ventres), segundo o Senhor Jesus, rios de água viva fluem e correm para a vida eterna. Isso é crescer em estatura diante de Deus Pai, dos anjos e dos homens, em Jesus.

A busca pelas coisas de Deus, do Reino de Deus, é muito importante a todos nós. Manter essa busca constante e “viva” é uma obrigação nossa, e cada um com suas possibilidades, dons e limitações. E nessa vereda nós sempre estamos alcançando algo de bom. Essa é a excelência do Reino de Deus: tudo o que amealhamos em nossos corações, graças ao contato que temos com Cristo Jesus, que nos leva ao Pai. O penhor de nossa herança e a garantia de que temos isso tudo separado em vasos de ouro é o Espírito Santo em nós. Remidos de Deus, regenerados e salvos por Jesus, e selados pelo Espírito Santo. Para isso tudo acontecer nos é necessário nascer de novo, que o diga Nicodemos. Mas depois de nos tornarmos novas criaturas, o processo de acúmulo dos tesouros começa, e, creio, jamais termina. Com lentidão ou com rapidez, com parcimônia ou abraçando mais do que se poderia abraçar, a caminhada tem início e lá vamos nós, com o Senhor ao nosso lado. Nessa trilha encontraremos inúmeras pessoas que têm em seus corações o mesmo alvo: Jesus. Apesar de que uns comem carne, outros não.

O Capítulo 14 do Livro de Romanos nos ensina como devemos lidar com os mais sensíveis e fracos na fé, “abaixo” de nós, lembrando que se estamos acima é porque já passamos pelo que passam essas pessoas. Nesse passo, não há certo nem errado: há as tentativas, as experiências, os erros e acertos. Há o aprendizado, incessante e impessoal. Muitas vezes Deus monta em nossos lombos, e põe uma cenoura na ponta de uma vara, e lá vamos nós atrás. Se não vai pelo amor, vai pela dor. Se não for por bem, bem pode ser que se vá pelo mal. Certo ditado árabe nos ensina que tapetes devem ser sacudidos de tempos em tempos. Verdade. Há tempo para tudo debaixo do céu. Sol e chuva, neve, dia e noite. E não nos é permitido nem esperado que fiquemos cheios de vaidades se acaso estivermos em situação de conforto espiritual, acima de uma multidão, abaixo de nós. De nós o Senhor cobra humildade e fraternidade. E sempre haverá alguém de algum modo acima de nós, sobremaneira o Senhor. Vivamos com mansidão, cônscios do tudo e nada que somos. Que cada um de nós ande conforme aquilo que já alcançou, em Jesus, respeitando a todos, sem exceções, e convivendo com as diversidades cristãs, e humanas. Ninguém é melhor e/ou superior a ninguém, e aquele que quiser ser o maior, sirva.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Timothy Keller)

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“A tristeza e o sofrimento te levam a Deus e lhe mostram recursos que você nunca teve e nunca soube que precisava” – Timothy Keller.

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Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Cada momento do seu dia será publicamente carimbado com a presença de Deus” – Oswald Chambers.

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João 20: 14.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Tendo dito isto, voltou-se e viu a Jesus ali em pé, mas não percebeu que era Jesus” – Jo. 20: 14.

Depois da crucificação do Mestre, passado o dia de sábado, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, e encontrou-o aberto, com a pedra removida. Espantada com tudo aquilo, viu Maria Madalena que o túmulo estava vazio. Primeiro ela viu dois anjos no lugar onde jazia Jesus. E depois viu o próprio Senhor Jesus, que até perguntou a ela porque chorava. Mas ela não percebeu que era Jesus que lhe falava. Só depois que Jesus a chamou pelo nome que Maria O reconheceu e exclamou “Rabôni!”. Nesse momento histórico Maria Madalena não podia supor que alguém pudesse vencer a morte e ressuscitar. Ela chorava a morte de Jesus, que amava. Imagine-se o susto que Maria Madalena tomou ao reconhecer Jesus, vivo. Depois de ter assistido todo o sofrimento do Mestre e Sua morte na cruz. Maria Madalena acompanhou toda a Paixão de Cristo. Ela esteve com Ele, fisicamente, por várias vezes antes disso, e O conhecia bem. Ouviu a Sua voz. Tocou Nele. Viu a Sua face. Mas não O reconheceu de imediato no momento do verso.

Alguns diriam que ela estava triste demais para reconhecê-Lo. Outros, talvez, que ela estivesse “fora de si”, perturbada, com a perda de seu Mestre (Rabôni). Poder ser. Aliás, pode ser um pouco de tudo, ou tudo. E ela acabou reconhecendo o Senhor Jesus. Esta história envolvendo Maria Madalena muito tem a nos ensinar. O fato é que nós mesmos, muitas vezes, não reconhecemos o Senhor Jesus em nossos caminhos. Não percebemos as mãos Dele em nossas vidas. Encaramos dias difíceis e pensamos que Deus se esqueceu de nós. Olhamos para o túmulo vazio e nem sequer os anjos vemos. Instala-se em nós a tristeza e o desespero, porque nos sentimos impotentes diante de variadas situações. Quando algo não sai como esperávamos; ou quando somos contrariados; ou quando alguém próximo e querido falece. Planos e expectativas frustrados. Quando nossas coisas dão errado e não vão bem. Muitas vezes não percebemos Jesus em nossas vidas. Pode acontecer, ou não? Ou melhor: acontece? Sim, acontece.

Há dias e situações, momentos e ocasiões, nos quais ficamos tão alheios à presença de Deus e de Jesus, do Espírito Santo em nós, porque o desespero e a frustração tomam conta de nossos ânimos. Faz parte da natureza humana essa falta de fé e de confiança. É normal, pode-se dizer, até. Mas não devemos nos entregar a essa condição, porque ela é falsa. Jesus nunca nos abandona. Ainda que não percebamos Sua presença, ou de Seus anjos, Ele está sempre conosco. Emanuel = Deus conosco. O túmulo está vazio porque Jesus venceu a morte, e foi alçado aos Céus, posto à destra de Deus Pai. O Poder que vence a morte está ao nosso lado. O Mestre vive, experimentou a morte, e a venceu. Por nós. Jesus jamais deixa que um só se perca. Disse Jesus, quando estava entre os homens: E esta é a vontade daquele que me enviou, que eu não perca nenhum de todos os que ele me deu, mas o ressuscite no último diaJoão 6: 39. Jesus jamais desampara um filho de Deus. Se nos achegamos a Jesus, e com Ele estamos de coração, temos Sua promessa de que Ele está sempre conosco. Aliás, Ele mesmo disse:… certamente estarei convosco todos os dias, até a consumação do séculoMateus 28: 20, 2.ª Parte.

TODOS OS DIAS Jesus está e estará conosco. Nesta vida e no momento de nossas mortes, e depois disso. Até a consumação deste século, até o final dos tempos, e eternamente. Infelizmente é do “ser” ser humano ter “crises de fé” e não enxergar o Senhor em nossos caminhos. Mas nós, que entregamos os nossos caminhos, a nossa vida, a Deus Pai, por Jesus, precisamos ter em mente, racionalizar até, que o Senhor nunca, NUNCA, nos abandona: Ele está sempre conosco. Maria madalena não percebeu Jesus naquele átimo de tempo histórico, no qual o Mundo Espiritual devia estar parado, em suspenso, suspense, “congelado”. Tudo bem, não foi por mal, muita emoção envolvida, e Maria Madalena era carne, como nós. Mulher de Deus que falhou, como nós falhamos muitas vezes, em perceber Deus e Jesus do nosso lado, em momentos sensíveis e delicados, de sofrimento e angústia. Serve este texto para nos dizer que Jesus e os anjos estão lá (sempre), nesses momentos difíceis, mesmo que nós deixemos de dar conta disso. Que não haja desespero em nós, em nenhuma circunstância, porque Jesus está conosco. Ponto. Verdade absoluta. Não percamos nós isso de vista. Não soframos a toa. Escrevamos na tábua do nosso coração os seguintes dizeres, com letras “garrafais”: Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento; reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredasProvérbios 3: 5 e 6. Deu pra entender? Reconheça-O em TODOS os teus caminhos. Pois Ele está e estará neles. Em TODOS. Sempre…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Timothy Keller)

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“O silêncio de Deus não quer dizer a sua ausência” – Timothy Keller.

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Isaías 34: 16.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Buscai no livro do Senhor, e lede: Nenhuma dessas coisas falhará, nem uma nem outra faltará. Pois a sua própria boca o ordenou, e o seu Espírito mesmo as ajuntará” – Is. 34: 16.

Quando Isaías escreveu o verso, muitas coisas ditas e prometidas por Deus ainda não haviam se concretizado. Jesus ainda tardaria um pouco por vir, e Ele sempre foi a Promessa máxima de Deus, a mais excelente de todas. Significa dizer que os conterrâneos de Isaías, bem como o próprio Isaías, viviam com menos, bem menos, alimentos espirituais do que nós, hoje em dia. Talvez se possa dizer que eles tinham mais fé do que nós, visto que caminhavam com pequena parcela de recursos comparada ao que hoje nos está disponível. Segundo o verso, já havia um Livro Sagrado, ou mesmo mais de um. Contudo, eles não tinham a Bíblia Sagrada como nós conhecemos hodiernamente. O Livro de Isaías, por exemplo, era um Livro Sagrado, e nos nossos dias, integra a Bíblia Sagrada. Porém, não existia o Novo Testamento, porque Jesus ainda viria, e também alguns outros textos pós-Isaías. No tempo-espaço do verso, pois, as pessoas viviam com menos recursos espirituais do que nós, no sentido de não terem à disposição todo o panorama Bíblico, que se encontrava ainda por completar.

Enquanto eles aguardavam o Messias de Deus, nós esperamos pelo fim dos tempos. Eles eram pré-Cristo; nós somos pré-Apocalipse. Eles não conheciam toda a Profecia; nós também não conhecemos toda a Profecia, mas estamos adiantados no tempo, de modo que conhecemos uma parte maior daquilo que Deus estabeleceu. Mas não há povo tão abençoado quanto aquele que andou com Jesus-homem. Os seguidores e discípulos de Jesus viram maravilhas, e tiveram experiências sensoriais, materiais, dos milagres realizados pelo Mestre. Nós lemos em nossas Bíblias histórias fantásticas sobre curas e milagres, e temos pouca ou mesmo nenhuma experiência profunda com os milagres de Deus. Nós não temos como dimensionar essas situações, pois ler não é o mesmo que viver e experimentar. Nós somos testemunhas do que lemos e ouvimos, enquanto Pedro e companhia são testemunhas oculares dos atos de Cristo Jesus. Eles conviviam e partilhavam de tudo um pouco com Jesus. Eles ouviam a Sua voz, e viam a face de Deus (João 14: 7 a 8), literalmente falando.  

Nós precisamos de fé para crer em Jesus. Eles simplesmente O viam. Mas eles tiveram e nós temos dificuldades para crer. Somos desconfiados por natureza, e questionadores. É do ser humano isso, normal. E Jesus disse aos discípulos que bem-aventurados seriam os que cressem e não viram (João 20: 29 – 2.ª Parte). Tomé é o caso clássico da dúvida. Mas a dúvida de Tomé se tornou em certeza (João 20: 28).  E é nisso que devemos trabalhar e buscar em nossos íntimos: confiança plena em Deus Pai, porque Ele não falha, não tarda, não erra, especialmente se Ele assim ordenou em palavras que formam as Escrituras Sagradas. Se tais palavras saíram da boca do Senhor, todas serão cumpridas no devido tempo. E Jesus nos ensina, sobre a Palavra de Deus: O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarãoMateus 24: 35. Quando Deus Pai tirou o Povo Hebreu do Egito, Ele havia dito que tudo o que era deles (e até o que não era), eles levariam consigo, e que “nem uma unha ficaria” (Êxodo 10: 26). Isso nos mostra e ensina que Deus Pai não faz nada pela metade, ou seja, com o Senhor o que foi dito se concretiza.

Nossa parte para conhecermos o agir de Deus se cinge em buscar no Livro as promessas de Deus. Trocando em miúdos: nós devemos ler a Bíblia para conhecermos a vontade de Deus. Nós devemos ler a Bíblia para alimentarmos o nosso coração, alma e espírito, com comida espiritual. Nós precisamos ler a Bíblia para “nos lavarmos” de nossa imundícia. Nós precisamos ler a Bíblia para nos mantermos são e sadios. De pé. Nosso Pai é sinônimo de perfeição, de completude. Se há promessas em nossas vidas, Ele as completará todas. Do mesmo modo como toda a Profecia Bíblica será exaustivamente cumprida. Nada do que Deus faz falha ou falta: fato. Quanto a nós e nossas vidas, nossos anseios, sonhos e necessidades, de acordo com o que for melhor para cada um de nós (Deus sabe), peço licença para pegar em empréstimo as seguintes palavras do Apóstolo Paulo: Tendo por certo isso mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo JesusFilipenses 1: 6. Com isso e por isso, no mais, amigos(as): Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo faráSalmo 37: 5.

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Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Nós costumamos utilizar a oração como o último recurso disponível, mas Deus quer que a oração seja a nossa primeira linha de defesa” – Oswald Chambers.

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Frases Etc. (Martinho Lutero)

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“Minha consciência é escrava da Palavra de Deus” – Martinho Lutero.

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Provérbios 17: 10.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Mais profundamente entra a repreensão no prudente, do que cem açoites no tolo” – Pv. 17: 10.

Cada dia que passa, e cada vez mais, eu me convenço que ser cristão é uma condição e um estado do coração de cada um em particular. O ambiente cristão é muito suscetível a lidar muito mais com aparências do que com a realidade, propriamente dita. Isso é triste, sim, é, mas é assim que, infelizmente, as coisas se desenrolam na maior parte dos casos: a maioria se preocupa em manter as aparências, a qualquer custo, mesmo e principalmente em face da verdade e do que seria certo dizer e fazer. De modo que cada pessoa precisa aprender, por si só, como proceder de maneira digna perante os homens e Deus Pai. Na minha vida cristã vi muitas pessoas serem repreendidas, e mesmo contidas, tolhidas, proibidas, sem que isso não tivesse efeito algum. Aparentemente a pessoa se sujeitava, aceitava a repreensão e fazia conforme o que lhe era imposto, mas bastava o que tinha alguma autoridade virar as costas para que aquela pessoa voltasse a fazer aquilo que estava dentro dela. Repare-se bem: dentro dela.

Há um universo inesgotável de coisas, pensamentos, anseios, conceitos, preconceitos e possibilidades dentro de um ser humano. Não há um só sequer igual a outro. Não há duas pessoas iguais, nem mesmo se forem gêmeas. Logo, a padronização de comportamentos não é algo que deva funcionar, acho (eu), ao menos, eu não acredito que funcione. Eu creio e acredito que cada ser humano deva responder por si próprio, internamente. Ou seja, em um processo interno de “auditoria” constante. Pois o problema está em nós e não fora. Palavras de Jesus: O que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai da boca, isto sim, é o que contamina o homemMateus 15: 11. Escrevendo isso, agora, lembrei-me de uma piada do Tiririca, que apesar de absurda e engraçada, na verdade nos coloca a mais pura realidade: “Muitas vezes eu tentei fugir de mim, mas aonde eu ia, eu tava”. É uma brincadeira, claro, mas olhemos bem a frase dele: nossa consciência só pode estar em nós mesmos, o tempo todo, sem desligar, e não em outro lugar ou em outra pessoa.

Nós vivemos nessa loucura, nesse turbilhão de nossa consciência, sem cessar. Sempre presente no presente. Somos o que consumimos. Dentro de nós “cultivamos” toda sorte de coisas que refletem o que nós efetivamente somos. Aquilo que “cultivarmos” e buscarmos se nos tornará naquilo que nós seremos adiante na vida. O que for acumulado dentro de nós nos trará a contrapartida exata quando nos expressarmos aos outros, nas diversas interações com o meio em que vivemos. E essas coisas todas tecerão o arcabouço de nossos pensamentos, convicções, conceitos e preconceitos. A partir disso, nós reagiremos na vida e no ambiente em que estamos inseridos, diante das situações que nos forem apresentadas. Por isso que precisamos da ética e da moral de Jesus Cristo para viver. A árvore será conhecida pelos seus frutos. Nós só podemos dar a outrem aquilo que temos conosco, dentro de nós. E se estivermos em Cristo Jesus, a repreensão nos será dolorosa, porque a nossa consciência estará monitorada pelo Espírito Santo de Deus.

E nos será profunda. O Espírito Santo gera em nós um arrependimento “doído”, algo que fica “martelando no peito”, não sai da cabeça, e nos faz rever constantemente o nosso erro. Isso nos ajuda a tentar não fazer errado de novo. É uma bênção de Deus, esse “mecanismo” interno que nos faz pessoas melhores. Pesar é algo que faz bem à alma. Se o arrependimento nos traz algum sofrimento é sinal de que somos prudentes. Se nós reconhecemos os nossos erros, também, ótimo sinal. E o louco e tolo, mesmo “apanhando” da vida, às vezes literalmente, como nos diz o verso, sofre, faceia as consequências, mas não aprende, e não se arrepende. Não entende a repreensão. O prudente, que por dedução, deve ter se entregado a Deus, em Jesus, aprende com a repreensão. Não sei, no entanto, como o Senhor lida com a falta de transparência de coração do ser humano. Decerto há níveis de convivência e sociais que ora limitam ora alargam essa transparência. Há normalidade nisso, até certo ponto. Que ponto é esse? Responda quem me lê. Quero crer que ser cristão é uma condição e estado de coração. Pode-se acrescentar, também, alma e espírito. Domínio próprio vem nesse “pacote”. É preciso esforço nosso nesse caminhar. Resignar-se, muitas vezes. Deixar de lado, outro tanto. Mas sem transparência com o Senhor nada funcionará. O segredo é: dentro de nós. Disposição. Voluntariedade. Não sei tudo, mas busco bastante. Sei, porém, o que disse o Senhor Jesus: Ao que tem, se lhe dará, e terá em abundância. Ao que não tem, até aquilo que tem lhe será tiradoMateus 13: 12.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Timothy Keller)

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“A tolerância não é sobre ter crenças. É sobre como as suas crenças te levam a tratar as pessoas que discordam de você” – Timothy Keller.

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Insight (Mário Quintana)

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De repente tudo vai ficando tão simples, que assusta.

A gente vai perdendo as necessidades, vai reduzindo a bagagem.

As opiniões dos outros, são realmente dos outros, e mesmo que sejam sobre nós; não tem importância.

Vamos abrindo mão das certezas, pois já não temos certeza de nada.

E, isso não faz a menor falta.

Paramos de julgar, pois já não existe certo ou errado e sim a vida que cada um escolheu experimentar.

Por fim entendemos que tudo o que importa é ter paz e sossego, é viver sem medo, é fazer o que alegra o coração naquele momento.

E só.

Mário Quintana

 

Frases Etc. (John Newton)

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“Apesar de que minha memória fica cada vez mais fraca, recordo-me sempre de duas coisas claramente: sou um grande pecador e Cristo é um grande Salvador” – John Newton.

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Frases Etc. (Elisabeth Elliot)

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“Nenhum casamento pode durar sem perdão. Casamento é um compromisso de longo prazo entre dois pecadores” – Elisabeth Elliot.

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Provérbios 17: 9.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O que encobre a transgressão promove o amor, mas o que renova a questão separa os maiores amigos” – Pv. 17: 9.

Encobrir qualquer transgressão não parece ser conduta acertada. E não é mesmo. Quem fizer algo errado deve responder por isso, faceando as consequências. Mas o verso não trata do ato de encobrir a transgressão, no sentido de “passar a mão na cabeça” de quem fez besteira, ou porventura escondê-la. O que o verso pretende e quer evitar é a fofoca à boca pequena de pessoas que convivem em algum tipo de comunhão, e que partilham de amizades comuns. São os escândalos e os deslizes das pessoas, que caem em público e são transmitidos de boca em boca. Coisas que qualquer um de nós passaria muitos bem sem saber mesmo por alto, e muito menos dos detalhes. Eu costumo brincar com os outros, sobre isso, ou quando um assunto não me interessa, dizendo-lhes: “não quero saber e, por favor, me poupe dos detalhes sórdidos”. E realmente há muita coisa que não nos interessa e tampouco nada nos diz respeito, ora.

O ato de transmitir uma novidade que não nos diz respeito (fofoca) gera uma gama de opiniões e “achismos” que contamina todo um grupo. Imagine-se uma igreja na qual o padre traiu seu voto de batina com uma paroquiana, casada, ainda por cima; ou um pastor que, apesar de casado, “pula a cerca” com uma ou mais de suas “ovelhinhas”. E essas situações caem na boca do povo. Ao espraiar a fofoca certamente não é amor que geramos. Nesse sentido, a pessoa que fez a bobagem pagará por seus atos, mas nós não precisamos “ajudar” e espalhar a noticia. Se não nos diz respeito, fiquemos, pois, em silêncio. Se nada pudermos ganhar em ajuda ao próximo contando “a novidade”, ora, pois, “boca de siri”, como se diz comumente. Privilegia-se o amor se guardamos conosco uma nova que é vergonha alheia ou notícia com atributos negativos de outrem. Geralmente o fofoqueiro assim age para se sentir superior, em vantagem, ou ter assunto, já que é, no mais das vezes, alguém sem conteúdo, pobre de espírito.

E quando nós somos vítimas de algum malfeito, tornamo-nos dignos quando “paramos” conosco a afronta sofrida. Porque Deus está vendo, e com Ele não se brinca. Quanto menos “barulho” nós fizermos sobre o fato, tanto melhor se nos será, Deus é o nosso Vingador. Nós somos humanos, e podemos desabafar uns com os outros, claro. Isso é sadio e faz bem. Mas devemos saber com quem nós devemos ou não desabafar, e como está o nosso coração no momento do desabafo, se reto e íntegro, ou “trabalhando no modo mera picuinha”, ou seja, como se passa o fato adiante. Com ou sem alarde. Com um “megafone” ou com “mão em concha na orelha” do confidente. E se a pessoa com quem se intenta falar é confiável, ou não. Mais ainda: nós precisamos aprender a “engolir sapos”, vez por outra. Isto é, “amortecer o golpe” em nós mesmos, “sem revidar”. Isso é nobre. Quem assim age demonstra nobreza e presença de espírito, em Jesus. Afinal, quem causa o dano é o infeliz e pobre, e não quem o suporta. É bom ter altivez de espírito em casos como esses (Romanos 12: 18). Temos muito que aprender (e nos condicionar), não é mesmo? Essa nossa vida de fácil não tem nada…

E a segunda parte do verso nos mostra a consequência da fofoca: divisões. Na medida em que tomamos partido de um ou outro lado, ficamos em lados distintos, antagônicos. Antagonismos em Jesus não podem nem devem existir. Certamente trata-se de pecado, dos mais tristes, inclusive. Diante de Deus ninguém culpado sai inocente. Precisamos ter isso em mente, porque isso facilitará nossas condutas nessa seara. A recompensa para o bom é certa, como é certa a paga para o transgressor. Deus é Deus, Fogo Consumidor. Nosso fundamento é Jesus. Por Jesus nós devemos adotar certas condutas conciliatórias, que tragam paz, harmonia e serenidade a nós mesmos e a todos que nos circundam. Por Jesus nós precisamos, às vezes, nos anular, e deixar que o errado passe por nós incólume, mas incólume ele não ficará diante de Deus, com certeza absoluta. Urge que tenhamos em nós essa certeza absoluta, porque por ela nos tornamos fortes. Fortes em Jesus. Fortaleza de alma, espírito e consciência, presença de espírito, em Jesus. Aquilo que fazemos em benefício alheio não passa despercebido pelo Senhor, que há de nos recompensar; o mesmo raciocínio é aplicado ao mal. Logo, com humildade, deixemos o agir de Deus acontecer, em todos os sentidos, permitindo que Ele nos ensine como melhor proceder, caso a caso. Ouçamos nós, todos, a Sua bendita voz! Pois!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“Para quem está na estrada errada, progredir é dar meia-volta e retornar à direção correta” – Clive Staples Lewis.

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Poesia (Quero Ir)

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QUERO IR

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Vem Emanuel e me leva

A Ti minha alma se apega

Sei que do norte vem a morte

Não me assusto, não, mas me entristeço

Pois vejo e reconheço

Que o Senhor estende a mão

E muitos há que Lhe dizem “não”

Porque Te conheço, não entendo

Tal desprezo não compreendo

Se ofereces o amor

E nos livras da fútil dor

Se dizes não à solidão

E proíbes o agir do ladrão

Qual pode ser, pois, a razão

De receberes semelhante decepção?

Que Te posso dizer, Senhor, 

Se ainda assim

Há quem Te negue louvor?

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Tudo o que sei, sei que Contigo aprendi

Na concordância das Tuas testemunhas

Regenerado e lavado, eu revivi

Posso, portanto, dizer

Pela graça de te ver

Que aguardo as Tuas Bodas

Sou uma das almas rotas

Rosa dentre rosas do Teu Jardim

Posta acima dos espinhos,

Estes, que terão triste fim

Porque a morte vem do norte

Mas aquele em Quem confio é fiel

(não tarda, não falha, e tira o véu),

Por isso digo sem medo:

Leva minha alma, Emanuel…

© Amor-Perfeito

 

Frases Etc. (Francis Chan)

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“Não há maior fracasso que ter êxito em coisas que não têm valor para a Eternidade” – Francis Chan.

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Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Não há coisa melhor a se ensinar às pessoas do que paciência, a menos que o sermão seja tão longo que seja necessário praticá-la enquanto se ouve” – Henry Ward Beecher.

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Isaías 32: 16.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“A justiça habitará no deserto, e a retidão morará no campo fértil” – Is. 32: 16.

Essa promessa foi originariamente feita em tempos áridos. Na verdade, era mais que promessa, era uma profecia. E na nossa época, ou seja, hoje, essa profecia se cumpre normalmente, corriqueiramente, diariamente. A Bíblia Sagrada, que é toda Profecia, em termos de História da Humanidade, já teve cumprido (na íntegra) grande parte de seu conteúdo. Nós vivemos em um tempo de fortes expectativas, visto que nos sentimos oprimidos e ansiosos com os acontecimentos globais, e com os avanços tecnológicos. Isso é claro para um cristão bem exercitado nas Escrituras, que espera a volta de Jesus. Tudo em nossas vidas, todas as coisas, vêm se “estreitando”, o Mundo nos parece “menor” (cada vez mais…) do que jamais foi, e o tempo “voa”. A “velocidade” da vida nos remete a Deus abreviando o tempo, já que vivemos em tempos difíceis. Dizem que o futuro a Deus pertence, e é verdade até, mas só os alienados não percebem o caos se avizinhando.

Superpopulação, clima “maluco”, poluição, toda sorte de conflitos de interesses. O ser humano vive como se fosse ficar por aqui para sempre. É egoísta, egocêntrico, soberbo, arrogante, louco, características marcantes dos endinheirados e poderosos, talvez, com algumas poucas exceções. O domínio do Mundo, no entanto, está nas mãos de pessoas perigosas: são as principais “engrenagens” de um sistema corrupto, corrompido e corruptor. Era o que dizia e denunciava Jesus quando caminhou entre os homens e, de lá pra cá, nada mudou em essência. Aliás, uma coisa mudou, e para melhor, Nicodemos que o diga: é necessário nascermos de novo. Jesus é o Sol da Justiça, e com Ele vem a retidão. Quando alguém O toma por Mestre seu interior se move em direção à justiça e à retidão. É inevitável. Os ensinos de Jesus não só nos fazem nascer de novo, mas nos direcionam a Deus Pai. Se a Bíblia é uma Profecia, então o Senhor Jesus é o nosso “Mapa” ao Céu e à Eternidade. É Jesus quem nos leva ao Pai. Caminho, Verdade e Vida.  

E a Palavra de Deus é cheia de mistérios, ora muito complexa ora simples demais. É um Livro, o Livro, repleto de histórias apreensíveis pela mera leitura, mas cheia de segredos espirituais, os quais Deus, pelo Seu Espírito, os revela a quem Ele quiser. Alguns são de domínio de todos os cristãos, e até de não cristãos. Outros são mais profundos, requerem mais vivência e experiência na fé para serem alcançados, incorporados em nós. Mas há parte obscura, inatingível, cujos mistérios só conheceremos, talvez, do lado de lá, lugar onde todo joelho se dobrará ao Senhor, crentes e descrentes. Bem, mas a Bíblia também nos ensina muita coisa, de cunho moral, ético e espiritual, sobremaneira a respeito da realidade subjacente a que estamos inseridos. Nesse passo há as Parábolas de Jesus, os provérbios, as máximas, as comparações, os silogismos e toda sorte de subterfúgios e figuras de linguagem. Duas dessas figuras de linguagem nos interessam agora: o deserto e o campo fértil.

Existe um grande contexto Bíblico para usarmos essas figuras de linguagem de acordo com o verso-título deste texto. A gama de histórias e detalhes é imensa, portanto, e não há espaço aqui para discorrer sobre isso tudo. Logo, deixo a cargo do Espírito Santo de Deus clarear a mente de quem vier a ler esta mensagem. O “deserto” é o Mundo em que vivemos: “árido”, “inóspito”, “cruel” e “impessoal”, local onde as pessoas buscam seus próprios interesses e não são fraternas nem piedosas. Aliás, onde reina a impiedade e a dureza dos corações. Mas qualquer pessoa pode “atravessar o deserto” e ter a companhia de Deus. Leia a Bíblia: já aconteceu, e acontece sempre. O “campo fértil” é o coração humano, que se for “regado” com “Água” (Palavra de Deus) e “fertilizado” com o Espírito Santo, “brota”, “cresce” e “frutifica”, a cem, a sessenta, a trinta por um. Requer trabalho, disposição e esforço, por certo. Caso contrário, fica como um “deserto”, aquilo que poderia ser um “campo fértil”. Ora, se Jesus bater à sua porta, à porta do seu coração, abra-a, deixe-O entrar, e Ele partilhará a ceia com você, e você com Ele. Assim se atravessa o “deserto” com justiça e a retidão morará no “campo fértil”. Coluna de Fumaça de dia e Coluna de Fogo durante a noite, nos guiando e guardando. Sombra no calor do dia, e refresco e refrigério; na escuridão, Luz para os nossos caminhos, a nos aquecer e proteger do frio. Zelo e cuidado, contínuos, com amor Ágape. Não é uma mensagem difícil de entender, não é mesmo?

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Corpo: a convergência da sua personalidade no espaço e no tempo, algo publicamente observável que interage com as realidades físicas” – Dallas Willard.

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Foto Imagem (Por dentro…)

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FOTO IMAGEM

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Por dentro nós somos todos iguais...

Por dentro nós somos todos iguais…

© By Hering

Frases Etc. (A.W. Tozer)

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“Há raros cristãos cuja presença incita os outros a serem melhores cristãos; eu quero ser um raro cristão” – Aiden Wilson Tozer.

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Frases Etc. (Immanuel Kant)

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“Quanto mais amor temos, tanto mais fácil fazemos a nossa passagem pelo mundo” – Immanuel Kant.

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João 15: 15.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Já não vos chamo mais de servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Antes, tenho-vos chamado amigos, pois tudo o que ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” – Jo. 15: 15.

Há muitos anos atrás, quando eu ainda frequentava a igreja na qual me converti, havia um “entendimento” de que os convertidos a Cristo eram filhos de Deus e os demais, os ímpios, de outra sorte, eram tão somente criaturas de Deus. Eu, como neófito na fé que era, guardava no meu coração coisas como essas. Depois de muitos anos, talvez, mais de década e meia, eu tive um insight sobre o tema, que apaziguou meu pensamento. Ora, se chamamos nosso Deus e Senhor de Criador, nós evidentemente somos criaturas Suas. Ponto. Há diferença entre ser filho de Deus e criatura de Deus, somente na medida em que muitas criaturas de Deus, seres humanos, não são filhos de Deus. Mas todos os seres humanos, filhos de Deus ou não, são criaturas de Deus, criados por Ele, à Sua imagem e semelhança. Os filhos de Deus são aqueles que se entregam a Deus Pai, por Jesus, e são alçados a essa condição, por meio da adoção, Obra Divina de Deus que nos leva à salvação de nossas almas. E isso tendo como Primogênito o Filho Unigênito de Deus, o Senhor Jesus, o Cristo de Deus.

E somos servos de Deus? Ou amigos? O servo serve, e o Senhor Jesus disse aos Seus discípulos que Ele havia vindo para servir. Na carne, entre nós, homens, Jesus veio para servir. E o Apóstolo Paulo disse que era escravo de Cristo, isto é, servo. Logo, servir a Deus, em Jesus, é uma característica dos filhos de Deus. Quem é filho, serve. Quem serve, é filho. Jesus é Deus, e veio até nós para servir. E nos disse na Bíblia Sagrada que nós devemos imitá-lo, isto é, nós devemos servir. O maior entre nós é aquele que se dispõe a servir, é aquele que serve. E Jesus pelo verso “promove” os discípulos a Seus amigos. É uma homenagem e tanto ser chamado de amigo por Jesus. Porém, vaidades de lado, o amigo de Jesus é amigo Dele porque é servil, serve. Assim, servo e amigo são duas condições indissociáveis, ou seja, uma depende da outra para existir, coexistem, pois. E o amigo e o servo de Jesus também são criaturas e filhos de Deus, Tudo ao mesmo tempo. De novo, mesmo raciocínio: são quatro condições que só fazem sentido se entrelaçadas e unidas. Ou seja, coexistem. Todas ao mesmo tempo.

Esses estados de um ser humano, sempre todos juntos, fazem dele um crente em Jesus, ou um cristão. Nós nunca seremos uma ou outra coisa: é tudo ou nada. A beleza do Evangelho, do Plano de Redenção de Deus Pai, é justamente o fato de que nos torna inteiros e puros, regenerados e bem-aventurados. Nós somos tudo de bom em Jesus. E não existe contradição em sermos todas essas coisas em Jesus, afinal, Ele é tudo em todos, e em todas as coisas. Até no ímpio. Aliás, antes de nos entregarmos a Jesus, nós mesmos éramos ímpios. Ímpio é aquele que “anda” pela vida sem render graças a Deus, muitas das vezes sequer se dando conta de que Ele existe de fato. Ímpio não é só quem faz o mal; não, ímpio é quem não anda com Deus, mesmo se for boa pessoa. É necessário ao homem se render a Deus, por Jesus, e, a partir disso, travar um relacionamento de intimidade com o Senhor. Conhecer Sua vontade por meio da Palavra de Deus. Se lançar na busca do bem e daquilo que é justo. Fazer justiça. Ser íntegro. Ter em si mesmo o Espírito Santo. Se preocupar com o próximo. Quem faz isso é criatura, filho, servo e amigo de Deus, em Jesus.

Este texto, bastante resumido, claro, foi objeto de uma pregação minha, quando eu ainda era um pregador de oratória, de palavras, não de escrita, como sou hoje. Tenho um pouco de saudades de pregar a Palavra de Deus presencialmente, mas, ao mesmo tempo, amo este Ministério de escrita que Deus me deu e me confiou. Um dom de Deus, graças a Deus. Na pregação falada, no entanto, muitas vezes eu tinha uma crítica e uma dimensão imediatas dos efeitos da mensagem pregada, e, agora, eu não faço ideia de como estes textos atingem as pessoas e tampouco sei quantos são alcançados por eles, até em outros países. De coração, espero que muitos sejam abençoados e consolados pelas coisas que escrevo não de mim mesmo, mas que Deus me dá. Eu não pregava em igrejas, mas em pequenas reuniões em casas de pessoas que me pediam ou em outros lugares, esporadicamente. Acho que preguei apenas uma vez em uma igreja, e foi difícil a beça, porque havia muita gente lá, e eu estava encabulado e nervoso. De resto sempre preguei para poucas pessoas, talvez, no máximo, umas trinta, por aí. Agora exerço o dom da escrita, com esmero e amor, e espero que sirva e ajude às criaturas, aos filhos, aos servos e aos amigos de Deus Pai, em Jesus. Crentes e cristãos, e ímpios, por que não? Sempre em Jesus! Para Ele e por Ele, amém.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (George R. Foster)

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“Na sociedade contemporânea nossos maiores adversários têm sido três coisas: o barulho, a pressa e as multidões” – George R. Foster.

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Poesia (Sobre tudo Ele está)

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SOBRE TUDO ELE ESTÁ

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São as cores da vida,

Que amenizam as dores da lida

Obrigado, Senhor, pela Sua aliança

Arco-Íris veraz de esperança

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São os horrores da morte,

Que desbancam até os ardores do forte

Obrigado, Senhor, pela humildade

Cidade-Refúgio, farta de tranquilidade

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São as riquezas do conhecimento,

Que vêm com as certezas do entendimento

Obrigado, Senhor, por tirar o véu

E nos levar à Terra que mana leite e mel

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São os choros da Humanidade,

Que provêm dos coros da malignidade

Obrigado, Senhor, pelo seu refrigério

Despertai a Ele, gentios, com harpa e saltério

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São as inúmeras tentações do Mundo,

Que nos levam com ilusões ao poço fundo

Obrigado, Senhor, pela vitória no embate

Somos Povo Santo, alvos do Seu resgate

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São muitas as realidades duras,

Que suportamos, resignados, com habilidades puras

Obrigado, Senhor, por nos guardar

Graças Lhe damos pelo Seu ofício maior: amar

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São os alívios do livramento,

Que caem como atavios do firmamento

Obrigado, Senhor, por de Ti ouvir falar

E bem-aventurados somos, de Contigo andar

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Mais ainda hoje, porque O vemos com singelo olhar…

© Amor-Perfeito

 

Frases Etc. (As Crônicas de Nárnia)

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“Para derrotar a obscuridade exterior devemos derrotar a obscuridade interior” – As Crônicas de Nárnia (C.S. Lewis).

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Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“Cada Dia nos tornamos criaturas de glória esplêndida ou pessoas de inimaginável horror” – Clive Staples Lewis.

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Provérbios 16: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O peso e a balança justos são ao Senhor; obra sua são todos os pesos da bolsa” – Pv. 16: 11.

A balança é um dos símbolos da justiça humana. Por si só a balança apenas mensura alguma coisa, e ela nunca erra. Mesmo se estiver adulterada, a balança medirá segundo os critérios com os quais ela foi aferida. Digo, pois, que o retrato da medição é fiel, pois a balança reproduz aquilo que lhe foi dado refletir, depois de calibrada. Outro dia vi alguns vídeos de vendedores de rua, em um país que, por ética, deixo de dizer o nome, nos quais eles fraudavam os fregueses, iludindo-os e trocando os pacotes dos gêneros alimentícios. A balança funcionava perfeitamente, mas os vendedores ladrões não entregavam o peso correto daquilo que vendiam. E, assim, ganhavam dinheiro ilicitamente. Neste caso, tanto a balança como os pesos eram justos, mas havia injustiça por parte dos homens que faziam as vendas. Certo cidadão, em outro exemplo, no ato da pesagem, colocava uma fruta a mais, e depois a retirava, cobrando o preço cheio do cliente desavisado. Logo, há a possibilidade de se alterar os pesos das balanças, mas estas acabam aferindo a realidade corretamente.

No caso de verso vemos uma figura de linguagem, claro. E que quer nos dizer que a justiça do ser humano é falha muitas vezes, mas a de Deus, jamais, nunca é. Na Justiça de Deus a balança funciona perfeitamente, e os pesos são íntegros, feitura do Senhor e obra de Suas mãos. Logo, o que a balança afere é a exata medida de cada coisa ou situação “pesada”, nem mais nem menos. Não há erro, equívoco ou, muito menos, fraude. De Deus Pai nós podemos esperar a aplicação da mais justa Justiça, sendo que a única aflição que podemos vir a ter se refere ao tempo, que é de Deus, não nosso. Logo, toda e qualquer “demanda” nossa, cuja solução imediata e por nossos braços nos foge realizar por inúmeras e variadas razões, podem ser submetidas à Justiça de Deus, que “as pesará” em Sua balança infalível, e com pesos fiéis e 100% correspondentes às suas respectivas “importâncias de medida”. E cada um receberá de Deus a exata medida daquilo que vier a ser pesado, tanto em benesses como em consequências, bem e/ou mal, sem choro nem vela, sem dó. Deus é justo. Deus é Deus. Com Ele “não se brinca” (Gálatas 6: 7).

Por isso vale a pena ao homem ser íntegro, justo, honesto e correto, porque de Deus se recebe a exata contrapartida de nossos atos, ações e condutas. Se bem, bem; se mal, mal. E não se equivoquem os ímpios que esse “procedimento” de Deus é reservado somente aos crentes em Jesus, ou cristãos de modo geral, não: esta é uma Lei Universal, aplicada a todos os seres humanos, sem exceção alguma. Talvez haja uma única exceção: como o Senhor é Deus galardoador, aos Seus filhos, que O amam, Ele dá mais do que eles (nós) merecem, porque Ele zela pelos Seus. Ou atenua as consequências, se entender que é o melhor a se fazer (dadas específicas circunstâncias). Significa dizer que o cuidado de Deus por nós, crentes, “extrapola a medida da balança”. Mas não por conta de que o Senhor frauda os pesos, claro que não, isso acontece porque Deus Pai quer nos dar mais do que merecemos e daquilo que, porventura, poderíamos adquirir. Logo, Ele nos acrescenta graça, bondade e misericórdia, além da conta, muito mais do que a nossa limitada imaginação poderia nos levar a pensar. Acima de nossos anseios, pois. Em suma: Ele sempre nos surpreende.

Mas tudo o que Ele faz, faz com Justiça. E também não devemos nos relacionar com Deus na base do “merecimento”, do mérito, não. Porque cada ser humano é o que é por causa da misericórdia de Deus. Ele fez assim, e é Dele a obra, a criatura, os dons. Não se pode fazer a analogia de um treinador e seu cão (ou outro bicho), algo como um comando de “senta”, e o cão obedece e senta, e ganha um petisco. Isso é barganha, ou é mero condicionamento. Não. Deus quer pessoas íntegras e sinceras em um relacionamento de corações para Coração. Tudo o que viermos a fazer nesta vida, ora, que seja para a glória e honra do Senhor. Que em tudo demos glória. Se nos gloriarmos, que seja Nele. E sejamos nós voluntariamente transparentes para com Deus e para com os homens. Tratando-se do Senhor, com inteireza e pureza, sem subterfúgios (até porque não há outro modo); com os homens, na medida do possível, mas com coração reto. E que nós não nos esqueçamos (jamais) de uma verdade absoluta que nos diz respeito: nós, os filhos de Deus, somos sujeitos à balança e aos pesos do Senhor, que são justos. Todos os nossos atos serão devidamente pesados; e toda maldade a nós dirigida, também, nenhuma escapará. Basta a cada dia o seu mal, e deixemos com o Senhor os julgamentos e os castigos.

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Frases Etc. (Érico Veríssimo)

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“A vida começa todos os dias” – Érico Veríssimo.

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Ele quer te abençoar...

Ele quer te abençoar…

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Frases Etc. (Athletes For God )

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“Faça exercícios diariamente. Ande com o Senhor!” – Athletes For God (@AthletesForGod).

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Frases Etc. (Timothy Keller)

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“A graça de Deus nunca opera dentro da nossa noção e tempo, segundo uma agenda que consideramos razoável. Deus não segue nossas agendas ou horários marcados” – Timothy Keller.

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Provérbios 16: 1.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ao homem pertencem os planos do coração, mas do Senhor procede a resposta da língua” – Pv. 16: 1.

Este verso me desperta a lembrança de uma palavra rara nos dias de hoje, e muitos me tomarão por louco, de início, por tal palavra aparentemente não corresponder à ideia da frase: gratidão. Por certo, eu vou explicar o porquê de gratidão ter “brotado” em meu coração. O caso é que uma das coisas que temos em comum (digo, do ser humano em geral) é o hábito de fazer planos e de ter expectativa quanto ao mais variados sonhos. Nós nos planejamos para ser, ter ou fazer isto ou aquilo, e nem sempre conseguimos cumprir a nossa “agenda”. Quanto antes aprendermos que é da nossa natureza o planejar e o sonhar, mas a “agenda” é de Deus, tanto melhor para nós. E é assim que acontece: Deus Pai nos guia pelas veredas da vida, segundo critérios que desconhecemos, apesar de sabermos que o Senhor é bom, justo, e galardoador. Por vezes, conseguimos atingir as nossas metas; outro tanto de vezes, nos frustramos por algo querido, mas não realizado. É o normal da vida.

Não tenho tudo que amo, mas amo tudo o que tenho”. Quem ainda não leu esta frase na traseira de um caminhão? Pois é, a grande maioria de nós está nessa situação, senão todos, mesmo os endinheirados. Afinal, nem tudo o que se pode possuir nessa vida é bem material. Bens materiais se perfazem em parte, apenas, daquilo que podemos obter em vida. Posso concordar que seja uma parte mais (digamos) substancial, e, talvez, seja a maioria dos “pedidos” em oração a Deus. “Senhor, em nome de Jesus, quero isso, por favor, faça com que eu receba tal bem”; “Pai, o Senhor sabe, eu preciso daquilo, então, conceda a mim meu pedido”; e por aí vai… Contudo, sejam bens materiais ou não, o Senhor sabe melhor do que nós o que nos fará bem ou mal. Assim, segundo Seus critérios e vontade, indiscerníveis, Ele nos concede bens, estados, condições e situações, até pessoas. Do mesmo modo, Ele não nos concede, por mais insistência nossa em orar a respeito da questão. Muito do que nós almejamos não será bom ou útil para nós, e nos trará mais embaraços e transtornos do que serenidade e satisfação.

E aqui está a explicação do por que “gratidão” veio à minha mente quando li o verso: nós devemos agradecer ao Pai pelo que temos e pelo que não temos; devemos gratidão a Deus por ouvir nossa oração e nos conceder algo, tanto quanto negá-lo. Nossas orações, bem, o Senhor as ouve todas, mesmo as “ladainhas” e “pré-prontas”, mas Ele não nos atende em todos os pedidos, fato. Primeiro porque Deus Pai não é o “gênio da lâmpada”, que está à disposição para fazer acontecer todos os nossos caprichos. Segundo, porque, como dito, Deus, que é Pai, não nos dará coisas e situações nas quais correremos o risco de nos perder, e de nos afastar Dele. Por fim, outro fato, Ele sabe o que é melhor para cada um de nós, que somos diferentes e temos as nossas diferenças, perante Ele e os homens. Deus trata os iguais em essência com divina desigualdade, para que haja justiça e igualdade entre nós. Em suma, algo que é bom para certa pessoa, será um desastre para outra, e Deus, que conhece cada coração, nos priva daquilo que nos fará mal, assim como nos concede o bem, sem limites. E bem pode ser que o “bem” que eu quero não me fará bem. Esse “bem” o Senhor veta a mim. Veta a você. Não vetará a quem vier a fazer bem, realmente.

Existem coisas, no entanto, que só fazem mal. Não são essas que são colocadas aqui em discussão. O principal é ter gratidão a Deus pelas coisas que Ele nos dá e proporciona; e também devemos ter a mesma gratidão a Deus pelas coisas que Ele nos deixa de dar e proporcionar. Porque Ele nos conhece profundamente, nos ama, e quer somente o nosso bem. Nós não devemos deixar de confiar Nele, nem tampouco deixar de planejar e sonhar em nossos corações. O verso até nos diz que planejar (e sonhar) é conosco mesmo, nossa parte do “jogo”. Se Deus chancela os nossos planos e sonhos, ora, vamos deles desfrutar em paz e em alegria. Porém, de outra sorte, se coisas almejadas e queridas não nos são dadas, às favas com elas, ora bolas! Ao Deus de nossas vidas, gratidão! Sempre! Um dia de cada vez, mas nunca sem Ele! Façamos de nossas vidas um cântico de gratidão a Deus Pai, em qualquer circunstância. Confiemos Nele com a integralidade nossa, entrega total, sabendo que o fim das coisas, todas as coisas, sem exceções, desemboca Nele. E, nesse fim, só há bem e bênçãos, maravilhas.

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Frases Etc. (Madre Tereza de Calcutá)

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“As mãos que ajudam são mais sagradas que os lábios que rezam” – Madre Tereza de Calcutá.

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João 8: 15.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Vós julgais segundo os padrões humanos; eu a ninguém julgo” – Jo. 8: 15.

A missão de Jesus entre nós não compreendia o ato de julgar. O Mestre veio para ser conhecido, para ensinar e advertir, para consolar e aconselhar, para apontar as heresias, abusos e hipocrisias, para cumprir as Profecias, para nos redimir, regenerar e nos dar vida, para nos salvar. E Ele foi julgado sem misericórdia pelos homens, segundo os padrões que nós mesmos utilizamos hoje em dia, no nosso dia a dia, e isso é um fato, passível de ser constatado por mera observação. Eis aqui um ponto a respeito do qual devemos ter cuidado e atenção. A regra Bíblica nos diz que nós não devemos julgar para que não sejamos julgados (Mateus 7: 1). Contudo, é impossível viver sem julgar, até porque não teríamos parâmetros e medidas para aplicarmos em nossas respectivas caminhadas. Nós dependemos de exemplos, positivos e negativos, para imitarmos ou evitarmos atos, comportamentos e condutas. A vida é um aprendizado, não? Então, mais uma vez, portanto, tudo depende da disposição do coração de quem, no caso, julga.

Disposição de coração é a essência do Cristianismo e do ser cristão. O grande dilema do cristão é este, na minha modesta opinião. Muita gente há que segue preceitos de homens e ditames de igrejas que, várias vezes, destoam da Bíblia Sagrada. Alguns são nefastos, outros não, pois apenas requerem da pessoa algum tipo de modo de se comportar, para se integrar a determinada comunidade. Podem ser até excessivos ou severos, mas não chegam a ser prejudiciais, desde que a pessoa consinta em observá-los e esteja à vontade em cumpri-los. Uma vez que alguém se predisponha a frequentar específica congregação, justo é que se adapte ao “modus operandi” praticado lá pelos membros (com exceção de se aceitar heresias). Já as imposições (de homens e de igrejas) não são coisas boas e podem ser bastante nocivas às pessoas, especialmente aos novos na fé. Jesus não ditava regras, Ele apenas ensinava. E eu entendo que as igrejas devem acolher as pessoas e ensiná-las, e não cobrar delas um resultado que, por vezes, nem quem cobra obtém.

O cristão deve ter em seu coração a obrigação e o empenho de servir a Deus e ao Evangelho. A “vontade” do cristão não pode ser externa, porque se assim for, é falsa, aparente. E crente em Jesus não pode viver de aparências. O ser crente e o agir como cristão deve ser algo intrínseco, isto é, deve vir de dentro, tal qual a palavra de Jesus, que diz: Quem crê em mim, como diz a escritura, do seu interior fluirão rios de água vivaJoão 7: 38. É uma condição espiritual, pois, das mais sensíveis e importantes. Quem se digna a seguir e servir ao Mestre deve ser ensinado pelas pessoas e pelas igrejas, e todos os outros meios, mas deve ser livre para tomar com sinceridade e total liberdade suas decisões e posições. Quem “convence” e “converte” o cristão a respeito daquilo que é certo ou errado é o Espírito Santo que nele está (ou deveria estar). Sobre isso, leia João 16: 7 a 11. E como as tradições e costumes, línguas variadas, culturas e ambiente variam de forma imensurável, o que está certo para uns pode ser errado para outros tantos, e vice-versa. O que vemos entre homens e nas igrejas cristãs, pois, é a limitação do livre arbítrio das pessoas.

Contudo, quem dá o livre arbítrio às pessoas é o Senhor, logo, o livre arbítrio não pode ser limitado por “exigência” ou imposição de homens e/ou igrejas. Cada ser humano deve ser livre para aprender com suas experiências, boas e más, e a função dos seus semelhantes e das igrejas é ensinar a Palavra de Deus. Esta frutificará nos corações, fazendo com que a pessoa tome o rumo desejado e esperado por Deus, assim seja. Homens e igrejas devem acolher e aconselhar, amar, sorrir, curar, abraçar, tolerar, com resignação, confiando que a Obra é de Deus Pai. Eu consinto, no entanto, que há situações extremas nas quais o melhor é mesmo se afastar ou deixar a coisa de lado; tudo bem, mas isso deve ser feito com orientação de Deus, em qualquer caso. E nós sempre cometeremos erros, tudo bem também: é da nossa natureza. Aqui não se prega liberdade total ou “libertinagem”, mas responsabilidade pessoal e compromisso de cada cristão com Deus, em Jesus, e o bom e reto uso do livre arbítrio (Provérbios 12: 8). Há muito tempo reflito sobre qual seria o comportamento ideal do cristão, e a minha conclusão é a de que não existe um padrão ou um “certo absoluto”. O arquétipo do cristão (diferente em cada pessoa) se perfaz a partir de um coração comprometido voluntariamente com Cristo Jesus. Isto, por si só, sendo real, pessoal e sincero, encaminha qualquer pessoa a Deus Pai, inevitavelmente. Eu creio nisso, de coração!

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“A linguagem Bíblica que exprime o relacionamento das criaturas com o Criador é tão íntima que quase chega a parecer constrangedora” – Dallas Willard.

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Frases Etc. (Santo Agostinho)

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“Estão atentos, Senhor, os ouvidos do meu coração” – Santo Agostinho (Confissões).

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Provérbios 29: 25.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O temor do homem virá a ser laços, mas o que confia no Senhor está seguro” – Pv. 29: 25.

O homem sem Deus não tem em quem confiar, ou confia nele mesmo ou em outros homens e, nesse passo, confia no nada. É uma situação triste, porque todos os homens estão em pé de igualdade e, além de não serem confiáveis totalmente, são transitórios e sujeitos às mais variadas paixões. O homem é inconstante e imprevisível. E todos têm temores, ou seja, medo de que coisas ocorram, sendo que algumas são certas (dependem de tempo) e outras são incertas (o tal sofrimento por antecipação, ou mesmo ansiedade). Algum medo o ser humano carrega consigo, mesmo os mais valentes. E se o sentimento de medo ou temor for exacerbado, funciona como uma “âncora” no indivíduo, pois ele sofre de várias maneiras, e até fica “paralisado”. Aqui entra a palavra “laço”, como figura de linguagem.

Laço é um nó, que prende e segura, envolve, enreda, ata, laça, fixa Etc. No sentido figurado o laço aguilhoa, acorrenta, amarra, liga, aferrolha, enfim, é uma coisa ruim. O temor é mera expectativa de que algo aconteça. Porém, se acaso se torne em “laço”, é o mesmo que dizer que houve a concretização daquilo que se temia. Nós não podemos evitar muitas coisas na vida, tais como aborrecimentos e chateações, mas nós temos um pouco de controle sobre as coisas, e podemos evitar algumas situações ruins em nossa caminhada. O ímpio não tem entendimento para alcançar a diferença entre “laço” e fato normal da vida, além de não medir as consequências de seus atos e condutas, na maioria das vezes. A pessoa espiritual procura e busca respostas em Deus Pai, ao contrario da pessoa sensorial, que faz o que lhe dá prazer e conforto imediatos. Esse é um modo ou estilo de vida que me deixa horrorizado, porque a pessoa encara a vida como um “trem desgovernado”. Obviamente, no aspecto espiritual que, por certo, é o mais importante.

Qualquer um pode notar que a vida é permeada de “altos e baixos”. Há momentos ótimos, outros muitos bons, alguns nem lá nem cá, cotidianos e normais, e outros, por fim, ruins, de perrengues e de sofrimentos. É a vida, quer aceitemos quer não. Algo que nos engana bastante é o fato de estarmos sempre no presente e vivendo e determinada época. As coisas no nosso entorno nos parecem ser indestrutíveis. Passo pela rua tal e está tudo como estava antes. Aquela montanha que vejo ao longe continua lá, todo santo dia. Há notícias novas diariamente, mas o “status quo” parece sempre o mesmo. Quando penso nessas coisas, me lembro do “tempo geológico”, do qual alguém me falou ou li em alguma revista, livro ou internet. O tempo geológico é infinitamente mais lento do que uma vida humana. Para que tenhamos ideia disso, pego como exemplo o Grand Canyon, no Estado do Arizona, nos EUA, que é uma monumental obra da Natureza, com água escavando e erodindo rocha. Para sua formação atual, especula-se que a erosão e alargamento de suas fissuras ocorrem há dezenas, centenas de milhões de anos. E a cada ano, mais uns poucos centímetros de rocha são erodidos.  

O que é isso para uma vida humana? Nada. Se formos uma vez por ano, durante a nossa vida inteira, no Grand Canyon, tudo estará idêntico para nós. Não notaremos mudanças naturais, que nos serão imperceptíveis, e somente poderemos dizer que não está igual se houver um terremoto ou coisa parecida, ou seja, algo drástico e pontual. Essa situação de tempo nos engana, e nos deixa com uma falsa sensação de segurança. Tal comparação nos prova que nada do que é material permanece igual, ou permanece para sempre. E nos prova o fato de que não temos noção alguma de tempo. O tempo nos engana. E dentro de nossa vida breve e efêmera, muitos de nós nos achamos importantes e insubstituíveis. Muitos são soberbos, arrogantes e vaidosos. Muitos confiam em si mesmos e em homens. Muitos morrem sem dar graças a Deus. E durante a vida, todos os que não se rendem a Deus se frustram com a materialização de seus temores, que se lhes tornam em “laços”. O ser humano é um “nada” diante do Universo. Sua vida é uma névoa, um sopro, um piscar de olhos. Só aos pés do Senhor, em Jesus, e confiando Nele, é que o ser humano dá sentido e torna válida a sua vida, e “ultrapassa” o tempo geológico, na justa medida em que ganha o Céu e vê a Eternidade à sua frente. Pense nisso.

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Frases Etc. (Santo Agostinho)

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“Quem me dera repousar em Vós! Quem me dera que viésseis ao meu coração e o inebriásseis com a vossa presença, para me esquecer de meus males e me abraçar convosco, meu único bem!” – Santo Agostinho (Confissões).

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Tiago 5: 7.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Sede, pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Vede que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até receber as primeiras e as últimas chuvas” – Tg. 5: 7.

Se prestarmos atenção ao que nos diz o verso, nossa conclusão será a de que Deus nos conforta e consola, com promessa, por seu conteúdo. A vida não é fácil. Viver dá trabalho, em todos os sentidos. Vemos pessoas que amam a vida, assim mesmo. E acho que todos nós devemos amá-la, a vida, por ser ela dádiva de Deus. Assim, mesmo com percalços, sofrimentos e problemas, nós devemos agradecer a Deus pela vida que nos foi dada. Há muitas faces belas da vida, e nós precisamos aprender a desfrutar as pequenas coisas, antes de procurar, esperar e ansiar apenas e tão somente pelos grandes feitos. Não se vive de ápices, não, mas, dia após dia, vive-se na rotina do dia a dia, interrompida, vez por outra, por um grande dia, no qual algo especial acontece. Como dito, porém, o prazer e satisfação podem ser descobertos em situações que comumente não damos valor. Ou seja, em aproveitar um raio de sol; um prato de comida; um doce; um copo d’água; o receber um sorriso; ver a chuva; o “cheiro” da chuva; um cafezinho recém-passado; aquele minuto a mais na cama, pela manhã, ao despertar; tomar um banho; escovar os dentes; e por aí vai… Até o infinito!

São inesgotáveis esses pequenos prazeres e deleites diários, que nós carecemos aprender, para o nosso exclusivo bem, a notar e apreciar em nossos caminhos. Dentro de um dia, eles são inúmeros. Basta a cada um de nós rendermo-nos a eles, e não deixá-los passar, como atos mecânicos, e nós como autômatos. O escritor Rubem Alves, na sua genialidade, disse que lhe dava prazer, depois de comer um belo bife, o simples ato de tirar um pedacinho de carne que ficara preso entre seus dentes, com um fio dental ou mesmo com um palito, algo assim. Veja-se só, que sabedoria básica, numa “coisa trivial e pequena”, e temos de admitir que uma pessoa nesse nível de presença de espírito, consegue extrair a felicidade de situações que jamais cogitaríamos sequer pensar, inusitadas. Isso é simplicidade. Se pudermos nos adaptar a esse “conceito de vida”, certamente seremos mais felizes. Nessa mesma esteira, pensava eu sozinho, outro dia, sobre uma reunião de amigos, partilhando e misturando uma bela refeição com uma boa conversa. Nós dizemos, no fim do encontro: “que ótima comunhão essa que tivemos hoje, nós precisamos repetir isso logo!”, e todos, geralmente, concordam.

Pois é. Mas o tempo passou, e essa reunião foi única, não se repetirá, ainda que realizada outra vez com as mesmas pessoas e o mesmo cardápio. Por isso que se diz, com sabedoria, que devemos desfrutar a cada momento de vida de uma felicidade que aparentemente ali não está. Ou por ser algo rotineiro, ou por ser trabalho, ou, ainda, pela “fase” que está difícil. Não importa o como, nem o onde, nem as razões. Nós precisamos aprender a aproveitar esses instantes quase etéreos como se fossem os últimos momentos de nossa “hospedagem” neste corpo mortal. Corpo este, aliás, que é o veículo de nossas sensações e expressões sensoriais, e que nos dá identidade. Essa conduta e atitude, que podem ser novas a muita gente desde a leitura deste texto, nos ajudará, e muito, a termos paciência na vida. Pois a vida é mesmo como o ciclo da terra: normalmente nós semeamos aqui e colhemos acolá. E muita coisa acontece nesse ínterim. Se pudermos, então, desenvolver em nós mesmo essa capacidade de tirarmos proveito de tudo, ora, até a paciência, que o verso nos aconselha a ter, ficará mais “leve”.

E não é só isso, não. Deus nos deu a vida para que nós a desfrutemos, em alegria, e devemos aproveitá-la, em todos os sentidos. Verdade. Mas também há a promessa. No verso o lavrador, depois de muito labor, não só espera, mas também recebe o precioso fruto da terra. Há tanta sabedoria nisso; e tanto o quê aprender… Depois de uma vida bem vivida, com gratidão a Deus por nos dá-la e tudo o mais, nós vamos encontrá-Lo. O Precioso Fruto da terra, ou seja, Jesus em nossos corações, depois das primeiras e últimas chuvas, é ceifado, colhido, e guardado no Celeiro de Deus Pai. Aqui jaz a paciência, em esperança, que todos nós devemos cultivar, cada qual por si só. Acredito que a vinda do Senhor é uma “via” de “duas mãos”: Ele nos chama e vem até nós, e nós, que O conhecemos e amamos, O ouvimos, e vamos até Ele. Então, Ele nos recebe com júbilo, e do lado Dele estaremos por todo o sempre. Se nos for concedido Lá, então, olhar para trás, notaremos com alegria que toda a paciência que tivemos nesta vida, por tudo o que fomos obrigados a suportar, valeu a pena, e como valeu. Agora é hora, portanto, de celebrar a vida, com paciência e resignação, em Jesus. Incluindo nisso todas as pequenas e menores coisas, por mais irrelevantes que pareçam (depende só de cada um de nós…).

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Eugene Peterson)

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“Nossas vidas somente estão completas quando elas são vividas em diálogo com Deus” – Eugene Peterson.

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Frases Etc. (Ayn Rand)

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“O homem íntegro é motivado pelo desejo de alcançar e realizar, não pelo desejo de derrotar (usar) e passar por cima dos outros” – Ayn Rand.

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João 2: 25.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ele não necessitava de que alguém lhe testificasse a respeito do homem, pois ele sabia o que havia no homem” – Jo. 2: 25.

Jesus é Deus. Este é o singelo motivo pelo qual Ele não precisa de ninguém para saber qual seria a natureza humana, ou o que se passa dentro de um ser humano. No mais, em Eclesiastes vemos que as coisas relativas à essência humana se repetem incessantemente (Eclesiastes 3: 15). Jamais haverá novidade, pois, para Jesus, ou Deus, a respeito do que o homem vier ou deixar de fazer, ou pensar em seu íntimo. A natureza humana é uma só, com algumas variantes de pessoa a pessoa. Mudam as “intensidades”, mas não os “elementos”. Ou seja, tudo está presente em todas as pessoas, tanto o mal como o bem, mas cada um decide o que quer fazer de sua própria vida, e toma suas decisões com base no livre arbítrio que Deus dá a todos nós. Atos e condutas errados, equivocados, impertinentes, inadequados, todos nós os perpetraremos no decorrer de nossas vidas. Assim como outros tantos no sentido inverso. Mesmo os maus, por vezes, fazem o bem, e vice-versa. A natureza humana está “manchada” e marcada pelo pecado, inevitavelmente.

A vida humana é uma constante caminhada de escolhas e mais escolhas. A “cada passo” que damos, praticamente, uma escolha é feita, uma decisão é tomada. E cada um de nós é responsável por suas escolhas e decisões, ainda que os que estão em Cristo contem com o Senhor para lhes perdoar, dirigir e lhes atenuar as consequências, sendo o caso. Essa “dinâmica” da vida é um mistério para mim, porque eu não entendo muitas coisas, a exemplo da prática da maldade e do que leva pessoas a serem maldosas. Sendo a vida efêmera, o porquê de tantas decisões temporais que prejudicam séria e fatalmente o próximo, multidões, dando pouco ou nenhum valor à própria vida. A luta diária pelos escassos bens materiais (escassos porque não são suficientes a todos), privilegiando, geralmente, uns poucos em detrimento de inúmeros outros (em maioria), a meu modesto ver, deve piorar, com os recursos naturais sendo explorados acima da capacidade de mantê-los hígidos e fluindo. Há muita poluição e desrespeito à Natureza, dada a superpopulação atual da Terra que, aliás, continua aumentando. O ser humano é como uma “praga” em seu “hospedeiro” ou “seara” (Mundo), que destrói mais do que constrói.

Todo ser humano contribui para a “exaustão” do Mundo, e não diga que você não, por favor. Cada vez que alguém liga seu carro, toma um ônibus ou produz qualquer tipo de lixo ou descarte, esse alguém está contribuindo para a somatória daquilo que nos levará à escassez e aridez, além de muitos outros males. Quem fuma, polui o ar. Um cigarro, coisa pequena? Polui! Quem dá uma descarga em sua privada, polui todas as águas. Qualquer coisa ruim posta ou enterrada na terra, a degrada. Quem utiliza transporte aéreo, ajuda na poluição atmosférica, pois uma simples viagem de avião é extremamente “venenosa” para o meio ambiente. São alguns exemplos, dentre vários outros possíveis, e surge, então, uma pergunta: temos como parar isso? Não, retórica a pergunta. O ser humano é, pois, por si só, uma criatura degradante, pois tudo o que faz, usa, emprega, consome, gera, materialmente falando, é um fator de prejuízo para a Natureza. Cada pequeno fator que, como dito, se soma a outros incontáveis, e vira um número expressivo, impossível de mensurar. E tudo isso causa sofrimento humano, visto que as vestimentas que usamos, o nosso alimento, e os outros bens de consumo, geralmente são produzidos à custa da sanidade física e mental de outras pessoas, semelhantes. O próximo, isso mesmo. O que me leva a crer que vivemos nós todos ligados, ainda que involuntariamente, a alguma parcela de crime e de exploração humana. Exagero meu? Não sei, será? Apenas pense.

O que nos sobra trabalhar a parte espiritual do “ser” humano. Nas religiões, pois, somos convencidos e impelidos a assumir certas obrigações e posições, variando em demasia a linha entre o certo e o errado. Há aspectos culturais envolvidos, assim como tradições, eras, tempos e épocas. Nas igrejas cristãs há muitas proibições, que buscam interferir no comportamento de seus fiéis. Depois de muito pensar, refletir, e até filosofar (quem sou eu…), cheguei à conclusão de que nada disso funciona a contento. O ser humano é rebelde por natureza, e muita gente não se contém, ou mesmo faz o contrário do que lhe é esperado ou aconselhado, desafiando a ordem estabelecida, qualquer ordem. Porém, de uma coisa sei e tenho certeza: não será o homem que controlará o desejo interno de outro homem, e suas boas ou más escolhas. Só a pessoa pode ter esse discernimento dentro dela. Para isso servem as pregações, ensinos e igrejas: para ensinar ao homem a Boa Vereda, não para controlá-lo. O homem deve ser livre para fazer suas escolhas e tomar suas decisões. Deve ter o “direito” de errar. Deve fazer o que quiser. E o bom e íntegro líder cristão deve se esforçar ao máximo para ensinar as pessoas, não as controlando nem tampouco as manipulando a seu favor, o que é muito pior. As pessoas precisam ajustar seus corações, de forma que estes respondam aos estímulos de Deus Pai. Nós, em Jesus, sabemos que o melhor para nós são os parâmetros do Céu. Há quem não saiba, é verdade.

Devo deixar claro que isso não é uma incitação minha à libertinagem (1 Coríntios 6: 12). Não, não é. Apenas entendo que cada um de nós é responsável por si mesmo, e deve dar conta de si mesmo. E não deve julgar nem condenar os outros. Logo, o líder (de qualquer religião) sensato e íntegro ensina, “empresta” sua experiência e conhecimento, sua sabedoria e entendimento, para que os outros aprendam a fazer o que é certo e esperado por Deus. Como se diz popularmente: “não dá o peixe, mas ensina a pescar”. E o principal: esse líder não impõe nada, nem busca controlar e manipular ninguém. E Deus pedirá conta do que passou (Eclesiastes 3: 15). Individualmente!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (John Finch)

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“Existe uma necessidade dentro de cada um de nós que só Deus pode satisfazer. Dinheiro, sexo, drogas, fama ou poder, não importa a quantidade, jamais serão suficientes” – John Finch.

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