Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Lucas 18: 41.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Que queres que te faça? Respondeu ele: Senhor, quero ver” – Lc. 18: 41.

Imaginemos: o Senhor Jesus nos faz uma pergunta e nos concede a realização de um desejo. O que você escolheria? O que você pediria a Jesus que lhe fizesse? O verso acima transcrito nos conta a história do cego de Jericó (Lucas 18: 35 a 43). Um ser humano anônimo, sem nome para nós, que queria voltar a enxergar. E lhe foi concedido: a Bíblia nos conta que ele tornou a enxergar. Nos tempos dos primeiros reis de Israel, o Senhor veio e apareceu a Salomão, de noite, e lhe concedeu um desejo. Disse-lhe o Senhor: … Pede o que queres que eu te dê2 Crônicas 1: 7. O pedido de Salomão foi “sabedoria”, porque lhe tirava o sono ser juiz de um povo tão grande, e não ter sabedoria para julgar todas as causas e negócios de Estado (2 Crônicas 1: 10). E Deus Pai, extremamente satisfeito com a resposta de Salomão (2 Crônicas 1: 11), acabou lhe dando muito mais daquilo que pedira: entendimento, bens, riqueza e honra (2 Crônicas 1: 12). Consta, Biblicamente, que nenhum rei antes nem depois de Salomão, teve ou teria o tanto que Deus lhe concedeu. Salomão “pediu bem”, tanto quanto o cego de Jericó (Tiago 4: 3).

E ambos falaram diretamente com Deus. Dá pra imaginar? Falar face a Face com Deus? Falar com Jesus, vendo-O? Acho que eu nem saberia o que dizer nem como me comportar. Eu ficaria paralisado, mudo, “estático”, e com a mente vazia, por puro espanto. Bem, ao menos nos primeiros instantes, em estado de choque. Claro, pois que seria uma experiência extraordinária e sobrenatural, ora. Ahh! Mas como eu queria que isso acontecesse comigo, de qualquer forma, poderia ser até em sonho, desde que eu pudesse falar “tête-à-tête” com Jesus ou com o Senhor. Meu Deus! Que glória isso seria… No entanto, ainda há a questão da hipótese de me ser concedido um desejo, a realização de um sonho ou projeto, ou o que seja. De novo, portanto, surge a questão do que pedir. “Pedir bem”. Eu devo pensar em mim ou nos outros? Salomão pensou no povo, e o cego de Jericó, nele mesmo. Logo, foram lícitas as duas situações. Disso extraio que se eu pedisse algo para mim, mesmo que fosse um pedido particular, tal qual a cura para minha cegueira, dependendo do que viesse a ser, eu bem que poderia ser atendido (de acordo com os critérios do Céu, por certo).

Porém, vamos continuar a reflexão e o pensamento focados nessa maravilha. Pensar (e refletir) é sempre bom e útil. Qual pedido, afinal? Eu já me manifestei em outros textos sobre a inutilidade de algumas orações, e o exemplo mais expressivo é a paz no Oriente Médio, especialmente em Jerusalém, que julgo impossível de acordo com a Palavra de Deus (Gálatas 4: 29), e por todo contexto da volta de Jesus. Logo, na mesma esteira, alguns pedidos seriam contrários à vontade de Deus, se correlatos com o fim dos tempos. Paz mundial? Parece-me um pedido impertinente. Fim da fome e das doenças no Mundo? Outra demanda que afronta o Apocalipse. Dar cabo de uma vez nos falsos profetas? Igualmente, não, eles estarão sempre por aí. E assim com todas as coisas do gênero, plurais. Na seara particular e pessoal, riquezas, pensando somente em meu benefício? Não, não me parece justo. Morte dos meus inimigos? Bem, eu nem devia ter inimigos, só este fato já é uma vergonha minha. Que mais se possa pensar? Se for algo baseado em egoísmo e egocentrismo, para proveito e deleite só meu e de mais ninguém, creio que Deus me reprovaria tal pedido.

Entretanto, eu creio que saberia o que pedir a Deus, e seria algo proveitoso para mim e para todos ao meu redor. Se por meio de Jesus: “Que queres que te faça?”; ou se pelo Senhor: … Pede o que queres que eu te dê; “Eu quero, simplesmente, ser feliz o tempo todo”. Se meu desejo se realizasse, eu seria uma pessoa que não poderia ser derrotada por nada nem ninguém na vida. Eu contaminaria todos à minha volta, com minha felicidade. Amor se multiplica, mas felicidade (creio), também. Se eu fosse feliz full time, eu seria feliz na saúde e na doença, na riqueza ou na pobreza, com o que eu tivesse ou não eu estaria feliz. Enfim, eu seria feliz em qualquer circunstância. Eu estaria em constante contentamento, e jamais me preocuparia com o futuro, afinal, eu teria a garantia de que estaria feliz no futuro, sempre. Contudo, devo dizer que isso me privaria de experiências valiosíssimas advindas das tristezas, dificuldades e agruras da vida. Isso é fato, e Deus quer que cresçamos em estatura espiritual. Bem, que mal tem? Eu queria ser feliz. O tempo todo. Esse seria o meu pedido. Mesmo se me fosse negado. E, se concedido, mesmo se eu fosse tachado de “bobo alegre” de Cristo Jesus. Um ou outro resultado, eu continuaria amando a Deus e a Jesus do mesmo jeito. Será que no Céu é assim? Felicidade o tempo todo?

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Frases Etc. (John Finch)

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“Suicídio não é a resposta. Há esperança! Seu Nome é Jesus!” – John Finch.

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Criado-Mudo (O Aprendiz de Gutenberg)

“Um grande livro deveria deixar você com muitas experiências e um pouco exausto no final. Você vive muitas vidas enquanto lê” – William Styron.

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Livro recomendadoO APRENDIZ DE GUTENBERG – Um jovem apaixonado pelos livros e pela escrita e a invenção que desafiou o poder da igreja” – Alix Christie. Editora Planeta, 1.ª Edição – 2017 (366 Páginas).

Um pouco sobre o livro: uma estória dentro da História. É assim que eu classifico este livro. A cidade é Mainz, na Alemanha Medieval, o aprendiz é Peter Shoefer e o mestre é Johannes Gutenberg, inventor da prensa móvel e da tipografia. É uma obra de ficção, mas com muitos dados históricos e informações sobre a vida na época (costumes e tradições), entre 1450 até 1486. A Igreja Católica foi, num primeiro momento, opositora da invenção de Gutenberg, e muitos a consideravam como blasfêmia. A profissão de escriba, que eram os copiadores profissionais de textos, pergaminhos e cartas, prática muito comum de monges em monastérios e abadias, além de profissionais laicos, ficou ameaçada e restou mesmo prejudicada já em torno de 1500, com a disseminação e otimização das prensas. Consta que a grande jogada de Gutenberg foi o trabalho em segredo, de modo que, quando veio a público o seu feito, com a impressão de vários exemplares da Bíblia Sagrada, e, ainda, acompanhado do louvor de muitas pessoas poderosas, à Igreja Católica restou somente anuir e aplaudi-lo. Logo, o conteúdo do livro em apreço interessa a todos os cristãos, sendo certo que tal invenção e técnica foi fator preponderante para a disseminação da Reforma Luterana e para a posse da Palavra de Deus por qualquer pessoa, retirando o monopólio do Livro Sagrado (e de Sua interpretação) da própria Igreja Católica.  

As prensas de Gutenberg infelizmente também se prestaram à confecção de cartas de indulgência, vendidas pela Igreja Católica no Período Medieval, em franco comércio e puro interesse financeiro. Isso, de certa forma, ajudou Gutenberg e seus associados a terminarem o projeto principal, a impressão da Bíblia Sagrada, acalmando os  dirigentes mais poderosos da Santa Sé. Paro de discorrer sobre o livro aqui, mas transcrevo uma curiosidade atual sobre esse monumental trabalho e invenção: Ainda existem quarenta e oito exemplares da Bíblia de Gutenberg, completos ou em parte, dos cento e oitenta publicados. (…) A última vez que um exemplar foi leiloado, em 1987, o comprador pagou cinco milhões e quatrocentos mil dólares apenas pelo Antigo Testamento” (Fls. 363). No mais, espero ter despertado curiosidade em todos, e digo: este é um livro que vale muito a leitura.

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Frases Etc. (Eugene Peterson)

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“As formas que a sociedade usa para medir o sucesso diferem daquelas em que Jesus nos conduz” – Eugene Peterson.

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Frases Etc. (John Finch)

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“Existe uma necessidade específica de cada um de nós que só Deus pode preencher. Dinheiro, sexo, drogas, fama ou poder nunca serão suficientes” – John Finch.

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Provérbios 16: 8.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Melhor é o pouco, com justiça, do que grandes rendas, com injustiça” – Pv. 16: 8.

Eu gosto (e me orgulho) de “deitar a cabeça no meu travesseiro” e dormir em paz. Muitas pessoas são seduzidas pelo mal, e se entregam ao luxo, conforto e riquezas sem pensar nas consequências, ou seja, não importa o modo de como obter tudo isso, importa obter. E nesse caminho as pessoas se perdem. Os atrativos materiais deste Mundo tem apelo forte para desviar qualquer um de nós, se não estivermos atentos, vigiando. Por certo que caráter e índole contam, e muito, para evitar eventual queda nessa armadilha da vida. Porém, tem muita gente que “limpa o exterior do copo e por dentro está cheio de imundícia”. Vive de aparências. Só que aparências não enganam Aquele que conhece todos os corações. Recentemente soube de uma história de certa pessoa, aparentemente idônea e cristã (até então), que “me derrubou pra valer”. Custo a acreditar (até hoje) que seja assim, mesmo diante de todos os indícios existentes do malfeito. Talvez essa pessoa tenha sido seduzida pelo mal, ou já era de se esperar que fosse assim, o que é pior. E assim sendo, enganou muita gente, pela sua aparência e “discurso cristão”.

Coisa maléfica e nefasta, com abuso de confiança até de pessoas de seu círculo mais íntimo, inclusive. Deus me livre disso! O coração dessa pessoa Deus conhece bem, e ela sofrerá as consequências de seus atos, disso eu não tenho dúvidas. Essa pessoa obteve rendas, conforme ouvi, com injustiça. O mais horrível nisso é o dolo de fazer mal a “pequeninos” de Jesus, que perdem a fé e a esperança nas pessoas por causa de coisas como estas. Uma amiga costuma dizer, nesse passo, “Ainda bem que temos Jesus!”. E ela está certa: ainda bem que temos Jesus. Só o Mestre mesmo para nos livrar dos malefícios que pessoas desse tipo podem nos causar. Machuca bastante. De outra sorte, o Senhor nos abençoa como quer, segundo critérios Seus, misteriosos e ocultos para nós. Por que uns têm mais e outros têm menos? Mistério de Deus. Por que as oportunidades surgem a uns, e não a outros, ou a nós? Mistério de Deus. Por que pessoas se enredam em dívidas e em confusões financeiras, e outros não? Aqui os motivos são variados, e deixemos Deus Pai de fora disso, não? Não se trata de mistério de Deus, mas de coisas como “má sorte”, falta de planejamento, fatalidades, ganância, inveja, vícios, consumismo, descontroles e luxúria, dentre outras.

O homem pode ser ambicioso, mas sendo correto. Não vejo mal nisso, se não houver excessos. Mas o homem ganancioso, bem, esse “mete os pés pelas mãos”, no mais das vezes, e está sempre “enrolado”. Há quem viva com pouco, e dê graças a Deus. Ouvi de um amigo, certa vez, que sua meta na vida era viver na dependência de cada vez menos bens materiais e dinheiro. Uma vida simples, em síntese. Ele ama o Senhor Jesus e, quando me disso isso, já vivia modestamente. Boa pessoa. Outros, por outro lado, se não têm o que querem em termos de bens materiais e riquezas, “amaldiçoam” a Deus (como se isso fosse possível…). Com essa linha de pensamento torpe, de acordo com a consciência de cada um (ou mesmo pela falta desta), essas pessoas fazem o que for necessário para alcançar seus objetivos de enriquecimento ilícito e indevido. Defraudam. Enganam. Praticam malfeitos. Furtam. Roubam. Matam. “Destroçam” vidas, causando-lhes profundas feridas de alma. Literalmente trocam seus futuros na Eternidade pelos confortos deste Mundo, sem pensar no Vindouro, sem atentarem para Deus, e desprezando o próximo. Vivem o agora, só o presente (vale já, depois pouco interessa…), e “pisam” e “passam por cima” dos outros, em proveito próprio, exclusivo, preenchendo as concupiscências de seus ventres distorcidos e perversos.     

Deus nos livre dessas coisas, em Nome de Jesus. Pobres ou ricos, ou “na média”, o que vale nesta vida é a honestidade e a integridade, além da boa-fé e senso de ética. Nada obtido com base em qualquer injustiça nos trará proveito honrado e digno. Pessoas que vivem de aparência pagarão preços altos quando se lhes desvelarem seus atos de indignidade. Iníquos! Cedo ou tarde “se lhes será apresentada a conta e a fatura” de todas as suas condutas desonrosas. E ainda tem o Juízo de Deus – sobre isso, fico horrorizado e muito amedrontado. Logo, poucas ou muitas, ou “na média”, ora, que as nossas rendas venham até nós por intermédio da justiça, do nosso esforço, empenho e suor, por meio do trabalho de cada um, com retidão e lisura. Pessoas más obtêm suas riquezas com injustiça. Sejamos pessoas boas, que repartem e se preocupam umas com as outras, e nos contentemos com o que temos, dando graças a Deus. Jamais tenhamos parte com os maus e injustos. O destino dessa gente é muito ruim. Nem andemos com eles. Deixemos todos eles entregues à própria sorte, e que eles se entendam com Deus, no tempo devido. De nosso lado, pobres, ricos ou “na média”, vivamos as nossas vidas em paz e com serenidade, agradecidos a Deus, cônscios de que não somos daqui, e que por aqui estamos de breve passagem, peregrinos, rumo ao maior e mais bendito objetivo que qualquer ser humano possa vir a almejar: o Reino de Deus, o próprio Deus, com Jesus, os bons anjos e todos os santos, irmãos nossos, de fé e alegria.

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Frases Etc. (Timothy Keller)

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“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus, e isso bastou” – Timothy Keller.

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Lucas 14: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Nada lhe podiam replicar sobre isto” – Lc. 14: 6.

A sabedoria de Jesus era/é inesgotável (João 3: 34). Afinal, Jesus é Deus. Apesar de o verso acima transcrito pertencer a uma situação histórica específica, a cura de um hidrópico em um sábado, a verdade é que não houve ser humano, no tempo do Ministério do Mestre, que pudesse “replicá-Lo” com êxito. Muitos ousaram em Lhe fazer perguntas capciosas, mas nenhum desses indivíduos saiu vencedor, pelo contrário, Jesus os humilhava a todos e os punha em seus devidos lugares. E todos em volta ficavam assombrados com Sua autoridade, perspicácia e sabedoria, seus pobres oponentes, inclusive. São inúmeras as passagens Bíblicas a respeito de Jesus, nas ocasiões em que foi desafiado. A mais “icônica”, possivelmente, e uma das minhas preferidas, foi a tal vez relacionada com a “questão do tributo”: (…) Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de DeusMateus 22: 15 a 22.  Lindo! A Palavra de Deus nos diz que seus antagonistas saíam “tontos” dessas contendas, completamente maravilhados, derrotados e estupefatos.

Qualquer um que intentasse competir com Jesus, em discussões sobre a essência do Reino de Deus, levava uma “surra”, “apanhava” sem dó, saía “lascado”. E não havia quem Lhe pusesse em “saia justa”. Era mais ou menos como nossas avós nos diziam, quando éramos crianças: “Enquanto você vem com o fubá eu já estou voltando com bolo”. Nós não conseguíamos “dar a volta” em nossas avós, nos adultos em geral, e assim era com o Senhor Jesus, guardadas as devidas proporções, por óbvio. E a cada vez que ocorriam essas situações envolvendo contendores e adversários, Ele, Jesus, aproveitava a oportunidade para ensinar algo proveitoso a todos que O estivessem escutando. Boa parte desses ensinos está registrada na Bíblia Sagrada, mas, acredito, parece certo dizer que a maioria do que foi por Ele dito se perdeu no tempo, visto que Ele viveu pouco mais de 33 anos. Jesus fez muitas outras coisas. Se cada uma delas fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que seriam escritosJoão 21: 25.

Entretanto, imaginemos só as conversas íntimas que o Mestre teve com Seus discípulos e seguidores mais próximos, e também Seus discursos “a céu aberto”. Imaginemo-Lo contando uma Parábola. Ahhh! Quanta coisa não deve Ele ter ensinado, e quantos temas sensíveis por Ele não foram abordados? Certamente, palavras que gostaríamos de ouvir… Bem pode ser que foram ensinamentos que passaram pelo tempo “de boca em boca”, e eu não saberia dizer se chegaram íntegros até nós, e mesmo se nos alcançaram. Demais disso, o simples fato de se ter estado na presença física de Jesus, ora, isso deve ter sido algo impressionante, sem palavras. Bem-aventurados aqueles que estiveram com Ele, e coitados de todos os que O desprezaram. De todo modo, Jesus não era “homem” só de palavras: Ele dava exemplo também. O Mestre Se conduzia de forma impecável, impecável mesmo, sem trocadilho, já que passou por aqui sem pecado: Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano1 Pedro 2: 22.

Jesus era/é fantástico, e não há quem sequer se compare com Ele e que seja capaz de fazer o que Ele fez. Todas as boas e melhores virtudes se reuniam em Jesus. E como é bom ter parte com Ele, graças a Deus. O Senhor Jesus é digno de ser amado e admirado, por tudo, e por Ele mesmo. E Ele é o Caminho, e a Verdade, e a Vida, ninguém se achega ao Pai, senão por Ele (João 14: 6). Será que nós todos temos ideia da importância de Jesus em nossas vidas? Faço votos que sim, porque sem Ele, nos sobra nada. Com Ele e por Ele todo argumento falso cai por terra, e tudo o que não presta é destruído, no tempo certo. Por isso nós devemos nos submeter a Jesus, o que significa dizer que nós estamos submetidos a Deus, também, e ao Espírito Santo, selados e bem guardados. Se eu posso pensar em ter um herói em minha vida, este é Jesus. Sou fã incondicional Dele. Na verdade, sou Dele, em corpo, alma, espírito, consciência e o que mais restar disso. Impensável pra mim é o estar longe Dele. Inspiro e expiro, respiro Jesus. Assim é que conduzo a minha vida “torta” e imperfeita, mas justificada e regenerada, Nele, por causa Dele. Devemos nos unir em torno de Jesus, e é esse o convite que deixo neste texto. Jesus é perfeito, e o que é posto e ensinado por Ele, perfeição pura, ora, ninguém replica. Ninguém!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Dallas Willard)

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“A trajetória do nosso pequeno planeta não passa de um átimo no tempo cósmico” – Dallas Willard.

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Frases Etc. (Helena Tannure)

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“A adversidade está na rota do Povo de Deus. Se você ouviu um evangelho falando pra você ‘vem pra Jesus que você não vai ter mais problema’, mentiram” – Helena Tannure.

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Lucas 13: 29.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Virão do Oriente e do Ocidente, e do Norte e do Sul, e tomarão lugares à mesa no reino de Deus” – Lc. 13: 29.

Alguém pode definir com exatidão o que seria “Povo de Deus”? Ou “Congregação do Senhor”? Afinal, para quem está reservado habitar no Reino de Deus? Antes de Jesus, talvez, fosse mais fácil de responder, porque havia e ainda há (a meu ver) o “Povo Eleito”, os Judeus. Por esse raciocínio, todo o resto, conhecido por “Gentios”, estava excluído. Mas o Senhor, por meio de Jesus, resolveu estender Sua Graça a todos os povos, destes formando um só: o Povo de Deus. Acho que sempre haverá uma diferença, aos olhos de todos nós, para aqueles que são Judeus e todos os demais, Gentios, mas é fato que os que não eram da Videira foram Nela enxertados. De todo modo o Senhor ampliou o alcance entre os homens, para que estes fossem salvos. A chance de isso acontecer, me parece, é igual a todas as gentes, depois de Jesus. Da Humanidade, pois, são “pinçadas” pessoas de todas as partes e são agregadas aos santos de Deus já existentes. Santos, claro, com significado de “separados”, separados para Deus, por Deus, a engrossar as fileiras do Reino.

Jesus disse que no Reino de Seu Pai havia muitas moradas (João 14: 2). E o Mestre prepara lugar para aqueles que quiserem viver essa aventura, boa ventura. O Caminho do Reino de Deus, nós conhecemos bem: Jesus (João 14: 6). E conhecer o Senhor Jesus é conhecer a Deus Pai (João 14: 7). É preciso, pois, formar um grande povo para tomar os lugares vagos no banquete do Reino de Deus. Ninguém sabe ao certo o número de pessoas que para Lá vão. Tampouco há quem saiba quando virá a Consumação deste Século. Se nem Jesus sabia, que se dirá do homem (Mateus 24: 36). As coisas andam desandadas por aqui, no entanto, com muita discórdia e vaidades. Mais gente nascendo do que morrendo. Superpopulação, fome e pobreza, e o Planeta diminuindo cada vez mais; seja pela velocidade das informações e do conhecimento, seja pela falta de espaço mesmo. Além disso, o ambiente onde nós vivemos, que, de certa forma, nos aprisiona, se degrada dia após dia. Pode-se dizer, com certo grau de certeza, que aqueles que conhecem a Palavra de Deus e estão “conectados” com o Senhor em intimidade, sabem e percebem que as coisas vão mal.

As notícias ao redor do Mundo só pioram, e há conflitos por toda parte. As vaidades são muitas, tantas, vaidade de vaidades. Sempre há atritos entre os poderosos, que governam nações, chefiam grandes corporações ou lideram vertentes religiosas variadas. Dentro desse cenário, grupos e subgrupos se enfrentam com furor e fúria mortal, buscando a exclusão uns dos outros. A vida humana é “descartável” para muitas dessas pessoas, que pecam contra Deus ao assim pensar e agir. Não vejo saída prática para este Mundo, salvo, individualmente, passar pela “porta estreita”, Jesus (Mateus 7: 13 e 14). Diz Jesus que são poucos os que encontram a “porta estreita”, mas num universo incontável de pessoas, esse “pouco” é bastante gente. São as nossas escolhas pessoais que nos levarão ao Reino de Deus ou nos deixarão fora Dele. Gostaria de dizer que o Inferno não existe, mas há muitas menções na Bíblia de um lugar de eterno choro e ranger de dentes, onde o fogo não se apaga. Isso é horrível, mas o que Deus fará fora do tempo não nos cabe discernir, muito menos tentar adivinhar.

Há os Sinais dos Tempos, de todo modo, que nos são dados saber pela Bíblia Sagrada, ao menos para termos noções básicas do pé em que estão as coisas. E as coisas não vão bem, ultimamente, se formos sinceros e francos. Com o passar dos anos, experimentando e vivenciando a vida cristã, ainda por cima, vemos pessoas em quem confiávamos se revelando contrárias em caráter e índole ao que imaginávamos que fossem. Eu mesmo fui “ingênuo” com muitas delas. Porém, melhor assim, ingenuidade como pureza de coração agrada ao Pai. Sofrimento com desilusões todos nós tivemos, temos e teremos, e ao Senhor cabe o julgamento de cada um de nós. Algumas escolhas, dentre duas, muitas vezes, são muito difíceis, e alguém sai ferido. A vida é cheia de caminhos, contudo, algumas vezes, nos deparamos com encruzilhadas. E “Ou Isto ou Aquilo” só fica fácil no poema de mesmo nome de Cecília Meireles – na vida real e na realidade, é um tormento. Mas, a “porta estreita” é a boa escolha dentre todas, posso dizer. E quem ama o Senhor Jesus, ama o Pai; se ama o Pai, passa à condição de filho e amado Dele. Sendo filho Dele (e amado), então, é parte integrante do Povo de Deus, da Congregação do Senhor, uma “luzinha” vista do Céu, dentre inúmeras outras, a se encontrar, um dia, com outras tantas já recolhidas pelo Senhor. Povo agraciado e abençoado esse, boa gente de todo lado!

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Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“Fato é que aquilo que um homem faz quando baixa a sua guarda é a melhor evidência do tipo de homem que ele é” – Clive Staples Lewis.

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Lucas 12: 49.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Vim lançar fogo na terra, e que mais quero, se já está aceso?” – Lc. 12: 49.

Na minha Bíblia, antes do verso acima transcrito, há um subtítulo com o seguinte conteúdo: Jesus traz fogo e dissensão à terra. Forte esta afirmação, como fortes são os cinco próximos versos deste pequeno trecho Bíblico, incluso nele o verso-título. O que nos leva a refletir e pensar que a paz que Deus nos dá é interna, isto é, está dentro de nós. Talvez, pela presença do Espírito Santo em nós. Vejo clamores por orações variadas pela paz entre os homens, e sempre me pergunto: essas orações são possíveis? A resposta que “ouço de mim”: não, francamente, não. Quem se posta ao lado de Jesus Cristo “compra uma briga” imensa, essa é a verdade. E vale a pena? Claro, 100%, eu afirmo. Não há outro caminho. Contudo, as pessoas que não O conhecem não são capazes de entender a magnitude disso. Se Jesus é Deus, e Deus é amor, como odiá-Lo, e como nos odiar por estarmos com Ele? Pois é, é justamente isso que acontece. E a nós cabe orar por todos aqueles que a Palavra de Deus chama de insensatos, loucos e estultos, que vivem apartados Dele, Jesus.

Contraditório isso? Sim e não. Não, porque a oração nos faz pessoas melhores, e os nossos corações, universos à parte, individualmente interessam ao Senhor. O ato de orar nos aproxima de Deus Pai. E sim, porque certas orações, a meu ver são inúteis, especialmente porque a paz externa depende diretamente de homens, de suas vontades e caprichos. Peguemos um exemplo prático: orar pela paz de Israel. Eu digo: inútil! Coooomo assim? Não se escandalize tanto, pois é Bíblica a questão: Abraão, Hagar e Sara, Ismael e Isaque, Árabes e Judeus, Palestinos, Terra Santa, Jerusalém, disputas, guerras, terrorismo, religião, e o mesmo Deus – Mas, como então o que nasceu segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim é também agoraGálatas 4: 30. Foi, é agora e sempre será. Se acaso a oração pela paz de Israel funcionasse, não haveria a volta de Jesus e os acontecimentos descritos na Bíblia Sagrada como necessários para Sua segunda vinda, restariam prejudicados. Por exemplo: a construção do Terceiro Templo. Como isso se daria sem conflito e sem sangue derramado? Já que existe uma mesquita no lugar da construção, e não se cogita erguê-Lo em outro lugar que não lá?

Contudo, a Palavra de Deus é uma Profecia, que há de acontecer, palavra por palavra.Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Vem Senhor Jesus – Apocalipse 22: 20. E “Maranata!”, repetimos nós, que O amamos, ousadamente. Quem deseja ardentemente a volta de Jesus deseja conflitos e desordens generalizadas, caos e apocalipse. Porque só depois dessas coisas todas viveremos a paz verdadeira, punidos e lançados fora os ímpios e opressores. Nesse ínterim, paz? Só a interna, em nós. No Mundo governado pelos homens, com a “bênção” de Satanás, jamais haverá paz. No sistema mundano corrupto e corruptível a paz contínua e real é impossível. Os interesses dos poderosos se contrapõem e impera o egoísmo e a maldade. É assim desde que o Mundo é Mundo, ora. Quem se lembra da Pax Romana? Não era paz, era imposição de um Império essencialmente humano, mundano, distorcido e pervertido, composto de guerreiros e césares. Força e poder, a partir das Legiões Romanas. Roma, a “bola da vez”. E os costumes e tradições desse “povo civilizado” eram terríveis e deturpados, com atrocidades ocorrendo o tempo todo. Basta checar a História. Paz de Roma? Desculpe, não.

Que diferença há, pois, do Império Romano e de todos os outros impérios que existiram, e que diferença há entre os povos e nações de hoje em dia? Em essência, nenhuma. Jesus sempre teve opositores (e sempre terá), e criou profunda dissensão quando esteve entre nós. Deus O protegia, e Sua hora veio como prevista pelo Céu, mas havia muitos que O odiavam e O queriam morto, queriam matá-Lo, tirá-Lo de seus caminhos. Em pequena escala, isso ainda acontece. Dentro de um núcleo familiar, pessoas se contrapõem por causa de Jesus. Há diversas ramificações cristãs que se contrapõem. Há igrejas dentro de ramificações cristãs que se contrapõem. Há religiões que se contrapõem. O Mundo é uma bagunça, um caos. Paz? Além da paz interna, acima referida (a paz que excede todo entendimento – Filipenses 4: 7), só sobra uma neste Mundo: Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens Romanos 12: 18. Creio, portanto, que algumas orações nossas acabam sendo contrárias a Deus e aos desígnios Dele para com a Humanidade. Em suma, algumas orações nossas, ou temas de oração propostos por pastores e outros, são pura perda de tempo: nunca se concretizarão. No mais disso tudo, amigos/as, o fogo já está acesso…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Quando um homem olha uma simples rosa e deixa de sentir deslumbramento nisso, significa dizer que sua essência foi corrompida” – Henry Ward Beecher.

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Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Queime suas pontes atrás de você” – Oswald Chambers.

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Lucas 10: 16.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Quem vos ouve, a mim me ouve; quem vos rejeita, a mim me rejeita; mas quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” – Lc. 10: 16.

O Evangelho de Jesus, ou a Palavra de Deus, as Boas Novas, e o Reino de Deus, devem ser pregados, como testemunho, a todos os povos, línguas e nações (Mateus 24: 14). E Jesus disse explicitamente quem veio a ser e quem são as Suas testemunhas: Vós sois testemunhas destas coisasLucas 24: 48. Que coisas? A Paixão de Cristo, a Ressurreição, a pregação em Nome de Jesus, que gera arrependimento e a remissão dos pecados, a salvação, e tudo o mais. As testemunhas destas coisas foram os discípulos e seguidores de Jesus, vivos à época do Ministério do Mestre. Mas também são testemunhas Seus discípulos e seguidores de todas as gerações seguintes, a nossa, inclusive. Quem crer e for batizado, será salvo; mas quem não crer, será condenado (Marcos 16: 16). E antes dessa afirmação de Jesus, Ele nos comissiona a todos: Ide, por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criaturaMarcos 16: 15. Mas não fazemos isso pela força dos nossos braços, não, o nosso poder vem do Céu: Envio sobre vós a promessa de meu Pai, mas ficais na cidade, até que do alto sejais revestidos de poderLucas 24: 49.

A premissa básica do cristão, ou do crente em Jesus, é, portanto, a humildade. Isso porque não falamos ou damos testemunho de nós mesmos, mas do Senhor, e daquilo que Ele fez (e faz), no geral, e mudou (e muda) em nós (João 3: 30). E o poder para fazermos isso, como dito, nos é dado por Deus, que distribui dons aos homens, segundo critérios que desconhecemos. Assim, nem todos terão posições de destaque e serão separados para o sacerdócio ou voluntariado, mas todos, sem exceções, podem contribuir com alguma coisa para a expansão do Evangelho, o que significa dizer que vale, em Jesus, um simples sorriso, um afago, um abraço, um acolhimento, uma palavra, um “emprestar de ouvidos” (ouvir um desabafo), um dar e prover, “um copo de água fria a qualquer dos pequeninos” (Mateus 10: 42). Há muito que fazer em Nome de Jesus, por certo, e provavelmente a maioria das pessoas não terá um Ministério específico. Mas todos nós, por amor e gratidão a Jesus, senão por obrigação mesmo, devemos, no mínimo, ter disponibilidade e voluntariedade de anunciar o Senhor Jesus e a Obra de Redenção de Deus Pai ao próximo.

E isso se faz, no mais das vezes, apenas com o exemplo de uma vida pia e justa, sem quaisquer palavras. Diz-se comumente, e popularmente, que “um bom exemplo vale mais do que mil palavras”, não? A santidade dos filhos de Deus “grita” o testemunho de Jesus aos demais. Tal postura é um silêncio que “se ouve” e “se entende”, mais que “mil palavras”, palestras e outros tantos livros. É um “silêncio eloquente”. Deus se faz presente nos crentes em Jesus, literalmente, aliás, pela presença do Espírito Santo em cada um deles. Em cada um de nós, graças a Deus. Assim, por intermédio de um cristão, crente em Jesus, viemos a conhecer o Senhor Jesus. Logo, Ele, Jesus, belo e bendito dia, bateu às portas de nossos corações, e nós abrimos, Ele entrou, e ceamos com Ele e Ele conosco (Apocalipse 3: 20). Comunhão para a vida toda e Eternidade afora. Nós, como instrumentos de Deus, em Jesus, precisamos partilhar o que temos de melhor com os outros: justamente, Jesus. Em tempo e fora de tempo, em qualquer oportunidade, como nos diz a Bíblia Sagrada (1 Timóteo 4: 2).

Importa-nos, pois, falar de Jesus. Muitos nos escutarão; muitos deixarão de nos escutar. Alguns serão rudes conosco. E há parcela de pessoas que buscarão até mesmo nos matar, dependendo de onde estivermos no Planeta. Muitos cristãos, ao longo dos séculos, “falaram” idoneamente de Jesus com o custo de suas próprias vidas (Mateus 10: 28). Mártires, martirizados. Mortes horríveis, por vezes. Nem todos morrerão por causa do Evangelho, mas que todos morram em Jesus. O que se espera de nós é que cada um honre o seu chamado (cada um tem o seu). De nossa parte, pois, nós devemos cumprir as tarefas que Deus Pai nos dá (alegres e focados), com o maior empenho possível. O que os outros pensam disso ou deixam de pensar simplesmente não nos diz respeito. Jesus deixa claro, pelo verso acima transcrito, que quem nos rejeita por causa da Palavra de Deus, rejeita o próprio Senhor Jesus, e, por conseguinte, rejeita a Deus. Não é conosco o problema ou a questão dessas pessoas. Se não ouvirem os comissionados de Deus (todo cristão é um) em relação a Jesus, não devemos nos ofender: é a Deus que rejeitam. Com tristeza, oremos, para que essas pessoas terminem acolhidas pelo Senhor. Elas não têm consciência nem dimensão do que perdem; tampouco da situação em que se encontram. Pobres coitados. Misericórdia. E, de nossa parte, se possível, paz com todos (Romanos 12: 18).

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Eugene Peterson)

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“Um líder genuíno nunca irá explorar suas emoções ou sua carteira” – Eugene Peterson.

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Insight (Plano de Trabalho)

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Plano de Trabalho para a Vida Toda

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1. Faça o que é certo, não o que é mais fácil. O nome disso é Ética.

2. Para realizar coisas grandes, comece pequeno. O nome disso é Planejamento.

3. Aprenda a dizer “não”. O nome disso é Foco.

4. Parou de ventar? Comece a remar. O nome disso é Garra.

5. Não tenha medo de errar, nem de rir dos seus erros. O nome disso é Criatividade.

6. Sua melhor desculpa não pode ser mais forte que seu desejo. O nome disso é Vontade.

7. Não basta ter iniciativa. Também é preciso ter “acabativa”. O nome disso é Efetividade.

8. Se você acha que o tempo voa, trate de ser o piloto. O nome disso é Produtividade.

9. Desafie-se um pouco mais a cada dia. O nome disso é Superação.

10. Para todo “Game Over” existe um “Play Again”. O nome disso é Vida.

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Autor Desconhecido.

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Frases Etc (A.W. Tozer)

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“Algumas amizades não poderão ser mantidas se você quiser ser um cristão” – Aiden Wilson Tozer.

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Frases Etc (Rubem Alves)

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“Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto” – Rubem Alves.

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Lucas 10: 20.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Mas não vos alegreis porque os espíritos se vos submetem, alegrai-vos antes por estarem seus nomes escritos nos céus” – Lc. 10: 20.

Livro da Vida. É neste Livro Sagrado que os nomes dos filhos de Deus, em Jesus, estão inscritos, registrados. Um privilégio e tanto! Quando nós oramos a Deus por salvação, por intermédio de Cristo Jesus, nós pedimos a Ele que escreva o nosso nome no Livro da Vida. Esta é uma parte importante da oração de entrega a Deus, feita por qualquer um de nós, agora crentes em Jesus, ou cristãos (se você ainda não a fez, faça-a sem demora, não espere pelo ocaso, nem pela aurora – já). Atendido um chamado do púlpito, ou em particular em qualquer outro lugar, não importa o modo, a grata “oração inaugural”, que nos torna filhos de Deus, em Jesus. O pedido que nos aproxima de Deus Pai e nos eleva aos Céus. Um marco em nossas vidas. Um divisor de águas. Alívio e refrigério pelo caminho. Não caminhamos mais sós: Ele está ao nosso lado, e nos carrega se nos faltarem forças. Na trilha de areia, o rastro de pegadas de um só, significa que estamos sendo levados no colo do Senhor. Lindo demais!

No contexto do verso o Senhor Jesus enviou os discípulos de dois em dois, a frente de Si mesmo, a lugares onde ainda deveria ir, para curar enfermidades, expulsar demônios e anunciar-lhes que lhes era chegado o Reino de Deus. Eram setenta “cordeiros” enviados em meio aos “lobos”, levando-lhes a paz de Jesus. O Mestre deu aos setenta Sua autoridade para “pisar serpentes e escorpiões”, e toda a força do inimigo. Tanto assim que abalou até mesmo a Satanás, que nada podia fazer contra eles. E eles voltaram alegres e contentes, porque em Nome de Jesus até os espíritos imundos se lhes submetiam. Mas Jesus lhes disse, direta e francamente, que havia valor em tudo o que fizerem, sim, havia, porém, nada se lhes comparava com o fato de que seus nomes estavam escritos nos Céus, e isso deveria ser motivo de mais alegria do que o cumprimento da missão que lhes foi dada. Bonito este trecho Bíblico, e bem revelador. O Ministério é importante, as pessoas e o fazer o bem idem, mas Jesus e o Reino de Deus, muito mais.

Temos muito a fazer por estas bandas, mas a Bíblia sagrada nos ensina que seremos tais como o mais infeliz dos homens, se nossas esperanças (em Cristo) se esgotarem aqui, ou seja, na carne (1 Coríntios 15: 19). Nosso objetivo final é a Eternidade com Deus, e isso se alcança pela Graça, favor imerecido cujos alvos somos nós. Quando o Livro da Vida for aberto pelo Cordeiro (Apocalipse 5: 1 a 14), oxalá nossos nomes estejam lá (Apocalipse 21: 27), em letras garrafais e bem nítidas, para evitar qualquer engano ou dúvida. No entanto, como dito, nesse meio tempo devemos servir a Deus conforme os nossos dons, ajudando os necessitados, sendo fraternos e cordiais, piedosos e misericordiosos, justos, íntegros, e cientes sempre de que somos todos pecadores. Tal ciência, contínua e sempre presente, nos trará para perto de uma das maiores bênçãos de Deus, por Ele proporcionada aos seres humanos: a humildade. Cada “intervenção” nossa em Nome de Jesus “neste lado de cá” torna melhor ou facilita a vida de alguém, o que nos dá satisfação imensa de dever cumprido, tal qual a missão dos setenta.

Há muito que fazer. Mas não podemos nos colocar como salvadores do Mundo. Essa é uma tarefa que só foi e é possível a um homem, Deus-homem: Jesus. E Ele nos disse que juntos seríamos fortes, e faríamos mais do que Ele fez (João 14: 12). O primeiro requisito para fazer obras maiores do que Jesus fez é estar vivo, na carne (porque Ele foi para o Pai); o segundo é o trabalho em equipe, no Corpo de Cristo, Povo de Deus. Individualmente nós somos fracos e frágeis, contudo, quando todas as “formiguinhas” trabalham em conjunto o sucesso é garantido. Cada ato de bondade praticado por um cristão, somado a todos os outros atos pios perpetrados em toda parte por irmãos de fé, constituem um conjunto que torna-nos fortes e destemidos, uma unidade trabalhando em favor das pessoas, de nós mesmos e em prol do Reino. E a Palavra de Deus é espraiada por todos os cantos. Mas nada do que fizermos se compara a ter o próprio nome escrito no Livro da Vida. Aleluia!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar” – Rubem Alves.

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Eclesiastes 7: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Melhor é a tristeza do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração” – Ec. 7: 3.

Quem, em sã consciência, prefere a tristeza à alegria? O choro ao riso? Sei lá, talvez existam “uns malucos” por aí que gostem de sofrer, mas eu acho que a maioria de nós prefere a alegria e o riso, não? Porém, podemos dizer e entender, de forma figurada, que a alegria é “leve”, enquanto a tristeza é “pesada” (assim como o riso e o choro, respectivamente). São estados emocionais que experimentamos várias e várias vezes, continuamente, na vida. Períodos difíceis são comuns a todos os seres humanos, e enfrentamos diversas “crises” durante nossa curta existência na carne. Viver é “nadar contra a correnteza”, no mais das vezes. Nada é fácil, e pouca coisa nos vem de graça. Na maior parte do tempo nós estamos empenhados em alguma tarefa cotidiana, segundo as oportunidades e escolhas de cada um, e passamos um terço de nossas vidas dormindo. Descontrair é preciso, pois.

Contudo, em termos de memória, sim, memória, aquilo que fica “martelando” na nossa cabeça sem parar, temos o que nos é mais “pesado” de carregar conosco, que são as lembranças tristes, em geral. As alegrias da vida são fardos mais “leves” e, por isso, “evanescem” com mais facilidade. No entanto, alegria e tristeza não se contrapõem, não, parecem ser mais “irmãs”. Porque ambas talham o destino cada ser humano em essência. Não se vive sem essas duas emoções ou sentimentos. Apesar da tristeza geralmente “eclipsar” a alegria, nada impede a presença de ambas em nós, ao mesmo tempo, vez por outra. E o efeito da tristeza em nós, segundo o verso do Pregador, é um fator muito importante em nosso crescimento rumo à bondade e piedade, a um estado melhor de coração. Salomão afirmou, pois, que a tristeza é melhor que o riso (alegria), entendendo que a primeira “dá mais lucro” que o segundo. E ele era sábio, bem instruído em tudo, em todas as coisas, enfim, sabedoria era com ele mesmo.

Todos nós temos e teremos as nossas parcelas de tristezas pelo caminho. E as alegrias virão, também, com o fim de nos proporcionarem refrigérios. Assim é a vida: altos e baixos, “picos” e “vales”, e o dia a dia, por vezes, uma “linha reta” enfadonha. Mas não há quem não necessite e tire proveito da rotina, portanto, rotina é coisa boa. Sair da rotina, no mais das vezes, é motivo de alegria (voltar a se submeter a ela, também). Até dela, da rotina, nós precisamos de descanso. Então o segredo de tudo é: equilíbrio. Um pouco de cada coisa a nos moldar, e amanhã será outro dia, no qual, espera-se, cresçamos um pouco mais, e acabemos “superiores” ao “eu” de ontem. A situação descrita pelo Rei Salomão não é própria do crente em Jesus, do cristão, mas de todos os seres humanos. Todos experimentam a tristeza, a alegria e a rotina. Claro que há vantagem de se estar ao lado de Deus Pai (em intimidade), visto que o contato com o conteúdo da Palavra de Deus não só nos faz pessoas melhores, como nos auxilia na tristeza e no cotidiano, além de nos trazer grata alegria. Luz para os nossos caminhos, é a Palavra Dele. Consolação e paz.

Creio que nós devamos agradecer a Deus por todos os nossos momentos de vida. Nada deve ser deixado de lado. Nós somos por natureza pecadores, e nós nos acomodamos com muita facilidade. Muita alegria nos deixa desleixados e negligentes. Muita tristeza nos deixa doentes da cabeça. O cotidiano nos distrai em sua rotina, e isso nos faz bem. Logo, o bom é que saibamos utilizar bem esses estados emocionais e situações a nosso favor, sem reclamar demais, sem melindre, e de pé diante de Deus, em Jesus. Não venta o tempo todo. O vento infla as velas e faz o barco navegar sem muito esforço nosso, ainda que haja trabalho na embarcação, para mantê-la limpa, organizada e no rumo certo. Mas se não houver vento, tratemos de remar, ora. Esforço, fé e determinação. Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus, e que são chamados segundo os propósitos Dele. Há propósitos em nossas vidas, pois. Talvez no Céu haja mais alegria, não sei. O que sei é que por aqui, por estas bandas, nós não podemos nem devemos negligenciar o poder e a eficácia da tristeza em nós, já que vamos sofrê-la de qualquer jeito, várias vezes, até o fim. Inevitável. Precisamos perceber isso, pois, como é boa coisa e como frutifica coisas boas em nossos corações. Só não nos é lícito deixar o resto de lado, por causa das tristezas. Há vento? Infle suas velas e aproveite. Não há vento? Reme e se esforce. E nunca desista de navegar. Lembre-se sempre Daquele que está conosco no barco… Então, ora, se precisar chame-O! Se Ele estiver dormindo, acorde-O! Converse com Ele, todos os dias. Estando Jesus no barco, este pode até “apanhar” bastante, mas não vai a pique! Não afunda! Não afunda não!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Tristezas, como tempestades, abaixam as nuvens escuras para perto da terra; tristezas trazem o Céu tão perto quanto, abaixo, acima de nós; e elas são instrumentos de limpeza e purificação” – Henry Ward Beecher.

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Frases Etc. (A.W. Tozer)

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“Nós podemos saber as palavras corretas e ainda assim nunca mudarmos. Esta é a diferença entre informação e transformação” – Aiden Wilson Tozer.

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Lucas 9: 46.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Levantou-se entre eles uma discussão sobre qual deles seria o maior” – Lc. 9: 46.

Os discípulos pareciam não entender quem era Jesus, nem tampouco a dimensão da vinda do Mestre entre os homens. Disputavam entre si quem seria o maior e o mais importante dentre eles, centralizados, no entanto, no Filho de Deus, em Cristo Jesus. Eles entenderam que uma “nova ordem” seria instalada, mas, parece, esperavam algo de imediato (Lucas 18: 11), como se eles fossem ocupar os lugares dos grandes que lhes eram contemporâneos. Jesus, como Rei, teria uma corte, e viveria como um Governador Romano, além de controlar o Sinédrio. Política e religião seriam matérias afetas unicamente a Jesus, que reuniria em Si mesmo os rumos e decisões a respeito de todas as coisas essenciais. Havia muita coisa a ser trabalhada no íntimo dos discípulos de Jesus, até que lhes viesse o discernimento daquilo que lhes estava sendo posto. Eu creio que a mente e o intelecto dos seguidores de Jesus, de modo geral, e dos mais próximos a Ele, não alcançavam o Céu, mas se limitavam a aspectos terrenos e sensoriais, à vista da figura humana de Jesus, que viam com seus olhos.

A “parte abstrata” do Reino de Deus, que, na verdade, é mais real do que a realidade em que hoje vivemos e da que eles viviam, era de difícil compreensão para aqueles homens, cuja maioria era constituída de almas simplórias. Jesus, como homem, gerava desconfiança aos que estavam à Sua volta, especialmente porque qualquer comunidade humana vive pelo “status quo” de seu tempo e época. Havia, por exemplo, muitos homens letrados e cultos, que criam em Jesus, mas não se manifestavam publicamente, porque intentavam evitar os problemas decorrentes da exposição de suas crenças e convicções. Jesus expunha aos Seus circunstantes a chegada do Reino de Deus, e muitas pessoas interpretavam isso como uma mudança drástica no “status quo” do momento, com o domínio de Roma na região. Seus discípulos, portanto, deviam ter neles mesmos a certeza de que a queda do Império Romano era iminente, questão de tempo, apenas. E Jesus pregava coisa diversa disso, sendo que não era Sua intenção interferir no sistema mundano, senão nos corações dos seres humanos, transformando-os em essência.

Jesus não era estadista, e não queria competir com nenhum poderoso que calhou estar no poder durante Seu Ministério. Jesus não almejava poder humano algum, pelo contrário, Ele veio para falar do Poder Sempiterno. Jesus não queria cargo, título, poder (transitório), nem tampouco quaisquer riquezas e bens materiais. Jesus era um conquistador de almas. Expandir território para Jesus era amealhar corações, para que esses corações “fizessem fronteiras” tão somente com o Reino de Deus. E Ele era a Ponte entre esses corações e o Reino de Deus, para que, chegada a hora, a pessoa A atravessasse e passasse a habitar com Deus Pai. O interesse único de Jesus era fazer a vontade de Deus, que visava a redenção e a salvação das pessoas. Em suma, o objetivo de Jesus era um só, coletivo: as pessoas que O circundavam, e as pessoas de todas as outras gerações. O habitante da Judéia que, porventura, O conheceu como homem, seria Judeu, mas também seria cidadão do Reino de Deus, sem qualquer contradição. Assim, eu sou Brasileiro, mas, tendo-O conhecido, também sou cidadão do Reino de Deus. E todos nós somos peregrinos nesta terra.

Não somos daqui, ora. E Jesus teve de enfrentar com Seus discípulos essas “disputas pequenas”, tal qual quem seria, dentre eles, o maior. Veja-se que bobagem, que perda de tempo de cada um deles, apequenar-se daquele modo, diante de Deus. Literalmente, diante de Deus. Tantas maravilhas lhes sendo expostas e reveladas, e eles presos a detalhes mundanos passageiros, preocupados com migalhas quando lhes era oferecido o maior dos banquetes. Mas, tudo bem. Tudo bem porque essa é a natureza humana, que sujeitava os discípulos, e à qual nós estamos sujeitos, igualmente. Não há exceções aqui. Há aqui, talvez, níveis de entendimento e de presença de espírito. Mas todos são escravos da carne e da realidade que os (nos) circunda. “Status quo”. Quantos e quantos reinos, povos e culturas, alguns poderosíssimos, já não existem mais? E o Reino de Deus? Pois é, subsiste, é eterno. E está dentro de nós. E um dia nós Nele estaremos – num corpo incorruptível. As coisas visíveis foram feitas a partir das coisas invisíveis. Esse episódio Bíblico nos ensina algo demasiado valioso: por que brigarmos entre nós por “migalhas”, se temos agora e no Céu “o maior dos banquetes”? Um “pedaço de pão” no Céu vale mais que “a maior fortuna” na Terra. No Reino do Senhor impera a Lei do Amor: tudo se multiplica, como Jesus demonstrou nas multiplicações dos pães e peixes. Será que fui claro? O atual “status quo” tem prazo de validade certo e determinado, não vale “o esforço da luta por espaço” nele, portanto. Olhos no Céu! Foco no que mais nos interessa! Os discípulos, na ocasião do verso, estavam “desfocados” e buscando o nada. Com você, agora.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Razão é, para a alma, uma bênção permanente de Deus. Sem ela, a razão, nada mais existe senão e tão somente a religiosidade” – Henry Ward Beecher.

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Insight (Prata)

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PRATA

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“Havia um grupo de mulheres num estudo Bíblico do Livro de Malaquias. Quando elas estavam estudando o Capítulo 3, elas se depararam com o Versículo 3, que diz: Ele assentar-se-á como fundidor e purificador da prata….

“Este verso intrigou as mulheres e elas se perguntavam o que esta afirmação significava quanto ao caráter e natureza de Deus. Uma das mulheres se ofereceu para tentar descobrir como se realizava o processo de refinação da prata, e voltar para contar ao grupo na próxima reunião do estudo Bíblico”.

“Naquela semana a mulher ligou para um ourives e marcou um horário com ele para assisti-lo em seu trabalho. Ela não mencionou a razão de seu interesse na prata, nada além do que sua curiosidade sobre o processo de refinamento da prata. Enquanto ela observava, ele mantinha um pedaço de prata sobre o fogo e o deixava aquecer”.

“Ele explicou que no refinamento da prata devia-se manter a prata no meio do fogo onde as chamas eram mais quentes, de forma a queimar todas as impurezas. A mulher pensou em Deus mantendo-nos num lugar tão quente, depois ela pensou sobre o Versículo novamente: que Ele se assenta como um fundidor e purificador de prata.

“Ela perguntou ao ourives se era verdade que ele tinha que se sentar em frente ao fogo, o tempo todo em que a prata estivesse sendo refinada. O homem respondeu que sim. Ele não apenas tinha que sentar-se lá segurando a prata, mas também tinha que manter seus olhos na prata o tempo inteiro que ela estivesse no fogo. Se a prata fosse deixada, apenas por um momento em demasia nas chamas, ela seria destruída”.

“A mulher silenciou por um instante. Depois perguntou ao ourives: Como você sabe quando a prata está completamente refinada? Ele sorriu e respondeu: – Oh, é fácil. Quando eu vejo minha imagem nela!.

Autor Desconhecido.

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Frases Etc. (Cora Coralina)

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“Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo” – Cora Coralina.

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Frases Etc. (Eugene Peterson)

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“Não vou ficar tentando controlar minha vida ou a vida dos outros, isto é o trabalho de Deus” – Eugene Peterson.

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Provérbios 12: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O que lavra a sua terra se fartará de pão, mas o que segue os ociosos é falto de juízo” – Pv. 12: 11.

Ser cristão é praticar atos e adotar condutas ensinadas e ditadas por Jesus. Existe a interpretação literal do verso, claro, que nos revela a necessidade de “lavrar a terra” para a obtenção do “pão”, e de mais trabalho, ainda, “para o preparo do pão”, e quem se entrega à “ociosidade”, não tem juízo, nem “pão”. Simples aferir que quem tem um objetivo de vida deve “correr atrás”, se esforçar, “batalhar”, “suar”, empregar corpo, alma e espírito galgando degrau por degrau, até o topo. Nada “cai do céu” e, para se “colher os louros da vitória”, desfrutando das benesses decorrentes, é preciso “pôr a mão na massa”, efetivamente. “Berço de ouro” é para poucos “privilegiados”, que deixam, no entanto, de ter muitas experiências significativas de vida, visto que não têm necessidade de “gastarem-se” em empenho e motivação. É óbvio que isso tudo não reflete um raciocínio fechado, porque há de se levar em conta que as pessoas são únicas, e existem outros fatores, como caráter e índole, que devemos acrescentar no todo que as formam. Porém, a regra do verso é geral, Bíblica, e funciona no mais das vezes.

Além do que já foi dito, para ampliar o nosso raciocínio aqui, podemos adicionar duas situações ou afirmações Bíblicas: “Nem só de pão viverá o homem” e “Há tempo para tudo debaixo do céu”. No primeiro caso fica evidente, ao menos pra mim, que “terra lavrada” é muito mais do que obter “pão”. Nesse sentido, “pão” é tudo aquilo que o homem se interessar e fazer em termos de crescimento, especialmente no que cinge às coisas inerentes ao Reino de Deus. Nesse passo o coração do ser humano é a “terra”, a Palavra de Deus é a “sementeira”, e a “lavra” de nossa responsabilidade (tanto a “terra” como “o trabalho de semeá-la”), sendo o “pão”, finalmente, o “bom tesouro acumulado em nossos corações” – grato resultado do nosso empenho. Quem não fizer essas coisas, é falto de juízo, louco e estulto. É ocioso, e segue os ociosos, que “se unem” em atividades inúteis e sem substância. Não há problema algum em se divertir, rir e “abstrair”, “jogar conversa fora”, nada de errado em se distrair buscando situações e atrações lícitas, a exemplo de viagens, “emoções”, “sensações” e entretenimentos variados, mas fazer só isso, e viver disso e para isso, não traz futuro a ninguém e não produz frutos dignos de vida eterna. O que nos leva à segunda afirmação Bíblica: “Há tempo para tudo debaixo do céu”.

De fato, a vida necessita ser “dosada” em todas as suas múltiplas “facetas”. Toda vida é um “leque” que se abre em inúmeras e infindáveis possibilidades. Contudo, as oportunidades e as escolhas cabem a nós, sempre decidindo entre o bem e o mal, o certo e o errado, o lícito e o ilícito. Opções e mais opções nos são apresentadas no caminho e, geralmente, o ocioso reclama justamente de falta de opções. Mas isso não existe na senda de Deus, que nos limita como quer, segundo entende como o melhor para cada um de nós. Quem nunca ouviu o dito popular que assim preconiza: “Deus dá asas a quem não sabe voar”? Talvez isso até possa ter um fundo de verdade, e em nossas mentes, pensamos “Ahh! Se fosse eu, faria diferente”. Será? Nós somos o que somos pelas experiências que vivemos, e fomos forjados a partir disso. Se não tivéssemos vivido o que efetivamente vivemos, certamente seríamos outras pessoas, que não nós, hoje. Graças a Deus, ora, pelas experiências e obstáculos de nossos caminhos, porque poderíamos ser diferentes do que somos neste exato momento, acaso fôssemos submetidos a outras experiências de vida. Agruras e mazelas todos nós temos, e nem tudo se resolve com poder e dinheiro, por exemplo, a vida humana, que não tem preço, e o Céu, que alcançamos somente por meio de Jesus e de uma vida condigna com Seus preceitos, mesmo com as nossas falhas e imperfeições.

Outra coisa simplória demais, sob minha ótica, é o conformismo. Algo do tipo “isso ou aquilo está nas mãos de Deus”. Ou “Deus tem um plano para sua vida”. Afirmações como estas são típicas de pessoas acomodadas e que não querem fazer valer os dons que Deus lhes deu. É mais fácil assentir com proposições como estas do que ter uma conduta pró-ativa, ainda que omissiva, e fazer algo positivo em prol dos outros e de seus próprios objetivos. Isso é comodismo puro. Nefasto. Impertinente. Deus espera de nós atitudes que nos levem adiante na vida. Pôr em prática a Palavra de Deus. Sim, há momentos em que devemos esperar o agir de Deus, é verdade. Há vezes, é fato, que as pelejas são exclusivamente Dele, e Dele somente. “A nuvem anda, o povo anda”; “a nuvem para, o povo para”. Mas há aqueles que tomam isso como desculpa para deixaram de agir, e se esquivam de suas obrigações. Tudo e todos, nessa vida, estão nas benditas mãos de Deus. E, sim, planos existem, creio eu. Mas se a parte que a cada um de nós cabe não for feita, nada de bom e útil se concretiza; a contento, pelo menos. Deus nos protege? Sim, eu creio nisso. Mas precisamos entender que há partes de nossas vidas que Deus nos comissiona a decidir, e fica só olhando, a ver o que decidimos. Talvez sejam “testes” Dele, não sei. Mas é bom fazer a coisa certa, sempre. Atitude e integridade, em Jesus. Nada falha a partir disso. E a síntese é: façamos aquilo que devemos fazer (o bem), abençoados por Deus. Ócio? Inércia? Jamais! Avante, em Jesus!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“A religião que promove e estimula a intolerância precisa de outro Cristo para morrer por ela” – Henry Ward Beecher.

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Lucas 1: 28.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada! O Senhor é contigo. Bendita és tu entre as mulheres” – Lc. 1: 28.

Separei este verso porque gostaria de escrever a respeito de Maria, mãe de Jesus. Antes, porém, quero dizer algo que me incomoda muito: a religião me entristece, mas Deus Pai, por Jesus Cristo, me traz alegria. Relacionamento com Deus, em Jesus, está longe de qualquer religiosidade. Dito isto, quando eu era criança, ainda sem a consciência que a Bíblia Sagrada me proporcionou anos depois, portanto, eu aprendi uma oração que nunca mais esqueci (assim como o Pai Nosso), sobre Maria. Peço licença para transcrevê-la: “Ave, Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte, amém”. E sei que há outras versões dessa oração, dependendo de épocas e de culturas. Mas foi essa a que aprendi.

Lucas conta-nos a história do anúncio a Maria do nascimento de Jesus, cujo enviado de Deus foi o anjo Gabriel. Primeira observação, primordial: tudo o que eu escrever aqui, está na Bíblia Sagrada, tendo como base o Evangelho de Lucas 1: 26 a 38, e 42, além do “Cântico de Maria”. Assim, afirmo que a oração que aprendi quando criança, não é herética ou coisa parecida. E uma informação importante: eu não sou católico, nem ortodoxo, e não sou evangélico; eu sou um cristão, um crente em Jesus, enxertado na Videira, dependente de Deus Pai, simplesmente. Então: “Ave, Maria” não é nada de mais; trata-se apenas de um cumprimento, uma saudação daquele tempo, aliás, tal como “Ave, César” (quem leu Asterix, o Gaulês, sabe bem). “Ave” é o mesmo que “salve”. Depois vem o trecho “cheia de graças, o Senhor é convosco”, que, evitando qualquer discussão, tais palavras estão escritas na Bíblia, no verso acima transcrito, e em Lucas 1: 30. O mesmo ocorre com “Bendita sois vós entre as mulheres” – vide, novamente, o verso acima transcrito. “Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus” – Lucas 1: 42 (Isabel, cheia do Espírito Santo). “Santa Maria, mãe de Deus”, a palavra “santa” quer dizer “separada”, logo, Maria foi separada por Deus para gerar e dar a luz a Jesus, e o Mestre é Filho do Altíssimo (Lucas 1: 32), não só Filho, na verdade, mas Jesus é Deus, logo, Maria foi mesmo a mãe humana de Deus. Nada de mais até aqui, certo? Está escrito!

Continuando nossa análise da oração, o final dela: “rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte, amém”. Entendo que para alguns há um “viés” Católico neste finzinho da oração, mas isso tudo cai por terra se nós lermos o “Cântico de Maria”, em Lucas 1: 46 a 55. Maria derramou seu coração a Deus, naquele instante, diante de Isabel, e fez uma linda declaração de amor e de disposição a Deus, que pode ser tida, também, como uma oração geral a todas as gerações, alcançando-nos, inclusive. Tanto assim que tem seu registro na Palavra de Deus. Bem, se eu, que nunca vi um anjo, e estou longe de estar no lugar de Maria, posso orar por alguém, em Jesus, por que Maria não pode orar por quem ela quiser orar, em Jesus? Rogar não é o mesmo que orar? Por que tanta religiosidade? Maria era humilde, uma mulher comum, e era virgem quando recebeu a visita do anjo Gabriel (Lucas 1: 34). Será que é mesmo um equívoco referir-se a Maria como “Virgem Maria”? Virgem ela era, de fato, e se chamava Maria, e gerou o Senhor Jesus, logo, natural chamá-la, talvez, até carinhosamente, de “Virgem Maria”, não? Eu não vejo nada de mais nisso, honestamente.  

Não acho certo, no entanto, “chutar a Santa”, nem tampouco quebrar imagens de “Nossa Senhora” ou da “Virgem Maria”, ou dar pouca importância para Maria. Maria foi uma mulher escolhida por Deus, e de forma especialíssima, que ninguém jamais perca isso de vista. Ser cristão é, acima de tudo, respeitar as crenças alheias. Eu quero muito um dia – se Deus me permitir – conhecer Maria. Espero ser digno do Céu, para tanto, em Jesus. Maria deve ser amada por todos nós, porque sem ela, não teríamos Jesus, ou seria outra mulher em seu lugar. Devemos amá-la como amamos a José, seu marido, como a Isabel, sua prima, como a Paulo e Pedro, e como a todos os outros santos. Deus Pai deve ficar desagradado e insatisfeito quando vê alguém fazer pouco de Maria, diminuí-la ou ignorá-la. E, pelo jeito, há aqueles que até tem raiva dela. Pobres coitados! Religião não salva ninguém, apenas Jesus Salva. Se alguns, por engano, adoram Maria além daquilo que seria aceitável por Deus, deixemos nós que o Senhor cuide dessas pessoas, pois Ele conhece os seus corações, e há esperança para todos nós. Se alguém considera isso um erro, quantos outros erros nós mesmos não temos para dar conta a Deus? O amor de Deus cobre uma multidão de pecados. O amor de Deus não se prende a minúcias, dogmas, tradições e práticas. O amor de Deus é incondicional. O Senhor apenas procurará verificar quem somos em nossos corações. Isto deve ser um motivo de preocupação individual, não se “nosso vizinho” ora a Maria, ou a outro “santo” qualquer, e coisas do gênero. A Bíblia Sagrada é clara e translúcida: Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida, e ninguém tem acesso ao Pai, senão por Ele (João 14: 6). Ponto. Tão somente cuidemos para não sermos injustos: Maria é mãe do nosso Mestre, agraciada por Deus, e merece o nosso respeito e amor.

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Frases Etc. (Paísios Atonita)

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“O que eu vejo ao meu redor me deixaria insano e enfurecido, se eu não soubesse que não importa o que aconteça, Deus sempre tem a última palavra” – Paísios Atonita.

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Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Os discípulos encontraram anjos no sepulcro Daquele que amaram; e nós sempre devemos encontrá-los também, mas nossos olhos devem estar cheios de lágrimas para que possamos vê-los” – Henry Ward Beecher.

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Marcos 16: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Diziam umas às outras: Quem removerá a pedra da entrada do sepulcro?” – Mc. 16: 3.

Há pedras no caminho, diz o dito popular. Trocando em miúdos, ou traduzindo: há problemas e mais problemas durante a vida de qualquer um de nós. Depois do sepultamento de Jesus, que foi posto em um buraco escavado na rocha e isolado/fechado por uma enorme pedra, algumas mulheres, depois do sábado, intentavam ungir o corpo do Mestre com unguentos e aromas. Porém, perguntavam entre si quem lhes removeria a pedra, que devia pesar toneladas. Quando finalmente chegaram ao dito local, com estranheza viram a pedra ao lado da abertura do sepulcro, e a entrada livre. Ao se aproximarem viram um jovem com um manto branco (talvez, um anjo), que lhes disse que podiam ver o lugar onde Ele havia estado e que Jesus havia ressuscitado, não estava mais lá. História assombrosa essa, que deixou aquelas mulheres espantadas e incrédulas num primeiro momento, mas, depois que elas se encontraram com Jesus, sobrou só alegria.

Fato é que a anterior preocupação daquelas mulheres em remover a grande pedra se mostrou inútil, visto que a pedra já havia sido removida. E por Deus, claro. Ou por um de Seus anjos, a mando Dele. De todo modo, Obra de Deus. E é assim que a Obra de Deus se revela em nossas vidas. Pouco importa o tamanho e o peso das pedras em nossos caminhos, em nossas vidas, pois que, se Nele confiarmos, todas são removidas e nossas preocupações anteriores se nos tornam vãs. Devemos ter presença de espírito e estabelecer limites a respeito dos efeitos dos problemas (pedras) em nossas vidas, porque preocupação demais só gera ansiedade e incômodo. E, afinal, nós confiamos ou não no Senhor? Sim, claro que sim, mas se nos falta um pouco mais de entrega a Deus Pai, entreguemo-nos, ora, na totalidade: corpo, alma e espírito. A vida é um sopro, e há muitas e muitas pedras que não conseguimos remover só com a força de nossos braços, isto é, precisamos de Deus. No mais das vezes, Ele faz todo o trabalho, sendo a nossa parte apenas Nele confiar.

As mulheres que iam a caminho ungir a Jesus sequer pensavam em confiar em Deus para remover aquela enorme pedra, mas Deus a removeu assim mesmo, a despeito do que havia no coração de cada uma delas. Então é como dizer que até quando desconfiamos de Deus, ou nem nos lembramos Dele, Ele nos protege e remove pedras em nossos caminhos. Algumas dessas pedras são para o nosso aprendizado, para ganharmos experiência e, com nossa criatividade e inteligência, mais a ajuda de Deus, nos as retiramos do caminho, nós as contornamos, nós as escalamos e passamos por cima, até o outro lado, nos as chutamos, algumas vezes; e algumas delas machucam os nossos pés e mãos, e nos ferem, mas tudo faz parte da Obra de Deus. E podemos pedir ajuda a Deus Pai, claro, tranquilamente, Ele nos ouve. Há também aqueles que pegam essas pedras – as menores e que se possam atirar – e as jogam em nós. Sim, para causar-nos danos e nos ferir, e até matar. Muitas vezes essas pedras são palavras, outras tantas são situações, ações e/ou omissões.

Mas Deus é Deus, e quem a Ele se entrega, por Jesus, tem a vantagem de encarar com fé o seu problema e ver a pedra removida (ora, se a fé remove montanhas, que se dirá de uma ou outra pedra…). Na vida, porém, nem sempre ocorre a remoção de certas pedras, e sentimos até o fim o seus efeitos em nós. Contudo, “em longo prazo”, o Senhor removerá todas as pedras de nossos caminhos, e nenhuma sobrará. Na carne, algumas dessas pedras arrancam-nos lágrimas, mas a Palavra de Deus nos diz que Deus guarda essas lágrimas em um cálice todo especial, cada um tem o seu. Chegará o dia que toda lágrima nos será enxugada, e só nos restará júbilo e felicidade. Em suma, vale a pena viver, rir e chorar, e encarar todas as pedras dos nossos caminhos, porque Jesus vive e Deus é Pai. Quando menos esperamos o inesperado acontece, e a pedra que tanto nos incomodava é removida. E a história nos diz que devemos ir atrás de Jesus, deixando o problema para trás. Foi o que o jovem do manto branco disse àquelas mulheres, basicamente, no sepulcro vazio de Jesus: “Ele não está aqui, vão atrás Dele, procurem-No. Vão!”. E se a vida colocar muitas pedras em nossas veredas, transformemos isso em poesia: “Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…” – Fernando Pessoa. Que assim seja (em Jesus!).

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Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“O problema é que usamos a Bíblia para examinar os outros e não a nós mesmos” – Clive Staples Lewis.

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Provérbios 26: 7.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos” – Pv. 26: 7.

A comparação do Pregador é bastante pertinente, porque em ambas as sentenças do verso existem tanto um fato como uma consequência dele advinda. Sem entendimento o provérbio não tem serventia alguma para a pessoa que o profere. São meras palavras, lançadas ao vento. Podem até se adequar a uma situação específica, mas não alcançam o coração nem o intelecto e a alma de quem delas se serve. Qualquer provérbio que se diga deve ser dito com entendimento e sabedoria. O provérbio é uma frase (ou máxima, dito), curta e sintética, que contém em si mesma, de forma oculta e subjacente, um ensinamento ou verdade. Trata-se, no mais das vezes, de uma advertência ou conselho, cuja elaboração é feita por alguém sábio e com presença de espírito. Aqui o Pregador (Rei Salomão) faz um paralelo (confronto de frases), com vistas a enfatizar sua ideia, porém, algumas vezes, encontramos sentenças com duplo sentido, cuja interpretação literal não nos diz muita coisa. Enfim, qualquer provérbio, seja ele como for, é fruto de uma mente privilegiada, e é composto por uma escrita rica e preciosa.

Feliz aquele que se regala com quaisquer provérbios. E quantos mais, melhor. Se há proveito na leitura e compreensão, bom sinal é, de que as coisas vão bem, tanto na alma como no coração. A pessoa que os entende precisa, no entanto, aplicá-los, e aplicá-los bem, caso contrário, eles não passarão de meras palavras, ditas, lidas ou escritas, pouco importando o modo empregado para a veiculação. Nem sempre é fácil acolher em nós mesmos a essência prática de um provérbio, mas é a partir daqui que nós nos socorremos do Senhor, pedindo a Ele ajuda e sabedoria. Ninguém é perfeito, nem nunca será, logo, os provérbios apontam falhas no comportamento do ser humano, e é isso que nós aprendemos, ou deveríamos aprender, ao menos. Se pudermos corrigir as nossas condutas equivocadas, a partir deles, dos provérbios, significa dizer que nós conseguimos atingir um patamar de vida que certamente agrada ao Senhor. E nada há de melhor nesta vida do que agradar a Deus, não? Aqueles que O adoram bem sabem que sim, por gratidão e puro amor a Deus Pai.

Podemos tomar os provérbios como sinônimos de sabedoria. Cada qual é um extrato específico e pequena parcela da vasta e inesgotável sabedoria de Deus. Tudo vem de Deus, portanto, e a Bíblia Sagrada nos ensina que quem quiser e desejar ter acesso à sabedoria de Deus, deve simplesmente pedi-la a Ele. Basta pedir. O tolo não pede a sabedoria a Deus, ele a ouve em alguma circunstância, e apenas a repete dentro de algum contexto. Ou quando julga o próximo abertamente, com estardalhaço, para humilhá-lo ou diminuí-lo, mas ele mesmo não se submete ao provérbio. Vi isso acontecer várias vezes, e são situações que causam repulsa, pena. O provérbio no coração do sábio é empregado em silêncio, a si mesmo, ou quando este procura o bem do próximo e o aconselha em particular, sem alarde, com critério, discrição e respeito. A Palavra de Deus nos diz, entretanto, que não devemos repreender o tolo, porque nele o provérbio não tem efeito e eficácia: há um bloqueio no tolo (de caráter, de índole, de inteligência, talvez…) que o impede de tirar proveito disso. Contudo, o provérbio na boca do são (em seu coração e em sua alma) o impele a andar com firmeza, confiante e sempre adiante, nada o detém: suas pernas são firmes e não titubeiam, em Jesus. Do tesouro do seu coração, ele tira coisas boas. O provérbio na boca do sábio é doce como mel, luz e conforto para qualquer “escuridão” própria ou alheia.

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Frases Etc. (Billy Graham)

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“Os Judeus são o povo escolhido de Deus. Não podemos nos colocar em oposição a Israel sem prejudicar a nós mesmos” – Billy Graham.

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Frases Etc. (Albert Einstein)

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“Há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade” – Albert Einstein.

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Frases Etc. (D.L. Moody)

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“Muitos homens oram para que Deus encha os seus corações, quando eles já estão cheios de tantas outras coisas. Antes de orarmos a Deus pedindo para que Ele nos encha, temos de orar pedindo para que Ele nos esvazie” – Dwigth Lymon Moody.

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Frases Etc (Eugene Peterson)

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“Nunca estamos tão vivos como no instante em que nos relacionamos com Deus” – Eugene Peterson.

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Poesia (Um pouco de…)

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Perdoa-me, folha seca, não posso cuidar de ti

Vim para amar neste mundo, e até do amor me perdi

De que me serviu tecer flores pelas areias do chão

Se havia gente dormindo sobre o próprio coração– Cecília Meireles.

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Segue o teu destino, rega as tuas plantas, ama as tuas rosas

O resto é sombra de árvores alheias– Fernando Pessoa.

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“Que a poesia use de todos os meios de transporte para visitar os homens” – Adélia Prado.

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Frases Etc (Henry David Thoreau)

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“Bondade é o único investimento que nunca falha” – Henry David Thoreau.

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Frases Etc (Tim Keller)

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“O tempo de Deus sempre é diferente do nosso. Sua graça raramente opera segundo a nossa agenda” – Tim Keller.

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Provérbios 22: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O prudente vê o mal e se esconde, mas os simples prosseguem e sofrem a pena” – Pv. 22: 3.

É preciso refletir sobre o que seria o mal, antes de tudo, creio eu. Talvez nós todos bem saibamos o que seja o mal, logo de pronto. Porém, há culturas e tradições que, contrapostas, em alguns pontos podem fazer desta tentativa de interpretação uma verdadeira miscelânea de opiniões e certezas. E as certezas são piores que as opiniões. Além disso, cada pessoa é “um universo à parte”, um “ser pensante”, com suas próprias convicções. A Bíblia Sagrada tem uma função ética sobre a Humanidade, nesse passo, e não uniformiza as posições, nem padroniza “cabeças”, mas é um bom norte para se iniciar qualquer reflexão sobre o tema. Se formos conscientes, em Jesus, no entanto, podemos concordar em muitas coisas, e evitarmos, assim, muitos embaraços, em termos de nos livrarmos do mal. Via de regra, qualquer coisa que prejudique o próximo é um mal em si mesmo. E qualquer coisa que alguém faça a si mesmo, que se prejudique, igualmente é um mal.

Nós todos vivemos de escolhas, que são feitas a cada instante de vida. Muitas dessas escolhas são boas, e desembocam no mal. Outras tantas são más escolhas, e acabam em bem. A vida é muito complicada de entender. Vemos o ímpio “se dando bem” e o justo sofrendo agruras. A justiça, no mais das vezes, demora um pouco a ser feita. Isso tudo nos desencoraja bastante, em vários sentidos. Mas não deveria. Porque a nossa parte deve ser feita entre cada um de nós e Deus. É a Ele que devemos conta. E o mal está por toda parte. Até pessoas genuinamente boas fazem o mal vez por outra, inadvertidamente ou por vontade própria, neste último caso, muitas vezes, pensando que está a fazer o bem, ou por deslize mesmo. Nós não somos perfeitos, nem nunca seremos. Contudo, o Senhor utiliza duas palavras-chave no verso: “prudente” e “simples”. O prudente, por definição, é alguém que age com prudência e cautela. O simples faz o que tem de fazer, e depois se preocupa com as eventuais consequências.  

Mas é mais do que isso, entendo eu, se me permitem. O coração humano abriga o mal e o bem. Duas forças opostas que “brigam” entre si e “disputam” a nossa atenção. Como aquela pequena fábula do lobo bom e do lobo mau dentro de nós: se sobressai aquele a quem alimentamos mais. A quem ouvimos, pois: ao “diabinho” num dos nossos ombros, ou ao “anjinho”, no outro? Não é exatamente assim que as coisas acontecem, bem sabemos, mas isso nos dá ideia de como devemos nos conduzir. Se estivermos em Jesus, tudo fica mais fácil, porque o Espírito Santo nos incomoda quando fazemos algo ruim. Pois é, a tal de “dor de consciência” é o arrependimento surgindo pela ação do Consolador em nós. Mas nem todo mundo tem essa graça de Deus. Muitos há que preferem o caminho “solo”, sem Deus. E há, ainda, os que fazem o mal em nome de Deus. Escolhas e mais escolhas, sempre, com suas consequências inerentes. Mas servir ao mal deliberadamente, isso sim é loucura e estultícia, visto que a recompensa é mesmo sofrer a pena: o tempo acaba e, morte, separação de Deus. Eterna.

Tirando do caminho da reflexão a questão cultural de povos e gentes, com suas tradições, nós todos, sozinhos, podemos ter noção do que é o mal, e evitá-lo. O mal causa-nos “dor de alma”, um incômodo persistente, um “peso no peito”, sentimento ruim. Novamente tem razão quem afirma que o Senhor não abençoa ações, mas, sim, intenções. Fazer a coisa certa pelo motivo errado é um tipo de mal. Fazer a coisa errada pelo motivo certo, no entanto, é algo questionável. Pois que o motivo certo é o puro e o motivo errado é o nefasto, e deles advém o resultado e as consequências. Francamente eu não sei bem como “fugir” totalmente do mal, vez que ele “anda solto” por aí. O Mundo jaz no maligno. Mas nós, crentes em Jesus, cristãos, devemos contar com o Senhor para nos livrar do mal. Jesus orou assim e intercedeu por nós, junto ao Pai (João 17: 15). A minha parte, e a sua parte, individualmente, portanto, nessa seara, é, pois: esconder-se do mal, notá-lo e caminhar com prudência, evitando-o. Presença de espírito, integridade. Ao agir e fazer escolhas, usar a inteligência e a sabedoria que Deus Pai nos deu e dá. Discernir o mal do bem, o bem do mal. Não ser mau, e ser bom, honesto. Em tudo e para com todos. Sinceros e transparentes para com Deus. Quem assim agir, terá a ajuda do Pai para se esconder do mal. Mas é preciso estar por debaixo de Suas asas… (Mateus 23: 37). O Pai nos acolhe; o mal se esconde, foge.

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Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Se não há nada a ser feito, pelo menos que o sono seja tranquilo e que os sonhos sejam suaves” – Rubem Alves.

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Eclesiastes 4: 5.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O tolo cruza os braços e come a sua própria carne” – Ec. 4: 5.

Quem gosta de ser chamado de tolo? Acho que ninguém, nem mesmo o próprio tolo, não? O tolo, aliás, provavelmente se ofenderá, acaso seja chamado de tolo. Porque o tolo, no mais das vezes, não se vê como tolo. Pelo contrário, ele normalmente se acha esperto e “intocável”, “inatingível”. Talvez, “malandro”, safo, dono de si e da verdade. Por óbvio, esse “pensamento” ou “condição”, ambos desvirtuados, “deságuam” na tolice e na estultícia, e não “em outros mares”. O tolo, pelo verso, é “canibal de si mesmo”, isto é, ele próprio se prejudica em suas ações e condutas, ele mesmo se desmoraliza. As “confusões” por ele armadas, somadas às suas mazelas e consequências, provêm de suas más escolhas e desorientação. O tolo é um desorientado, boa definição, porque ele não se preserva e despreza as boas virtudes.

Ser tolo é diferente de, vez por outra, inadvertidamente, alguém cometer uma ou mais tolices. Todos nós assim agimos, na vida várias vezes, e todos nós temos situações de vida que nos envergonham, e que, gostaríamos, nunca tivessem acontecido. Como todos bem sabemos, não dá para voltar atrás. A pedra atirada e a palavra proferida são fatos consumados. Nós podemos nos desculpar, e/ou reparar o erro materialmente, pedir perdão, e coisa e tal, mas essas são medidas meramente reparatórias, que apenas atenuam a besteira feita. Contudo, para o tolo, o cometimento de tolices e estultícias é um estilo de vida, um modo de ser. E, sem falar em “patologias”, há em nossa cultura aquele “vício” arraigado e nefasto, rançoso, de sempre a pessoa querer levar alguma vantagem sobre os outros. O honesto e o íntegro não podem ser tidos por tolos, mas, na visão oblíqua e “míope” do tolo, tolos são justamente os primeiros. Realmente há quem pense que quem busca ser correto é tolo, nesse ambiente de malandragem e licenciosidade moral no qual vivemos. E assim se segue com outras virtudes e boas práticas.

Ou seja, ser bom e puro é “sinônimo”, para alguns, de ser tolo. E claro que isso é uma tolice. Ao refletir para escrever este texto, lembrei-me de um filme, cujo ator principal, Tom Hanks, chamava-se Forrest Gump, daí o título Forrest Gump – O Contador de Histórias. Belíssima trama, na qual o personagem central era uma pessoa ingênua e pura, que sempre obtinha sucesso no que fazia. Não havia maldade alguma em seu coração, o que me leva a recordar que Deus não abençoa ações, mas, sim, intenções. Jesus Cristo, de outra sorte, nos ensina que devemos agir como crianças e manter os nossos intentos como os delas, se quisermos ser salvos, dando a entender que os pequenos têm seus corações mais puros do que os adultos. Evidentemente, nem as crianças são totalmente puras, e ninguém há que consiga atingir a pureza total de coração. Mas o Mestre quer, certamente, que passemos a vida toda tentando e buscando esse estado e condição, nos afastando da possibilidade de cairmos na “cilada” de nos tornarmos tolos e estultos, e nos esforçando, nesse sentido.

Daí que se pudéssemos ter e manter os nossos corações puros e íntegros, sem maldade, como era o do Forrest Gump, mas conscientes de que não temos a “característica” que o tornava uma pessoa especial, nós seríamos quase perfeitos, para não contradizer a Bíblia Sagrada. Chamo a atenção de que seríamos pessoas diferenciadas, visto que a maldade não estaria em nós. Outro dia eu falava com amigos a respeito de outro amigo, e contava algumas coisas que esse amigo fazia, e minha mulher, depois, em particular, me passou uma carraspana e me taxou de, veja-se só, fofoqueiro. Na hora me defendi (bravo e irritado até), e disse-lhe que se estivesse eu fazendo fofoca, então era porque havia maldade em meu coração, e não havia. Não havia, não. Tratava-se de um amigo querido, como um irmão meu, e eu jamais falaria qualquer coisa a respeito dele, com maldade ou má intenção em meu coração. No momento em que dele falei, portanto, agia com “o coração do Forrest Gump”. E é assim que devemos agir (sempre se/que possível), se não quisermos ser taxados de tolos, ou se quisermos evitar o cometimento de tolices e estultícias: com “o coração do Forrest Gump”; e isso somado à razão e à presença de espírito que Deus nos deu, em Jesus. Se todos se entregassem a Jesus, pois, e tivessem em mente a “fórmula” (exemplo) acima, o Mundo e nós mesmos seríamos poupados de cometer e de sofrer muitas tolices e estultícias, não de todas (e nem dos tolos “convictos” e “inveterados”), é verdade, mas já obteríamos uma significativa vantagem e melhora de qualidade de vida, dentro de um quadro de honestidade e integridade.

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Frases Etc. (Friedrich Nietzsche)

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“Se houver amor em sua vida, isso pode compensar muitas coisas que lhe fazem falta. Caso contrário, não importa o quanto tiver, nunca será o suficiente” – Friedrich Nietzsche.

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Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“Se o maior pecador que você conhece não é você, você precisa se conhecer” – Clive Staples Lewis.

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Marcos 11: 12.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“No dia seguinte, quando saíram de Betânia, Jesus teve fome” – Mc. 11: 12.

A Bíblia Sagrada é extraordinária. O Livro Sagrado, que contém em seu bojo uma coletânea de textos escritos por homens inspirados por Deus (2 Timóteo 3: 16 e 17), é único e surpreendente. Nada há, escrito, que seja sequer parecido com a Palavra de Deus. Disse isso porque já li diversas vezes o verso acima transcrito, e pela primeira vez o trecho “Jesus teve fome” chamou-me a atenção e me tocou de forma diferente. Há um contexto, claro, por detrás desse curto verso, cuja referência está nas Escrituras a quem quiser conhecê-lo. Jesus, nesse passo, estava no fim do Ministério que Lhe foi confiado pelo Senhor. E a Escritura nos desvela algo simples, mas ao mesmo tempo revelador e estonteante: Jesus, que andava entre os homens, era um ser humano, homem. Jesus era homem. Aquiesço, no entanto, que não era um homem “comum”, porque a Ele foi dado pelo Senhor o Espírito Santo sem medida (João 3: 34), enquanto o ser humano ordinário, se e caso se renda a Cristo, pode ter em si mesmo uma medida do Espírito Santo.

Mas, Jesus não era/é Deus? Sim, Jesus é Deus, mas Deus se fez carne para habitar entre nós, e nos livrar da morte. Morte tem “significado espiritual” de “separação de Deus”, além da morte física. Nesse passo, Jesus veio como “ponte” a nos ligar a Deus Pai, e é importante frisar que Ele é o Único que nos leva ao Pai (João 14: 6). Jesus é o Messias que nos livra do pecado e da morte, lato senso. “Jesus teve fome”. Jesus teve não somente fome, como homem, mas Ele experimentou TODAS as nossas angústias, teve sensações vindas do corpo que Lhe foi dado, teve necessidades físicas e fisiológicas, teve fome. E tudo isso, sem pecado (Hebreus 4: 14 e 15). Jesus “teve acesso”, por experiência própria, às nossas compulsões, anseios, sonhos, desgostos, aflições, TUDO, sem exceções. No Grande Projeto de Redenção da Humanidade, “de lavra” de Deus Pai, o Senhor Jesus, como homem, teve uma experiência “imersiva” e profunda na essência do ser humano. Ele viveu e andou entre nós com o propósito de “sentir na pele” as nossas alegrias e mazelas, TODAS, de forma completa e vívida. E fez isso, como Biblicamente dito, sem pecado algum.

Não à toa Ele é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do Mundo (João 1: 29), nas palavras de João Batista, em substituição definitiva aos sacrifícios de animais no Templo, feitos para a purificação dos pecados e pecadores (Romanos 3: 25 e 26). Ou seja, estes últimos, nós, em todas as gerações. Jesus se transformou, ao derramar Seu próprio sangue por nós, num único e suficiente sacrifício (o Cordeiro de Deus), que nos livra do pecado e da morte, e nos redime e salva. E mais, tendo Jesus experimentado e vivido os nossos deleites e desgostos, TODOS, Ele é o nosso Advogado, que atua perante Deus Pai em nosso favor (1 João 2: 1). Isto é, Ele é o nosso Defensor, no céu e na terra, onde for. Um Defensor forte e bem instruído, que esteve entre nós em “carne e osso”, e que, portanto, bem sabe como esse corpo mortal se comporta e nos afeta no dia a dia, por vivência própria. O Mestre bem sabe, também, e com propriedade, o quanto somos fracos e suscetíveis ao pecado, sendo Ele, e somente Ele, a solução para esse “beco sem saída”, que conhecemos por pecado. Todos nós pecamos, e acabamos destituídos da Graça de Deus, sendo que Jesus nos alivia e “corrige” isso tudo em nossas vidas (Romanos 3: 22 a 24). “Correção” total. TOTAL.

Jesus preenche “as lacunas” do ser humano. TODAS. Jesus, de Sua Eterna Majestade, Se reduziu voluntariamente e Se submeteu a viver como humano, num corpo mortal, sofrendo as mesmas agruras que sofremos, por amor a nós TODOS. Deus Pai, aliás, nos fez à Sua imagem e semelhança, como nos ensina a Bíblia Sagrada (Gênesis 1: 26), e Jesus era chamado, também de “Filho do Homem” (e.g., Daniel 7: 13 e 14; João 3: 13 – mas há várias outras referências). Do que se extrai que Jesus era um Deus-homem. Mas passou cerca de trinta e três anos essencialmente como homem, ser humano mesmo, sem “regalias do Céu”. Nesse passo, “Jesus teve fome”. Jesus tinha fome, isso mesmo. Jesus tomava banho. Dormia. Sentia calor e frio. Podia sentir dor. E sentiu muita dor, na verdade (Isaías 53: 3 a 12). Jesus se emocionava e se comovia – “Jesus chorou”João 11: 35. Jesus se afligia e teve momentos de desespero (Lucas 22: 41 a 43), e de tanto estresse, Ele suou sangue (Lucas 22: 44), o mesmo sangue que pouco tempo depois verteria na Cruz do Calvário. Aliás, sangue e água (João 19: 34), sendo “sangue” = à vida e “água” = à Palavra de Deus (1 João 5: 8). Jesus foi homem e, assim, conhece por Si mesmo (TODAS) as nossas fragilidades e fraquezas, tanto de corpo como de alma e espírito; Ele sabe o quanto somos inconstantes, imperfeitos, instáveis, maus, egoístas; uns coitados, miseráveis, pobres, cegos, nus. TODOS nós. O tempo de Jesus entre nós, a ascensão Dele ao Céu, a vinda do Espírito Santo em nós (o Consolador), e a promessa da volta de Jesus, se perfazem em nosso alento e, pela fé, sabemos que Jesus nos sustenta e ampara. “Jesus teve fome” é uma declaração de amor de Deus aos homens, uma graça, favor imerecido. Jesus nos ama! SALVA!

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Frases Etc. (Rubem Alves)

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“A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A reverência pela vida exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja (deve) ir” – Rubem Alves.

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Eclesiastes 3: 9.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?” – Ec. 3: 9.

Ando pensando nisso já há algum tempo. E é algo que me causa certa perplexidade. Talvez eu tenha atingido a idade em que a nostalgia e o saudosismo aparecem (para nos incomodar?), não sei. Contudo, vejo a maioria das pessoas “correndo atrás do vento”, do nada. Vivem suas vidas como se não tivessem fim. Formam famílias. Têm filhos e netos. Viajam, se puderem. Divertem-se como podem. Trabalham, e trabalham, ou não, mas o dinheiro é necessário, e quanto mais dinheiro neste Mundo, em tese, mais liberdade. Em tese, veja-se bem. Porque o dinheiro “escraviza”, se a ele “prestamos culto”. Riqueza, com cobiça, pode ser um tipo de idolatria, um ídolo pagão, que, segundo a Bíblia Sagrada, chama-se Mamon. Porém, é inegável que dinheiro traz conforto e “largueza”, proporcionando certa tranquilidade, paz e segurança. O pensador e professor Mário Sérgio Cortella disse certa vez que dinheiro não traz felicidade, é verdade, mas caso alguém pudesse escolher entre “chorar” no banco de couro de uma Mercedes ou no assento de um ônibus qualquer, o que você escolheria? Parece óbvia a resposta da grande e esmagadora maioria, não?

A questão é que nós precisamos tirar algum proveito daquilo em que trabalhamos. E isso não significa apenas o trabalho secular que nos sustenta, não. Viver dá trabalho, no geral, e tudo o que fazemos requer algum esforço, até o ócio. Tudo tem um preço. Se paga caro, às vezes, por determinadas e específicas situações. São as escolhas, as nossas escolhas, na vida. E ainda temos de lidar com os infortúnios e fatalidades, sobre os quais não temos controle algum. Guimarães Rosa: “Viver é muito perigoso”. É, e é mesmo. E vale a pena? Ora, as nossas vidas nos são dadas pelo Senhor, logo, isso deve ser motivo de gratidão, no mínimo. Sei de muita gente que questiona a vida e o “estar vivo”. Sei de pessoas que querem genuinamente, morrer. Mas, por que morrer? Para deixar de viver? Se for por isso, aqui há um grave equívoco: não deixará de viver. Apenas haverá (coloquemos assim) uma “transição”, uma mudança para outro “plano”, outro estado, outra dimensão. Eu tenho a firme convicção, em Jesus, de que vivemos sempre no presente (digo), conscientes no presente, sendo que passado e futuro (segundo Albert Einstein) não passam de “tipos” de ilusão, embora sejam ilusões “persistentes”.

Alguém que cogite se matar, por exemplo, intentando cometer suicídio, quer se livrar justamente do tempo presente e de suas mazelas. Porém, creio que se frustrará em termos de “consciência do presente”. Deste Mundo a pessoa se livrará, mas não da consciência no presente. Sei lá, vai “acordar” lá “no outro lado”, e que cada um pense o que quiser sobre o que seria, é ou será esse “outro lado”. De todo modo, a pessoa permanecerá consciente, creio eu. Gosto do exemplo de Jesus com o ladrão crucificado ao Seu lado. O Mestre lhe disse: (…) Em verdade te digo que hoje estarás comigo no ParaísoLucas 23: 43. Meu desejo pessoal é, nesse sentido, “fechar os olhos aqui” e “abri-los no colo” de Deus Pai, no Céu. E no tempo de um abrir e fechar de olhos, num piscar de olhos, a morte e a ressurreição. Que assim seja. Lindo, não? E daqui já podemos extrair algum proveito dessa vida: viver neste corpo mortal com a bênção de Deus, em Jesus. Remidos e salvos, prontos para o Paraíso. Ver o Senhor, ganhar um afago de Jesus, e conhecer o tal ladrão perdoado, saber seu nome, ora, por que não? E todas as demais maravilhas que nos estão preparadas (1 Coríntios 2: 9).

Fiz uma viagem recente para outro país, com o propósito de visitar familiares de minha mulher. Na casa deles, logo que chegamos, vimos que havia uma lousa (quadro negro), toda decorada (enfeitada para o Natal), e escrito Welcome seguindo-se os nossos nomes. Ahh! Eu quero essa recepção no Céu, talvez, com um anjo segurando uma placa, e nela escrito Welcome e meu nome escrito embaixo. Como motoristas fazem em aeroportos na chegada de voos, na espera de um VIP qualquer. Porque cada pessoa que se entrega a Deus, em Jesus, é um VIP (Very Important Person – Pessoa Muito Importante), sabia você disso? Pois é, assim é. Creia, com fé. O tempo pertence a Deus, que, aliás, está fora do tempo (2 Pedro 3: 8). Deixemos, pois, as nossas vidas nas mãos de Deus, e esperemos com paciência e resignação nossa hora, que certamente chegará. Por aqui, com o coração em Cristo Jesus, façamos o bem, sejamos do bem, justos e amorosos, piedosos e fraternos, tirando proveito de tudo aquilo que Deus nos dá e proporciona. Que nenhuma oportunidade (nos oferecida pelo Senhor) de conforto, de felicidade, alegria, e de crescimento, e de tudo o mais de melhor que se nos avizinhe não se perca em nossas vidas. Há proveito nesta vida em muitas das coisas que fazemos. Por aqui nós fazemos coisas que nós devemos fazer, e se as fizermos pensando em Deus, há proveito. Há proveito em todas as comunhões possíveis, e há proveito se em nossos corações o Senhor encontrar a bondade. Busquemos a satisfação em tudo o que fizermos nesta “vida de meu Deus”. Que ninguém desperdice nenhuma oportunidade/ocasião, em Jesus (1 Coríntios 7: 21). “A alegria do Senhor é a nossa força” (Neemias 8: 10).

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Frases Etc. (João Chinelato Filho)

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“No céu não existirão católicos, nem evangélicos, padres e nem pastores, mas existirão os remidos pelo sangue do Cordeiro” – João Chinelato Filho.

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Frases Etc. (Winston Churchill)

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“Um fanático é uma pessoa que não pode mudar de opinião e que não muda de assunto” – Winston Churchill.

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Eclesiastes 3: 15.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O que é já foi, e o que há de ser também já foi, e Deus pede conta do que passou” – Ec. 3: 15.

Confuso o verso? Só aparência de confusão, mas não tem nada de confuso, não. Alguém poderia perguntar “Como assim? O celular, por exemplo, só existe há algumas décadas, então, como ele já foi?”, mas isso, ou algo semelhante a isso, seria totalmente impertinente. Arguição ou pensamento falsos, porque o cerne da questão aqui é o caráter e a índole do ser humano. Por mais variadas que possam ser as situações de vida, as pessoas são o que são desde sempre, e sempre serão, isto é, já foram e continuarão sendo. Louco isso, mas é a mais pura realidade. O Sr. Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido por Cazuza, na poesia de sua música “O Tempo Não Pára”, escreveu alguns versos que se ajustam com perfeição ao caráter e à índole humanos: “Eu vejo o futuro repetir o passado, Eu vejo um museu de grandes novidades…”. Perfeito, lindo, exato! É isso mesmo: ser humano é ser humano, e sempre será, com seus defeitos e falhas. Tudo igual (semelhante), sempre. Tudo se repete, e o tempo não para, não para não… Música/letra perfeita, cuja criatividade parece até “ter vindo à tona” com a Bíblia Sagrada aberta em Eclesiastes.

Salomão, inspirado pelo Senhor, chegou a essa conclusão e quer nos dizer e ensinar exatamente isso: o ser humano é imperfeito, e cheio de falhas de caráter, alguns nascidos com boa índole, outros não, e tudo já foi, e tudo se repete, e geração entra geração sai, e tudo é e será como aquilo que já foi. Nós devemos ter um sentimento profundo de humildade ao ouvir isso, ou ao lermos o verso-título deste texto. Tenho certeza de que pessoas “que me leiam”, volta e meia, e porventura, se perguntam o porquê de eu, um cristão, usar por vezes o Cazuza como fonte de “minhas ideias”, e pô-las e expressá-las em textos voltados a Deus. Logo esse cara, louco, usuário de drogas, inconsequente, homossexual, roqueiro, “devassoEtc. Eu explico isso com facilidade, não se escandalizem: porque o Cazuza é um ser humano como eu e você, como outro qualquer. Se ele fez escolhas “erradas” e eu não, não sou eu que devo julgá-lo, e ele era uma pessoa sensível, que escreveu coisas muito belas. Muitas coisas, muitas delas, belas, belíssimas. Chamam-no de poeta não à toa, e era isso que ele era mesmo: um poeta. E há pelo menos duas histórias diferentes que nos contam de que ele se converteu a Deus, em Jesus. Torço para que pelo menos uma delas seja verdadeira. Não por mim, mas por ele, por amor a um ser humano (como somos, eu e você, não?).

Qualquer um de nós poderia ser “porra louca” como ele, ou até pior. Humildade. A Bíblia Sagrada nos ensina que “por um bocado de pão” todos nós pecamos, e caímos, e transgredimos (Provérbios 28: 21, 2.ª Parte). Quem pretender ou quiser “jogar pedras” nele (ou em mim, por tê-lo na escrita), pois, pense e reflita um pouco, antes de fazê-lo. Humildade. Se tiver críticas quanto a isso, tudo bem, pode lançar as suas críticas, mas Salomão (pelo Senhor) nos diz que somos todos iguais, ou, pelo menos, suscetíveis aos mesmos erros e equívocos. Para os que buscam “beata justiça”, Cazuza pagou caro pelos seus erros, porque Deus pede conta do que passou. Como está escrito, lá em cima, no verso-título. Ele sofreu duras consequências, sofreu e morreu. Às vezes fico imaginando quanta coisa boa ele não teria escrito, em termos de músicas e poesias, se não tivesse sido ceifado tão precocemente. Sério, eu penso nisso. Por conta disso, aliás, “quem me lê” já percebeu e entendeu que eu prefiro a piedade e a misericórdia à “beata justiça”, não?

Tudo bem, resignado e triste, eu até entendo que há pessoas duras e inflexíveis. Prisioneiras de uma odiosa religiosidade, eu diria (já disse, pois). Religiosas. Beatas. Que geram desamor. Desunião. Preconceitos. E até ódios. Religião, nos nossos dias, tem muito pouco ou mesmo nada a ver com Jesus Cristo, e é uma palavra “desgastada” pelo tempo e pelo seu mau uso. Se formos bons e conscientes, respeitosos, íntegros e éticos, seremos como muitos dos que nos antecederam e como vários dos que virão depois de nós. Se formos maus e vis, desrespeitosos, desonestos e antiéticos, seremos como muitos dos que nos antecederam e como vários dos que virão depois de nós. Perceberam? Caráter e índole. Humildade. E consequências. Assim é a vida e o ser humano. Foi, é, e sempre será. As escolhas nos direcionam pelo caminho. As opções geram vida ou morte. Em essência nós somos todos iguais. E Deus pede conta do que passou. “Eu vejo o futuro repetir o passado, Eu vejo um museu de grandes novidades, O tempo não para, Não para não, Não para”.

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Frases Etc. (Abigail Van Buren)

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“O melhor indicador do caráter de uma pessoa é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum” – Abigail Van Buren.

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Provérbios 12: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O homem não se estabelecerá pela impiedade, mas a raiz dos justos não será removida” – Pv. 12: 3.

A tentativa de interpretação de qualquer texto ou frase, feita de forma literal, muitas vezes não atinge o objetivo desejado de compreensão, intentado pelo seu autor. Eis aqui um caso típico disso (penso eu). O Mundo em que vivemos é pleno de impiedades e de injustiças. Pleno. Cheio. Farto. Aqui entre nós os homens se estabelecem pela impiedade “a torto e a direito”. Aliás, essa parece ser a regra, até. O que mais se vê por aqui são homens ímpios usando e abusando de outras pessoas, por interesses próprios, ganância, egoísmo, poder ou algum controle que exerçam, além de muitas outras variantes nefastas. Isso que eu afirmo aqui está explícito nos meios de comunicação e por simples e mera observação nossa. Mas eu não estou contradizendo a Bíblia Sagrada, não, de jeito nenhum. O caso aqui é que a interpretação do verso precisa de um enfoque maior, mais amplo, espiritual e Bíblico, visto que é a mais pura verdade e realidade que homem nenhum “se estabelece” na Eternidade pela impiedade, ao contrário da “raiz” dos justos, que não será “removida”. Ou seja, os justos se estabelecerão Eternidade afora com Deus.

Isso é sério. Quando eu separei esse verso para escrever a respeito, houve um “bloqueio” em mim, em termos de “criatividade” para escrever. Precisei passar por uma injustiça, que foi incontornável pra mim, para poder “me soltar” e, finalmente, escrever. Sofri uma afronta que me incomodou muito, mas muito mesmo, porém, não vem ao caso descrevê-la aqui. Não quero piedade de ninguém, a não ser de meu Senhor e Salvador, que vela por mim todo o tempo. As pessoas que fazem malfeitos neste Mundo pagarão por seus atos, condutas e omissões não só por aqui, mas também pós-morte. Não por meu desejo, não, apesar de meu sentimento atual não ser muito louvável a respeito, mas por Regra Divina, pela Lei de Deus. Dessa Lei ninguém escapa, não há quem A contorne, não há poder humano que A distorça. Sinto muito pelos ímpios, acostumados a “dobrar” e “inclinar” as leis humanas a seus próprios ventres e vontades. Esperem pela aplicação da Lei de Deus, caso não se arrependam antes, e sofram as consequências. Serão duras e sem volta.

Eu assumo que estou meio “inflamado” ao escrever este texto, contudo, deixo as minhas escusas pelo fato de que eu estou cansado e farto de ver tantas injustiças e impiedades, tanto comigo como com as outras pessoas, não só com as que estão à minha volta e em meu país, mas também com as que estão espalhadas pelo planeta todo. Sempre existe o domínio de homens ímpios sobre uma maioria (ou minoria) que nada pode fazer contra, e isso é a coisa mais comum que encontramos. A exceção é justamente o oposto disso: alguém que tem domínio sobre outrem agir com justiça, compaixão e piedade. Nosso mundo é cruel e injusto, ponto. Deus não está no Mundo, na minha modesta opinião; Deus Pai está nas pessoas que O amam, pelo Espírito Santo. Deus Pai formou o Mundo como ele é, e nos criou à Sua imagem e semelhança, mas o resto é conosco: ser bom e justo é uma escolha particular de cada um de nós. Não concordo com a posição de alguns que dizem ser “vontade permissiva de Deus”, para tudo o que acontece por aí e conosco, de bom ou de ruim.

Isso é, pra mim, bobagem (desculpem-se pelo excesso de sinceridade). Deus está no controle do Universo, sim, Ele está e sem sombra de dúvidas. Mas nesse nosso “mundinho miserável” as coisas acontecem pela falta de virtudes e pela maldade inata do ser humano (narcisista e egoísta), que, na maior parte do tempo, está e vive apartado de Deus. Que eu esteja equivocado, mas eu acho que a maioria das pessoas não conhece, não tem interesse e vive como se jamais fosse morrer (e prestar contas a Deus). Encarar o Senhor e o Juízo de Deus sem ter vivido com Ele, por Jesus, ai, ai, eu estremeço só de cogitar isso. Porém, é o que ocorrerá com grande parte da Humanidade, que se estabelece pela impiedade, e não é compassiva e fraterna, desprezando o Senhor em suas almas “sujas” e perdidas. A “raiz que não será removida” pertence àqueles que se rendem ao Senhor, em Jesus, em vida. O “restante da turma”, todos eles, afetos a se estabelecerem por aqui pela impiedade em geral, estão “ferrados”, pós-vida, principalmente. Enquanto isso, nós, os crentes em Jesus, precisamos “absorver as pancadas” e nos resignar, porque onde esta gente está (e estão por toda parte) sempre haverá impiedades e injustiças. Deus nos ajude, em Jesus, a suportar tudo isso.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Clarice Lispector)

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“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta o nosso edifício inteiro” – Clarice Lispector.

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Frases Etc. (A.W. Tozer)

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“Nunca ouça um homem que não ouve a Deus” – Aiden Wilson Tozer.

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Provérbios 15: 32.


* 1mVersículo 1aVerdade *

“O que rejeita a disciplina menospreza a sua alma, mas o que dá ouvidos à correção adquire entendimento” – Pv. 15: 32.

Que pai há que não corrija seu filho? Que mãe há que não corrija a sua filha? Quais pais irresponsáveis deixam seus filhos entregues a eles mesmos? Na língua inglesa o correspondente a “criar um filho” seria o equivalente a “raise a child”, que traduzido significa, mais ou menos, “fazer uma criança ou filho crescer”, para que atinja a maturidade. Eu, particularmente, gosto muito desse enfoque. E como fazer isso sem correção? Sem disciplina? Pois é, não dá. Por conta disso que eu sempre digo que os versículos nos quais encontramos menção à correção de crianças, em geral, no mínimo, pra mim, todos eles têm “duplo sentido”. Isto é, não se prestam apenas às crianças, mas servem para todos os adultos também, nós, que somos considerados como “pequeninos” de Deus, filhos Dele. Poético isso? Sim, talvez, mas fato é que encerra uma verdade irretorquível, porque Deus Pai nos corrige como um pai corrige a seu filho, que ama.

E a Bíblia Sagrada nos ensina que o Senhor nos ama como a filhos Seus, filhos queridos, filhos que se tornaram filhos por adoção, graças a Jesus Cristo. Há aqueles que são da Videira, e há outros tantos que são enxertados na Videira. Mas uns e outros, todos, dependem de Jesus para estarem nessa condição, nos nossos dias. Nossos corpos mortais valem nada para a Eternidade, por isso o verso fala em “almas que desprezam a disciplina de Deus”. Alma é “sinônimo” de ser, ente, de vontade, de intentos, de essência, de coração. O corpo é apenas um instrumento pelo qual tudo isso, de bom ou mau, a bem ou por mal, se concretiza. Há quem seja “sensorial”, privilegiando as “sensações” obtidas por meio do corpo, e se entrega aos prazeres da carne, deixando de lado ou em segundo plano a sua alma. Pobre coitado, esse, que assim age. É o tolo e estulto, no qual a correção não tem alcance algum. Entendimento ele não tem, é soberbo, arrogante e obtuso, louco. Não aceita correção de ninguém, que se dirá daquela vinda de Deus, a mais valorosa e amorosa.

Contudo, correção e disciplina vêm acompanhadas, no mais das vezes, de consequências. E correção e disciplina, especialmente para os ímpios e descrentes, pode ter outro nome: punição. Claro que com consequências, duras e severas. A graça de Deus dá aos cristãos a bênção da correção e da disciplina; e algumas vezes, a critério do Senhor, a misericórdia entra em cena, e atenua ou extingue as consequências. Tudo depende do julgamento de Deus e do coração arrependido, sincero e contrito, do “cidadão pecador” (todos nós, sem exceções, aliás). Talvez, também, da gravidade do fato, em si. Isso eu não sei dizer ao certo. Porém, o não cristão, chamado de ímpio, ao invés da graça de Deus e possível misericórdia, recebe em troca de seus malfeitos o Juízo de Deus, e nem sempre tudo se cumpre em vida, tantos que eles são – tais malfeitos. Não podemos nos deixar levar pela impunidade de alguns ímpios, pois isso seria não confiar ou “desconfiar” do Juízo de Deus. Salomão escreveu: Visto que não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto à prática do malEclesiastes 8: 11. Não sejamos nós assim, confiemos em Deus Pai, de toda a nossa alma, pois há a promessa Bíblica que nos diz: Não vos enganeis: Deus não se deixa escarnecer. Tudo o que o homem semear, isso também ceifaráGálatas 6: 7. Tudo. TUDO. Aqui e “além-mar” – Eternidade.

Tal como uma criança, no entanto, em condições normais (sem abusos, portanto), ela logo se esquece da correção e precisa de constante disciplina. Conosco (adultos) não é diferente: na medida em que a vida passa e se desenrola, e decisões são tomadas, e caminhos são cruzados, e tentações nos são expostas, escolhas boas e ruins são feitas, nós, no mais das vezes, precisamos de Deus “em nosso encalço”, para endireitar as nossas veredas e nos pôr de volta no caminho bom e virtuoso, na boa trilha. Diga que não? Ora, se for honesto, dirá que sim, tenho certeza. Melhor a nós, pois, que nos sejam dadas a correção e a disciplina do que a punição. Isso significará que em Cristo estamos nós, estandartes fincados e estacas bem postas, firmes e inabaláveis. E a correção e a disciplina nos proporcionarão entendimento. Entendimento para sermos corretos e íntegros (diante de Deus). Entendimento para sermos conhecidos (por Deus). Entendimento para termos conhecimento (de Deus). Entendimento para obtermos sabedoria (também, de Deus). Não rejeite, pois, a disciplina de Deus, dê ouvidos à Sua correção, adquira conhecimento e muito mais, ame-O, e guarde a sua alma para o melhor, “porvir”.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Sócrates)

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“Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade” – Sócrates.

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Frases Etc. (Richard Rohr)

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“A Graça aparece quando a lógica se despedaça” – Richard Rohr.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Descansar (em Deus) é um ato de fé” – Dallas Willard.

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Frases Etc. (Wilhelm Reich)

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“Faz parte do meu respeito pelas pessoas expor-me ao perigo de dizer-lhes a verdade” – Wilhelm Reich.

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Salmo 145: 4.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Uma geração louvará as tuas obras a outra geração; anunciarão as tuas proezas” – Sl. 145: 4.

Antigamente, bem no passado, as histórias, notícias e novidades eram contadas por viajantes ou mensageiros. No Brasil colonial eram os tropeiros quem entregavam as correspondências e atualizavam as comunidades por onde passavam. Em alguns impérios as mensagens eram entregues por corredores, que se revezavam depois de alguns quilômetros, até que a mensagem chegasse ao seu destino (Ex.: os Incas, no Peru, nas estreitas trilhas de pedras da Cordilheira dos Andes). E tinha sinal de fumaça, pombo correio, avisos sonoros, lombo de burro, a cavalo, até chegarmos aos meios de nossos dias, e, finalmente, pela internet e pelos celulares e aplicativos, que possibilitam envios de comunicações em tempo real, imediato. Creio que a nossa geração, com algumas exceções por pobreza extrema ou em países fechados e/ou controladores, é uma geração privilegiada; pois temos em nossas mãos e alcance todas essas “bugigangas” da modernidade, que nos permitem fazer coisas inimagináveis há poucas décadas atrás.

Aquele desenho animado dos “Jetsons” (The Jetsons), que tanto nos divertia no passado com situações impossíveis para nós naquele tempo, hoje é realidade em muitas de suas “invencionices”. Acho que só nos faltam os “carros a jato, voadores”… Porém, há até um aspecto ou lado ruim nisso tudo, pois nos tornamos “escravos” da tecnologia, e há quem não largue seus aparelhos e atrativos “eletrônicos” por nada. Trabalho, TVs, redes sociais, hardwares e softwares de todos os tipos, jogos, lojas virtuais, sites muito úteis e outros tantos um bocado “duvidosos”, e o quê mais, pense? Há até adictos em tecnologia, que precisam de tratamento psicológico e mesmo, talvez, até que visitassem um psiquiatra e tomassem medicamentos. Já ouvi histórias de pessoas que morreram jogando videogames por horas a fio, algo como mais de um dia sem parar. Fora o isolamento que isso tudo causa nas pessoas e nos relacionamentos, muitas das vezes. Tão perto e tão longe… Alienação? Pense! Reflita! Acho que acabei abrindo um espaço extra neste texto, por obra de Deus mesmo, porque este não é o tema central a ser explorado aqui, mas o Senhor nos ensina o comedimento e a moderação na Bíblia Sagrada, sendo que o excesso no uso da tecnologia e da “conectividade” não é recomendado. De Deus o conselho (ou advertência), portanto.

Bem, dito isto, o verso nos mostra como as obras e proezas de Deus Pai eram conhecidas, de geração em geração: por intermédio de conversas, olho no olho, em família, entre amigos, nos templos, nas ruas, nas praças, essa era a tradição. Era? Não cometa o erro que dizer que sim: não! Não, não era – é – ainda é, e desde sempre foi e será. Agora você está com o olho na tela, de seu computador, tablet ou celular, lendo este texto. Tudo bem, que mal há em explorar a internet para falar das obras e proezas do Senhor? Mas é importante que não percamos de vista a importância das conversas entre irmãos, ou voltadas a pessoas que não O conhecem ainda, para espraiarmos os feitos de Deus. As primeiras fortalecem a nossa fé; as segundas salvam, curam, consolam, regeneram. As pregações e palestras são utilíssimas, nesse sentido, apesar de que, geralmente, um fala e vários escutam. Sem deixarmos a leitura da Bíblia Sagrada de lado, a nossa geração deve isso a Deus, à sua própria geração e à geração seguinte: o ato de louvar e anunciar as obras e proezas do Senhor Deus, Todo-Poderoso e Altíssimo, Pai. Quanto amor isso envolve! Quanta gratidão a Deus Pai, nisso não há? As pessoas precisam conhecê-Lo. É caso de vida ou morte. Por isso, louvemos e anunciemos, “por apito ou trombeta”, Aquele que mais amamos! Contemos tudo a respeito Dele, que nada falte. Que alegria é falar do nosso Deus e Pai. Puro contentamento, pura empolgação e prazer, em amor, em Jesus.

Ahh, Senhor, que “calor” eu sinto em meu coração agora, por falar de Ti. Como eu gostaria de poder compartilhar esse delicioso e reconfortante sentimento, que ora “me enche o peito” e “corre solto pela minha alma e espírito”, com todas as pessoas “que me leem” neste instante… Senhor, por favor, e por misericórdia, faça-as sentir o que eu senti escrevendo este texto, por Jesus eu Te peço essa graça, aleluia, amém.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“O sentimento mais valioso que os Salmos causaram em mim é expressar o mesmo prazer em Deus que fez Davi dançar” – Clive Staples Lewis.

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Salmo 143: 2.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Não entres em juízo com teu servo, pois à tua vista não se achará justo nenhum vivente” – Sl. 143: 2.

Salmo de Davi. Lendo o Salmo todo, parece mais um lamento de Davi, na verdade; ele devia estar passando por algum momento de angústia, aflição e/ou desespero. Bonito o Salmo, no entanto. O verso acima transcrito talvez nos demonstre que Davi deve ter feito algo ruim, se arrependido, e, no final, buscou a Deus para perdoá-lo. Vê-se de pronto que é uma oração sentida, isto é, emocional, com bastante sentimento e sinceridade (nudez total de alma e espírito). Afinal, Davi pede misericórdia ao Senhor, e mostra o temor que tem pelo Juízo de Deus. Ele afirma que é homem e, como todo homem, é imperfeito, fraco e impotente, diante de sua “humanidade” e das circunstâncias da vida. Ele pede a Deus, com fervor, que o livre de seu inimigo e de seus inimigos, ao longo do Salmo. No passado o Senhor favorecia Israel quando o povo se dispunha a segui-Lo e a obedecê-Lo; mas voltava contra ele os seus inimigos, caso Israel fosse infiel. Assim, os “inimigos”, aqui no plural, portanto, bem pode significar outros povos que guerreassem contra Israel e prevalecessem, porque o Senhor assim o punia.  

Ou os “inimigos” poderiam ser pessoas da própria corte de Davi, que lhe eram contrários. Ou, ainda, os “inimigos” poderiam ser espirituais: Satanás e seus demônios, todos eles anjos caídos. Não sabemos se Davi orava por si próprio, ou se na oração estava incluído o povo de Israel, também. Bem poderia ser uma oração com objetivo “coletivo”, mas, pensemos bem, pelo teor do verso, parece que Davi clamava em nome próprio, sozinho, por ele mesmo. Se assim foi, o “inimigo” muito provavelmente era ele mesmo, Davi, que pedia a Deus que o livrasse de suas próprias concupiscências e anseios indevidos e malignos, além de coisas ruins já realizadas. Ora, no presente caso, alguma coisa séria deve ter acontecido – isso é certo – para que Davi fizesse uma oração com tanta devoção e contrição. Davi nos é apresentado como um homem que tinha o coração voltado a Deus. Davi: um homem segundo o coração de Deus. Mas ele era imperfeito, como todos nós, e fez muitas e muitas besteiras. Cedeu a impulsos, tentações e a anseios pessoais. Cometeu muitos erros e agiu com egoísmo (várias vezes). E foi protagonista de vários pecados. Não se perdeu totalmente, como bem sabemos, mas a sua vida não foi “uma linha reta”, nem perfeita, muito pelo contrário.

Quando nós analisamos a vida de alguma personalidade de destaque, nós temos a falsa ideia de que sua vida foi ou é “um mar de rosas”, ao contrário da nossa vida “sem graça”. A pessoa é rica, ou bonita, ou famosa por quaisquer méritos seus, ou inteligente e perspicaz, ou tudo isso junto e misturado, e nós logo pensamos que essa pessoa é afortunada, abençoada, sortuda, “superior” às nossas “pequenas” e “insossas” realidades. Ledo engano! Davi era um guerreiro habilidoso, e de pastor humilde passou a rei, de pobre a rico, e houve muitos momentos glamorosos em sua vida, é a mais pura verdade, sim. Só que não foi só de glórias que Davi viveu, de jeito nenhum. A vida (de ninguém) não é feita somente de “ápices”, não, há muitos momentos tristes, difíceis, embaraçosos, vergonhosos, aflitivos, desesperadores, muitas vezes o desânimo toma conta, enfermidades surgem, acidentes acontecem, questões existenciais aparecem, sofremos toda sorte de dores e de dores de amores, e “nem tudo são flores”, isto é, há “flores e espinhos” em nossos caminhos, e haja “espinhos”. Muitos se perdem em meio a essa confusão toda. O importante é estarmos atentos aos nossos atos e condutas, de olho em nossos corações, para nos arrependermos e nos corrigirmos quando necessário, pedindo a Deus que nos perdoe e nos guie pelas melhores veredas. E, sendo o caso, até nos colocarmos no lugar de Davi, na oração do Salmo, no mesmo estado de espírito.

O pedido de Davi é pautado no amor dele para com Deus, e no amor de Deus para com ele (o mesmo amor que Ele tem por nós). Davi conhecia a Deus, sabia que o Senhor era/é misericordioso e bom. Nem sempre o Senhor, para o nosso próprio bem, nos livra das consequências dos nossos atos e/ou omissões. Ele, o Senhor, está sempre buscando em nossos corações as intenções por detrás de nossas condutas. Com isso, consequências podem ser atenuadas e até “extintas”, dependendo de cada caso. Porque o Senhor é justo e amoroso, e premia o coração contrito, íntegro e sincero. Mas nós precisamos aprender alguma coisa com os nossos erros, e buscar consertá-los (sendo possível…), especialmente na origem deles: nos nossos corações. O Juízo de Deus é bênção para o cristão, porque é punição baseada em amor, amor de Deus, amor ágape, amor ilimitado. O Senhor corrige aqueles que O amam, e aqueles que por Ele são amados. É a correção do Pai para com um filho (Seu, amado), educando-o, mostrando-lhe o melhor caminho, dando-lhe a chance de voltar atrás, se arrepender, e de optar pelo que for melhor e mais excelente. Assim, devemos ter profunda gratidão por Deus Pai, e amá-Lo mais ainda, em todas as vezes que Ele nos corrige.

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Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“Orar por alguém é dizer ‘eu te amo’ escondido, é amor sem ser visto, sem plateias ou aplausos, orar é fortalecer o outro, abraçá-lo invisivelmente” – Clive Staples Lewis.

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Frases Etc. (Rick Warren)

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“As pessoas podem recusar o nosso amor, rejeitar as nossas palavras, mas não têm defesas contra as nossas orações” – Rick Warren.

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Marcos 2: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“A ti te digo: Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa” – Mc. 2: 11.

Esse verso faz parte da história do encontro de Jesus com um paralítico de Cafarnaum, cidade à beira do Mar da Galiléia. E no verso lemos palavras proferidas pelo próprio Mestre, que resultaram na cura daquele homem com deficiência física. Ao longo de Seu Ministério entre os homens, Jesus Cristo curou muitos enfermos, deficientes físicos, endemoninhados, e até fez reviver alguns mortos. Eu imagino que a mera presença/proximidade de Jesus já deveria ser algo revigorante e reconfortante. Assim é que cegos viam, coxos andavam sem dificuldade, paralíticos voltavam ao normal, mudos falavam, surdos ouviam, febres sumiam, feridas evanesciam, dores passavam, não havia enfermidade que não fosse por Ele curada, até mesmo à distância, como foi com o servo do Centurião Romano. E o assombro tomava conta da multidão, quando eventos como o da filha de Jairo e o caso de Lázaro aconteciam. A menina está morta, não incomodem mais o Mestre. Não, ela apenas dorme. Talita cumi! E reviveu. Lázaro, morto, havia sido sepultado há cerca de três ou quatro dias. Removam a pedra do túmulo. Senhor, já cheira mal. Removam! Lázaro: sai pra fora! E lá vem Lázaro, tal qual uma “múmia”, entre feixes de pano e ataduras, vivo. Revividos, ambos. Alegria. Felicidade. Susto. Espanto. Deslumbramento. Reverência. Temor. Medo.

O todo que esse Homem fazia era sobrenatural, impensável, inimaginável, impossível. Se apenas contados e ouvidos os “causos”, as coisas narradas em si mesmas não eram críveis de pronto, de tão espetaculares que eram. E não havia para eles o conceito de fé, como o que hoje nos acolhe. Mas quem poderia negar aquilo que seus próprios olhos viram? Como dizer que não aconteceu o acontecido presenciado? Algo há de certo (ou de errado, para alguns) nesse Homem… O que Ele é afinal? Um mágico? Um ilusionista? Um charlatão? Um ator, cuja trupe preparava com antecedência os espetáculos, marcados por “efeitos especiais”? O Filho de Deus, como Ele afirmava ser? Ele era pobre, esse Homem, e não pedia dinheiro pra ninguém, nem ligava para bens materiais. Isso era pura verdade, incontestável. Ele era um peregrino, vivia em andanças com Seus discípulos, pelas terras da Judéia. O povo O seguia, O admirava. Não havia ambição Nele, senão, como Ele mesmo dizia: fazer a vontade de meu Pai. Ao contrário da totalidade dos Seus circunstantes, Ele andava sempre confiante e à vontade. Vaidades? Nada, nenhuma. Nem casa tinha. E esse Homem era sábio e espirituoso como ninguém: Mostrem-me uma moeda. De quem é essa efígie? Ahhhh, de César? Ora, então deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Simples assim, “na lata”, de pronto, “pancada”, lindo!

Essas coisas todas Ele fazia para demonstrar, “tornar palpável”, para as pessoas, o Poder e o Reino de Deus Pai. Eram “sinais” do Céu, de que o Messias havia chegado. E ficava/fica evidente que esse Homem não era um “mero curandeiro itinerante”, não, Ele fazia muito mais. Dele “exalava” o Poder de Deus e tinha autoridade tal como ninguém jamais havia visto. Ele ensinava sobre o Reino de Deus, em parábolas, em francas conversas, em Sinagogas, nas ruas e praças, no Templo (qualquer lugar, hora) e, também, respondendo a perguntas de Seus detratores. Suas palavras eram “alimento” para os ouvidos, corações e almas de todos à Sua volta. Alimento Espiritual – nem só de pão viverá o homem. Mas esse Homem não era só um Homem de palavras, meras palavras: Ele agia, concretamente. Tanto que passado certo tempo de Seu Ministério, devido à Sua fama e notoriedade, Ele tinha dificuldade de entrar nas cidades, aldeias e em lugares (públicos e privados) com pouco espaço, pequenos. Por onde Ele andava era um alvoroço só. Multidões acorriam a Ele. Em lugares ermos, afastados, por dois registros Bíblicos, pois, sabemos que milhares de pessoas O seguiram para ouvi-Lo e para estar com Ele. Pois bem, nessas duas ocasiões comentadas, Ele repartiu o pão e o peixe para milhares de pessoas, pães e peixes, peixinhos, que mal davam para alimentar a Si e Sua própria “comitiva”. E depois de alimentada a multidão, recolheram-se as sobras, e essas sobras foram muito mais, grande quantidade, em relação ao que havia, originariamente e de fato, antes das ditas distribuições. O Homem orou a Deus, repartiu os pães e peixes, e todos se fartaram.

Esse Homem, simples, manso e humilde, era/é Jesus. E o paralítico do verso era/é um ilustre desconhecido para nós, cujo nome sequer foi mencionado. No entanto, metaforicamente, o “paralítico” do verso não era uma pessoa só, mas, em certa medida, ele representa todos nós. Não só o “paralítico”, aliás, mas, igualmente, nos retratam todos os “enfermos”, os “endemoninhados”, os “famintos”, os “mortos”, enfim, os destituídos da Graça de Deus. Todos e tudo, uma coisa só. Cada um de nós. Somos todos uns coitados, miseráveis, pobres, cegos, e estamos todos nus nesta vida (Apocalipse 3: 17). E é aí que entra o Filho do Homem, Ele bate à porta, e quem O escutar e abrir-Lhe a porta, e O deixar entrar, com Ele partilha a ceia, e recebe a cura e a consolação para todos os males (Apocalipse 3: 17). Tudo o que é ruim e real no mundo material nos serve de exemplo e tem paralelo com o mundo espiritual. Nós somos peregrinos em terra estranha. Logo, Jesus nos diz a todos, não só ao paralítico do verso: “A ti te digo: Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa”Marcos 2: 11. “Tua casa”, minha casa, sua casa, nossa casa: o Céu, onde está o nosso Senhor Jesus, à destra de Deus Pai.

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Frases Etc. (John Wooden)

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“Tudo na vida são picos e vales. Não permita que os picos fiquem muito altos e os vales demasiadamente baixos” – John Wooden.

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Mateus 26: 53.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e ele me mandaria imediatamente mais de doze legiões de anjos?” – Mt. 26: 53.

Aqui entre nós, seres humanos, o poder corrompe. Não importa qual seja a origem do poder, a pessoa que o detém sempre estará sujeita (por ela mesma) a ser corrompida, a se corromper, interna e externamente. Trata-se de uma “suscetibilidade” nata, nossa, cuja “sensação” – efêmera, é verdade – é, de todo modo, muito forte e concreta para a alma e para o caráter daquele que sente em si mesmo os efeitos prazerosos do domínio do poder que, eventualmente, possui, exerce e desfruta. Ora, quem tem poder domina, manda, é servido, dita as regras, e impõe a sua vontade. Mas nenhum homem tem poder absoluto, independente de outros homens, que o apoiem e o sustentem na situação. Quem tem poder é amado e odiado, às vezes, ao mesmo tempo. E o poder atrelado às más virtudes é um desastre total, causa de muitas desgraças e infortúnios, maldades e injustiças, tristezas. “Destrói âmagos” e “mata essências”. Porém, o ser humano desde sempre “se organiza” em “hierarquias” de poder, cuja figura é a de uma pirâmide. Uns poucos privilegiados “no topo”, que se afunila a partir de “uma base” de incontáveis miseráveis e, quanto mais alto nessa “estrutura”, geralmente, mais poder se tem. Para cada poderoso existem centenas de milhares de desafortunados. Essa é a exata e fiel ilustração da Humanidade, em qualquer época.

Subdivididos em países, reinos, instituições de todo tipo, corporações, famílias, quaisquer espécies de ajuntamentos humanos, tudo de certa forma entrelaçado, há um ou mais homens que dominam e exercem o poder, embora sempre com alguém mais poderoso acima de si mesmo. E no “topo da pirâmide” não está homem algum, mas o Senhor Deus, Altíssimo e Todo-Poderoso. É certo que boa parte dos homens não tem essa consciência, que espelha a verdade, mas isso não muda absolutamente nada na perspectiva de Deus, sempre em Seu devido lugar. O Senhor exerce o poder e o domínio sem depender de nada nem de ninguém. Deus Pai é Soberano, Onipotente, Onipresente e Onisciente. Ele é o Criador, ao Qual tudo e todos se submetem. O poder eventual de um homem é o poder exercido temporariamente por uma criatura de Deus. Veja-se só, diante de Deus, que imensa responsabilidade é o exercício e a detenção pelo homem de qualquer tipo de poder, visto que é – por maior que seja – uma ínfima parcela do poder de Deus, ilimitado e sem fim. Ai desse indivíduo, se o exercer com má-fé, sem ética, sem moral e sem integridade.    

Dito isso, voltemos ao “Getsêmani”, ao verso, cujo contexto é a prisão de Jesus. Porém, antes, vamos verificar a extensão do poder de Jesus Cristo? Sim, vale a pena. Jesus é Deus, e a prova desse fato está “escancarada” na Bíblia Sagrada, em vários de seus trechos. Mas um, em especial, é bastante “didático”, nesse sentido (ao menos para mim). O homem, a criatura, quando se converte a Deus e a Ele se entrega, deve fazê-lo e assim o faz por Jesus (João 14: 6). Não há outro meio ou modo. E Jesus nos ensina que quem faz isso, isto é, se entrega a Deus por Ele, torna-se morada do Espírito Santo de Deus (João 14: 23; João 16: 7 a 16; 1 Coríntios 6: 19 e 20). Nesta última referência Bíblica do parêntesis (1 Coríntios 6: 19 e 20), nós ficamos sabendo que, convertidos a Deus, passamos à condição de Templos do Espírito Santo. Jesus disse que destruiria o Templo e em três dias O reergueria (João 2: 19). Tal alusão diz respeito à Sua morte e ressurreição, como, de fato, ocorreu. Logo, em Jesus habitava o Espírito Santo de Deus, e é aqui que entra o verso lindo e “didático”, sobre o Messias, o Enviado de Deus: Aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, pois Deus lhe dá o Espírito sem medidaJoão 3: 34. E o homem, a criatura, depois da sua conversão, tem em si uma medida do Espírito Santo de Deus, pois.

O verso-título deste texto, no início transcrito, são palavras de Jesus a Pedro, na verdade uma reprimenda, depois que este feriu Malco (servo do Sumo-Sacerdote) e cortou-lhe a orelha direita com uma espada (João 18: 10), na pretensão de defender a Jesus no momento de Sua prisão. O Mestre, ainda por cima, cura Malco, na presença de todos (Lucas 22: 50 e 51). Jesus, com as palavras do verso-título acima citado, demonstrou o Seu poder, mas não fez uso dele, porque estava cumprindo Sua missão entre nós, o Plano de Redenção de Deus para a Humanidade. Com Suas palavras Ele deixou claro que não havia poder humano ali, mas permissão e intento de Deus, porque Lhe seria fácil (ridículo, nada) combater aquela turba, fosse o caso. O Senhor Jesus, portanto, nos ensina que a obediência a Deus é maior que qualquer poder eventual que se tenha. Qualquer poder deve ser exercido nos limites (éticos e morais) traçados pelo Senhor, que nos são declarados na Palavra de Deus. E o ser humano é sempre limitado, logo, deve ter respeito e humildade no trato com o poder, qualquer poder, para consigo e, lógico, para com os demais, que lhe são e estão sujeitos. Se Jesus agiu como agiu (e por nós), quem somos nós, homens, para abusarmos de qualquer poder que nos seja concedido? Todo poder vem de Deus (Romanos 13: 1 – meio e final); o homem que se cuide se lhe for dada alguma parcela de poder, e ele se exceder. Juízo haverá!

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Frases Etc. (São Francisco de Assis)

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“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e, de repente, você estará fazendo o impossível” – São Francisco de Assis.

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Frases Etc. (Pr. Jabes Alencar)

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“Resolva os problemas pequenos antes que eles se tornem grandes, o custo é menor” – Pr. Jabes Alencar.

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Provérbios 8: 23.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Desde a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do começo da terra” – Pv. 8: 23.

Essa é a sabedoria. Ela não tem começo nem fim, como Deus Pai, é eterna. Seu valor é inestimável, e buscá-la é uma tarefa nobre de qualquer ser humano. O Senhor é quem possui em Si mesmo toda a sabedoria. Se a quisermos, podemos simplesmente pedi-la a Ele. Não confundir sabedoria com inteligência, pois são coisas distintas. Já encontrei em meu caminho pessoas iletradas e sábias, tanto como pessoas bastante inteligentes com caráter insipiente e ineptas em termos de trato pessoal. Bem, tratando-se de seres humanos, nós encontramos de tudo um pouco, mas é bonito de se ver alguém sem cultura e títulos, mas com uma sabedoria de “dar inveja”. Já vi isso, acredite em mim. Logo, a sabedoria até pode ser utilizada como um conceito a ser atribuído a alguém com muita instrução, mas sua melhor definição tem a ver com caráter e integridade, coisas como bom senso, retidão e presença de espírito.

Não é fácil definir com precisão o que é sabedoria, e, creio, há um viés de “abstração” nessa tentativa, de cunho espiritual, difícil ou mesmo impossível de se definir. Contudo, a Bíblia Sagrada nos ensina que ela é mais preciosa do que o ouro e do que a prata. Das coisas que o homem pode adquirir nesta vida, a sabedoria é uma das mais valiosas, e a levamos conosco para a Eternidade. Ela nos conforta e “nos dá abrigo”, nas situações complicadas da vida. Ela nos ajuda a solucionar toda sorte de problemas que possamos nos defrontar. Ela nos livra de caminhos maus e perversos. Ela nos faz crescer em “estatura”, de caráter, de alma, de fé, de tudo o que se possa imaginar. Ela nos guia e, muitas vezes, nos impede de embaraçar-nos com as “instabilidades” da existência. A sabedoria é suprema, nos diz a Palavra de Deus, e carrega consigo todas as virtudes. Quem quiser ser bom, justo e íntegro, deve persegui-la, incessantemente. Sabedoria é “sinônimo” de pessoa boa, nos limites Bíblicos, claro.

E isso tudo porque a sabedoria é de Deus, vem de Deus. Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e não censura, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, não duvidando, porque aquele que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento Tiago 1: 5 e 6. Sabedoria não se adquire ou se aprende num curso de Teologia, portanto. Ou em outra fonte qualquer que não seja o Senhor Todo-Poderoso, em Pessoa. Nas igrejas e congregações, por meio de uma pregação idônea e reta, se extrai a sabedoria de Deus; assim como pela leitura das Escrituras Sagradas. A oração silenciosa, aquela feita em particular com o Pai, meio conversa meio reflexão, e em adoração, também nos traz sabedoria. A intimidade com Deus é coisa maravilhosa, e muito se aprende em matéria de sabedoria quando se fica em silêncio, “ouvindo a voz de Deus”. Livros e textos voltados ao Senhor, também são veículos de sabedoria, sempre que forem escritos com integridade Bíblica. Espera-se que você leitor(a) possa encontrar um pouco de sabedoria aqui, em Jesus.

Jesus é o Alfa e o Ômega, o Começo e o Fim, Sem Fim, Eterno. E a sabedoria sempre esteve e está ao Seu lado, basta ler o Capítulo 8, do Livro de Provérbios para se convencer disso. Além de se ter noção de sua excelência, decerto. Para uma pessoa atenta, no entanto, por experiência e por observação, em tudo e em todas as coisas ela (a sabedoria) está, até nas negativas e nefastas, pois há quem aprenda com o erro, e o arrependimento e a contrição, e com os maus exemplos alheios, sim, por certo, por que não? A sabedoria flui livre na Criação. Na fauna, na flora, em todo e qualquer ambiente, no espaço, no Universo. Ela “paira no ar”. A sabedoria “gira” em torno de nós, na velocidade do giro do Planeta Terra, talvez, mais rápido até. Irmãs da sabedoria são a humildade e a resignação. Este adendo é muito importante. No mais, a cada um de nós, a sabedoria pela sabedoria, em sua “própria voz”: Bem-aventurado o homem que me dá ouvidos, velando diariamente às minhas portas, esperando às ombreiras da minha entrada. Porque o que me acha acha a vida, e alcança o favor do Senhor. Mas o que não consegue me encontrar faz mal à sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morteProvérbios 8: 34 a 36.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Eugene Peterson)

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“Sem Deus na agenda, nossa vida é dominada pelo apetite e pelo impulso; vidas sem compromisso, propósitos e continuidade” – Eugene Peterson.

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Salmo 134: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O Senhor, criador do céu e da terra, te abençoe de Sião” – Sl. 134: 3.

Sião é uma das colinas localizadas nos arredores de Jerusalém. Com o passar do tempo, a denominação “Sião” acabou sendo tomada como sinônima da própria Cidade Santa, Jerusalém. “Jerusalém” é uma palavra hebraica, cujo significado/tradução seria/é “Habitação da Paz”. Além de “Sião”, Jerusalém também foi/é conhecida por vários outros nomes, a exemplo de: “Jebus”, “Ariel”, “Lareira do Altar (ou de Deus)”, “Cidade de Justiça”, “Cidade de Davi”, “A Cidade do Grande Rei”, “Santa Cidade”. E a cidade de Melquisedeque (Rei de Justiça, hb.) chamava-se “Salém” (Paz, hb.), que, segundo consta, é o nome mais antigo de Jerusalém. Melquisedeque era o rei da aludida cidade e, também, sacerdote do Deus Altíssimo. Fora isso tudo, ainda temos em nossos corações a ansiedade e a expectativa, “misturadas” com esperança e fé, de um dia vermos a “Jerusalém Celestial”, que, talvez, poucos tenham ideia das maravilhas que lá estão preparadas para os crentes em Jesus (1 Coríntios 2: 9). Que assim seja para nós, em Jesus!

Fiz esse resumo por curiosidade, claro, mas também para enaltecer a Deus Pai, nosso Senhor, Criador de todas as coisas; porém, especialmente, porque Ele nos abençoa de “Sião”, que é, em síntese, a “Habitação da Paz”. Onde o Senhor está, seja na Luz Inacessível, seja no lugar que nos está reservado encontrá-Lo muito em breve (a vida é um sopro), “esquecendo” um pouco de Sua Onipresença, Ele nos abençoa com Sua paz. Graça e paz. Amor e misericórdia. Com Sua presença em nós, pelo Espírito Santo. Este é um texto de agradecimento, de júbilo e de louvor ao Senhor Todo-Poderoso, porque Ele nos amou primeiro, e nos ama com todos os nossos defeitos, e nos perdoa, e nos regenera, e nos justifica em Cristo Jesus. O Senhor dá ordem aos Seus anjos a nosso respeito, e, ainda que vivamos sem vê-los, honestamente falando, quantas e quantas vezes esses seres de luz já intervieram a bem de nossas vidas? Pode-se imaginar? Quantas e quantas vezes, a mando e cuidado do Senhor, não recebemos dádivas desses seres alados, que nos consideram irmãos seus, conservos de Deus? E por nos amarem tanto, por sermos Criação Divina, tanto quanto eles o são, mas nós, mais frágeis, fracos e sensíveis, não?

Temos de respeitar a Deus e ter temor Dele. Mas o maior sentimento depois do amor que a Ele devemos por Lei deve ser de gratidão. Gratidão por tudo que Ele fez e faz por nós, pelos livramentos, pela provisão e sustento, materiais e espirituais. Gratidão pela adoção, pela paz interna que Ele nos proporciona, pelo “calor” que sentimos em nossos íntimos, por conta de Sua augusta presença, pela salvação. Gratidão por todas as vezes que fomos por Ele confortados e consolados, e pelas pessoas que Ele nos enviou e envia com esse mesmo intuito. Pelos amigos, família, irmãos, colegas, conhecidos, desconhecidos, que todos possam receber essa mesma “benção enviada de Sião”, cujo “Abençoador” é o mais querido e amado, nosso Deus e Pai. Rendamos glórias a Deus em todo tempo, em qualquer lugar, a cada inspirar e expirar. Seja o ar que respiramos a batida do ritmo de nosso louvor incessante ao Senhor Deus. Façamos tudo em Seu Santo Nome, como se a Ele fosse, mesmo as coisas de menor importância, e até as cotidianas. “Andemos de joelhos”, gratos, perante nosso Criador, Perfeito e Santo. Que a Expressão da Verdade nos invada todos os dias. E nos circunde. E nos guie. E nos proteja. E nos guarde, em amor ágape, em Jesus. Falo por mim, e, em Jesus, quem quer que venha a ler este texto, que fale por si, igualmente, em sinceridade: amo a Sua presença em minha vida Senhor, nada mais me é tão precioso do que esse bendito estado e convívio Contigo; amo-O, Pai, com todo meu ser. O Senhor é tudo o que eu tenho. A Ti rendo graças! Aleluia! Hoje, sempre, Eternamente. Em paz, sereno, em Jesus, amém.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Mary Gardiner Brainard)

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“Eu prefiro andar com Deus na escuridão a ir sozinha, sem Ele, por um caminho iluminado” – Mary Gardiner Brainard.

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Frases Etc. (Jean-Paul Sartre)

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“Viver é isso: ficar se equilibrando o tempo todo, entre escolhas e consequências” – Jean-Paul Sartre.

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Provérbios 26: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O açoite é para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos” – Pv. 26: 3.

Estímulo! Esta é a primeira palavra que me vem à mente quando leio o verso. E desde já aponto uma diferença primordial: o cavalo e o jumento são seres irracionais, enquanto o “tolo” mencionado (de maneira geral), ser humano que é, é, portanto, um ser racional. Açoita-se o cavalo, para que ele ande; freia-se o jumento, para que ele pare. Não é, por essência, um castigo ou um ato de crueldade. Demais disso, açoite e freio, a rigor, servem para ambos os animais, tanto o cavalo como o jumento, e outros, como o boi, por exemplo. Esses tipos de “comandos” são, no entanto, impertinentes para se comparar “se aplicados” a pessoas, mesmo em termos de figuras de linguagem, porque nos remetem ao tempo da escravatura, ou a escravos, a castigo e tortura, a submissão, e, por lógica, à posse/propriedade de um ser humano de outro, como bem material (suscetível à venda e compra, inclusive). Um homem açoitado, seja para andar ou parar, ou fazer qualquer outra coisa, é um homem que está sujeito a outro homem, submisso, “inferior”, por obediência e temor, em tratamento desumano entre semelhantes. Já o açoite e o freio nos cavalos e jumentos (e em outros animais domesticados) são lícitos, desde que sem crueldade. Biblicamente lícitos, aliás: O justo olha pela vida de seus animais, mas as misericórdias dos ímpios são cruéisProvérbios 12: 10.

De todo modo, metaforicamente falando, todos nós precisamos, vez por outra, de “açoites” e de “freios”, impostos por Deus, por meio de outras pessoas ou circunstâncias. Isso para que nós tomemos rumo na vida e acertemos veredas e costumes ruins nossos. Para fazer cessar os exageros, a displicência, os desmandos, as compulsões, as injustiças Etc.; e para nos colocar de volta aos trilhos da boa e justa vida, sadia e útil, eliminando de nós a ociosidade, a licenciosidade e a omissão, afinal, o campo e a vinha do preguiçoso são verdadeiros desastres e pura confusão (Provérbios 24: 30 a 34). Se fizermos a comparação desse modo, afastamos a excrescência da escravidão, e nos colocamos no ponto mais humilde diante de Deus. Ora, quem não quer ser servo de Deus, não é mesmo? E a resposta é (infelizmente): muita gente. Porém, creio que muitos cristãos de coração, muitos de nós, sintam-se honrados de se colocarem voluntariamente na condição de escravos de Cristo, não? Como disse Paulo, Apóstolo: Foste chamado, sendo escravo? Não te preocupes com isso; se ainda podes ser livre, aproveita a ocasião. Pois o que é chamado pelo Senhor, sendo escravo, é liberto do Senhor; da mesma maneira, também o que é chamado, sendo livre, escravo é de Cristo1 Coríntios 7: 21 e 22.

Antes nós nos considerávamos “livres”, mas a verdade é que éramos escravos do pecado. Hoje (nós, os cristãos) somos libertos e salvos, estamos seguros, porém, com muita honra e júbilo, nós nos consideramos e de fato somos escravos de Jesus Cristo. Isso é um paradoxo para muita gente, que pensa que o serviço e a entrega de si mesmo a Deus é uma espécie de prisão, quando, na verdade, livres mesmo são os servos de Deus; de outra banda, os demais (e mesmo nós, em certa medida) são prisioneiros do sistema mundano e de si mesmos, e são aqueles que de uma forma ou de outra não se entregaram a Cristo Jesus. Estes últimos estão sozinhos na vida, por conta própria. Engana-se, pois, quem pensa que a escravidão é coisa do passado, não, não é; não só porque é praticada livremente em muitos países por aí, como também há muita coisa que “nos escraviza” na vida, tal como drogas, sexo, jogos de azar, enfermidades e muito, muito mais: a lista é “quase infinita”. Nossa “Carta de Alforria” para todas essas coisas chama-se Jesus Cristo de Nazaré. E mesmo assim, veja-se também que, de forma geral, nós não podemos fazer o que quisermos, quando quisermos, se quisermos, como quisermos, porque a vida em sociedade nos impõe “açoites” e nos põe “freios” que, se não os respeitarmos, facearemos consequências variadas, algumas muito, mas muito duras mesmo. Viver é “sinônimo” de direitos e de obrigações, de ética e de moralidade, de respeito por si próprio e pelos outros, até pelo meio ambiente. E isso tudo é um “rol limitador” que “nos escraviza”, de certo modo, não? Em minha modesta opinião, sim, é, e como é!

O ser humano é e sempre será “escravo” das circunstâncias e das pessoas que o rodeiam, e do próprio corpo mortal que o abriga. E sempre haverá certa “escravidão” na vida. Na bela e profunda poesia de Cazuza, ainda existem várias espécies de “Navios Negreiros” (navegando), só que “em outras correntezas”… Para quem se considere “bom entendedor”, aqui há mais até que “meias palavras”. Isso basta! E não nos esqueçamos de que ainda temos de “espancar” os tolos! Pela sua condição natural de “ser racional” (em tese…), o tolo, por sua tolice, teimosia e estultícia, deve ter as suas costas “golpeadas com vara”, castigado “até sangrar”. Regra da vida! E de Deus! O tolo, soberbo, não dá ouvidos a nada nem a ninguém, na sua desenfreada “loucura”, que se dirá da sabedoria de Deus. E, por conta disso, sofre as consequências de seus atos/condutas. A “vara” é, pois, diferente do “açoite” e do “freio”, bem diferente. A “vara” é punição; o “açoite” e o “freio” são apenas estímulos. O tolo é “pior” que o cavalo e o jumento juntos; na verdade, sequer é justo compará-los com ele. Porque o tolo não merece a “racionalidade” que tem, vez que recebeu de Deus o “domínio” da Criação, e a isso não dá valor algum. Ora, seja o tolo, estúpido: tolo! E “vara” nele, incessantemente! Bem, enquanto houver vida, há esperança…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Zoe Lilly)

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“Se você depender sempre do seu estado emocional para adorar a Deus, você não chegará muito longe” – Zoe Lilly.

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Mateus 18: 12.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará ele as noventa e nove nos montes e irá em busca da que se desgarrou?” – Mt. 18: 12.

Esse verso, sempre que o leio, me dá algumas “impressões” bem interessantes sobre o dom de cuidado e o modo como as pessoas são tratadas nas igrejas por aí. São palavras de Jesus, portanto, seriíssimas para aqueles que se propõem a cuidar de gente. Um primeiro esclarecimento se faz necessário, pelo meu entendimento, e se cinge no simples fato de nem todo pregador é pastor (ou padre, ou equivalente). Confunde-se facilmente o dom de cuidado com o dom de ensino. Dom de cuidado tem aquele que larga as 99 ovelhas para ir atrás de uma que se desgarrou, por exemplo. Eu não diria que esse dom é raro, mas ele é um compromisso bastante intenso e profundo. E nem todo pastor (ou padre, ou equivalente) é um pregador. Pregar e pastorear são duas coisas distintas, e é salutar que cada qual “figura” (dom e pessoa) fique “em seu próprio quadrado”. Há muitas pessoas, por certo, que reúnem em si mesmas os dois dons e, se essas pessoas forem idôneas, elas sofrem bastante, porque a dedicação é imensa e sobremaneira intensa.

Outra “impressão” que me dá, a partir dessas palavras de Jesus, é a de que igrejas muito grandes não são apropriadas, porque o pastor (ou padre, ou equivalente) não consegue dar atenção a todas as suas “ovelhas”. Isso faz com que muita gente seja marginalizada, negligenciada, abandonada, e se sinta mal e preterida (Deus não pretere ninguém: é o homem quem faz isso). Como amar e cuidar de milhares de pessoas, sendo qualquer pessoa naturalmente limitada? Por interpostas pessoas? Por delegação? Deixando tudo “nas mãos de Deus”? Aí o “líder supremo” vira um pop rock star, inatingível, e a meta/desejo dos “pequeninos” (Mateus 18: 10) passa a ser “pegar um autógrafo” desse sujeito, qualquer hora dessas, pois é o mais perto que chegará dele. E se alguém fizer parte da “corte” ou do “seleto séquito” desse “iluminado”, logo se sente superior aos demais, mentira minha? Eu mesmo tive uma experiência bastante desagradável numa dessas grandes e “badaladas” igrejas, quando, certa feita, vi e ouvi do então “supremo líder”, um desses “superapóstolos” da atualidade, que quem não estivesse contente com o “esquema” da “igreja dele”, que fosse, “com sua bênção”, procurar outro lugar onde se adequasse. Bem, eu fui um dos que fizeram isso, pois não podia conviver com as heresias e injustiças praticadas ali, mas digo com todas as letras: dispensei a “bênção dele”, não precisei, não preciso, tinha e tenho o Senhor Jesus comigo, sempre ao meu lado.

Por conta de uma amiga minha (próxima do sujeito) e, ainda, e por iniciativa dela, ele ficou de me receber para saber o motivo de minha saída da igreja, que já havia sido, portanto, anunciada por mim. Fiquei esperando uns dois ou três meses, e não fui recebido pelo cidadão, afinal, marcar uma audiência com um indivíduo desses é como tentar falar tête-à-tête com o Papa (é preciso ter “QI”, ou ele ter algum “interesse” – com todo meu respeito ao Papa). Outro subordinado “com cargo inferior” até se interessou pelo “meu caso”, e marcou um dia e hora para conversar e “me abençoar”. Adivinhem o que aconteceu? Ele desmarcou o encontro (sem remarcá-lo), porque precisava levar seu cachorro ao veterinário, consulta de rotina. Sério! Ridículo isso, e parece piada de mau gosto, mas é a pura verdade. Resumo da ópera: “saltei fora”, eu com o Senhor Jesus mesmo, e vou muito bem, obrigado. De todo modo, quem sou eu para dizer que uma igreja grande é um erro? Deixo esse julgamento para Deus Pai, e apenas lanço a reflexão. O risco de os “holofotes” e os “paparicos” corromperem as pessoas é muito grande, mesmo em relação às bem-intencionadas. O ser humano não lida bem com o poder, tampouco com muito dinheiro – de terceiros (a rigor: de Deus e para Deus) – “voando” à sua volta e comando.

E o que acaba acontecendo é que os “líderes supremos iluminados” dessas igrejas-empresas deixam aquela “ovelhinha” das 100 se perder para ficar com o dízimo e as atenções das outras 99. Entenda-se “99” por centenas e até milhares de pessoas, e pela “ovelhinha”, várias pessoas, que se perdem e se decepcionam. Triste realidade. Que Deus as ajude a se recuperarem, mas já vi pessoas boas desistirem completamente da Vereda por causa dessas situações. Peso (pesado) “de eternidade” aos senhores(as) “líderes supremos(as) iluminados(as)”; lidem com isso, se suas consciências permitirem, porque o juízo não pertence a ninguém, senão a Deus. Que Ele lhes dê a chance de se arrependerem, antes que seja tarde demais, antes que “os bodes sejam separados das ovelhas” (Mateus 25: 31 a 46). De minha parte, eu assumo que não tenho o dom de cuidado e, por isso, jamais poderia pastorear vidas. Mas o Senhor me deu a pregação, que amo, e desde há algum tempo tem vindo pela escrita. Amo o dom que Deus Pai me deu, e tenho zelo extremado pela Palavra de Deus, Ele sabe. Justamente por isso não posso evitar que algumas mensagens “saiam” severas e duras, num “tom” elevado e enérgico, doa a quem doer.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Mary Gardiner Brainard)

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“Eu prefiro andar com Deus na escuridão a ir sozinha, sem Ele, por um caminho iluminado” – Mary Gardiner Brainard.

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Frases Etc. (Pr. João Luiz )

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“Os bons dias lhe dão felicidade. Os maus dias lhe dão experiência. Ambos são essenciais para a vida. A felicidade te faz doce, os problemas te mantém forte, a dor te mantém humano, as quedas te mantém humilde, o êxito te mantém brilhante. Mas só Deus te mantém de pé” – Pr. João Luiz (@pr_joaoluiz).

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Salmo 130: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Se tu, ó Senhor, observares as iniquidades, ó Senhor, quem subsistirá?” – Sl. 130: 3.

Ninguém. Ninguém subsistiria. Não sobraria um único ser humano, nenhum, ninguém, em lugar algum. Nós somos naturalmente indesculpáveis, inescusáveis, perante o Senhor, fracos, pobres de espírito e injustos. A Palavra de Deus nos ensina: Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer; (…)Romanos 3: 10 a 18. A nossa sina é a vereda do pecado. As nossas iniquidades nos denunciam, nos culpam, nos condenam, e nos mostram as nossas fraquezas e fragilidade. Por isso, devemos as nossas vidas a Deus, que nos tolera e guarda segundo Sua graça e misericórdia, além de nos destinar um amor sem fim, inesgotável – que dura para sempre (Salmo 136), incompreensível aos nossos pobres e limitados intelectos. A paciência de Deus para conosco faz a “famosa” paciência de sumir”, “evanescer”. Devemos, pois, profunda gratidão a Deus Pai, porque Ele nos amou primeiro (1 João 4: 19) e o Senhor nos enviou Seu Filho Jesus, em sacrifício vivo, para nos salvar, tanto da morte como até de nós mesmos (1 João 4: 9). Deus maravilhoso, muito obrigado! Sem palavras…

De todo modo, muitos (de nós) se acham (intimamente) ricos em diversos sentidos, não só no caso de riquezas materiais, claro, mas em relação a outros tantos atributos e predicados. E a Bíblia Sagrada nos mostra “outra coisa”, diametralmente em sentido oposto a esse raso pensamento (de que “somos alguma coisa”): Dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta. Mas não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nuApocalipse 3: 17. E mesmo que alguém “se sinta rico”, de qualquer modo ou maneira, deve ter em mente que a vida é marcada pela brevidade (Jó 14: 1; Salmo 144: 4; Tiago 4: 14). Outro pensamento, nessa matéria, é estultícia, pura loucura. A vida neste corpo mortal (corruptível) que Deus nos dá é finita. Depois vem a Eternidade, mas isso é outro assunto, e em outro corpo (incorruptível, desta vez). Deixemos isto para outro texto. Nestas linhas, no entanto, precisamos ter consciência – e demonstrar isso a quem não tem – da nossa “dívida de sangue” para com Deus Pai, em Jesus (Colossenses 2: 13 e 14). Este é o nosso “passe livre” para o Reino de Deus, o nosso “bilhete” que nos levará à presença de nosso Pai Celestial. Em suma: Jesus Cristo de Nazaré, o Messias de Deus (João 14: 6).

E a partir de Jesus, nosso Mestre, alcançamos, pois, a graça e a misericórdia de Deus, que nos redime e regenera, e justifica, e purifica. Pelas Escrituras Sagradas, a graça de Deus, por Tito, tem a seguinte eficácia em nós: Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas, para que vivamos neste presente século sóbria, justa e piedosamenteTito 2: 11 e 12. Linda demais, a graça! Mas há ainda a misericórdia de Deus. A Bíblia nos ensina que o Senhor tem misericórdia de quem Ele quiser ter misericórdia, conforme Ele mesmo disse a Moisés (Êxodo 33: 19; Romanos 9: 15). Contudo, o Senhor é Deus de amor, e Suas misericórdias não têm fim, segundo o ensino do Profeta Jeremias: As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, pois as suas misericórdias não têm fimLamentações 3: 22. E ele mesmo complementa, logo em seguida (destaco este trecho devido à sua importância e pela implicação e beleza disso em nossas vidas): Novas são a cada manhã; grande é a tua fidelidadeLamentações 3: 23.

As misericórdias de Deus Pai são, pois, novas a cada manhã, e grande é a fidelidade Dele. O Senhor é bom e compassivo (Salmo 145: 8), e nos perdoa por dívidas impagáveis, de maneira que espera a mesma conduta nossa, com nossos irmãos (Mateus 18: 23 a 35; Parábola do Credor Incompassivo). Mesmo nós sendo pecadores natos, a atenção e o cuidado do Senhor desce aos mínimos detalhes de nossas vidas, a ponto Dele nos dizer que os nossos cabelos estão todos contados (Lucas 12: 7). Jeová, em Jesus, nos proporciona as bem-aventuranças (Mateus 5: 1 a 12), e nos pede que amemos ao próximo como a nós mesmos, bem com a Ele, acima de tudo e de todos (Mateus 22: 36 a 39). E arremata o Rabi, a respeito disso: Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetasMateus 22: 40.

Muito há que se falar de Deus e de Sua benignidade, tanto que, por certo, tudo não cabe em uma singela mensagem de reflexão, com poucas linhas. Porém, Deus Pai é Pai, Pai de amor, de paz, e é condescendente conosco, individualmente falando, bem como tolera as barbaridades e as atrocidades dos poderosos e de todos os maus deste século, de eras e eras, até o nosso tempo. Ora, como nós facilmente perdemos a paciência com os outros, e o Senhor, firme, nos ama e perdoa? Como os deslizes nossos são corriqueiros, cotidianos e diários, e o Pai sempre se posta ao nosso lado, mesmo quando não nos livra das consequências? Conosco Ele está na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, em qualquer situação. Não é à toa, pois, que Jesus é o Noivo, e nós, a igreja, Sua noiva, a noiva do Cordeiro, do Cristo de Deus (Isaías 62: 5; Efésios 5: 25 a 32; Apocalipse 19: 7 e 8). O Senhor é paciente e bondoso conosco; resta-nos, pois, reconhecê-Lo, e “andar sempre de joelhos” perante Ele, os anjos e os homens. Curve-se a Ele, pois, em Jesus! Sem demora!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Timothy Keller)

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“Cristianismo não é sobre ser bonzinho, é sobre ser uma nova pessoa” – Timothy Keller.

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Mateus 15: 9.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” – Mt. 15: 9.

As pessoas sempre “inventam moda”. Poucos são (com humildade penso eu) os que sabem adorar a Deus, em Jesus, de modo desprendido e livre. Há pessoas que querem para si o “monopólio da fé”, ou para a instituição a que servem. Querem dominar e, muitas vezes, manipular. Outros precisam de práticas e de regras para viver, caso contrário, se afastam de Deus (ou da igreja, sei lá…). Alguns dogmas são necessários para que a pessoa se sinta “presa” a Deus, próxima a Ele. Uma multidão de gente deixa essa coisa de intimidade com Deus para os sacerdotes (padres, pastores Etc.) e, quando precisam de penitência, a eles recorrem. Quantas e quantas doutrinas não existem por aí, como preceitos de homens, que são totalmente inúteis? Chamo-os de “iluminados”, estes que criam situações e condutas que obrigam os outros a fazer isto ou aquilo, a se conduzir de um ou outro modo. 

Têm umas igrejas por aí que proíbem terminantemente a imposição de mãos, uns nos outros (só quem tem “autoridade” pode fazê-lo); outras a estimulam. Nos nossos dias, nos quais a ansiedade é uma doença severa e séria, um rapaz em certa igreja não parava de remexer as mãos durante a celebração, e acabou sendo acusado de – pasmem – estar fazendo “sinais demoníacos”. Há tanta “loucura” e estultícia nos púlpitos por aí, fora as heresias, algumas escancaradas e outras dissimuladas, que se acumulam de tempos em tempos e em lugares variados. Triste… Umas viram até “teorias” – “teoria da libertação”, “teoria da prosperidade”, “da conspiração Etc., só falta mesmo a “teoria da vergonha na cara”, que, talvez, para muita gente, seja até salutar. Livres em Jesus! Esta é a adoração esperada pelo Senhor. Mas, não! Isso é “muito simples” para os líderes “iluminados”, e mesmo para muitos dos que “aquentam” bancos de igrejas, cristãos de domingo, ou de atividades e mais atividades, cristãos de domingo a domingo, no sentido de que não saem da igreja (“ratos de igrejas”), e não têm tempo pra mais nada… Nem para ler a Bíblia…

Essa situação não é nova. Ao longo dos séculos sempre houve modos e métodos de se cultuar a Deus, por Jesus. E muita coisa ruim aconteceu quando algum abuso ou heresia eram denunciados ou apontados, com ou sem razão. Muitas das vezes lados opostos se acusavam mutuamente de heresia, e virava uma verdadeira bagunça, quando não um morticínio mesmo. Na Inglaterra, por exemplo, na época do Rei Henrique VIII (por volta de 500 anos atrás, somente), houve três igrejas/instituições de viés cristão, distintas e antagônicas entre si: a Católica, a advinda da então “recém-nascida” Reforma Luterana, e a igreja que o próprio rei inglês instituiu em seus domínios, decretada pelo uso da força, com base em sua realeza e conveniência (hoje, depois de muita “luta”, seria a Igreja Anglicana, talvez, imagino eu). Todos se atacavam e, dependendo de quem estava no poder, pessoas eram martirizadas, e decapitadas, e queimadas vivas Etc. E a coisa era muito séria, porque a religião ainda não havia sido “destacada” da política: era tudo uma coisa só, e era impensável dissociar uma da outra. Nossa vida atual, a modernidade, chamemo-la assim, é muito “jovem”, no sentido de que o Estado é laico, e a religião e a política são tratadas separadamente e de formas distintas, ainda que dentro das instituições religiosas a política ainda exista, nociva, e com bastante expressão. Mas ainda existem várias Teocracias por aí, abusivas e com toda “carga de barbaridades e exageros” que lhes são peculiares, e que muito nos enjoam, enojam.

Porém, não é necessário ir a um país desses, no qual a pouca liberdade existente é controlada, para se sentir “prisioneiro de si mesmo”. Não. Basta a qualquer um de nós, por ignorância, ganância, medo e falta de saber, se associar e se sujeitar a qualquer entidade religiosa cristã desvirtuada, que passará a nos impor condutas e práticas nefastas (mesmo à revelia da Bíblia Sagrada e da Verdade), usando o Nome de Deus, sem qualquer escrúpulo ou pudor. Os motivos pelos quais coisas assim acontecem, geralmente, são perniciosos, e dizem respeito às riquezas em geral e ao poder, a nutrir o egoísmo dos próprios ventres e interesses de seus executores. Depois de muito pensar e refletir sobre essas coisas, modestamente eu cheguei à seguinte conclusão: eu prefiro e quero que o Senhor tenha razão, sempre. Não que isso mude muita coisa, não, não muda, porque Deus tem sempre razão, e ponto final. Mas é duro em meu íntimo ver pessoas se privando das mais diversas coisas criadas por Deus, por causa de preceitos de homens. É triste ver pessoas deixando-se ser dominadas por verdadeiros “estelionatários da fé” ou “virtuosos de plantão”, quando poderiam estar na liberdade que Jesus nos chama, dá, espera e quer para nós. E o pior é que essas pessoas “donas da verdade”, “beatas” (algumas bandidas, criminosas e más, mesmo), em seus pensamentos rasos, maus, equivocados e egocêntricos, geralmente são destituídas de misericórdia, piedade e fraternidade, amor. E Jesus espera o oposto disso em nós, ou seja, Ele nos quer puros e íntegros, adorando-O não em vão, à toa, mas em verdade, e nos quer apartados de preceitos inúteis de homens, visto que a única Doutrina que tem validade é aquela que encontramos na Bíblia Sagrada, e que fala aos nossos corações pelo Espírito Santo de Deus. Ora, sua vida, suas escolhas, problema seu, em relação a como você se postará diante de Deus Pai, em Jesus. Viva o engano, ou viva em Jesus! Meus sinceros votos para você? Viva em Jesus, livre, e seja feliz!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Um único momento de beleza e amor justifica a vida inteira” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Miguel Núñez)

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“Qualquer pessoa pode proclamar ou pregar o Evangelho; mas somente pessoas transformadas pelo Evangelho podem vivê-Lo, verdadeiramente” – Miguel Núñez.

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