Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Frases Etc. (Pitágoras)

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“Não ceda à tentação, a não ser quando concordar em ser infiel a si mesmo” – Pitágoras.

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Colossenses 4: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como deveis responder a cada um” – Cl. 4: 6.

Você conhece alguém cuja conversa nada lhe acrescenta? Mesmo que você fique mais de hora ao lado dessa pessoa, e só o que se ouve são futilidades e falseios? Eu conheço pessoas assim, rasas, “sem profundidade”. São muito boas em manter uma “distância confortável” em suas conversações e interações, mas que possuem apenas conteúdo social. Jamais se revelam em essência, e se escondem por detrás de “máscaras”. Querem que você pense que estão bem e felizes, mas é só a “casca”. O tal do Facebook é assim: só a “casca”, não tem “profundidade”. Ou, então, em comparação aos seus usuários “navegantes”, eu sou o único infeliz e ignorante. O único que não ri e está feliz o tempo todo, cuja sabedoria é alheia, e que tem desventuras. Talvez fosse pertinente renomear o site para Falsebook? Tanto faz pra mim, um ou outro eventual, eu não adiro de jeito nenhum.

A palavra agradável, e “temperada com sal”, não pode ser algo falso. Por exemplo, ao lado de pessoas que “sempre têm razão”, eu prefiro o silêncio. O silêncio, por vezes, “fala mais alto”. Há uma diferença significativa entre ser falso ou “temperar a palavra com sal”: o intento de seu coração. Se o Senhor estiver no cerne do seu ser, há a possibilidade de você evitar um embate e ser agradável ao responder, sem “excesso de sinceridade” ou falsidade. É preciso ter presença de espírito no Mundo em que vivemos. A própria Bíblia Sagrada nos diz que responder ao estulto, ou ao louco, ou ao ímpio, ou ao tolo, dependendo do caso, é bobagem (e perda explícita de tempo). Logo, se pudermos contribuir com alguém ao proferirmos alguma palavra nossa, ótimo; porém, se nada daquilo que falarmos será, de fato, útil, melhor se calar. Deixe o estulto, o louco, o ímpio e o tolo com sua estultícia, loucura, impiedade e tolice.

No entanto, é certo que o verso nos traz um bom conselho. Tenho pra mim, entretanto, que, dentro do possível, isso seja mesmo uma obrigação nossa; mas, por outro lado, entendo que nem todo mundo consegue ter presença de espírito e a rapidez necessária (perspicácia) para responder bem e, como se diz, “na lata”. A sabedoria popular diz que qualquer palavra dita tem o mesmo efeito de uma pedra lançada ao ar, isto é, não tem volta e causará alguma consequência prática. E falar bem me parece um dom, dom de Deus. A Palavra de Deus nos ensina que nós somos ajudados pelo Espírito Santo em nós, quando precisamos responder bem. Eu creio nisso, contudo, se for mesmo um dom de Deus, não seremos todos dotados dessa capacidade, ao menos em plenitude. É bom responder bem, e que o Senhor nos ajude sempre, nesse quesito.

Uma boa palavra para todas essas coisas bem pode ser “temperança”. Temperança é uma “espécie de equilíbrio” (comedimento), pelo qual nós evitamos toda sorte de situações desagradáveis e desnecessárias. É boa virtude que nos faz agir com moderação e parcimônia, com prudência, com inteligência e sabedoria. Muitas vezes nós nos deixamos arrebatar pelas paixões, e somos obrigados a facear duras consequências. Precisamos aprender a controlar o ego. Em minha família há uma pessoa que “sempre tem razão”, legítima “dona da verdade” em sua arrogância, vaidade e orgulho, desmedidos. Antes, na minha anterior ignorância, eu “comprava a briga”, e discutia, e disputava, e sempre saía perdendo e sofria o mal-estar decorrente. Hoje em dia, porém, essa pessoa que fique com sua “razão”, pois eu me calo ou “concordo”, e fim: ponho termo na demanda. Com esse exemplo, pois, digo: nem todo mundo quer ouvir o que nós temos a dizer ou a oferecer. Que Deus os abençoe, e permita que “despertem” a tempo. Pois que a estultícia, a loucura, a impiedade e a tolice “cegam” e fazem “adormecer” as pessoas, que se tornam altivas e “autossuficientes”, espiritualmente “burras”. E se insira nisso, igualmente, o fanatismo religioso. À palavra, pois, quando for possível; ao silêncio, de outra banda, se a palavra a ser dita for vã; e nunca, jamais, às inúteis altercações. Tudo isso e assim, em amor, com o Senhor em nossos corações, sempre.

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Frases Etc. (Eurípedes)

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“Só há uma coisa que pode sobreviver a todas as provações da vida: uma consciência tranquila” – Eurípedes.

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Efésios 6: 7.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Servi de boa vontade como ao Senhor, e não como a homens” – Ef. 6: 7.

Nós precisamos aprender a fazer tudo de coração. Não de qualquer jeito, ou com raiva ou displicência, não. O negligente na sua obra é irmão do destruidorProvérbios 18: 9. O nosso “serviço” neste Mundo não é apenas aquilo que devemos a outrem, por caridade, piedade e fraternidade, nem tampouco é, tão somente, o nosso “ganha-pão” e as atividades correlatas a isso. Tudo aquilo que viermos a fazer nesta vida, sem exceções, obrigados ou não, devemos fazê-lo com boa vontade e boa mente. “Servir” é, aliás, um lindo verbo, cujo significado vai além de ser tido como pessoa inferior, que serve, como muitos por aí certamente acham. Não há profissão que possa ou deva ser depreciada, e nem por isso se deve “catalogar” alguém como “menor”. Todos merecem deferência e respeito, ainda que estejam na condição de servir os seus semelhantes.

Aliás, todo e qualquer cristão, que se preze, bem sabe disso. E se não souber, ora, então, esse cidadão “não se preza”. Certo é, no entanto, que todo cristão é servo, e servo de Deus, em primeiro lugar. Nessa bendita condição, sendo considerada “grande” ou “pequena”, a pessoa terá de prestar contas ao Criador pelos seus atos. Bom é, nesse passo, fazer tudo bem feito, segundo o verso, como se fosse ao Senhor, com boa vontade. O cristão “procura” o “serviço”, “corre atrás”, e sempre acaba abençoando alguém. Mas… Falava eu, outro dia, com uma senhora, que é voluntária em um hospital especializado em tratamento de câncer, e ela me dizia, com alegria, que “” menos de si própria do que “recebe” dos pacientes, nas atividades inerentes ao seu voluntariado. E assim acontece, creio, com todos que fazem as coisas, qualquer coisa, no espírito certo, isto é, com integridade e desprendimento.  

Nesta vida nós somos obrigados a fazer muitas coisas, algumas das quais nós certamente não quereríamos fazer. Nós somos compelidos a tolerar muitas coisas e, principalmente, pessoas e seus “caprichos”. Nós “engolimos sapos”, nós nos vemos, vez por outra, em “saias justas”, e nós nos submetemos a diversas situações desagradáveis, porém, verdadeiramente inevitáveis. O sentido do verso, entretanto, não tem a conotação de nos obrigar a agir daquele modo, não, trata-se mais de um conselho para vivermos melhor, com mais qualidade de vida, minimizando as tensões e as dificuldades do dia a dia. Desse modo a vida fica mais leve, menos penosa e mais fácil, vez que não é mesmo possível deixar de viver e experimentar boa parte daquilo que nós não estaríamos dispostos a encarar. Essa é a vida, cheia de percalços e permeada de “obstáculos”, embaraços e de contratempos. Pelo menos, eu não conheço ninguém que esteja livre dessas coisas e situações.

De todo modo, graças a Deus por Seus conselhos, que nos chegam ao entendimento pelo nosso contato com a Bíblia Sagrada. O do verso é apenas um deles. Se inexistir em nós, pois, a disposição de tudo fazer como se ao Senhor fosse, ora, então, nós precisamos “rever profundamente os nossos conceitos”, e lutar pela mudança. Os primeiros a ganhar com isso somos nós mesmos. O Senhor nos sustenta de várias maneiras, sob todos os ângulos. Nós confiamos Nele, e Lhe entregamos as nossas vidas, logo, não vivemos mais sem rumo, a nossa meta é Cristo, e os nossos caminhos nos levam ao Reino de Deus. Vivemos para Ele! Se isso for real na nossa vida cristã, nós precisamos ter (e “lutar” por ter, sempre) essa presença/estado de espírito (disposição), de fazer tudo bem feito, com dedicação e amor, pois que é a Ele que devemos tal coisa. Os homens se beneficiam disso, obviamente, mas a nossa recompensa vem dos Céus e a nossa gratidão vai para o Senhor, honrando-O, como deve ser. Tudo se resume, pois, em termos consciência do que nos ensina o verso, aplicando-o às nossas vidas, com esforço, resignação e fé. E tudo o que fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus PaiColossenses 3: 17.

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Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Viva para a outra vida. Persista e resista como vendo Ele, que é Invisível. Viva pela fé; viva pela esperança; viva pelo amor; viva pela coragem; viva pela confiança; viva pelo lado doce de sua mente; e seja como Cristo, até que você viva (esteja) ao lado Dele” – Henry Ward Beecher.

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Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“Você nunca é muito velho para estabelecer (um) outro objetivo, ou para sonhar” – Clive Staples Lewis.

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Romanos 1: 17.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Pois nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: O justo viverá da fé” – Rm. 1: 17.

Paulo se referia ao Evangelho de Deus, que nos remete a Jesus. Sempre Jesus. E começando pelo fim do verso, ele nos diz que o justo viverá da fé. O justo (alguém justificado por Jesus) é aquele que se entregou a Deus Pai e se pôs, voluntariamente, aos pés do Mestre, a serviço Dele. É uma ilustração bonita, esse ato de entrega. Mais do que isso, é um milagre de Deus, visto que o ser humano tira de si a sua “coroa” e a entrega para o Senhor. Passa de “dono de si mesmo” a “súdito”. Coisa bela de se ver, esse aceite explícito em relação à Soberania de Deus. “A fé move montanhas”, diz a sabedoria popular com uma “dose” Bíblica no meio. Talvez seja acertado dizer que essas “montanhas” somos nós mesmos, e a fé em Deus seria/é o “mecanismo” que nos move, que nos obriga a “sair do lugar”, e nos impele ao desconhecido, ao “risco”, em direção a Ele, à confiança Nele.      

De todo modo, a Bíblia nos ensina que sem fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11: 6). Agradar a Deus é algo bom, e se a pessoa acredita que Ele existe (crê Nele), é uma conduta ansiada e esperada. E a verdade acaba nos mostrando que, mesmo crendo no Invisível, a relação que se trava entre o homem e Deus é uma “via de mão dupla”, cuja prova se torna inconteste no coração de quem a experimenta. A fé á algo que aquece o meu coração, de maneira que quando alguma coisa desanda em mim ou na minha vida, sempre recebo de Deus uma porção de serenidade e de paz. E isso cobre ou atenua aquilo que me ameaça com turbação e/ou aborrecimento. É incrível (não para mim, que já me acostumei), mas é assim que acontece. Claro que a todos vêm, vez por outra, “crises de fé ou de confiança”, mas isso faz parte do jogo e, para todos que se firmam em Jesus, é coisa passageira.

Outra coisa bem interessante, que acontece comigo, é o fato de que algumas vezes me envergonho de meus atos diante de um problema, depois que a solução aparece. Vejo que se tivesse agido de forma condizente com minha crença (fé em Deus, por Jesus), que é real e verdadeira, eu teria honrado melhor ao meu Senhor. Mas Ele sempre me perdoa, e sigo em frente (com Ele), um pouco mais sábio (vivenciada a experiência) e mais confiante. Essa premissa, pois, de que o justo viverá da fé, não é brincadeira, é coisa séria, e nossa parte é jamais deixá-la se tornar um jargão religioso. Jargões (ou bordões) religiosos são perigosos, e devem ser evitados, pois que eles embotam os nossos raciocínios e inteligência. E a fé nos leva longe, nos faz descobrir a Justiça de Deus, pelo Evangelho. Essa parte, a meu ver, é mais difícil do que ter fé: nós frequentemente não entendemos a Justiça de Deus. Até vislumbramos um pouco Dela, mas muitas vezes, sem compreendê-La.

Isso é absolutamente normal, acho. Não é fácil discernir o que Deus faz. Por vezes, é mesmo impossível, ao menos por agora, em vida. É preciso confiar e se entregar plenamente a Deus, nesse quesito, a ponto de certa reflexão ter sido “arrancada” do Pregador (Rei Salomão), que escreveu: Visto que não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto à prática do malEclesiastes 8: 11. Porém, a Justiça é de Deus, e a nossa parte é crer e confiar que Deus a executará no Seu tempo. Nós precisamos ter fé para não nos contaminarmos, a ponto de deixarmos os nossos corações inclinarem-se para o mal. Vigiar, orar, esperar em Deus, com fé. Aliás, de fé em fé, como nos ensina o verso. De fé em fé nós “enxergamos” o agir de Deus, é assim que a coisa acontece. Qualquer relação de confiança se constrói com o tempo. Não seria diferente com Deus. Passa o tempo e vemos a Justiça de Deus sendo feita; com aquilo que não vemos (e pensamos que não houve), nós esperamos em Deus e cremos, com fé. Assim construímos, “tijolo a tijolo”, a nossa relação de intimidade com o Senhor. O justo viverá de fé, sim, de fé, não só de fé, mas de fé em fé (não desanime jamais, avante!).  

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Frases Etc. (Rubem Alves)

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“A infelicidade começa com a comparação” – Rubem Alves.

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Provérbios 20: 7.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O justo anda na sua integridade; bem-aventurados são os seus filhos depois dele” – Pv. 20: 7.

Qual será o significado de “andar em integridade”? A Bíblia Sagrada, por exemplo, fala que ninguém é perfeito. Porém, íntegro é sinônimo de perfeito. Integridade é um substantivo feminino que deriva do adjetivo íntegro. À primeira vista, portanto, temos uma contradição. Mas a Palavra de Deus não tem qualquer contradição em Si mesma, apesar de que Ela cria “contradições” aos que não acreditam Nela. Bem, eu creio na existência de uma sutileza entre “ser íntegro” e “andar em integridade”, e isso não é, para mim, mero “jogo de palavras”, pode ter certeza. Cada pessoa tem o seu peculiar e próprio modo de “ver” o mundo e de “lidar” com as coisas. É uma situação “mutante”, que dia a dia se atualiza. Claro que há bases e fundamentos que não se alteram tanto; ou, talvez, sejam, mesmo, fixos e firmes, podendo ser identificados como advindos de convicções, índole, caráter Etc.

Ser 100% íntegro, portanto, parece ser uma tarefa Biblicamente impossível, se a acepção do termo for baseada em perfeição. Imaginemos alguém sem pecado… Não, não dá! Logo, se alguém peca, não pode ser tido como 100% íntegro. E todos nós pecamos e destituídos estamos da Graça de Deus (Romanos 3: 23). Para alcançarmos a Graça de Deus precisamos de Jesus, que nos leva a Deus, aliás, diga-se de passagem, o Único Caminho (João 14: 6). Aí nós nos entregamos a Jesus, nosso Mestre, e nos tornamos “justos”, que não é sinônimo de íntegro, mas vem de “justificação”, e é um ato de Terceiro em nós. É um ato de Jesus em nós, Dele, que nos justifica. A partir disso tornamo-nos justos, justificados. E o justo anda na sua integridade, pelo verso. Mas, como dito, esse justo que anda na sua integridade não é 100% íntegro (Eclesiastes 7: 20). Esta é a sutileza mencionada: o justo luta e se esforça para ser íntegro, de modo que anda na sua integridade. E essa integridade se baseia nas premissas do Reino de Deus.

Havendo sinceridade, quanto mais sincero for o justo, mais integridade ele terá. Trilhará os seus caminhos com ética, boa-fé e honestidade. Buscará jamais lesar alguém. Tomará para si somente o que é seu. E dará o que for devido a quem quer que lhe cruze suas veredas. Uma pessoa assim será candidata a ser imitadora de Cristo, com Paulo dizia ser (1 Coríntios 11: 1). Só que Jesus é perfeito, Paulo nunca foi, e não há contradição alguma nisso, como já bem sabemos. Seguir o Mestre é andar em integridade, mas jamais significará ser 100% íntegro. Paulo andava em integridade, mas nunca chegou perto de ser 100% íntegro. Ninguém jamais será. O único homem que andou neste planeta, e que se mostrou 100% íntegro, se chama Jesus Cristo de Nazaré, o Messias de Deus. Jesus é Deus, Emanuel – Deus conosco. Como, pois, alguém pode ter a pretensão de ser como Deus, 100% íntegro? Ao homem que quiser agradar a Deus, ora, que busque andar em integridade, pois. Diante do Senhor e dos homens, por Jesus.

Bem-aventurados são os filhos desse homem. Não só os filhos, por certo, porque esse homem abençoará a todos em seu entorno. Todas as vezes que a integridade vencer a batalha da carne contra o espírito, todos os envolvidos na peleja sairão ganhando alguma coisa. A virtude do justo é, pois, lutar e se esforçar para que, dentro de suas naturais limitações humanas, ele ande em integridade. Com isso ele será alguém que espalhará coisas boas ao redor de si, pelo caminho, e será um abençoador. Em todas as esferas de convivência de cada pessoa que se digne a andar com integridade, haverá sempre alguém colhendo bons frutos, desfrutando de relacionamentos equilibrados e “inteiros” (mesmo os mais fugazes), e “vendo” Jesus. O justo se preocupa com a retidão e com a equidade, porque busca a Deus constantemente, por Jesus. Se essas qualidades forem notadas pelo próximo em nós, ele verá o Senhor Jesus por nós, invariavelmente; porque se somos efetivamente retos, dignos, e agimos com justiça propositada, isso se dá, literalmente, graças a Deus, em Jesus, que nos capacita. O que seria de nós sem Ele? Bem, prefiro nem pensar…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Arrependimento pode começar instantaneamente, mas transformação real frequentemente requer muitos e muitos anos” – Henry Ward Beecher.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Beleza é, acima de tudo, a manifestação da graça, da abundância e da generosidade. É o motivo pelo qual Deus enche de flores a terra” – Dallas Willard.

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2 Coríntios 9: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Em tudo sereis enriquecidos para toda a generosidade, a qual faz que por nós se deem graças a Deus” – 2 Co. 9: 11.

Talvez a generosidade seja um dom de Deus. Quando pensamos nessa palavra, ou na conduta em si mesma, logo somos induzidos a lembrar de dinheiro. Generoso é quem dá dinheiro a alguém, sem esperar ou pedir nada em troca. Doa desinteressadamente. É verdade: essa é uma das descrições da palavra. Mas o verso fala em “para toda a generosidade”. Ora, e por acaso há mais de uma? Sim, há. E pelo verso, há. Há vários empregos para a palavra, e um deles é “fartura”. Generosidade pode ser também traduzida em nobreza (de espírito e alma) e lealdade. Aquele que comumente se sacrifica em prol de outrem, do próximo, é alguém generoso. E a bondade acompanha essa pessoa, sempre. Fala-se em liberalidade do generoso, que partilha seus bens em benefício dos outros, mas aqui há um equívoco: o generoso não deveria ser conhecido e notado apenas por partilhar seus bens materiais.

Não. O generoso partilha seus bens e interesses. O generoso faz mais, faz a partilha de si mesmo: ele se dá, ele se doa, de corpo e alma. Se você não conhece ninguém assim, é uma pena! E as pessoas são, geralmente, seus maiores objetivos. Mas há outras causas (tão legítimas quanto) nas quais a generosidade pode ser vista e aplicada, dentre elas, a pessoa pode ser generosa com os animais e com o meio ambiente. Logo, generosidade é um sorriso, um aceno, um cuidado, um “ouvir”, um aconselhar, uma lembrança, uma menção, uma atenção, e um monte de outras coisas, e também é, claro, o ato de dar ou doar algum bem material ou dinheiro, de forma desinteressada. Melhor: não desinteressada, mas no interesse de que pela generosidade “se deem graças a Deus”, que o Senhor seja louvado (e conhecido, e lembrado, e celebrado) por atos dessa natureza.

Generosidade, pois, não é sinônimo de riqueza e dinheiro, tão somente. Devemos mudar em nossos corações esse conceito simplório. Há pessoas paupérrimas e generosas. Aliás, é mais comum encontrar generosidade no pobre. Generosidade é, em segundo lugar, algum ato material, sim, mas primeiro aparece no coração do generoso tanto a bondade como a compaixão. Generosa é a pessoa que tem o perdão fácil. Ah! Como eu queria ser generoso assim… E o verso nos ensina que os generosos serão enriquecidos, “Em tudo sereis enriquecidos”. Porém, muito cuidado, porque aqui o equívoco é mais fácil de ocorrer: a generosidade pobre e rasteira, interesseira, para nada serve, e, no mais das vezes, é Deus “mudando o curso do ribeiro para onde quer”. Deus manda, o cidadão obedece; mesmo sem consciência daquilo que faz. Esse tipo de “generosidade” não traz proveito algum a quem pratica o ato, porque a generosidade deve ser sincera. Deve partir conscientemente do âmago de quem a concretiza. Há que se ter, pois, comprometimento do ser com ela, caso contrário, generosidade não é.

Portanto, o generoso é enriquecido por Deus para multiplicar sua generosidade. Lindo! E, de novo, não confundir as coisas: dinheiro e riqueza são apenas faces da generosidade, dentre várias e várias outras. Assim é que o Senhor nos enriquece, e nos dá mais capacidade, seja esta qual for, para mais sorrisos, mais acenos, mais cuidados, mais oportunidades de “ouvir”, mais situações de se dar conselhos, mais lembranças, mais menções e atenções, e mais de um monte de outras coisas, e mais, também, nos enriquece para atos de dar e de doar bens materiais e dinheiro, de forma desinteressada. “Em tudo sereis enriquecidos para toda a generosidade”. A generosidade difunde o amor. O amor ao próximo. O amor geral, envolvente. Que flui e transborda… (João 7: 38). A generosidade gera gratidão. Traz paz. Alívio e sossego. Luz e alegria. O generoso não pode ser generoso se não ama o próximo. E a Deus. Só com amor no coração a generosidade é real. Duas coisas derivam espontaneamente, no entanto, da prática de atos de generosidade: satisfação pessoal e louvor a Deus (gratidão). São coisas lícitas e bem-vindas. Interesses idôneos de todas as partes. No mais, que o Senhor nos enriqueça para todo tipo de atos de generosidade, pelos quais, por nós, se deem louvores e graças a Deus Pai, em Jesus.

© Amor-Perfeito

Feliz Ano Novo !!!!!!!

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Feliz Ano Novo !!!!!!!

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...2017...

…2017…

Um ano pleno de paz e de beleza, todos os dias. E todos os dias com Jesus.

© Amor-Perfeito

Feliz Véspera de Ano Novo !!!!!!!

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Feliz Véspera de Ano Novo !!!!!!!

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2016...

2016…

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Frases Etc. (Billy Graham)

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“O que Deus pede dos homens é fé. Sua invisibilidade é o grande teste a essa fé. Para saber quem O vê, Deus se faz invisível” – Billy Graham.

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Criado-Mudo (Invencível)

Um livro é um jardim, um pomar, um armazém, uma festa, uma companhia pelo caminho, um conselheiro, uma multidão de conselheiros– Henry Ward Beecher.

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Livro recomendado: “INVENCÍVEL” – Laura Hillenbrand. Editora Objetiva, 1.ª Edição – 2010 (473 Páginas).

Um pouco sobre o livro: quando pus os meus olhos sobre este livro, jamais poderia imaginar que o indicaria aqui. Foi uma surpresa para mim. Uma boa e grata surpresa. Era um livro que eu precisava ler. A história é real, quase uma biografia (talvez seja uma), de Louis Zamperini. Além dos aspectos históricos, que são fantásticos e surpreendentes, há a parte humana da coisa, cheia de ensinos valiosos a qualquer pessoa. A obra toca em assuntos bastante interessantes e sensíveis, tais como: infância, WWII, aviação, naufrágio, alcoolismo, depressão, sobrevivência, vida, morte, coragem, redenção, dor, dores, horrores, privações, amizade, fraternidade, fé, Deus, além de incontáveis outros, todos explorados de forma útil e verdadeira. Porém, se a mim fosse dada a incumbência de “resumir” este livro em uma só palavra, bem, essa palavra seria “PERDÃO”. Quem acompanha este meu trabalho já leu mais de uma vez como tenho problemas com isso, logo, para mim foi algo libertador, em muitos sentidos, ter lido este livro. Histórias reais sempre são instrutivas, visto que as experiências extraídas de pessoas que passaram algum “sufoco” na vida, sempre nos são úteis e nos servem de parâmetros para nós vivermos as nossas próprias vidas. E se a história acaba em Cristo, então, não tem preço. 

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Laura Hillenbrand)

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“O paradoxo do desejo de vingança é o fato de tornar a pessoa dependente de quem lhe fez mal, sob a crença só se livrará da dor quando fizer seu torturador sofrer” – Laura Hillenbrand (“Invencível”, Pág. 427).

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Frases Etc. (Pichação em um Muro)

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“O vento levou o meu telhado. Ganhei um céu todo estrelado” – Pichação em um Muro (Anônimo).

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Feliz Natal !!!!!!!

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FELIZ NATAL !!!!!!!

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Feliz Natal !!!!!!!

Feliz Natal !!!!!!!

© Amor-Perfeito

Feliz Véspera de Natal !!!!!!!

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FELIZ VÉSPERA DE NATAL !!!!!!!

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Feliz Véspera de Natal !!!!!!!

Feliz Véspera de Natal !!!!!!!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (George Washington)

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“É impossível governar retamente o Mundo sem Deus e sem a Bíblia” – George Washington.

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Insight (Tique-Taque…)

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Um fazendeiro descobriu que tinha perdido seu relógio no celeiro, e era um relógio muito valioso e de grande valor sentimental.

Depois de uma extensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças, e prometeu uma boa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.

Nada aconteceu, ninguém achou nada e, quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma última chance para tentar, sozinho, já que todos os outros não conseguiram achar o tal do relógio.

Pensou consigo o fazendeiro: Ora, por que não? Será só uma tentativa a mais”.

Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro.

Depois de um tempo, pouco tempo, o menino saiu com o relógio em suas mãos, e o entregou ao fazendeiro.

Todos ficaram espantados, e o fazendeiro, enfim, lhe perguntou: Como você conseguiu encontrar o meu relógio?”

 Ao que o menino lhe respondeu: Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão. No silêncio do celeiro, então, logo eu escutei o ‘tique-taque’ do relógio, e apenas o procurei na direção certa”.

Conclusão: uma mente serena e em paz pode pensar melhor que uma mente preocupada e confusa. Dê alguns momentos de silêncio à sua mente (reflita e ore), todos os dias, pois assim você ouvirá a Voz de Deus, que te conduzirá e guiará na direção certa, e lhe ajudará a definir a sua vida.

Que nós possamos silenciar as nossas almas, diante Dele, porque só no silêncio nós podemos ouvir a poderosa, a amorosa, a bendita Voz do Senhor, nosso Deus e Pai, em Jesus!

Autor Desconhecido (Adaptado)

Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“A História da Humanidade é uma longa e terrível ‘novela’, na qual vemos o homem tentando encontrar alguma coisa diferente de Deus, que o satisfaça e o faça feliz” – Clive Staples Lewis.

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Frases Etc. (Ravi Zacharias)

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“Pela ‘economia’ de Deus, nós devemos amar as pessoas e usar as coisas; mas, ao invés de fazermos o certo, nós usamos as pessoas e amamos as coisas” – Ravi Zacharias.

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Jó 1: 21.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“e disse: Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. O Senhor deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” – Jó 1: 21.

A afirmativa do verso, dita por Jó, é a mais pura e absoluta verdade. Verdade incontestável, aliás. Não há quem leve consigo para o além, qualquer coisa material. “Caixão não tem gaveta”, diz com acerto a sabedoria popular. Então, se o ser humano, ao morrer, deixa tudo o que “era dele” por aqui, por que as pessoas têm tanta ganância em “ter” e “possuir” toda sorte de coisas? Será que o problema é a desinformação? Não creio. Todos os dias nascem e morrem pessoas, e para ter contato com isso, se nada estiver acontecendo próximo de nós, nesse sentido, basta lermos um jornal ou assistirmos a um noticiário e, pronto: alguém morreu. O “morrer”, aliás, é bem mais noticiado do que o “nascer”. Há mais alarde, geralmente, com mortes e tragédias. Isso, por si só, já deveria deixar todos “bem informados” a respeito do tema.

Mas todos nós sabemos que não é assim que a coisa se desenrola. Parece que o ser humano tem a sensação de ser “indestrutível” e “eterno”. Alguns, pela arrogância, parecem até “semideuses”, “intocáveis”. Diz-se que Deus pôs em nós uma “porção de vida eterna”, não sei (Eclesiastes 3: 11). Outro dia, lendo a biografia de um escritor famoso, passei por um trecho do livro que narrava o medo dele em relação à morte. Esse medo o perseguia na juventude, por volta dos vinte e poucos anos. E ele viveu, bastante, mas já morreu, infelizmente. Ou, talvez, não, porque ele certamente deve ter cumprido o seu tempo por aqui. Tenho saudades do seu desembaraço e brilhantismo, mas a obra dele está à disposição de todos, graças a Deus. Tudo isso para dizer que ele morreu, assim como todos nós, que estamos vivos, também morreremos. Eu já tive algumas “crises de medo da morte” – Deus me livre! – que sensação ruim. Porém, nada é tão certo como a morte, e todos nós teremos essa experiência, um dia, e sozinhos…

Realmente essa será uma ocasião que há de ser “vivida” por qualquer um de nós, todos, sem qualquer companhia humana. Mas voltando ao cerne da questão, por que essa necessidade de ter de tudo um pouco, de ser rico e de viver em fartura? Ainda outro dia, sentando sozinho no sofá do meu apartamento (que está quitado), eu olhava em volta, os móveis, os enfeites, os ambientes, e Deus me mostrou que nada daquilo era meu. Opa! Mas o apartamento está em meu nome? Como assim? Não é meu, e não é mesmo. Eu “vou”, o apartamento fica, e fica com tudo o que tem dentro. Dinheiro no banco: fica. Carro: fica. Roupas: ficam. Qualquer coisa que se possa pensar: fica. Até o meu corpo (que não é meu, diga-se de passagem) ficará. Tudo há de ficar, menos eu. Eu como alma e espírito, fôlego de vida, sei lá, fique à vontade para denominar essa parte. E as pessoas “se matam”, em todos os sentidos, por causa de dinheiro e de riquezas. Dada a efemeridade da vida, não creio que isso seja o sentido da existência, não.

É bom ter tranquilidade a respeito de bens materiais (não nego), porque eles nos proporcionam uma vida mais confortável. Essa eu ouvi no rádio: um cidadão, muito inteligente e culto, comentava a frase “dinheiro não traz felicidade”. E com bom humor (assim eu encarei seu comentário), ele perguntou à entrevistadora – “o que você prefere: chorar no banco de couro de uma Mercedes novinha, com ar-condicionado e todo conforto, ou num ônibus lotado, com todo desconforto que, bem sabemos nós, nos proporciona o transporte público?”. Na minha modesta opinião, era uma pergunta retórica e uma brincadeira, mas séria, ao mesmo tempo. Não é errado ter bens materiais e dinheiro. A pergunta que deve ser feita é: o que significa, para mim, ter e almejar ter bens materiais e dinheiro? Dependendo da sua resposta, temo que você esteja um pouco, ou mesmo muito, encrencado. Especialmente porque Quem dá e Quem tira é o Senhor.

Eu nunca fui rico, mas já experimentei o “ter” e o “ter falta”. Jó, em sua particular situação, louvou a Deus “com” e “sem”. Paulo, Apóstolo, disse certa vez: Sei passar necessidade, e também sei ter em abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas, aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, como a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortaleceFilipenses 4: 12 e 13. Que declaração esplêndida! Agur (sábio hebraico) nos ensina com sua oração: Duas coisas te peço, ó Senhor; não as negues a mim, antes que eu morra. Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza, mas dá-me só o pão que me é necessário, para que de farto não te negue, e diga: Quem é o Senhor? ou empobrecendo, não venha a furtar, e profane o nome de DeusProvérbios 30: 7 a 9. Boas lições. O homem “vai”, tudo o que “era dele” fica. Assim é a vida. Bendito seja o Nome do Senhor! Caso a caso, pois, que haja entendimento a respeito dessas coisas e, quando necessário, mudança de parecer (metanóia), para que não ocorra de alguém desperdiçar a sua vida, “correndo atrás do vento”…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Thomas Edison)

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“Uma experiência nunca é um fracasso, pois sempre vem demonstrar algo” – Thomas Edison.

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Atos 20: 21.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Tenho declarado tanto aos judeus como aos gregos que devem se converter a Deus, arrepender-se e ter fé em nosso Senhor Jesus Cristo” – At. 20: 21.

Este verso é parte de um discurso de Paulo aos anciãos da igreja de Éfeso. Creio firmemente que quando Paulo se refere a “Judeus e Gregos”, na verdade, ele quer dizer: para todo mundo, para todos, sem exceções, para qualquer pessoa que eu (Paulo) encontre e queira receber o Evangelho de Jesus. Paulo gostaria e desejava que todos se convertessem a Deus, por Jesus. Mas infelizmente, as coisas não são tão fáceis assim, nem tão simples, como todo bom cristão gostaria. É uma dificuldade fazer alguém se converter a Jesus, porque, primeiro, essa pessoa tem de querer e ansiar por isso; segundo, porque as pessoas, a maioria delas, estão “distraídas” e enredadas com as questões mundanas, materiais, com as dificuldades e obstáculos da vida, e pouco ou nenhum interesse têm nas coisas espirituais.

Porém, Paulo era um cristão que “gritava” e “pulava” a fim de converter as pessoas a Jesus, creio eu, porque havia um “desespero” nele, interno, que o “torturava”, e ele queria que as pessoas sentissem o que ele sentia dentro de si mesmo. A realidade do Evangelho de Jesus, aliás, não é externa, em termos de sentimento da própria pessoa. Nós, que já O conhecemos, temos dentro de nós uma Força que nos constrange e nos comove; que nos move. O cristão tem dentro de si nada mais nada menos do que Deus, que nele faz morada pelo Espírito Santo. Isso é coisa séria, não é algo que se deva tratar como brincadeira ou como mera tentativa de convencer alguém a se converter, não: é real! E quando alguém se converte a Deus, o arrependimento e a fé vêm como consequência, pois que tais coisas derivam da entrega de si próprio a Deus Pai, em ato de pura confiança.

A fé é a crença e a esperança em algo que normalmente não se vê, mas que se sabe existente e real. É algo imaterial, mas patente. E o arrependimento não é só a consciência de se ter feito alguma coisa errada, como devia ser o caso de Paulo, que perseguiu cruel e impiedosamente os cristãos, antes de sua conversão. Por certo é bem mais do que isso: é uma mudança de pensamento, a tal metanóia, que nos faz viver de outro modo, o modo de Deus Pai, o melhor modo. Essa situação ou estado causam em nós profundas alterações de pensamento e relevantes mudanças no nosso modo de pensar. É uma autêntica transformação espiritual. Nós nos mantemos inseridos no Mundo, mas já não mais fazemos parte dele. Há uma “dissociação” entre o ser e o meio: o ser “olha para o Céu”, e o meio continua com seus rudimentos. Trata-se de uma ruptura bastante expressiva, pois o meio e seus conceitos são importantes para o homem não convertido; para o cristão, é “andar na contramão” e “nadar contra a corrente”. Isso parece estranho, em uma primeira análise, até concordo, mas a verdade é que no primeiro caso a coisa acontece “sem Jesus” e no segundo ocorre “com Jesus”, e isso faz toda a diferença.

Claro que eu gostaria que todas as pessoas se convertessem a Deus. E o Senhor também tem esse desejo, isto é, que ninguém se perca e todos sejam salvos (Mateus 18: 14; 1 Timóteo 2: 1 a 4). O Senhor deseja que todas as pessoas tenham conhecimento da Verdade. Mas há muitos que resistem a isso, pelos mais variados motivos. Alguns acham que a conversão a Deus é “lavagem cerebral” e fanatismo; outros tantos entendem que é uma espécie de enganação ou exploração, perda de tempo e desvio da realidade. Há aqueles, também, que se julgam inteligentes demais para se render a Deus, e mesmo se dispor a acreditar Nele. Seja qual for o motivo ou razão, a distância do ser humano de Deus é algo muito triste. “Arrepia-me a espinha” ao pensar nisso, eu, que tenho algum conhecimento de Deus Pai, por Jesus.

Eu mesmo gostaria de “emprestar”, se pudesse, a minha consciência e meus sentimentos a respeito do Senhor aos demais que O desconhecem. Como acredito que Paulo cria, tenho convicção de que se alguém ficasse alguns poucos instantes com essa consciência, ciência e sentimento de Deus, em Jesus, que eu tenho em mim mesmo, bem, estou certo de que essa pessoa seria imediatamente transformada, e quereria por si mesma, decerto e com espantosa sofreguidão, sentir o que eu sinto e assim viver, como o que Paulo certamente sentia e vivia, também. Há, pois, no cristão, em seu âmago, um “desespero silencioso”, uma “dolorosa aflição”, em tentar “mostrar” aos outros, como for possível, a maravilha de se pertencer ao Senhor e a Jesus. Cada um faz o que pode nessa “seara”, e eu, de minha parte, além de escrever sobre isso, com humildade e amor, oro para que o Senhor Deus dê uma oportunidade a todos, especialmente aos mais renitentes, de conhecê-Lo, por uma experiência real e marcante. Assim seja e ocorra, em Nome de Jesus!

© Amor-Perfeito

 

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo, a mata. Há certas coisas que não podem ser ajudadas, tem de acontecer de dentro pra fora” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Devemos encarar cada acontecimento como oportunidade de confirmação da competência e da fidelidade de Deus a nós. É assim que conhecemos a concreta realidade do Reino dos Céus” – Dallas Willard.

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Atos 17: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ora, estes foram mais nobres do que os de Tessalônica, pois de bom grado receberam a palavra, examinando a cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” – At. 17: 11.

Existe um contexto que engloba o verso acima transcrito. Claro, na maioria esmagadora dos casos isso acontece com trechos da Bíblia Sagrada. Algumas raríssimas exceções ocorrem, no entanto, a exemplo de alguns versos de Provérbios ou de Salmos, que são “autossuficientes”, isto é, encerram em si mesmos ensinamentos e verdades espirituais, e não dependem de explicações contextuais. Entretanto, a Bíblia é uma coisa só, no sentido de que tudo está interligado, o seu conteúdo é coeso e, em termos de interpretação e de entendimento, é a vontade de Deus revelada e íntegra, de modo que não podem existir contradições em sua essência. Uma contradição à sua essência é uma heresia, uma distorção, uma afronta ao Senhor. E é aqui que reside a nobreza dos habitantes de Beréia em relação aos de Tessalônica: eles se fiaram nas Escrituras para conferir se Paulo e Silas lhe falavam o que era correto, segundo Deus Pai. 

Não há outro modo de agir ou de se conduzir, para um cristão, nesse aspecto, a não ser conferir tudo o que ouve e lê em comparação com o que consta na Bíblia Sagrada. Quando eu ganhei meu primeiro exemplar da Bíblia Sagrada, havia uma dedicatória chamando-A de “Manual da Vida”, o que é bem apropriado, porque a Bíblia nos dá diretrizes de vida, de ética e de conduta.  Não digo que a Bíblia é de fácil entendimento, não, e é por isso que pessoas vis e/ou ignorantes se aproveitam dessa dificuldade para criar doutrinas e práticas heréticas, normalmente com o fim de lesar o próximo. Porém, hoje em dia, não há uma autoridade eclesiástica sequer (chamemo-las assim todas elas), que detenha o monopólio do entendimento das Escrituras. Sobremaneira porque as Escrituras nos são reveladas, de forma individual, pelo Espírito Santo. Nós podemos e devemos ter pessoas que nos “revelem” as Escrituras, por meio de suas pregações, livros, conversas etc., mas isso não é suficiente para nos moldar: é preciso conferir tudo nas Escrituras.

Ler a Bíblia é uma obrigação de cada cristão, que deve fazer disso um hábito. De preferência, diário. Não se trata, porém, de uma obrigação daquelas que se transformam em um “martírio”, não. A leitura da Bíblia Sagrada deve ser um prazer, especialmente porque é o contato íntimo da pessoa com a sabedoria de Deus. A mais pura e sábia sabedoria que existe: o Senhor fala conosco por intermédio de Sua Santa Palavra. O Espírito Santo nos ajuda a compreender seu bendito conteúdo. E quando deixamos de entender algum trecho, tudo bem, não se conturbe com isso, siga adiante. A Bíblia Sagrada tem o poder de alimentar as nossas almas e espírito mesmo que nós não entendamos aquilo que lemos. O ideal é entender, por certo, mas o imprescindível é ler. Ter contato com as Escrituras. Colocá-las em nossos corações. “Saturar” os nossos corações com a Palavra de Deus. E chegará o tempo em que os nossos olhos serão abertos para as coisas fantásticas do Reino de Deus. Pouco a pouco, é assim que acontece. E na eventualidade remota de isso não acontecer, a nossa parte é tão somente confiar em Deus, por Jesus, e aguardar o tempo passar com paciência, resignação e fé.

A Bíblia é um Livro que se lê com humildade e reverência. Não se pode exigir nada de Deus, como muitos por aí fazem. Nós devemos ser humildes na presença de Deus, nos acontecimentos da vida, e na leitura da Bíblia. Ninguém é melhor do que seu irmão. Humildade. Se alguém muito sabe, seu coração deve se sentir pequeno diante da grandeza de Deus. A Palavra de Deus, além disso, liberta. É Jesus quem afirma isso: Então conhecereis a verdade e a verdade vos libertaráJoão 8: 32. E como é importante este verso, meu Deus! Há muita, mas muita gente, literalmente presa às doutrinas e práticas de igrejas por aí, alguns casos absurdos. Se essas pessoas lessem a Bíblia, com certeza se libertariam dos líderes ruins que as manipulam, limitam e aprisionam. Passariam a ter qualidade de vida em Jesus. Fariam muitas coisas que hoje estão proibidas de fazer; e abominariam outras tantas que fazem por obrigação, como autômatos. Trocariam os “pesos”, as “pedras” que carregam nas costas, por paz e alegria de viver. O “fardo” de Jesus é leve e suave (Mateus 11: 30). E viveriam suas vidas, assim, livres, pela Palavra de Deus, poupadas, até, do autoengano. Quisera eu que todos alcançassem essa Graça de Deus e tivessem em si mesmos esta compreensão… Seria o fim da hipocrisia, a “morte” das “beatices”, a vergonha e a desonra dos mal-intencionados e malvados, o término da “escravidão espiritual” que hoje (talvez, sempre…) assola e domina a nossa crença em Jesus. Essa displicência e ignorância das Escrituras, por muitos cristãos – que tantos males causam – deve entristecer muito o Senhor Jesus. Sinto muito, Rabôni!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Precisamos aceitar as circunstâncias que constantemente enfrentamos como parte do Reino e das bênçãos de Deus. Deus abençoa cada um na situação em que efetivamente se encontra” – Dallas Willard.

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Provérbios 18: 15.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido do sábio o busca” – Pv. 18: 15.

Ultimamente tenho pensado bastante a respeito do que seria de mim se eu não houvesse conhecido a Deus. Bendito o dia em que, mesmo sem saber muito bem o que estava acontecendo comigo, eu me rendi ao Senhor. De lá pra cá passou um bom tempo já, com altos e baixos, como é absolutamente normal, mas, desde então, eu nunca me desviei de estar na presença de Deus Pai, de ter intimidade com Ele. “Entendido”, portanto (tenho pra mim), é aquele que acredita, confia e se entrega a Deus, por Jesus. Adquirir o conhecimento da existência do Deus Criador de todas as coisas é o “bem” mais precioso de qualquer existência. O verso não fala de inteligência, mas, sim, de entendimento e de conhecimento. Qualquer pessoa, portanto, tem condições de alcançar essa Graça, visto que basta disposição e voluntariedade.  

Quando um coração qualquer adquire o conhecimento de Deus, a vida dessa pessoa “vira do avesso”. Especialmente na medida em que passa a experimentar as bênçãos do Senhor, a paz que excede todo entendimento, o “calor” do Céu, e a viver diante Dele de forma contínua. Na verdade, todos nós vivemos diante de Deus, mas faz diferença, e muita, saber disso. O ímpio, que é descrente, na alegria e na tristeza, olha à sua volta (espiritualmente falando) e se vê só, sem esperança; o cristão, crente, jamais está só e tem plena consciência disso, renova a sua esperança a cada instante. E não é questão de olhar ao redor, tão somente, não. O crente, “entendido”, segundo o verso, também olha para dentro de si mesmo e encontra o Espírito Santo, que nos filhos de Deus faz morada Sua. O ser humano que se entrega a Deus nunca caminha sozinho. Os caminhos do ímpio, no entanto, também estão diante do Senhor, mas esse descrente, egoísta e ignorante de Deus, anda por conta própria, está só.

Não é bom “andar” sozinho. A vida é muito dura e complicada para que se passe por ela sem companhia. A companhia certa, claro: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Muita gente até “anda” acompanhada nessa vida, mas de “entes” que apenas buscam o seu mal e a sua alma. Nesse passo, outra reflexão frequente me acomete, e isso me dá um tremendo “frio na barriga”, daqueles horríveis: penso em mim sem Deus, onde e como eu estaria, hoje, sem Ele, e sinto arrepios horrendos e tenebrosos por conta disso; depois penso em todas as pessoas vivas que não conhecem a Deus e, por fim, penso naqueles que morreram na ignorância de Deus, e me sinto péssimo com isso, pois não consigo crer que todas essas pessoas perdem ou perderam o melhor da vida, os últimos, talvez, a própria vida, Deus é Quem sabe. Eu simplesmente não posso viver sem o Senhor em tudo o que eu sou e faço, e não posso conceber alguém perdendo tudo isso, realmente o melhor da vida, gastando a sua vida com outros interesses, morrendo a cada dia.  

E isso me leva a outro pensamento: o fato de que tudo o que eu sou e faço, sou e faço perante Deus Pai, de forma consciente e voluntária. Ou, melhor: eu O busco constantemente, e à Sua sabedoria. Meu ouvido, não só o ouvido, mas todo o meu ser, anseia pelo Senhor, a cada instante, incessantemente. Eu preciso de Deus mais do que o ar que eu respiro. Eu não sei mais como viver sem Ele, honestamente. Eu dependo Dele, de forma integral. Como no louvor do Salmista, esta é, igualmente, a minha realidade: Vale mais um dia nos teus átrios do que em outra parte mil; preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas da impiedadeSalmo 84: 10. Assim, o que eu mais gostaria de poder fazer pelas pessoas seria justamente transformar em palavras o que eu sinto em relação a Deus, para que todas tomassem contato com a grandeza Dele, entranhada em mim, em meu âmago, o tempo todo. Gostaria que fosse possível “emprestar” meu sentimento, minha consciência e meu estado de espírito, a qualquer pessoa, para que ela soubesse e compreendesse a beleza de se estar em Cristo Jesus. E se entregasse ao Mestre, logo em seguida, ao me “devolver” o que é meu, claro, para ter a sua própria experiência com Ele. Como não posso fazer isso, escrevo, contudo, com amor, peço ao Senhor Jesus que lhe faça uma visita. Deixe-O entrar em seu coração, em sua vida. É – acredite – a diferença entre tudo ou nada!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Matt Brown)

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“A Bíblia nos mostra, vezes sem conta, que nós não precisamos ser perfeitos para que Ele nos use” – Matt Brown.

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Ester 4: 14.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Pois se de todo te calares agora, socorro e livramento doutra parte virá para os judeus, mas tu e a casa de teus pais perecereis. E quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?” – Et. 4: 14.

Esta é a história de Ester, ou Hadassa, uma moça judia esbelta e formosa, que virou rainha. Ela era órfã, e foi criada por um primo, que a tomou por filha, cujo nome era Mordecai. Há um contexto belíssimo do qual o verso acima transcrito foi extraído, e são palavras de Mordecai a Ester, em um momento tenso e determinante de suas vidas. Ester já era rainha, e lhe cabia salvar o seu povo, interceder por ele, perante o rei Assuero. Mas o que me fez refletir foi a pergunta no fim do verso: “E quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?”. Há várias histórias Bíblicas semelhantes, e acho que a mais expressiva e detalhada é a de José, com uma semelhança incrível, pois a sobrevivência de Jacó e de seus filhos, no caso, dependia dele. Ester e José tinham desígnios para cumprir durante as suas vidas. Desígnios de Deus Pai. E como isso é lindo!     

Eu não sei, francamente, se isso acontece com todas as existências. Espero que sim, mas não sei. O que posso dizer é que ambos, Ester e José, devem ter vivido as suas vidas da melhor maneira que puderam, e isso é exatamente o que todos nós buscamos fazer. Eles dois tiveram grandes desígnios de Deus, pois a sobrevivência dos Judeus estava em suas mãos, em diferentes épocas e situações. E eles foram especiais ao atuarem como peças-chave na salvação do Povo Judeu. Deus poderia intervir a qualquer tempo, isso é certo, mas preferiu atuar pelas mãos de filhos Seus. Em maior ou menor grau, o Senhor nos usa para cumprir os Seus desígnios. Eu penso que as coisas são assim. Não faço a mínima ideia do que está reservado para mim, nesse sentido, se já fiz algo relevante ou não, ou se nunca farei, nem quem fará, mas sei que o grande desígnio de Deus para qualquer criatura é a justiça e o amor.  

Ora, em todas as ocasiões, na minha vida, em que eu fui justo e agi com amor para com o próximo, eu estou certo de que cumpri um dos maiores desígnios de Deus para nós, os seres humanos. O ser humano só consegue amar o próximo se for capacitado por Deus. E se for capacitado por Deus é porque ama a Deus, então, do primeiro grande Mandamento surge o segundo, impossível de existir, sem o primeiro. E vice-versa, claro, porque não se pode amar a Deus sem amar o próximo. Jesus nos ensinou que estes são os dois grandes e principais Mandamentos, de modo que o cumprimento da Lei (Palavra de Deus) depende integralmente dessas duas premissas (Mateus 22: 36 a 40). Não se faz a vontade de Deus, não se está em harmonia com Ele, não se tem intimidade com o Pai, sem a presença na pessoa desses dois Princípios do Reino, Regras de Ouro.

Os desígnios de Deus são cumpridos nas pequenas coisas, no dia a dia, no cotidiano, “grão por grão”. Nem sempre nós estaremos reservados para fazermos coisas grandiosas. Talvez nós nunca venhamos a ser protagonistas de “eventos espetaculares”, ou seremos tão importantes a ponto de “salvarmos o Povo Judeu”, com o perdão da comparação. Bem pode acontecer de jamais sermos figuras de destaque, com alguma fama e proeminência. Tudo isso é verdade, mas nada disso importa. Sim, porque Jesus disse que nós seríamos fortes juntos, de modo que o que Ester e José fizeram, também é nosso. José teve algumas “premonições” de que seria grande, em sonhos (Gênesis 37: 1 a 11), e isso irritou seus irmãos. Mas ele não se sentia superior, apenas, humilde, narrava o que “via”, com sinceridade, ingênua até. Se alguém tem em si mesmo essa “sensação”, de que fará algo grande para Deus, ótimo (assim espero que seja), mas não deixe jamais de ser humilde, de correr o risco de deixar o restante de lado, de “se sentir o tal”. Seja um bom servo, seja um bom filho, e aguarde (tranquilo, sereno) o seu dia e hora. Lembre-se das pequenas coisas, dos menores desígnios de Deus, todos tão importantes quanto os maiores. O Reino de Deus é um “amontoado” de bênçãos, firmadas no amor. Viva a vida, pois, com zelo, humildade, dela aproveitando tudo, ao máximo, com justiça e amor, e, bem pode ser, no seu caminho, que alguém, dado momento, lhe faça uma pergunta assim: “… quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?” Até aqui? Onde você estiver?

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Fiódor Dostoiévski)

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“O céu estava tão estrelado, um céu tão luminoso, que ao olhá-lo seríamos obrigados a nos perguntar infalivelmente: como pode viver sob um céu assim toda sorte de gente irritadiça e caprichosa?” – Fiódor Dostoiévski (Noites Brancas).

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1 Coríntios 11: 19.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“E até importa que haja entre vós diferenças, para os que têm a aprovação de Deus se manifestem no vosso meio” – 1 Co. 11: 19.

Existem mais diferenças entre seres humanos do que seres humanos. E pelo verso, a Bíblia Sagrada nos diz que nós vamos, na vida, ter essa experiência de discordar de alguém (vezes sem conta), mas veremos Deus honrando essa pessoa, vendo-a sendo aprovada por Ele. E nós, como se diz, ficaremos com “cara de tacho”, por causa de nosso julgamento equivocado e egoísmo, de nossa destoada posição em relação a ela e à situação. E a Ele, também. Ora, se Deus nos mostrar e provar que aquela pessoa estava certa ou, pelo menos, que não fez nada de mal, que agiu de acordo com a vontade de Deus Pai em determinada circunstância, o que nos resta senão ter a humildade de reconhecer que os errados éramos nós? Ou vamos “bater de frente” com Deus? Sério? É claro que não. Espero, em Jesus, que a humildade e o bom senso estejam conosco em cada ocorrência desse tipo, e reinem com soberania em nosso íntimo. Tiremos o “gesso” de nossos corações, em Jesus!  

Povos, línguas, raças, reinos e nações. Igrejas, denominações, congregações, seitas e comunidades. Pessoas, cristãs e não cristãs. Notemos bem a confusão que a soma disso tudo dá, se não houver respeito e tolerância mútua no tocante às diferenças. Mas o verso vai mais longe, e diz que tais diferenças seriam notadas e apareceriam no meio em que vivemos. Podem vir e vêm, portanto, dentro de casa, na igreja que se frequenta, na reunião que um grupo menor faz durante a semana. Podem ocorrer (e ocorrem) entre amigos, colegas, e entre desconhecidos até. Em todos os lugares, em qualquer condição ou situação. Por isso o crente em Jesus precisa se firmar nas Premissas Básicas da Bíblia Sagrada, Verdades Absolutas, sim, mas igualmente precisa manter-se com a mente e o coração abertos para situações anormais, aparentemente “fora das regras”, coisas inesperadas, realidades não queridas, comportamentos inéditos, enfim, qualquer coisa “torta” que possa ser, para alguém, algo tido por “fora dos trilhos”. Podem ser de Deus! (“Deus escreve certo por linhas tortas” – Será?).

O Senhor é o Criador de todas as coisas e pessoas. E Ele continua criando, na Sua natural infinitude. E criando em nós, aliás, todo o tempo. O ser humano é cocriador, ou criador coadjuvante, de Deus Pai. Essa é uma das faces mais belas do Evangelho e da própria Criação: o Livre Arbítrio e o “escutar” a Voz de Deus, acolhendo-A (o Sinédrio tinha suas formas e práticas, mas Pedro e os apóstolos, instados, preferiram obedecer a Deus ao invés de homens – Atos 5: 29). Assim, nós “criamos” em nossos corações, com a presença e ajuda do Espírito Santo, a nossa própria história, que acaba materializada, ganha concretude, fora deles, isto é, no mundo real. Nós nos baseamos no Senhor, uma vez cristãos, e consequentemente na Bíblia Sagrada, para tanto. E com isso criamos diferenças entre nós, e nos influenciamos mutuamente, em alguns casos, infelizmente, criando “muros”, que nos separam e que nos distanciam. Um “muro” entre nós e nenhum de nós vê mais o “lado” do outro, o “outro lado” das coisas, os porquês, os motivos, as razões. Triste. São vários os pensadores e filósofos que, de diversas maneiras, dizem, em síntese, que devemos construir “pontes” ao invés de “muros”, porque “muros” afastam e dividem, enquanto que as “pontes” aproximam, criam atalhos, diminuem as distâncias, dão acesso.

E são as nossas convicções que geram entre nós “muros” ou “pontes”. Acaso tenhamos convicções muito rígidas, inflexíveis, os “muros” aparecerão em maior número, dada a nossa intolerância. Do contrário, se as nossas convicções, apesar de firmes em Jesus, nos permitirem “calçar os sapatos dos outros”, “sentir a dor alheia”, nós certamente seremos mais inclusivos e tolerantes para como o nosso próximo, e muitas “pontes” se erguerão em nossos caminhos. Agora, repare que seguir a Cristo é a única opção do ser humano (João 14: 6), mas o amor com o qual cumprimos o Mandamento nos dá incontáveis opções, e se alarga, e se expande, e se adéqua, e alcança, e inclui, e acoberta uma “multidão” de pecados e de malfeitos. O amor destrói “muros” e constrói “pontes”. Pelo amor as diferenças são resolvidas, afastadas, porque as pessoas confiam em Deus, dando crédito ao próximo. Pecado e pecados, ora, todos nós temos, os meus são diferentes dos seus, e até aqui há diferenças. Por que os meus pecados são piores que os seus? Que tal afastarmos de nós essa dissensão e construirmos juntos uma “ponte”? E se todos nós fizéssemos isso, sempre?

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Deus dá a nostalgia pelo voo. As religiões constroem gaiolas” – Rubem Alves.

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Força Verde e Branca

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chapecoense

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ΑΩ – Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rick Godwin)

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“Uma razão por que as pessoas resistem à mudança é que elas focam no que terão de perder e não naquilo que irão ganhar” – Rick Godwin.

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1 Timóteo 2: 5.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” – 1 Tm. 2: 5.

Mediador é alguém com a função de intervir a bem das pessoas e de situações. É um intercessor, medianeiro, ou intermediário. Aquele que cumpre os desígnios de alguém é um interventor, ou interveniente. O verso nos ensina que só há um Deus e, quanto a isso, a polêmica é menor, pois há muita gente amando e servindo a Deus, o Deus da Bíblia Sagrada, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, cada um do seu jeito. O problema maior surge quando se fala no Mediador. Eu não quero nem pretendo ofender ninguém em sua crença particular, por isso não vou mencionar nomes nem práticas. Melhor, nesse passo, ir direto ao ponto, como fez o verso, aliás. O trecho Bíblico acima transcrito nos ensina que o único Mediador e Intercessor entre Deus e os homens é o Senhor Jesus.

Deixo claro e friso que isso não é ideia minha. Eu creio em Deus Pai, e entendo que toda a sabedoria está na Bíblia Sagrada. E os Textos Bíblicos, todos, dizem exatamente isso: Jesus Cristo é o único Mediador. Existem homens e mulheres, por toda parte, vivos e mortos, que são dignos de nossa atenção, respeito e admiração. Muitos foram martirizados por causa de suas posições em relação ao Céu, ao Reino de Deus. Essas pessoas entenderam o espírito do Cristianismo, consubstanciado no amor, e por si mesmas fazem e fizeram coisas boas, e outros tantos houve que nos deixaram bons legados e exemplos. E aqui reside a diferença abissal entre todos eles e o verdadeiro Mediador: Jesus veio como homem, mas era (é) Deus; todos os outros, sem exceções, são e foram seres humanos, sujeitos a toda sorte de paixões, enganos e desvios.

Mesmo os mais “beatos” sucumbem comumente às paixões e tentações. Não há quem não tenha pecado, e se isente ou deixe de pecar, não há um justo sequer (Romanos 3: 10 a 18). Engana-se quem acha que está acima do pecado (1 João 1: 8), e pior: Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso e sua palavra não está em nós1 João 1: 10. Longe de mim isso! Confesso: sou um pecador nato. Antes ser um pecador e ter em mim a Palavra de Deus, do que ser um “santo” do “pau oco”, uma farsa, um embuste. Há muita gente, pois, se fiando em pessoas, vivas e mortas, a fim de se achegar a Deus. Muitas delas, como dito, merecem honra. Mas todas pecaram durante suas vidas e, se ainda vivem, hão de pecar e pecar. Jesus Cristo de Nazaré, como homem, é o único sem pecado algum, puro e reto: Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano1 Pedro 2: 22. Logo, faz total sentido dizer que o Mediador entre Deus e os homens é o único homem que viveu na carne sem pecado, e ninguém mais. Pra mim isso é lógica pura.

Esse encargo do Senhor Jesus, na realidade, não é dividido, ou mesmo passível de ser dividido, com outra pessoa, viva ou morta. O Mestre mesmo disse certa vez, em resposta a uma pergunta que lhe foi feita por um discípulo Seu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mimJoão 14: 6. E isso é suficiente pra mim. Eu creio nisso, de coração, e desconheço os mistérios de Deus, em termos de julgamento. Muitos louvam a Deus, o único Deus, mas assim agem utilizando-se de outros mediadores, que não Jesus. E o verso e a Bíblia Sagrada nos ensinam que só há um único “… Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”. Se alguém tiver dúvidas quanto isso, reflita, mas reflita com base nas Escrituras. Não se faz pouco de homens e de mulheres que se destacam e se destacaram pelo serviço e devoção ao Deus Cristão. Essas pessoas merecem a devida honra e admiração, especialmente se agiram com pureza de espírito e amor verdadeiro. Mas não são mediadoras entre Deus e os homens, só Jesus é. Bom saber disso, para não errar. 

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre” – Rubem Alves.

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Atos 13: 30.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Mas Deus o ressuscitou dentre os mortos” – At. 13: 30.

O que incomoda você neste exato momento? O que te aborrece? Quais são as suas frustrações? Que tristeza é essa dentro de você? Quantas são as suas inquietações? A vida é cheia de embaraços e desassossegos, é verdade, mas Ele vive. Jesus vive! Vive em mim, vive em você, e está em todo lugar. O Mestre morreu e Deus O Ressuscitou dos mortos, para nos dar vida e nos resgatar, em primeiro lugar, mas também para nos proporcionar esperança quanto ao futuro. Paz hoje, agora, paz amanhã. O Senhor “habita” no nosso futuro. Dos pequenos aos grandes e insolúveis problemas, todos estão nas benditas mãos do nosso Criador, por Jesus. E tudo passa. Inquietudes são absolutamente normais, e virão, com toda certeza, no decorrer de nossas vidas. Ninguém escapa disso. Questionamentos e “crises existenciais” hão de nos alcançar no caminho, várias e várias vezes, do começo ao fim, até o ocaso de cada um, mas graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Aleluia!

Escrevo este texto num dia em que me achei triste. Um sentimento ruim me assolava dentro do peito, e chegava a senti-lo como uma pequena dor, constante, no coração. Confesso que não gosto de uma “situação” que vem ocorrendo comigo já faz algum tempo: tenho sentido a “dor” dos outros. E tenho motivos para isto. Talvez isso signifique “ser cristão”, quero dizer, “sofrer a dor alheia”, não sei. Penso que isso é um bom sinal, nesse sentido, mas é um sinal bastante incômodo. Dói. As mazelas de familiares, amigos, colegas, conhecidos, desconhecidos, povos, línguas e nações, da Humanidade, fazem de mim alguém irremediavelmente entristecido e tenso. Não sei se a tristeza de “hoje” é essa ou é minha mesmo, fruto do meu egoísmo ou mesmo de algum tipo de doença, fato é que me sinto triste para com o Mundo, e isso acontece sempre. Preciso dizer que tenho cada vez menos fé nas pessoas, e apenas permanece hígida e firme a minha fé em Deus Pai, por Jesus. Posso estar certo ou errado, não discuto isso, mas invoco em minha defesa o texto Bíblico de Salmos 118: 8 e 9. Porém, isso não me impede de ficar… Triste! Como disse: dói. Dói!

Honestamente, eu “ando” bem ultimamente, em praticamente todas as áreas da minha vida. Qualquer pessoa poderia dizer que eu não tenho motivos para ficar triste. Poderia até me acusar de ser ingrato para com o Senhor por isso. Mas não é esse o caso, de verdade, eu não ando triste com Deus, com Jesus, com o Espírito Santo e/ou com o Reino de Deus. Creio que o que me entristece é o meio em que vivo, e antes de ser contestado, falo daquilo que imagino como sendo injustiças que sofro e das injustiças praticadas/ocorridas não só à minha volta, mas igualmente mundo afora. Enfim, de desgraças e desventuras, no geral. Outro dia, por exemplo, me deparei com um comentário depreciativo de um pastor sobre o Halloween. Não me preocupa o Halloween, porque a Bíblia me diz que eu, que estou em Cristo, estou protegido do mal (1 João 5: 18), e eu confio nisso de forma integral. Mas eu só toquei nesse assunto porque pra mim, ao menos, o Mundo está mais para Halloween do que para qualquer outra coisa. O que vemos por aí? E nos noticiários? Somemos a isso todas as coisas tristes próximas de nós? Com essas coisas me entristeço, tristeza crônica.

Contudo, preciso dizer a quem possa interessar que também fico triste sem motivo, amargurado e “azedo”, depressivo, mas devo lembrar-me de que “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Fico inseguro quanto às incertezas do futuro, como qualquer semelhante meu, aliás, e logo me vem à mente: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Triste me encontro, por vezes, com situações de injustiça comigo, com outros ou por conta de situações ruins de pessoas que amo, e, de novo: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Assisto a um noticiário, leio um jornal, navego pela internet, assunto, e só encontro notícias horríveis, na proporção de oito/nove péssimas para uma/duas boas, ou mais ou menos, ou fúteis, mas ressoa em mim: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Para qualquer coisa desagradável, no meu íntimo “ouço” o grito: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Medos e inseguranças, e no meu ser reverbera a máxima verdade: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Acaso esteja sozinho, “eu comigo mesmo”, sentindo-me só, de “baixo astral” (com o perdão da expressão), amiúde cabisbaixo, com depressão, e no âmago um incessante brado de vitória surge: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Como você se sente agora? Ok, o que seja, “MAS DEUS O RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS”Atos 13: 30. Pronto! Já me sinto “melhorzinho”…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Demócrito)

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“Se você sofreu alguma injustiça, console-se; a verdadeira infelicidade é cometê-la” – Demócrito.

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Frases Etc. (João Chinelato Filho)

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“Sempre prego isto para as ovelhas que o Senhor me confiou: Se um dia seu pastor estiver fora da Bíblia, deixe-o e fique com a Bíblia– João Chinelato Filho.

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1 Timóteo 6: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“De fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento” – 1 Tm. 6: 6.

Quem verdadeiramente se condói com a eventual falta de recursos alheia, “abre a carteira”. Quem “sofre” em seu íntimo com a pobreza de seus semelhantes, contribui para diminuir ou atenuar esse estado. Isso é piedade. Ser piedoso não é apenas ter pena de alguém, mas, sim, dentro do possível, é a prática de algum ato concreto para minimizar a “dor” do outro. Em suma, é a efetiva “conjugação” do verbo “dar”, ensinada por Jesus, que disse: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (Atos 20: 35). Mas há um requisito essencial nisso: dar, doar, contribuir e similares, sem contentamento, é o mesmo que nada. Pode até ajudar a terceiros, mas não há utilidade ou ganho pessoal para a pessoa que praticou o ato. Não é “fonte de lucro”.

Talvez pareça um pouco estranho dizer que há “lucro” nos atos de piedade, ainda mais se levarmos em conta a expressão “fonte de lucro”. Lucro é sinônimo de receita livre, de ganho, de entrada, de enriquecimento; e ao dar alguma coisa a alguém algo sai do patrimônio da pessoa, e esse acervo de bens e riquezas diminui, logo, se há diminuição, como pode ser tal prática comparada à “fonte de lucro”? A resposta é simples, sobremaneira porque a literalidade do verso não condiz com seu real significado. Este é um dos mistérios espirituais de Deus, com toda certeza. Trata-se de um “investimento” no Reino de Deus, cujo objetivo maior é o conforto e o atendimento das necessidades do outro, sem falar no sorriso de satisfação no rosto do Pai. É imprescindível, pois, haver contentamento interno na pessoa que age com piedade.

A Bíblia Sagrada tem várias passagens sobre esse tema. Creio que a mais icônica seja a história contada por Jesus, da oferta da viúva pobre no gazofilácio do Templo, em Jerusalém (Lucas 21: 1 a 4), pela qual aprendemos que “duas moedas” com o estado de espírito certo, com o coração reto, valem infinitamente mais do que grandes quantias, doadas pelos motivos e interesses errados. E há diversos trechos Bíblicos que nos levam a crer que se trata e se fala mesmo de uma Lei Espiritual. Um verso do qual gosto muito, e que atesta essa ideia, diz assim: A alma generosa prosperará; o que regar também será regadoProvérbios 11: 25. Generosidade não combina com avareza, tampouco com avidez pelo lucro ou por bens materiais e riquezas; quem “rega”, “rega” de forma despretensiosa, livre de segundas intenções, procurando simplesmente fazer aquilo que é certo e esperado de um cristão, cônscio, também, de estar agradando a Deus Pai. Ah, e agradar a Deus, nosso Senhor, ora, isso sim é pura “fonte de lucro”.

Que imensa satisfação nos invade quando agradamos o Senhor de nossas vidas. A alegria deve estar presente no interior que quem doa ou se doa em prol de alguma alma necessitada. O contentamento precisa ser a principal razão daquele que age com piedade. Caso contrário, piedade não é. A realidade mundana não admite o raciocínio de que dar “aumenta o patrimônio”; os verbos que representam essa realidade são “reter” e “acumular”, o máximo possível. Somente a “loucura da pregação” do Evangelho de Jesus admite a outra interpretação, de que rico é quem dá e não quem recebe: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber Atos 20: 35, 2.ª Parte. O “tesouro” guardado e acumulado no coração humano, por atos de piedade e de fraternidade, vale mais do que todas as riquezas de todos os cofres existentes juntos, de toda riqueza material deste Mundo, e com eles sequer pode-se fazer a mais singela comparação. O contentamento é, pois, bem precioso; a piedade, uma obrigação. No âmago da pessoa, tudo isso “junto e misturado” é bendita “fonte de lucro” imaterial, espiritual, material, sem igual, sem preço, impagável, adorável… E eterna.   

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rick Godwin)

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“Uma razão por que as pessoas resistem à mudança é porque elas focam no que terão de perder, e não no que irão ganhar” – Rick Godwin.

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Atos 3: 19.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos de refrigério pela presença do Senhor” – At. 3: 19.

Esse verso faz parte do discurso de Pedro no Templo, pouco depois que ele e João curaram um homem coxo de nascença, que tinha por costume ficar à Porta Formosa, mendigando. Esta parte específica tem poucas palavras, mas é de uma riqueza espantosa, que enche os nossos corações de paz e de esperança. Pedro começa falando de arrependimento e conversão, e emenda que só por isso os nossos pecados já são apagados. Arrependimento e conversão “andam de mãos dadas”, pois uma coisa leva à outra, inevitavelmente. Arrependimento não é só o pesar por uma falta ou erro cometido, mas é também uma mudança de procedimento ou de parecer. Em resumo, muda-se a maneira de pensar, de “ver” ou de “enxergar” as coisas. Nesse passo é o mesmo que conversão, pois esta nos leva a “ver” aquilo que “não víamos” e a “enxergar” coisas que “não enxergávamos”. É uma clara alteração de percepção, interna e externa, cujo centro é Jesus Cristo, afinal, essa mudança toda ocorre Nele e por Ele, graças a Deus.

A grande bênção nisso parece ser a situação de que os nossos pecados são apagados e nossa dívida cancelada. De fato, trata-se de uma grande bênção na vida de qualquer pessoa, porém, está longe de ser a coisa mais importante. Até porque, os nossos pecados são apagados, a partir do momento em que nos entregamos a Cristo Jesus, mas nós todos continuamos pecadores e pecando, constantemente. E é aqui que a diferença se mostra presente, e maravilhosa. O caminho de pecado trilhado antes de nossa inserção no Mundo de Jesus era um incessante somatório de débitos para com a vida, para conosco e para com os nossos semelhantes. E o caminho do ser humano na carne é e sempre será um caminho de pecado. A questão primordial a ser faceada é, pois: andamos com ou sem Jesus e, por consequência, com ou sem Deus Pai? Há esse caminho do pecado, que é incontornável a todos nós. E a gigantesca diferença é estarmos nesse inevitável caminho com o Senhor, por Jesus.  

O verso nos diz que a partir desse nosso arrependimento e conversão a Deus Pai, por Jesus, começa para nós os “os tempos de refrigério”. E isso acontece não porque nos arrependemos ou nos convertemos, não porque passamos a ser “bonzinhos” e frequentadores de certa igreja, nada disso: tudo acontece, e nos alcançam “os tempos de refrigério”, por causa da bendita “presença do Senhor” em nossas vidas. Falando em vida, a vida não é fácil para ninguém. A vida é trabalhosa e árdua, e para considerável parte das pessoas espalhadas pela face da Terra, talvez, seja um fardo bastante pesado, “insuportável”. Entre aspas, porque o ser humano tem essa capacidade de suportar coisas e situações inimagináveis para muitos. Existem fomes, guerras, pestes, pobreza e toda sorte de injustiças e barbaridades, em praticamente todo e qualquer lugar. E é nesse contexto que entra em cena um dos mais espetaculares segredos de Deus: “os tempos de refrigério”.

Trata-se de uma paz inexplicável e inenarrável que se instala naqueles que se entregam a Deus Pai, por Jesus. A “presença do Senhor” em nossas vidas se faz pelo Espírito Santo em nós, mas, também, pela presença de Jesus (Emanuel = Deus conosco), sempre ao nosso lado, e pelo próprio Senhor, Deus Todo-Poderoso, cujas vistas estão sempre sobre nós e em nós, ininterruptamente. É um estado de graça total para cada um de nós, especialmente porque esse “refrigério” não é tão somente questão de “tempo”, ou de “tempos”, não. É bem mais do que isso, porque a “presença do Senhor” é contínua, logo, o “refrigério” também é contínuo. Se Deus está sempre conosco (e está), ora, então, ocorre o mesmo com o “refrigério”. São absolutamente normais e esperados (até), na vida, os momentos de tristeza, de raiva, de indignação, de ódio, de ira, de nervosismo, de descontrole, de estresse, de enfermidades, de perdas, e de outras tantas coisas ruins e “não muito louváveis”. Mas faça uma pergunta em seu íntimo: você, nessas ocasiões extremas, perde a paz que o “refrigério” dito no verso nos proporciona? Percebe a diferença? Nada nos é mais rico ou precioso do que a “presença do Senhor” em nossas vidas.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Gregório de Nissa)

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“Os conceitos criam ídolos, a Deus só se capta pelo silêncio e admiração” – Gregório de Nissa.

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Frases Etc. (Diane Grant)

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“É melhor caminhar sozinho do que com uma multidão na direção errada” – Diane Grant.

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Provérbios 23: 12.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Aplica à disciplina o teu coração, e os teus ouvidos às palavras do conhecimento” – Pv. 23: 12.

O que acontece com um veículo qualquer que está a descer uma ladeira, mas sem freios? Pois é, boa ilustração a nos ensinar que o ser humano precisa de alguma disciplina e também de conhecimento, visto que a ignorância em qualquer pessoa é coisa bastante nociva. Ignorância não é a mesma coisa que deficiência de inteligência ou de cultura: aqui é caso de falta de sabedoria. Sabedoria do Céu, claro. Mas todas as pessoas que se conduzem de forma desenfreada, ou “deixam-se levar pela vida”, acabam pagando um alto preço por isso. Moderação e ponderação são palavras que se encaixam bem em oposição a essa nefasta situação. E ambas, somadas, se traduzem em equilíbrio. Sem contar certas e determinadas coisas que nós simplesmente devemos “não fazer”, nunca fazê-las, nós precisamos e podemos fazer de tudo um pouco, porém, ainda, evitando os excessos. Vida equilibrada, enfim.

A disciplina do verso, no entanto, não é aquela que nos é aplicada por alguém superior a nós mesmos, a quem devemos algum tipo de respeito e deferência. Não. Por certo que essa é também disciplina válida, mas não é disso, especificamente, que se fala. Fala-se em a própria pessoa aplicar a si mesma a necessária disciplina, ou se autodisciplinar, e buscar conhecimento, para que viva de forma adequada, sem prejudicar-se. E sem prejudicar terceiros à sua volta, igualmente. Com certeza há muitas coisas que eu gostaria de fazer, e existem outros tantos desejos que me “atormentam”, por vezes, mas o temor que tenho a Deus, e a disciplina interna que devo observar e impor a mim mesmo, mais algum conhecimento, tudo isso junto me ajuda e me impede de fazer besteiras e sandices. Cada um de nós carrega consigo, no coração, toda sorte de impulsos, inclinações, vontades, pensamentos, compulsões e “outros bichos”, e isso é absolutamente normal, o anormal é deixar-se levar por isso, sem fazer nada.

Muitas das vezes, de forma consciente, nós temos de lutar contra a nossa própria vontade, tanto para nos preservar, como para honrar a Deus Pai. Felizmente nós não podemos fazer tudo o que eventualmente queiramos fazer. Quem assim age, entretanto, “passando por cima” dessa “regra de ouro”, além de realmente não fazer tudo o que quer, inevitavelmente desanda. “Sem freios”, “ladeira abaixo”, “acelerando ou só no embalo”, pouco importa, qualquer um, desanda. Há sempre um auge para todas as coisas e situações. Já vi muita gente que no seu auge respectivo parecia “indestrutível”, só que todo auge humano é efêmero. Quanto mais “intensidade” a pessoa aplicou a si mesma em sua vida “sem freios” (sem disciplina e sem conhecimento), mais rápida e significativa foi a inerente decadência experimentada, em alguns casos, morte precoce. E morte não dá para remediar, como bem sabemos: é algo definitivo. Assim, “Vida louca”, “porra louca”, “doido”, “doidera”, “maluco”, até “maluco beleza”, liberdade, libertinagem, desonestidade, maldade, como se queira nomear e o mais que se possa acrescentar nessa linha e raciocínio (porque o ser humano sabe o que é errado e ruim), pode até ter algum atrativo, mas cada uma dessas situações/estados se perfaz em “caminho de morte”. Não é bonito se prender a qualquer desses comportamentos. Não há “glamour” nisso, porque o preço que se paga é alto e a dívida que se acumula é cara demais, às vezes, impagável.

Em síntese: eu não posso fazer tudo o que quero; eu tenho de fazer coisas que eu não quero; eu devo evitar fazer muitas coisas; e eu não devo nem pensar em fazer certas coisas. Eu preciso aplicar a disciplina em minha vida, e necessito buscar o conhecimento para encher o meu coração com coisas boas. Para tudo nessa vida é preciso se ter razoabilidade e bom senso no agir, em qualquer conduta nossa, mesmo as omissivas. A Bíblia Sagrada nos ensina que o comedimento deve ser adotado em todas as coisas. Praticamente tudo na vida é uma “questão de equilíbrio”, com se diz comumente. Todo mundo é livre para fazer o contrário do que nos aconselha o verso e, sendo essa a escolha de alguém, faz mal a si mesmo, primordialmente. As consequências de uma vida irresponsável e desenfreada são inevitáveis, e muitas delas não permitem reparo. A convivência da pessoa com o próprio erro, especialmente se fez mal a outrem, é nefasta. Melhor mesmo é evitar tudo isso, na medida do possível, e a “receita” para tanto é a do verso.  

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“A Bíblia é o mapa de Deus para você se orientar, para evitar que você se perca, vá a pique e afunde no mar, e para mostrar a você onde o porto está, e como alcançá-lo sem bater nas rochas ou mesmo encalhar” – Henry Ward Beecher.

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Provérbios 16: 9.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O coração do homem propõe o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos” – Pv. 16: 9.

Nessa altura da minha vida, eu sinceramente não sei como cheguei até aqui. “Viver é muito perigoso… Porque aprender a viver é que é o viver mesmo… Travessia perigosa, mas é a vida. Sertão que se alteia e abaixa… O mais difícil não é um ser bom e proceder honesto, dificultoso mesmo, é um saber definido o que quer, e ter o poder de ir até o rabo da palavra” – Guimarães Rosa. Eu nunca tive esse “poder de ir até o rabo da palavra”; eu fui indo, indo, indo, e aqui estou. Nasci, passei pela infância, escapei dos perigos da juventude, já deixei o auge do vigor para trás, e vou vivendo. Mas não sei como cheguei até aqui. Tenho consciência de que não sei o porquê da minha profissão, da maioria das coisas que fiz, e do estado em que me encontro. Não sei, mas com humildade sincera atribuo tudo a Deus. Também acho que viver é muito perigoso. E, honestamente, não sei se aprendi a viver.

No entanto, já vivi o suficiente para saber que a vida é uma sequência de altos e baixos, e não há garantia para o futuro, mesmo o imediato. E esse “vai e vem” dura a vida toda. Há períodos de tranquilidade, mas há períodos de tormentas. Normal. Gosto de pensar naquela ilustração de que “sem vento” o “barco à vela não progride”. Logo, tudo é proveitoso, e os momentos difíceis são muito importantes para nós todos. O ser humano só “sacode a poeira” se for provocado a tanto. O “marasmo” da vida sem dificuldades nos torna desleixados e acomodados. “Água parada se torna estagnada, apodrece”. Porém, como o “sertão se alteia e abaixa”, os nossos caminhos estão cheios de obstáculos e de desafios. Alegrias, tristezas, e o cotidiano. Não há tempo, portanto, para o “ócio” na existência. E o verso nos ensina que o homem propõe o seu caminho, e, por isso, sofre as consequências (boas ou más) de suas escolhas (boas ou más).  

Se o homem faz as suas escolhas e propõe o seu caminho, como poderia o Senhor lhe dirigir os passos? Creio que não exista contradição nisso: de um lado, o homem propõe o seu caminho, faz as suas escolhas; de outro, Deus Pai intervém, e nos ajuda. Este é um texto reflexivo, e não há raciocínio fechado aqui, especialmente porque o livre arbítrio, em tese, ficaria prejudicado com a interferência do Senhor. Qual seria, pois, o “percentual de interferência” de Deus nessa coisa toda? Mezzo a mezzo? Desigual? É o mesmo para todos? Simplesmente não sei responder, mas eu gosto de pensar que o Senhor dirige os meus passos, e não fico nem um pouco chateado de ter de abrir mão de meu livre arbítrio por conta disso, sendo o caso. Eu reputo a Ele o fato de eu estar aqui hoje, vivo e escrevendo, em plena “travessia”. Agradeço a Ele full time por isso, de verdade: louvo ao Senhor o tempo todo, na mesma toada da minha respiração.

De todo modo, eu não sei explicar o milagre do verso. “Milagre” (creio eu), porque a vida é uma mistura de nossas próprias escolhas e vontade, com o Senhor dirigindo os nossos passos. Talvez, uma coisa diminua a outra, mas prefiro crer que há coexistência pacífica entre as duas situações. Só não sei dizer as medidas disso. Posso dizer, entretanto, que há um caminho e há um Deus do Céu maravilhoso e bendito. Assim, em dado momento da minha vida, eu escolhi servir ao Senhor, por Jesus, e, então, passei a ter conhecimento Dele e de Seu Reino. Depois que adquiri algum entendimento a respeito Dele, pois, tive a sensação de que Ele interferia na minha vida mesmo antes de eu vir a conhecê-Lo, de poder ser chamado de “crente em Jesus”. Ou simplesmente de cristão. Bem, eu me sinto afortunado por ter tido contato com o Senhor, por Jesus, e nada na minha vida, nem minha própria vida, é melhor do que isso. E há, ainda, o “acesso” à Palavra de Deus, que é algo impagável. De resto, eu acho que faço as minhas escolhas, sim, faço, mas caminho nesse caminho com o Senhor, que é o que mais importa. A “travessia é perigosa, mas é a vida”, e o Senhor está comigo. Prefiro deixar o “saber definido” nas benditas mãos de Deus. Não necessito ter o “poder de ir até o rabo da palavra”, e nem quero. Quero o Senhor dirigindo os meus passos. Vivo Nele, e por Ele, em Jesus.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Michael Altshuler)

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“A má notícia é que o tempo voa. A boa notícia é que você é o piloto” – Michael Altshuler.

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Frases Etc. (Gabriel García Márquez)

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“Todo mundo quer viver no topo da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está em escalá-la” – Gabriel García Márquez.

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Provérbios 12: 26.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O justo é cauteloso na amizade, mas o caminho dos ímpios os faz errar” – Pv. 12: 26.

Diga-me com quem andas e eu lhe direi quem és”. Essa é uma frase dos mais velhos, de duas ou três gerações passadas, mas que continua viva e pulsante: sabedoria pura. Qualquer pessoa mediana buscará ter amigos que tenham algo em comum consigo. Acredito que isso seja absolutamente normal. Mas isso acaba revelando um pouco do que a pessoa é e pensa. Existem certas “divisões” que não chegam a nos causar grande impacto e espanto, como, por exemplo, pessoas torcedoras de times rivais mantendo amizade sincera, ou o mesmo ocorrendo com pessoas que tenham inclinações políticas contrárias. Em situação de normalidade, no geral, as diferenças coexistem em relativa paz. E quando o ódio é cultivado de alguma forma, as pessoas tornam-se inimigas, por vezes, mortais. É o que acontece com o fanatismo religioso fundamentalista, que visa destruir seu próprio semelhante, sem tolerância alguma, sem respeito, sem amor.

Porém, uma coisa é conviver com todo tipo de pessoas, nas tantas relações sociais que nos rodeiam; outra, um pouco mais profunda, é ter uma amizade cara e verdadeira com alguém. É bom escolher os amigos certos, porque as más companhias podem não só corromper os bons costumes, como podem trazer à pessoa diversas situações complicadas e desgraças. Tomemos com exemplo disso toda pessoa que opta por andar com bandidos e/ou usuários de drogas. Por certo que, no bom sentido, são interesses e conveniências comuns que atraem as amizades. Logo, se eu não uso drogas, dificilmente eu vou manter uma relação de amizade com alguém que usa. Pode existir uma relação de cordialidade, o que é bem diferente. Um colega ou conhecido não são a mesma coisa que um amigo. E quem escolhe andar com o bandido ou com o usuário de drogas, além de ter algum interesse nisso, pode acabar sofrendo duras consequências, como o fato de fazer mal a alguém, ou acabar preso, viciado, doente, e, até, talvez, morto.

Esses interesses e conveniências ocorrem em todas as áreas da vida. Nós vamos procurar amizades que coadunem com o nosso particular modo de ser e de pensar. Se o caminho dos ímpios os faz errar, como no exemplo acima, o justo age com cautela. Justo, como já dito várias vezes em outras ocasiões, não é alguém que sempre age com justiça e é perfeito. Não. Justo é a pessoa que se entrega a Deus Pai, por Jesus Cristo, e é justificado. Justo é o “diminutivo” de justificado. E isso não é mérito de ninguém, senão do Senhor, que nos justifica, em Jesus. Ser “justo”, portanto, é ser de Jesus, é crer no Mestre e em Seus ensinos, é buscar a ética de Deus para a própria vida. Isso é “ser justo”. E sendo “justo” naturalmente a pessoa pende para amizades que lhe acrescentem algo de valor pessoal, nada material, mas coisas ligadas à essência e ao âmago de cada um, que até podem ser coisas (imateriais) comuns.

A amizade por vezes gera a circulação de coisas materiais, mas isso é tão somente consequência do laço da amizade e fraternidade, e não um fim em si mesmo. Se for “fim”, não é amizade. A “cautela” do verso nos é ensinada pela própria Bíblia Sagrada, que é o Livro da Vida, e é celebração da vida ter bons amigos. O amor que devemos ao próximo pouco ou nada tem a ver com a amizade. A amizade é uma espécie de irmandade; o amor ao próximo é Mandamento de Deus, e nisso se incluem o bandido e o usuário de drogas, e tudo (todos) o que você que lê este texto possa lembrar, por mais difícil que seja e pareça. Os amigos (os verdadeiros) são pessoas especiais para nós; já o “próximo” é todo o restante das pessoas, sem exceções, sobremaneira aqueles que Deus colocar em nossos caminhos. E todos os seres humanos são especiais para Deus, ainda que muitos se percam, para tristeza Dele, pelas amizades que fazem, inclusive. Amigos de verdade são como “joia rara”. Devemos cultivá-los com cuidado e apreço. Devemos evitar colocar a camaradagem em risco, a todo custo. Devemos sempre estar por perto, mesmo quando estamos longe. Devemos “levar” a amizade com integridade. Deus nos abençoe em nossas amizades, sobretudo a que temos com Jesus (João 15: 15), e nos livre do caminho dos ímpios, do erro, do engano, e de nos perdermos por aí.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Camile Pissaro)

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“Abençoados são aqueles que veem lindas coisas em lugares modestos e simples, onde outras pessoas não veem nada” – Camile Pissaro.

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Esdras 6: 22.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Celebraram a festa dos pães asmos por sete dias com alegria, porque o Senhor os tinha alegrado, mudando o coração do rei da Assíria em favor deles, para ajudá-los na obra da casa de Deus, o Deus de Israel” – Ed. 6: 22.

Existe um contexto em relação ao verso acima transcrito, e a história dele extraída é bastante bonita e interessante. Trata-se de uma espécie de “redenção” do Povo de Deus, com a reconstrução de Jerusalém e a permissão de volta às suas origens e tradições. Talvez exista um “preço a pagar” pelas coisas e escolhas erradas que fazemos na vida, mas a boa notícia é que Deus nos perdoa e nos dá a chance de sermos resgatados, de arrumarmos a “bagunça” (de um modo ou de outro…). Com isso, depois de “cumprirmos certa pena ou castigo”, de encararmos as consequências advindas de nossos atos, nós, redimidos, recuperamos o que foi perdido, ou parte disso, ainda que com novas possibilidades e horizontes, e, finalmente, podemos seguir adiante. Esse parece ser o primeiro e bendito aspecto que nos ensina este trecho Bíblico, cuja leitura integral vale muito, visto que nos mostra todo o aludido contexto.

Mas a parte mais linda e marcante do verso é a que nos mostra o mover de Deus. Esse “mover de Deus” ocorre de forma ininterrupta através dos tempos, e é fantástico quando o vemos de forma pontual, como neste caso. Nós aqui, milênios a frente de Esdras e do episódio ocorrido, também vivemos e experimentamos o “mover de Deus”, muitas vezes de forma muito parecida com a do verso: “…, porque o Senhor os tinha alegrado, mudando o coração do rei da Assíria em favor deles, (…)”Esdras 6: 22. O Senhor, sendo o caso, muda o coração das pessoas à nossa volta, para o nosso bem. Deus Pai faz isso ao atender uma oração nossa, um pedido, ou simplesmente por ver o nosso desespero e/ou aflição em relação a alguma coisa. Ele muda o coração de um familiar, de um chefe, de uma autoridade qualquer, de um amigo ou colega, de quem quer que seja, para nos trazer um pouco de conforto e justiça.

Muitas vezes nós nos encontramos em situações difíceis, e nos vemos pressionados e “sem saída”. Em outras situações, qualquer escolha nossa nos levará a um resultado ruim, mais ou menos aquilo que nos ensina o ditado popular “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”, ou aquele outro: “entre a cruz e a espada”. Não raras vezes, a brusca e inesperada mudança de mentalidade e de pensamento de alguém envolvido em determinada coisa, de repente nos livra imediatamente de passarmos por apuros, e nos alivia. Deus Pai é o responsável por essas “mudanças repentinas de marés e de ventos”, e faz isso para que possamos “inflar as velas de nossos barcos e navegar em paz”. Claro que isso não ocorre sempre, pelo menos, não às nossas vistas, mas, creio eu que o Senhor intercede por nós o tempo todo, segundo Seu critério divino, que não alcançamos. Crença minha, como dito, mas convido você a crer comigo.

Que o Senhor muda corações, ora, acho que disso ninguém duvida. O meu, por exemplo, Ele mudou completamente. O seu, provavelmente, também. Se Ele conseguiu mudar os nossos corações, de tantos conceitos equivocados e preconceitos, da maldade inata e inconsciente – instintiva, além de infundir Sua sabedoria e amor em nós, não seria relativamente fácil para Ele mudar o coração de qualquer pessoa, até de um incrédulo? Peço licença para que o Rei Salomão nos responda: Como ribeiro de águas é o coração do rei na mão do Senhor; a tudo o que quer o inclinaProvérbios 21: 1. Ora, se o Senhor muda a vontade do rei, o maioral na escala social humana, Ele muda o coração de qualquer um e de quem Ele quiser. Simples assim! Até no controle dos instintos dos animais o Senhor interfere: vide o caso de Daniel na cova dos leões (Daniel, Capítulo 6). E até no poder destrutivo dos elementos: vide o caso de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e a fornalha de fogo ardente (Daniel, Capítulo 3). Logo, se a demanda for justa, e for vontade de Deus para a vida de alguém, com ou sem pedido nosso, Ele muda o coração “do rei da Assíria”, em nosso favor. Seja lá quem for esse “rei da Assíria”, a nos incomodar e embaraçar. Certo é, no entanto, que cada um tem o “seu”, ou melhor: os “seus”…

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Frases Etc. (Rubem Alves)

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“A vida não pode ser economizada para amanhã. Ela acontece sempre no presente” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Ser incluído na divina vida eterna, que cura todas as feridas, nos permite parar de demandar satisfação. O que mais importa, de natureza pessoal, depois que fica claro que você está incluído? Você foi eleito. Deus o elegeu. Essa é a mensagem do Reino” – Dallas Willard.

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João 17: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ora, a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” – Jo. 17: 3.

Esse conceito de “vida eterna” foi dado pelo próprio Senhor Jesus, em oração a Deus Pai. O Mestre estava orando por Ele mesmo, e deve ter orado em voz alta, pois que o registro de Suas palavras foi feito e eternizado na Bíblia Sagrada. Eu imagino a vida eterna como sendo algo parecido com a nossa vida hoje. “Parecido” porque a Palavra de Deus nos diz que trocaremos este corpo corruptível por outro incorruptível; e “hoje” porque, se pararmos para pensar, nós chegaremos à inevitável conclusão que não existe passado nem futuro, só o presente. O presente nos proporciona a manifestação concreta da nossa consciência, a inequívoca sensação de ser e de estar, do ser, o momento do movimento, do pulsar. Essa fração de segundo que se repete infindavelmente: o presente, a consciência do ser.

Essa fração de segundo que passa, já não existe mais, mas nós, isto é, o ser, sim. O ser e a sua consciência se perpetuam nessa sequência de frações de tempo, uma depois da outra. Mas nós estamos sempre na fração presente, não na passada e nem na seguinte. Talvez nos falte noção de tempo para entender essas coisas, ou, melhor, noção do que é viver fora do tempo. Muito apropriado, pois, o Senhor dizer a Moisés que Seu Nome era/é “Eu sou”, ou “Eu Sou o que Sou” (Êxodo 3: 14). Sim, porque Ele é o tempo todo, e fora do tempo também, seja lá o que signifique isso. Esse “estado” de Deus de autossuficiência requer de nós um conhecimento e um “alcance” que, simplesmente, não temos. Deus é! E pela fé nós nos achegamos a Ele. Se O conhecemos assim, como único Deus verdadeiro, pois, por conclusão, nós estaremos sempre conscientes na presença Dele, visto que Ele é. Isso é um conceito de “vida eterna”, e significa que passaremos a Eternidade perante Ele.

Mas Jesus fala dele mesmo no mesmo verso. Jesus também deve ser conhecido como único Deus verdadeiro, e não há conflito nisso, porque o Mestre disse certa vez: Eu e o Pai somos umJoão 10: 30. A diferença seria, pois, apenas saber que o Senhor Jesus se submeteu ao tempo, por um tempo, e foi enviado por Deus Pai. De resto, Jesus também é. O “tempo” todo, ou fora dele, Jesus é. Para complicar ainda mais esse entendimento, ou clareá-lo (quem sabe?): Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamenteHebreus 13: 8. Ou seja: Jesus não Se submete ao tempo, Jesus é! Tanto quanto o “Eu Soué! E comprovando que a “vida eterna” é a do verso, veja-se o que disse o Senhor Jesus a Deus Pai: Pai, quero que onde eu estiver, estejam também comigo aqueles que me deste, para que vejam a minha glória, a glória que me deste, porque me amaste antes da criação do mundoJoão 17: 24. A Pedro, por exemplo, que insistia em afirmar que morreria com Jesus e Lhe perguntava onde Ele iria, o Mestre lhe disse: … Para onde eu vou, não podes seguir-me agora; mais tarde, porém, me seguirásJoão 13: 36, 2.ª Parte.

Onde está Pedro agora? Será possível que Pedro tenha se tornado “um” com Deus Pai e com o Senhor Jesus? A resposta é afirmativa, porque Jesus pediu ao Senhor que isso acontecesse, quando ainda estava na presença de Seus discípulos, como homem: Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti. Que eles também sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes dei a glória que tu me deste, para que sejam um, como nós somos um: Eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste, que os amaste como também amaste a mim João 17: 20 a 23. Logo, Pedro se tornou “um” com Jesus e com o Pai, e seguiu a Jesus no tempo oportuno, e com Eles lá está. Por isso que a “vida eterna” é a do verso acima transcrito: se Jesus é, e é; se o Senhor é, e é; e se Ambos estão sempre com a consciência no presente e Livres do tempo, ou de todos os tempos e tempo, ora, então, basta um pouco mais de tempo para estarmos com Eles (João 17: 20 a 23) – e com Pedro – pois onde Eles estiverem nós lá estaremos também. Afinal, Eles nos querem juntos Deles! Contudo, se acreditamos e já estamos conscientes, de todo o coração, em relação ao que nos diz e ensina o verso, a “vida eterna”, para nós, já começou.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Você não pode simplesmente se apartar da sua vida para ponderar o que teria acontecido se você houvesse tido uma vida diferente. Não existe um ‘você’ separado da sua vida real. Você não existe separadamente da sua vida, e é nessa vida que você precisa encontrar a bondade de Deus” – Dallas Willard.

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Provérbios 11: 25.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“A alma generosa prosperará; o que regar também será regado” – Pv. 11: 25.

Piedade. Fraternidade. Amor ao próximo. A vida é incerta, mas a Palavra de Deus não. Como se o amor de Deus, derramado no coração daquele que olha as pessoas à sua volta, não bastasse, Deus ainda faz a promessa de que a alma generosa prospera e que, no infortúnio, alguém a ajudará. Nada levaremos deste Mundo, senão aquilo que acumulamos nos nossos corações. E a Bíblia diz que esse “tesouro” será provado pelo fogo. Somente aquilo que for submetido ao fogo (e tudo será) e permanecer, terá valor diante de Deus. As ações práticas e materiais de uma alma generosa, independentemente das promessas associadas àqueles que “regam”, levam consigo o peso certo da Eternidade. O fogo não as consome e apesar das promessas de Deus no verso acima, a maior recompensa da generosidade é desfrutar do amor de Deus, que se acumula tranquilo e sereno à espera da prova. Ora, que venha, pois, o fogo!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Rubem Alves)

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“O ódio segura, para que o outro não seja feliz. O ódio gruda mais que amor. Porque o amor deixa o outro voar…” – Rubem Alves.

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João 3: 30.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“É necessário que ele cresça, e que eu diminua” – Jo. 3: 30.

Devemos sempre ouvir a Palavra de Deus. E, como o próprio verbo indica, “ouvir” de alguém. Contudo, se esse alguém se sobressair a Deus, algo está errado. Muito errado! O pregador deve desaparecer para que Jesus apareça. Como disse João Batista no verso acima, “diminuir para Ele crescer”. O pregador deve querer desaparecer, para que o certo aconteça e a Verdade prevaleça. Desconfie do pregador que quer aparecer, se afaste daquele que chama para si a Glória do Senhor. Assim você estará adorando apenas a Deus, por Jesus Cristo. Amém.

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Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Quem experimenta a beleza está em comunhão com o Sagrado” – Rubem Alves.

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Entre o Egito e a Terra Prometida

* Reflexões em Cristo *

TextoEntre o Egito e a Terra Prometida

Para abrir o texto, clique no arquivo abaixo:

Entre o Egito e a Terra-Prometida

Um pouco sobre o texto: a quem se considere peregrino e estrangeiro nesta terra; a quem tenha consciência de que está só de passagem e sabe que não é daqui, esta mensagem há de lhe interessar. A quem se vê como cidadão do Reino de Deus, escolhido e separado por Ele, em Jesus, este texto há de lhe trazer consolação e alegria. No Livro de João, Capítulo 17, quando Jesus ora pelos Seus discípulos, nós temos clareza e certeza no sentido de que, um dia, estaremos onde Jesus está: ao lado do Pai. Jesus diz textualmente que os Seus seguidores não são deste Mundo, como os Hebreus não eram do Egito. Assim, esta reflexão é como uma parábola, que nos diz, em síntese, que devemos nos lançar no deserto, sem medo e sem temores, rumo à Terra Prometida, pois o Emanuel estará conosco, dispensando-nos Seu cuidado e zelo. Para maiores detalhes dessa bendita empreitada, por favor, busquem-nos no próprio estudo, cujo nome chama nossa atenção e desperta curiosidade: Entre o Egito e a Terra Prometida. É um estudo antigo, e um dos meus preferidos. Espero, em Jesus, que sua leitura abençoe a todos, de várias formas, Deus sabe.         

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Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Dificuldades são, geralmente, ‘ferramentas’, pelas quais Deus nos molda para coisas melhores” – Henry Ward Beecher.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Apesar de todos os males e sofrimentos que nos atingem na jornada da vida, é a convicção de que Deus, invariável e irresistivelmente, intenta o nosso bem, que nos assegura a paz e a alegria” – Dallas Willard.

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Provérbios 14: 4.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Não havendo bois, a manjedoura fica limpa, mas pela força do boi há abundância de colheitas Pv. 14: 4.

Vida sem tribulação não dá fruto, pelo menos, não muitos frutos. A “manjedoura” sem os “bois” é a vida sem as aflições. É vida confortável e fácil. Assim como os “bois” emporcalham a “manjedoura” (e dão, por isso, muito trabalho para mantê-la limpa), as aflições embaraçam as nossas vidas (e nos dão, também, muito trabalho). Porém, diz o verso que sem os “bois” não se tem “abundância de colheitas”. Assim, pelo raciocínio exposto, sem as aflições não teríamos crescimento substancial e abundante. O Senhor nos forja nas aflições. O sofrimento, nas benditas mãos de Deus, é uma poderosa arma a nos moldar de modo útil e proveitoso. Agradeçamos, pois, a Deus, em Seu Filho Jesus, por termos nossas “manjedouras” cheias de “bois”, porque justamente por “eles” é que temos “abundância de colheitas”. Que venham a nós, então, os problemas e as aflições (que são mesmo inevitáveis): estaremos preparados e dispostos ao “trabalho”, além de agradecermos a Ele por esse “trabalho” de “limparmos” as nossas “manjedouras”. Até porque, quem se importará em ter “trabalho” com a “manjedoura”, diante da alegria de estar com o “celeiro” cheio?

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“O cristão-consumidor é aquele que utiliza a Graça de Deus para obter perdão e os serviços da igreja em ocasiões especiais, sem, no entanto, entregar ao Reino dos Céus a sua vida e os seus pensamentos, intenções e sentimentos mais íntimos. Esses cristãos não se transformaram por dentro nem estão comprometidos com o Cristianismo” – Dallas Willard.

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1 Coríntios 12: 27.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ora, vós sois o corpo de Cristo e, individualmente, membros desse corpo” – 1 Co. 12: 27.

Opa! Isso aqui é coisa séria! Quem puder (e quiser) entender o que o verso diz terá, obrigatoriamente, que mudar (ou rever) um pouco os seus conceitos e preconceitos. Jesus é a(o) “Cabeça” do Corpo de Cristo. Nisso, creio eu, não haverá discordância alguma. O problema surge ao tentarmos definir o Corpo de Cristo. A rigor, toda e qualquer pessoa que ama o Senhor Jesus, e a Ele se entregou, faz parte do Corpo de Cristo. Porém, há diversas igrejas, denominações, seitas, ramificações cristãs, religiões, que adotam o Nome de Jesus Cristo, e cada uma segue seu curso, separadamente. A Bíblia Sagrada, no entanto, fala em “Corpo de Cristo”, porque esse “Organismo” só se mantém vivo se estiver unido. Que Deus Pai me perdoe pelo excesso, mas mais parece que esse “corpo” está “esquartejado”. Culpa nossa, talvez, ignorância?

Cada um pensa de um jeito. As práticas e dogmas são os mais variados. A bagunça é total! Há religiões que se fecham em si mesmas, e todos os outros estão errados. Uns, que fazem determinadas coisas, julgam os outros, que não fazem. Outros, que não fazem determinadas coisas, julgam aqueles que fazem. Existem igrejas que simplesmente proíbem seus membros de visitarem outras denominações, e as escusas são as mais variadas. Contudo, a mais comum é “não se contaminarem” com doutrinas alheias. Minha sensação quanto a isso é outra: os “donos” dessas igrejas querem manter suas “economias sadias”, e não querem correr o risco do “dizimista fiel” debandar para outras “paragens”, e enriquecer “bolsa alheia”. Há muito engano, muita manipulação, distorção, muita má-fé, infelizmente, em muitos lugares. E o “engraçado” é que Jesus nos diz: Então conhecereis a verdade e a verdade vos libertaráJoão 8: 32. Jesus fala em libertação, e muitos dos que se dizem “interlocutores” Dele pregam “prisões” e põem “fardos em nossas costas”. Como pode ser assim? Não pode!

Isso é completa e absolutamente contrário ao que o Senhor Jesus pregou e disse: Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviareiMateus 11: 28. Esse convite ou chamado tem validade até o derradeiro suspiro na vida do último ser humano. Essa palavra é séria: é palavra de Jesus Cristo. Então, se alguém está em alguma igreja ou religião, e não teve esse alívio dito por Jesus, ora, que pare e pense (Pelo amor de Deus!): tem coisa errada aí. Ou o erro está na insinceridade da pessoa, ou o pretenso profeta é falso profeta. Nesse passo, quem lê a Bíblia Sagrada se defende de gente com más intenções, ao mesmo tem em que se instrui e se aproxima de Deus, sem intermediários humanos. De resto, a consciência de cada um deve ser testada, pelo próprio cidadão. Logo, ou é autoengano ou engano de alguém, quem sabe as duas coisas. Fato é que as palavras de Jesus são vivas, e vivificam. Se isso não acontece, há algo errado, honestamente.    

E Jesus não morreu por um povo só (ou por uma religião, por uma seita ou por uma igreja). Jesus se sacrificou pela Humanidade inteira. E se o ser humano é complexo, que se dirá da complexidade da Humanidade? Dos povos, línguas, raças e nações? É justo, pois, o protestante dizer que o católico está errado? Ou vice-versa? Ou qualquer um de nós, a respeito de alguém? Se todos amam a Jesus? Há na Bíblia Sagrada um trecho que diz (Paulo diz) o seguinte: É evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. Ora, a lei não é da fé, mas: O que fizer estas coisas, por elas viveráGálatas 3: 11 e 12. Logo, a exemplo, se no seu local de culto é regra guardar o sábado, ora, guarde o sábado, mas não diga que quem não guarda está errado. Qualquer pessoa que esteja inserida nessa comunidade, que guarda o sábado, deve “viver por isso”. Se não estiver satisfeito, procure outro lugar para adorar o Senhor Jesus. Essa igreja que guarda sábado e todas as outras que não guardam, não salvam ninguém: só Jesus Cristo salva. Por isso a consciência do ser humano deve estar aberta para Jesus, pois este é o único modo de se achegar a Ele, e por Ele, a Deus. Portanto, se o coração de alguém estiver verdadeiramente em Cristo Jesus, é meu irmão! De resto, onde ele congrega ou se não congrega, o que faz e acredita, sinceramente, não me importa. O Senhor será o Julgador da vida de todas as pessoas. A nós outros nos cabem tão somente o amor e a fé, que unem o Corpo de Cristo, Bendita Unidade.  

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Nós temos que andar a segunda milha com Deus” – Oswald Chambers.

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Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“O Senhor Deus usa o sofrimento como uma ‘pedra de amolar’, para com ela deixar os homens afiados” – Henry Ward Beecher.

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Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Deus existe para tranquilizar a saudade” – Rubem Alves.

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Provérbios 26: 24.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Aquele que odeia dissimula com os lábios, mas no íntimo abriga o engano” – Pv. 26: 24.

Há muitas e muitas pessoas que não são verdadeiras quanto às suas intenções, inclinações, ideais e pensamentos. Por certo que ninguém “se abre” totalmente em suas relações sociais (no geral), porém, há um limite para isso, digo, entre ser honesto e desonesto. Só o tolo “descortina” a sua vida e seu ser por inteiro, e paga caro por isso. O prudente age com sabedoria e, sem deixar de ser íntegro, fala e mostra o suficiente e aquilo que for justo. Isso é absolutamente normal. O correto é, pois, dentro de certos limites razoáveis, nós agirmos sempre de “peito aberto” e com a consciência limpa. Creio que quem assim se conduz, age com amor. Agir com amor é uma atitude, não uma emoção, apesar de que a emoção, por vezes, também está presente. E quem assim age não abriga em seu íntimo o engano, porque não dissimula, pelo contrário, é verdadeiro.

Dissimulação não é coisa boa. Dissimulação é sinônimo de hipocrisia e fingimento. Atua com falsidade quem dissimula, porque oculta em seu íntimo seus verdadeiros sentimentos e intenções, e passa uma imagem diferente disso para os outros, geralmente boa, mas irreal, mentirosa. E há muita gente assim. Logo me vêm à mente os políticos, pois que nesta seara eles estão entre os campeões. Por conta disso que eu, particularmente, desprezo e abomino qualquer forma de política, pois sempre que ela existe, ela “ofusca” as coisas boas, quando não as “mata” de vez, e nada do que vem dela é confiável, tudo é aparência, “cortina de fumaça”. Mas é claro que existem pessoas assim em todos os lugares, nos púlpitos, inclusive. Quem dissimula atua com ódio, não com amor. Se dissimular, pois, então, defrauda, engana, ilude, confunde, esconde, não é de Deus.

Há pessoas cujos lábios “destilam favos de mel”, mas que têm o amargor na alma. “Almas negras”, sombrias, escuras, sinistras. E que enganam a muitos. Fazem com que os que estão à sua volta tenham uma percepção errônea a respeito delas, não correspondente à verdade. “Sepulcros caiados”, como nos exemplifica a Bíblia Sagrada, e, na “boca do povo”: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”. Tem-se, pois, bom julgamento delas e, com isso, nasce o afeto, a confiança, a simpatia, a proximidade, e até, por vezes, a amizade, enfim, vários tipos de relacionamentos. Pronto: consumado está um dos piores tipos de engano, de engodo. Todos esses sentimentos bons são nutridos em relação a essas pessoas más e sórdidas, que não hesitam em “atuar”, representando um papel, para defraudar e atingir os seus nefastos objetivos, que são os mais variados, diga-se de passagem. Dinheiro, sexo, poder, controle, satisfação pessoal, cobiça, posse, egoísmo, maldade, vaidade, vaidade de vaidades. E Deus sabe lá mais o quê possa vir a surgir do desvio do ser humano, da perversidade e da crueldade de seu coração.

O curioso é que essas pessoas cultivam e concretizam esses “enganos” em seus íntimos, externando coisas diversas. Só que ao Senhor o íntimo de qualquer pessoa está à vista, à mostra, nu: não há como enganá-Lo. Logo, esses indivíduos enganam muita gente, mas não todos, e nunca a Deus. Podem até enganar por toda a vida, mas o tempo de prestar contas chega sem demora, para qualquer um. E o autoengano é comum em gente assim, e isso é coisa autodestrutiva, com certeza. De todo modo, e sob qualquer perspectiva, é uma desgraça total ser uma dessas pessoas. Estas são como “bombas-relógio”: mais dia menos dia, quando menos se espera, “explodem”, “vão pelos ares”, sem volta, sem remédio. E o “inferno” está dentro delas, não há paz. Afinal, o contrário do amor é o ódio. Quem quiser um resumo sobre os benefícios do amor, leia, pois, 1 Coríntios 13 e Romanos 12: 9 a 21. De resto, o Texto Bíblico nos exorta a sempre agirmos com prudência e amor. Prudência para evitar as pessoas do verso. Cautela para descobri-las, antes de termos prejuízos. E pelo amor, para ver se possamos fazer algo de útil por elas. Por fim, algo não menos importante: devemos vigiar para que não nos transformemos em gente desse tipo, apesar de que é bem possível que caráter e índole contem para não sermos assim. De resto, que a misericórdia de Deus nos alcance, por Jesus, e nos livre desse mal. Amém e amém!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Deus, como nosso ‘fiel Criador’, e como nos é apresentado ‘na face de Jesus Cristo’, é adorável e magnífico” – Dallas Willard.

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Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Ministério é a oportunidade que nos rodeia” – Oswald Chambers.

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João 9: 9.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Alguns diziam que era ele. Outros diziam: parece-se com ele. Mas ele mesmo insistia: Sou eu” – Jo. 9: 9.

Jesus cura um cego de nascença. Ou seja, Jesus deu a visão a alguém que nunca havia visto nada, jamais havia discernido forma alguma, nem sabia o que era “cor”. Podemos presumir que esse cego de nascença vivia na escuridão, no breu em plena luz do dia, em qualquer hora do dia, o que dá uma bela metáfora. Aliás, o texto todo é uma grande metáfora. Ou uma rica parábola de Jesus (chegaremos lá!). O sinal de cura realizado por Jesus causou perplexidade tal nas pessoas, que o caso foi levado aos Fariseus, e chegou a dividir suas opiniões, uns a favor, outros contra, mas todos perplexos. Chamaram os pais do cego, que confirmaram tudo. Perguntaram eles ao (que era) cego, várias vezes, a mesma coisa: como ele era cego e agora via, até que ele perdeu a paciência, respondeu de forma rude, e o expulsaram. E Jesus fez esse milagre em um sábado, fato este que escandalizou ainda mais os mais “beatos”.

Em relação ao cego, cujo nome não nos é revelado pela Bíblia sagrada, é certo que nele houve uma “transformação” física, uma expressiva e drástica mudança de “status”, de condição, pois que ele era cego, mas pela intervenção do Mestre passou a ver. Ele era um deficiente físico por conta de sua cegueira, e passou a enxergar. Jesus fez lama, aplicou-lhe a lama nos olhos, mandou que ele se lavasse no Tanque de Siloé, e ele foi curado. Siloé, que quer dizer “o Enviado”. Antes disso Jesus disse a Seus discípulos, diante de uma pergunta sobre pecado:Nem ele pecou, nem seus pais, mas isto aconteceu para que se manifestem nele as obras de Deus. Devemos fazer as obras daquele que me enviou enquanto é dia. A noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundoJoão 9: 3 a 5. Que lindas palavras do Senhor Jesus!

Ver” e “enxergar” são palavras com mais de um sentido. Existe o sentido figurado pelo qual esses termos passam a ter o significado de “se perceber algo que não se via, percebia”, alguma coisa que estava oculta à percepção nos é revelada. Jesus nos dá um exemplo real no plano físico, humanamente impossível de qualquer um fazer, que é curar um cego de nascença. Mas Seu ensino visa o plano espiritual, pois Ele quer nos dizer que todos nós somos “cegos de nascença”. Nascemos “órfãos de Deus”. E, assim, nós precisamos de algo que só Jesus nos dá, que só Jesus pode nos dar, e ninguém mais; com isso, nós devemos-nos “lavar” no “Tanque de Siloé”, para, então, finalmente, podermos “ver” e “enxergar”. A Verdade, verdadeira realidade, nos é descortinada. E acaba que “o Enviado” de Deus nos modifica de forma profunda, maravilhosa e irretorquível. A mudança é tão grande que muitos não acreditam nela, a ponto de alguns dizerem a nosso respeito: “é ele mesmo”; outros dizem: “não, parece-se com ele, mas não é ele”; e nós gritamos em alta voz: “sou eu, eu mesmo, mas com Jesus agora, graças a Deus, Aleluia!”.

Essa transformação é espetacular, incomparável, única, e só a conhece quem, de fato, viveu isso. ISSO! Sempre que alguém se entrega a Jesus, por mais estranho que pareça, à sua volta ocorre alguma comoção, confusão, estranheza, censura, até pena, dentre outras inúmeras reações, muitas delas boas, claro. As pessoas, no geral, não entendem o que é e significa “ver” e “enxergar”, “ser curado” por Jesus. Quem não experimenta em si mesmo a bênção de ser “curado da cegueira” pelo Senhor Jesus, não alcança a grandeza da coisa. COISA! Todas as partes históricas desse Texto Bíblico são metafóricas e podem ser tidas por pequenas parábolas, ou partes de uma parábola maior. A riqueza desse trecho Bíblico é espantosa. Uma abençoada “mistura” de atos concretos de Jesus e fatos, com ensinos e verdades espirituais das mais vitais. Há pessoas que “em plena luz do meio dia” nada “enxergam”, apesar de não serem cegas. Se quiserem “ver”, precisam de Jesus Cristo de Nazaré. Qualquer pessoa só passará a “ver” se permitir que Jesus faça e aplique Sua “lama”, e “vá se lavar”, em seguida, no “Tanque de Siloé”. Sem que isso aconteça, muitos até veem, mas nada “enxergam”, infelizmente.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Mário Quintana)

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“Não faças da tua vida um rascunho. Poderás não ter tempo de passá-la a limpo” – Mário Quintana.

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Foto Imagem (À vida…)

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FOTO IMAGEM

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À vida...

À vida…

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Meta, a gente busca.

Caminho, a gente acha.

Desafio, a gente enfrenta.

Vida, a gente inventa.

Saudade, a gente mata.

Sonho, a gente realiza.

© Clarice Lispector

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Érico Veríssimo)

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“Em minha opinião existem dois tipos de viajantes: os que viajam para fugir e os que viajam para buscar” – Érico Veríssimo.

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2 Crônicas 31: 21.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Em toda a obra que começou no serviço da casa de Deus, na lei e nos mandamentos, para buscar a seu Deus, de todo o coração o fez. E assim ele prosperou” – 2 Cr. 31: 21.

Esse verso faz parte do relato Bíblico sobre Ezequias, um dos reis de Judá. A primeira menção do nome de Ezequias aparece em 2 Crônicas 28: 27. Depois disso, quatro capítulos inteiros são dedicados a ele, isto é, os Capítulos 29 a 32, de 2 Crônicas. Veja-se que não é pouca coisa, levando-se em consideração o fato de que Ezequias não foi um dos três grandes reis, da época de Israel unificado. Porém, está claro, de forma literal, que ele foi alguém que agradou bastante a Deus, em vários aspectos. E não foi um reinado dos mais longos, apenas por vinte e nove anos Ezequias ocupou o trono de Judá. Mas há dois aspectos muito interessantes para nós, em relação à vida deste particular rei de Judá, que muito nos ensina: o primeiro é que tudo o que ele fez, fez de todo o seu coração; depois, o segundo aspecto, ele foi uma pessoa próspera.

Pois bem. Logo de saída, então, há algo que devemos notar no comportamento e nos atos de Ezequias: seu coração era pleno de integridade. Este é o primeiro ensino do verso a nós todos, que devemos pautar, e/ou tentar com afinco pautar, todos os nossos atos, condutas e pensamentos, com essa mesma integridade. Ser íntegro, ou agir/ter integridade, é ser completo, inteiro, reto para com Deus, com as nossas imperfeições, inclusive. Em resumo, tudo o que nós somos deve e precisa estar diante de Deus. Ora, tudo está diante de Deus, alguém poderia argumentar. É verdade, Deus é Onisciente, mas o que deve estar diante de Deus é a nossa vontade, a nossa voluntariedade, e a inteireza de nossos corações que, pelo livre arbítrio, bem podem estar “dividida”, ou com algum “desvio”. É importante frisar que os nossos defeitos são parte de tudo isso, dessa imprescindível “integridade”, pois até eles, como “falhas” nossas, precisam estar diante de Deus: não há ser humano perfeito, Ezequias não era.

Ezequias também cometia erros, como também tinha maus pensamentos, e fazia coisas ocasionais que não agradavam a Deus. Como qualquer pessoa, aliás. Assim é que o ser humano deve se apresentar a Deus como ele é, e deve também colocar diante de Deus todo o seu ser, com inteireza e franqueza. Quem vive para Deus, vive o tempo todo para Deus, em qualquer lugar, em todos os lugares. E assim faz (ou deve fazer) com plenitude. Errar faz parte disso, ser injusto, às vezes, também; equivocar-se, confundir-se, irar-se, alterar-se, e o mais que se possa dizer em termos de comportamentos inadequados, faz parte de tudo isso. O ser humano é assim, nós todos somos assim. O vital e o mais importante é “ser assim” diante de Deus, com inteireza de coração. Para que Ele possa nos corrigir, ensinar, e nos tornar prósperos.

E isso nos leva ao segundo aspecto desta reflexão: a prosperidade. Ezequias era rico em termos de bens materiais, afinal, era rei. Mas a maior riqueza de Ezequias não era a material e, sim, a espiritual. Aqui reside a beleza da coisa: as maiores riquezas de Ezequias eram a integridade de seu coração para com Deus, e a sabedoria que lhe permitia ser humilde, mesmo sendo rei. Ora, que rei se humilha e volta atrás em sua palavra? Somente aquele que não se preocupa com sua “imagem” perante os outros, mas tão somente perante o Senhor. E foi isso que Ezequias fez ao ser acometido por um “ataque de soberba”: depois de Deus lhe ter “chamado à atenção”, ele se humilhou e foi perdoado. Ezequias bem sabia que seus tesouros mundanos pouco valiam se a verdadeira prosperidade não abundasse em seu coração. Logo, a prosperidade que Deus Pai proporciona a Seus filhos também é material, mas a principal prosperidade é a sabedoria do Senhor que se instala nos corações humanos, e o estado de espírito de se saber quem é, com todas as implicações e fragilidades. Em ambas as situações existem os ricos e os pobres; mais rico é, no entanto, o pobre de bens materiais que é rico em sabedoria divina. Esse é próspero de verdade, e leva a sabedoria consigo para a Eternidade, riqueza incorruptível que adere à alma. Pouca coisa abala esse felizardo, pleno de prosperidade, “Fortalecido por Deus”, que, a propósito, é a tradução do nome “Ezequias”, do Hebraico.  

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“O homem íntegro e real é aquele que sempre encontra desculpas para os outros, mas nunca para si mesmo” – Henry Ward Beecher.

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João 4: 23.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, pois o Pai procura a tais que assim o adorem” – Jo. 4: 23.

Muita coisa mudou a partir da vinda de Jesus Cristo. Dogmas e conceitos foram revistos, e mesmo “revirados”. Os sacrifícios de sangue para vivificação e perdão de pecados foram abolidos e substituídos, pelo único e suficiente sacrifício do Senhor Jesus, que verteu Seu sangue na Cruz do Calvário por nós todos, para a nossa salvação e redenção. O Altar do Templo foi sucedido pelo coração humano. E o próprio Templo de pedras foi destruído, e já não existe mais. Jesus, no entanto, teve Seu “templo” (corpo) destruído, mas o “reergueu” em três dias. E na ausência do Templo, com a vinda do Espírito Santo ao coração humano, nós nos tornamos templos do Espírito Santo. Logo, o que o Senhor Jesus quis dizer àquela Samaritana, era que o tempo de adorar a Deus “de forma interna” havia chegado.

Assim, onde sentimos os nossos anseios e inquietudes (no coração), agora é o local onde Deus deve ser adorado. “Em espírito e em verdade” só acontece no interior do ser humano, no qual as “máscaras” e os subterfúgios simplesmente não funcionam, pois o Senhor nos vê em nossa “nudez”. O Mestre nos queria (quer) dizer que de nada adiantam as “aparências exteriores”. Não adianta tomar banho, se perfumar, vestir a melhor roupa (de domingo, para alguns), e ir à igreja com a Bíblia debaixo do braço, se não houver “louvor interno”, contrição a Deus. Tampouco é útil agir de modo condizente como crente, se dentro de si não for dada a devida honra ao Senhor. Nesse passo, são inúteis as promessas, os sacrifícios corporais, as simpatias, as velas acesas, as rezas e orações “como mantras”, as barganhas, pois que tais coisas não movem mais o Coração de Deus. Apenas há espaço para alguns votos, e isso é coisa muito séria para Deus Pai (Eclesiastes 5: 5 e 6). Em síntese, atos “destituídos de coração” (sem louvor, adoração e glória), não servem para nada; eles são perda explícita de tempo e, no mais das vezes, se perfazem em heresias, que apenas provocam a ira de Deus.

O sujeito coloca um paletó com gravata, põe um sapato bem engraxado, faz seu asseio com perfeição e, com um discurso “impecável”, vai à igreja e assim se mostra aos demais, mas, dentro de si, sua alma não está “em espírito e em verdade”. Isso e nada é a mesma coisa. Ato (sacrifício) material inútil. Esse é só um exemplo “fácil de visualizar”, mas há outros, infindáveis. Logo, não há como “departamentalizar” as nossas vidas, e nós devemos ser nós mesmos o tempo todo. E eu creio que consigo explicar isso de forma muito simples. Os sacrifícios antigos eram ofertados no Templo com derramamento de sangue de determinados animais, que era espargido no Altar. Isso “limpava” a pessoa de seus pecados e a purificava, por certo tempo. Era preciso, pois, fazer tudo de novo, segundo as regras então impostas por Deus, até Jesus. E Jesus “virou do avesso” esses conceitos. Tanto assim que foi morto por conta disso, apesar de que era Plano de Deus para a redenção das próximas gerações. Como dito, para resgate do raciocínio, o Altar de Deus passou a ser o coração humano, mas o sangue vertido sempre há de significar vida.

Ora, se nós somos templos do Espírito Santo de Deus; e se os nossos corações são os novos Altares de Deus, desde Jesus, vamos todos raciocinar: o que passa constantemente pelos nossos corações? Sangue. Vida. O Altar de Deus, consubstanciado no coração humano, “verte” sangue ininterruptamente, todo o tempo, segundo a segundo. Se alguém se entrega a Deus, por Jesus, pois, vira rei, sacerdote, levita e profeta, instantaneamente, e faz sacrifício contínuo a Deus, pelo seu sangue que pulsa e “corre” em seu coração. Passa a viver para Deus. O “sacrifício de sangue” que nos livra do pecado e nos redime é, pois, a nossa entrega a Deus, por Jesus, e o nosso estado de espírito constante deve ser louvá-Lo, adorá-Lo, amá-Lo, honrá-Lo, em nosso âmago, na nossa essência, no mais profundo do nosso ser, com sinceridade, transparência espiritual e integridade. “Em espírito e em verdade”. Sem descanso. Sem cessar. Acordados e dormindo. Ao respirar. Sempre. Como o sangue que “corre” em nossas veias e passa constantemente pelos nossos corações (altares de Deus). Isso é vida com Deus. No escuro dos nossos “quartos”, sozinhos, com nossos anseios e inquietudes, é ali que verdadeiramente se adora a Deus Pai.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Paul Tournier)

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“A nossa tarefa maior é viver a nossa comunhão pessoal com Cristo numa intensidade tal que faça isso se tornar contagiante” – Paul Tournier.

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