Amor-Perfeito

"Eu me deito e durmo; acordo, porque o Senhor me sustenta" – Salmo 3: 5.

Frases Etc. (Archbishop Leighton)

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“Quando Deus está no centro de uma vida, embora as calamidades a cerquem de todos os lados e rujam como as ondas do mar, contudo há uma constante calma no seu interior, uma tal paz, a qual o mundo não pode dar nem tirar” – Archbishop Leighton.

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Frases Etc. (Archbishop Leighton)

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“O que é que leva o homem a ficar agitado como as folhas, a qualquer rajada de perigo, se não que, em vez de estar Deus em seu coração, ali está o mundo?” – Archbishop Leighton.

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Efésios 4: 31.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias e toda a malícia sejam tiradas de entre vós” – Ef. 4: 31.

Em um primeiro momento, parece que o verso nos impele a excluir e banir de nossas convivências ou congregações, pessoas que agem de acordo com o seu infeliz conteúdo. Afinal, ninguém gosta de gente assim, com esses “predicados”. E eu até acho conveniente que, se houver em nossos cotidianos, pessoas contumazes nessas condutas, o melhor mesmo é afastá-las, ou evitá-las. Afinal, o que esse tipo de indivíduo acrescenta para nós, senão coisas ruins que naturalmente advêm desses estados de espírito? A vida já é complicada e difícil sem eles, não? Contudo, e se esses comportamentos nefastos são frutos da ignorância (desconhecimento de Deus) de alguém, que é fraco na fé? Será que a melhor solução é bani-lo, evitá-lo e afastá-lo? Julgá-lo? Condená-lo? Será? Há casos e casos, claro, e tudo depende do grau de tolerância e do aprendizado cristão de cada um. Em qualquer situação, no entanto, é recomendável a leitura de Romanos 14: 1 a 12; 12: 9 a 21; e 1 Coríntios 13 (todos os trechos sobre o amor).

Veja que se formos um de nós a pessoa inconveniente do verso, será que a nossa preferência não seria pela compaixão e pela piedade? Bem capaz que a resposta seja positiva. A amargura, a ira e a cólera podem atingir quaisquer pessoas, visto que somos todos seres humanos, frágeis, e dependentes de Deus e de Sua misericórdia. A gritaria é a perda de controle de si mesmo, falta de temperança, comumente em família. Trata-se de um ambiente “infernal”, horrível. As blasfêmias, eu creio que são afirmações impensadas, ditas no calor de algum problema ou situação extrema. Proferidas sob tensão e pressão, talvez. Já a malícia é algo mais sutil, talvez não presente em todos, sendo certo que um grau elevado disso é algo péssimo, porque a malícia em excesso sempre é direcionada para o mal, para a malandragem, e pode ser um vício, sexual até. E todos nós somos suscetíveis de cair nessas “armadilhas do ser”, da existência, só por estarmos vivos.

Claro que com uma educação baseada e fundada na Bíblia Sagrada, diminuem bem as chances de adotarmos em nós essas condutas e formas de expressão. Eu acredito que o caráter e a índole da pessoa tem uma grande influência sobre isso, apesar da pretensa proximidade com Deus. Digo “pretensa”, porque já vi gente até pregando e profetizando, que acabou cedendo às tentações de seus desejos e concupiscências, e foram parar na cadeia, morreram ou estão por aí, desgraçados e sem rumo. Há também os “lobos em pele de cordeiro”, verdadeiros atores que encenam papéis de pessoas íntegras, retas e probas, mas que são “sepulcros caiados”, cheios de “imundícia” e de maldade dentro de seus corações. Estes aqui são os mais perigosos. Há igrejas cheias deles, compondo lideranças que não são discípulas de Jesus, mas servem a escuridão e são quadrilhas, no sentido penal do termo, movidas por maus intentos e desígnios obscuros. Para esses, a Bíblia se torna um Código Penal, cujos crimes os levarão à condenação eterna, que, segundo consta, será dura e inevitável. O único Advogado no Céu é o Senhor Jesus Cristo, mas esses “lobos” não serão Seus “clientes”, pelo Texto Bíblico.

De todo modo, o ideal para todo e qualquer crente em Jesus é ter tolerância e estar sempre pronto para ajudar quem quer que seja, a qualquer tempo, desde que seja possível. Especialmente se falarmos de pessoas mais fracas na fé. Quem se diz e se julga instruído nas coisas do Reino de Deus tem mais responsabilidade. “Virar as costas” para alguém fraco na fé e que de algum modo está entregue às condutas do verso, e assim se conduz, pode ser um grande erro. Cegos espirituais todos nós já fomos nesta vida e, certamente, debaixo de determinados aspectos, ainda somos. Ninguém está emancipado de Deus, isso é impossível. Logo, nós encontraremos em nossos caminhos pessoas que precisarão de nossa ajuda e da nossa experiência em Cristo Jesus. Julgar e condenar o próximo, de forma rasa e impertinente, é o mesmo que cravar um punhal em nosso próprio coração, pois que a Palavra de Deus, viva e eficaz, é espada de dois gumes (Hebreus 4: 12). Portanto, antes de cometer uma injustiça, ou desistir de alguém, pense e reflita bastante.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“A história do Povo de Deus é um tesouro inexaurível, que deve a sua substância à pessoa de Jesus – Ele que viveu então, vive agora e sempre viverá: Nele mesmo e nos outros” – Dallas Willard.

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Salmo 52: 8.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Eu, porém, sou como uma oliveira que floresce na casa de Deus; confio no constante amor de Deus” – Sl. 52: 8.

O Salmista se compara a uma oliveira, que floresce na Casa de Deus. Isso é lindo, puro lirismo e poesia. Tenho um amigo Judeu, que acredita em Jesus como Messias de Deus, e, certo dia, eu enviei a ele uma fotografia de um ramo de oliveira, com várias olivas pretas em contraste com o verde-prata de suas folhas e a cor cinza claro dos galhos, num deslumbrante céu azul de fundo. Ele depois me disse que ficou emocionado, e que a oliveira “mexia” muito com ele. Eu mesmo, a primeira vez que vi e toquei uma oliveira, fiquei comovido. Aos poucos fui aprendendo a importância dessa árvore (que é linda demais – como o semblante de um crente em Jesus), bem como algumas de suas características. Por exemplo, uma curiosidade que talvez muitos não saibam: não existem oliveiras que dão olivas verdes e outras que dão as pretas. A oliva preta é a oliva verde madura, e não outro tipo de fruto. Mas, por que será que o Salmista, que era, no caso, o Rei Davi, Judeu, fez essa comparação justamente com uma oliveira?

Eu tenho uma “teoria”. A oliveira é uma árvore fantástica, por ser “multiuso” (e tal assertiva nos leva à percepção de “servilismo”, de servil, servo, justamente como se sentia Davi diante de Deus: esta foi a sua comparação, isto é, ele, Davi, servo de Deus). É claro que o ímpio, aquele que não conhece a Deus e não anda com Ele, e sequer se preocupa com o Criador, também se beneficia das “propriedades” de uma oliveira, que é rica em todos os sentidos (Deus faz com que o sol se levante sobre os maus e os bons, e envia chuva sobre justos e injustos). A oliveira agrada aos olhos de quem a vê, em qualquer de suas condições e estações do ano – suas folhas não caem no inverno (essa afirmação traz consigo uma metáfora de estabilidade diante de Deus, que bem pode ser a nossa, especialmente porque Davi fala de uma oliveira que “floresce na Casa de Deus”). Há o renovo de suas folhas, claro, mas a planta não fica desfolhada nunca. Outro ponto importante se cinge no fato de que a oliveira não é muito alta (cerca de dois metros, ou um pouco mais), mas suas raízes ultrapassam seis metros profundidade, no solo, até alcançar a água (Ahh… Se todos nós tivéssemos raízes tão profundas em Deus Pai…). Isso nos remete à firmeza (de caráter), e ao esforço e determinação (busca pela “água” – Palavra de Deus).

A oliveira dá muito fruto, no tempo certo, e não falha, e o conhecemos por azeitona (nós também devemos dar frutos, a cem, a sessenta, a trinta por um, em Jesus, não?). Mas não é só isso: com as azeitonas se faz o óleo ou o azeite, que serve e é útil para muitas finalidades, v.g., como unguento para ferimentos, como combustível para iluminação em candeias, como alimento extremante saudável e nutritivo Etc. (lembro-me aqui dos dons de Deus, e que cada pessoa possui vários desses dons, de modo que devemos pô-los a serviço da Obra do Senhor – ora, pois, não “enterremos” os talentos e/ou as minas de prata que nos foram dados pelo Senhor!). O azeite, diz-se ainda, suaviza a dor de feridas (não somos nós, os cristãos, que devemos chorar com os que choram, e socorrer as viúvas e os órfãos, e consolar os aflitos e os angustiados de espírito?). A madeira obtida do tronco da oliveira é forte e sólida (como deve ser o nosso caráter diante de Deus – íntegro e reto). Suas folhas, depois de secas, se prestam à feitura de infusões (chás), com extensas propriedades medicinais e curativas (Quem levou sobre Si as nossas enfermidades?). Suas flores são autossuficientes, e não dependem de nenhum fator externo para a polinização (lembram o nosso Deus e Pai: Autossuficiente e Soberano). E nem mesmo o caroço da azeitona é desperdiçado, sendo empregado em diversos usos, incluindo a geração de energia – aquecedores são “alimentados” com caroços de azeitonas (nada há em nós que o Senhor não possa utilizar para a Sua honra e Glória).

Como bem se nota, a oliveira é uma árvore preciosa e cheia de potencial – tudo nela se aproveita e dela “emana” somente virtude (como nós somos preciosos e potencialmente virtuosos aos olhos do Pai, e como cada um de nós tem muito potencial nas mãos de Deus). Na Itália se colhem azeitonas, para com elas se fazer o valedoiro óleo, até de árvores que estão em praças, prédios públicos e em casas particulares – nenhuma escapa (assim somos nós para Deus: inestimáveis e singulares, e o desejo do Senhor é que nenhum se perca). Existem empresas, no “País da Bota”, especializadas em processar as azeitonas de terceiros, geralmente pouca quantidade, transformando-as em azeite (nós sempre seremos úteis ao próximo, de algum modo, mesmo que a ajuda seja pouca – o “pouco” de uns pode ser muita coisa para outros, menos favorecidos ou em apuros). A oliveira é duradoura e longeva, sendo que é bem possível (segundo consta) que existam árvores da época de Jesus, com mais de 2.000 anos de idade (o que nos dá ideia de eternidade, da presença de Deus e da confiança que devemos Nele ter, ontem, hoje e sempre, além de nos trazer esperança e paz, pela salvação e pela vida eterna). Tudo na oliveira é bom e útil, sob qualquer aspecto e ângulo de análise, e nada nela é ruim (nós devemos ser “inteiros” – como a oliveira – bons e úteis ao Senhor, e nos apartarmos do mal e de toda injustiça). E assim, com consciência viva e pulsante de Seu constante e imenso amor por nós, havemos de “florescer” e de “frutificar” diante do Pai (e dos homens), plenamente seguros e confiantes em Seu poder, misericórdia, graça, e inefável justiça.

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Frases Etc. (Winston Churchill)

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“O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo” – Winston Churchill.

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Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Não me é suficiente saber que o Senhor redimiu o Mundo por Jesus, e saber que o Espírito Santo pode fazer tudo o que Jesus fez, efetivo em mim; eu preciso e devo ter em mim as bases para um relacionamento pessoal e diário com Ele” – Oswald Chambers.

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Provérbios 19: 19.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O homem de grande ira tem de sofrer a penalidade; se tu o livrares, virás ainda a fazê-lo de novo” – Pv. 19: 19.

Lembra-me este verso de algo muito importante na vida: o fato de que nem todos podem ou devem ser por nós ajudados. Contudo, como pode ser uma pessoa que ama a Jesus deixar de ajudar alguém necessitado? O exemplo clássico é o da borboleta ou da mariposa saindo de seu casulo: se alguém a ajudar a mata ou a condena a viver sem voar, tornando-a deformada e presa fácil a seus predadores. O fato é que aquele esforço inicial da borboleta/mariposa para sair do casulo (coisa que deve fazer por si só), estimula os delicados vasos sanguíneos de suas asas, e a possibilita/prepara para o voo. Passando o ensino para a prática: muitas vezes, ao ajudar alguém, nós o/a estamos prejudicando, porque a pessoa deve passar por aquilo, sem intervenção nossa. A ajuda que nós, muitas vezes com coração puro, nos dispomos a dar, pode ser a ruína da pessoa, em vários aspectos.

Mas quem seria esse “homem de grande ira” do verso? A princípio seria alguém com ódio intenso, rancor e mágoa. Permanentemente “preso” a essa situação. Mas acho que podemos estender esse conceito para o geral, para pessoas más, ou boas, mas condicionadas a algum comportamento nocivo. Essa “grande ira”, bem pode ser da pessoa em relação a si própria, e nada há mais “destrutivo” do que isso. Pode ser algo relacionado (também) a uma doença físico-espiritual, um vício, ou uma condição de caráter/índole. Mas é tudo suposição minha, e não estou afirmando nada, só refletindo. Eu vivi algumas situações em minha vida, nas quais aconteceram coisas como estas. Um conhecido, por exemplo, me pediu dinheiro para “comprar remédios para os filhos”, mais de uma vez, e depois soube que ele havia voltado a se drogar. Assim que me disseram o que estava acontecendo, cortei imediatamente a “ajuda”. Fui traído.

Há pessoas que vão buscar explorar os nossos sentimentos e bondade, a fim de obterem algum ganho em cima disso. Que será uma vantagem ilícita, claro, no mínimo, moralmente falando. O que passa pela consciência dessas pessoas é algo terrível e nefasto. Mexer com a boa-fé alheia é um “crime de fé”. É algo deplorável de se fazer. A situação “interna”, o estado de espírito de quem engana alguém desse modo, é muito triste. No entanto, mesmo assim, eu ainda vejo essa situação como um comportamento extremo (fora do normal). Há situações mais corriqueiras, menos danosas, digamos assim, como a pessoa acostumada a mentir, ou alguém dissimulado, ou qualquer coisa que se possa imaginar, nesse sentido. Talvez sejam as situações que nós mais havemos de nos defrontar na vida. Essas, tanto quanto as outras, enfim, todas devem ser tratadas do mesmo modo: se alguém fez algo errado, deve sofrer as consequências de seus atos, para aprender a não mais agir da forma que agiu.

Excesso de proteção” é a mesmíssima coisa do exemplo da borboleta/mariposa, sob outro ângulo: forma pessoas com defeito de caráter. Despreparadas para o “voo”. É preciso ter discernimento tanto na formação de pessoas como no caso de se vir a ajudá-las. A “livre ajuda” pode prejudicar as pessoas ao invés de efetivamente socorrê-las. Suprime-lhes as experiências que as moldam, e pelas quais devem passar sozinhas, para crescer e amadurecer. E como saber quando é o caso de se ajudar alguém ou não? E ter sensibilidade para isto? Minha fórmula é simples: eu pergunto para Deus. Claro que desenvolvi isso com o tempo, mas funciona. Por mim, eu ajudo todo mundo, nos limites da minha “humanidade”. Só que, como dito, uma ajuda pode ser algo ruim. Quero ajudar, mas prejudico. Porque a pessoa tem de sofrer e facear as decorrências de seus atos. Tem de passar por determinada experiência que, por nosso raso julgamento, não será boa. Dá pena, até. E lá vamos nós, por pena e por bondade, estragar as “asas” daquela pessoa, “na saída do casulo”, cuja consequência, por culpa nossa, poderá ser a de que ela nunca mais “voe”. Cada pessoa deve encarar seus “casulos” na vida, salvo se Deus Pai nos autorizar a intervenção. Na dúvida, não se precipite, não ajude de pronto, antes, ore a Deus, coloque a causa nas mãos Dele, porque Ele não desampara ninguém, Ele saberá o que fazer. O Senhor estará “de olho” naquela pessoa, e a amparará, se necessário e possível for (porque há alguns caminhos de morte, infelizmente). Mas, sendo o caso de ajudar alguém, ajude com boa vontade, desprendimento e consciência pura, em Jesus. Essa ajuda será pertinente e válida, eficaz, e a pessoa será abençoada, não “atrapalhada”.

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Frases Etc. (Frase Anônima)

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“Você não pode cometer o mesmo erro duas vezes, porque a segunda vez não será um erro, mas uma escolha” – Anônimo (Provérbios 26: 11).

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Apocalipse 13: 18.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta, pois é o número de um homem. O seu número é seiscentos e sessenta e seis” – Ap. 13: 18.

666. O número de um homem. Mas, seria um homem qualquer, ou alguém específico? Não sei, eu acho que não tenho nem entendimento, tampouco “discernimento”, para calcular o número da besta. No entanto, o número da besta é o mesmo número de um homem, 666, pelo verso. É um número, pois, e se é um número, o número em si não pode nem deve ser “mistificado”, isso seria um equívoco, um erro. Escolhi o verso acima, nesta ocasião, porque este é o texto número 666 que escrevo neste formato de mensagens. Ora, antes, foi escrito o texto 665, e depois, se Deus quiser, virá o texto 667. Aqui é só um número, e nada mais. Li, recentemente, a biografia de Vincent Van Gogh, cujo livro ultrapassava as 1.000 páginas. Logo, tinha a página número 666 que, no caso, também, é só um número. Eu não pedi “proteção” a Deus para ler a página 666, nem a pulei, porque era 666, e não tomei cuidado algum ao lê-la. Não precisava: era só um número. Para avançar na leitura da obra, precisei passar necessariamente por esta singular página. Portanto, em relação ao número 666, precisamos nos livrar (em primeiro lugar), de todo e qualquer “misticismo evangélico”, ou religioso. Este é um ponto importante, que “imbeciliza”, comumente, as pessoas.

Depois, como se explica esse tal de 666? Eu assuntei por aí, por algum tempo, refleti, e cheguei à conclusão de que 666 seria um símbolo ou expressão do sistema político-social mundial (este bem ruim, por sinal), inerente a todos os povos, línguas e nações. Seriam os rudimentos e interesses do Mundo, os quais nenhum homem pode mudar (está acima de suas forças). Nem adianta lutar contra, pois. Mas vamos perscrutar essa afirmação. Comecemos com Pedro, e sua “confissão” (Mateus 16: 13 a 23). Neste episódio Bíblico, logo após a confissão de Pedro de que Jesus era o Messias, o Mestre passou a dizer que deveria padecer na mão dos homens, mas Pedro O repreendeu. E o que nos interessa aqui é a resposta do Senhor Jesus: Para trás de mim, Satanás! Tu me serves de pedra de tropeço; não compreende as coisas de Deus, e, sim, as que são dos homensMateus 16: 23. Aqui já temos uma “pista” sobre o cerne deste texto. Veremos que o reino mais glorioso de todos foi o do Rei Salomão. Mas, antes, vamos voltar um pouco no tempo de Jesus, e conferir a terceira tentação (registrada) de Cristo, pelo algoz Satanás: Levou-o novamente o diabo a um monte muito alto, e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e o seu esplendor. E lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adoraresMateus 4: 8 e 9. Pelo que foi prontamente repelido pelo Mestre, e Satanás O deixou. Aqui, temos mais uma informação valiosa para o nosso estudo.

Ninguém dá aquilo que não é seu, certo? Se Satanás ofereceu a Jesus todos os reinos do mundo, ele tinha, de fato, a posse daquilo tudo, e o que ele oferecia era o controle efêmero do que tinha, possuía e controlava, e ainda tem, possui e controla (creio eu). A partir desse pretenso controle, que é exercido sobre as tais coisas dos homens a que o Mestre alude acima, e que Satanás “compreende” e desfruta, que ele, por elas, manipula os homens, sendo elas, basicamente, a riqueza e o poder. Ele ofereceu tudo isso a Jesus, que recusou, mas, desde então, vem oferecendo aos homens, e muitos deles não recusam tal proposta. Há duas coisas possíveis, vitais, passíveis de escolha, segundo o Senhor Jesus: as coisas de Deus e as coisas que são dos homens. É certo que se nós vivemos no Mundo, nós esbarramos com coisas ruins (dos homens) todos os dias. Porém, temos a nosso favor a Oração Intercessória de Jesus, que nos guia e consola, e pela qual Ele pede a Deus que nos livre do mal que nos rodeia (João 17: 6 a 26). Ele, Jesus, nos conta e ensina que não somos deste Mundo, mas o Rabi diz em meio às Suas palavras: Não peço que os tires do mundo, mas que os guarde do malJoão 17: 15. Que mal? Os rudimentos e interesses deste Mundo, a riqueza e o poder como fins em si mesmos, as “moedas de troca” de Satanás.

A vida passa, e passa depressa, mas a riqueza e o poder passam para outras mãos. Os que se sujeitam ao engodo de Satanás são atraídos por “pirita”, ou “ouro de tolo”. Porque tudo o que Satanás proporciona a alguém é efêmero, e nem mesmo ele próprio tem para si essas coisas para sempre; até nas mãos dele, a riqueza e o poder são efêmeros. O “ouro” pode até ser real, mas se transforma em “pirita”, visto que nesta vida ninguém possui nada. É uma oferta péssima, porque as pessoas perdem as suas almas em troca de certo conforto e privilégios, por tempo determinado. E falando em “ouro”, qual foi o reino mais esplendoroso da História? Isso mesmo, Israel sob o governo do Rei Salomão (a Rainha de Sabá que o diga… – 2 Crônicas 9: 1 a 12). O esplendor do reino de Salomão se afere pela leitura de 2 Crônicas 9: 13 a 28. E curiosamente o verso 13 diz o seguinte: O peso de ouro que se trazia cada ano a Salomão era de seiscentos e sessenta e seis talentos2 Crônicas 9: 13. Veja-se: 666, de novo. 666 talentos de ouro, “ouro”. 666, a título de riqueza e poder, como fim (não meio). 666, como “esplendor”. O número de um homem, e da besta, ambos efêmeros. Em suma, a pessoa, qualquer pessoa, pode “ganhar o mundo”, pela sua opulência, mas perderá a sua alma. Em troca de um esplendor passageiro e falso. Em troca de meras aparências e ilusões. O eterno pelo mundano, e a perdição. Por ganância e torpe avidez. O homem que se entrega ao sistema do 666 se afasta de Deus. Devemos repelir a “proposta” do 666, como Jesus fez. Somos peregrinos em terra estranha. A nossa riqueza (a verdadeira) está em nossos corações, e o poder real é todo de Deus Pai. Sobremais, o Senhor Jesus nos mostrou como agir e proceder.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (John Adams)

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“Nós não reconhecemos nenhum outro soberano senão Deus, e nenhum outro rei senão Jesus” – John Adams.

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Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Não tenho problemas com Deus. Mas tenho muitos problemas com aquilo que os homens pensam sobre Deus” – Rubem Alves.

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Romanos 9: 1.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Em Cristo digo a verdade, não minto (dando-me testemunho a minha consciência no Espírito Santo):” – Rm. 9: 1.

Nos nossos dias, em minha avaliação, o maior problema que enfrentamos, quando nos defrontamos com as tradições e as práticas das diversas igrejas existentes, mais o pensamento de seus pregadores, é saber se há sinceridade, honestidade e integridade neles. Com base no que eu conheço da Bíblia Sagrada, no entanto, posso dizer que muitos deles são “suspeitos” do contrário, no mínimo. É pela Palavra de Deus que devemos aferir se há boa intenção ou não, e vemos isso comparando seus atos com o que está escrito nas Escrituras. Os indícios de má-fé são enormes em muitos lugares, e a “cara de pau” de certos cidadãos causa ojeriza, pelo menos para mim. Há verdadeiros “estelionatários da fé” por aí. No crime de estelionato o bandido faz a pessoa lhe entregar bens seus, voluntariamente, por conta de um golpe subjacente. E aqui esse golpe está no coração do líder voltado unicamente ao dinheiro e às riquezas, por exemplo, ao invés de estar puramente em Jesus, pregando o Evangelho, ajudando, socorrendo e salvando almas. Esses crápulas nojentos exploram a fé das pessoas, fazem mal a elas, e enriquecem ilicitamente, sobremaneira. Fazem fortunas, e vivem regaladamente.

É uma pena que nosso país seja laico e tenha proteção especial da Constituição Federal para a prática e adoção das religiões e credos, porque se essa questão de fé pudesse ser investigada, muita gente iria para a cadeia. Todas as Polícias trabalhariam arduamente. O Ministério Público, em todas as esferas, teria muita atividade. O Judiciário ficaria abarrotado de ações penais e de reparação de danos. Muitas pessoas más se beneficiam e cometem crimes de fé por conta de Direitos Constitucionais que lhes são concedidos, a título de Garantias Fundamentais Individuais e Coletivas, que são todas Cláusulas Pétreas Constitucionais, válidas automaticamente e “imexíveis” (Artigo 5.º, Incisos VI, VII e VII, da Constituição da República de 1988). Eu me refiro neste texto, no entanto, às ditas religiões cristãs, mas excluo de plano a Igreja Católica, pela tradição arraigada que tem no país, e excluo, também, as demais religiões, cujo fundamento não é Jesus Cristo, mas outro qualquer. No caso dos credos que perfazem este último grupo, eu prefiro me manter isento, e nem comentar nada. O objeto de meu assunto é, portanto, cada igreja, instituição ou credo, que se utilizam do conteúdo da Bíblia Sagrada como base de suas práticas, dogmas e tradições.

E aqui há, verdadeiramente, vários e vários “casos de polícia”. Eu poderia listar parte das barbaridades e heresias que essa gente faz e prega, mas isso “embrulha o meu estômago”, e eu não quero tornar o conteúdo deste texto mais difícil e repulsivo do que já é. Todos nós, que cremos em Cristo Jesus, precisamos ler a Bíblia sempre, para aprendermos a nos defender dessas coisas. Certo Pastor Batista, que tem o meu total respeito, disse certa vez que as pessoas são pegas e engodadas pelo medo, pela culpa e pela ganância. O medo prende e limita as pessoas. A culpa, a mesma coisa. E a ganância torna a fé uma barganha nefasta, e a desvirtua. Em cima dessas coisas os mais variados artifícios são arquitetados para manter as pessoas sob o jugo do pregador, prisioneiras de certa igreja, e gradativamente (quando não de uma só vez) despojadas de seus bens, a fim de satisfazer as necessidades dos líderes e de seus ventres. Quem são esses indivíduos? A quem eles servem, além, é claro, de a eles mesmos? Ao Senhor Jesus não é, certamente.

O verso acima transcrito (dito por Paulo) abre um discurso, e parece sem importância, à primeira vista. Contudo, esse verso sempre me chamou muita atenção, porque Paulo afirma que diz a verdade em Cristo Jesus, e não mente, com o trecho entre parêntesis parecendo um pensamento dele, de avidez e gana para que as pessoas o ouvissem e dessem crédito às suas palavras. Talvez Paulo tenha “dito” a ele mesmo que sua posição em Cristo vinha garantida e avalizada pela sua própria consciência no Espírito Santo. E Paulo era um “desesperado” pela conversão de seus circunstantes, Gentios e Judeus. Paulo era sincero, justo, honesto e íntegro. Este é, entretanto, um forte testemunho dele, Paulo, que só o Espírito Santo poderia conferir. E aqui reside o engano e a fraude no coração de quem atua com má-fé: nós ficamos em situação difícil, porque nos é complicado dizer que tais e quais cidadãos não prestam e são criminosos. Por isso a importância vital de se conhecer a Bíblia. Além de duas perguntas que cada um de nós deve fazer a si mesmo: “Eu digo a verdade em Cristo Jesus, e não minto?” e “Minha consciência é minha testemunha nisso, perante o Espírito Santo?” (). Ninguém engana o Espírito Santo. Todos prestarão contas a Deus, pessoalmente…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Ignorância é o útero de monstros” – Henry Ward Beecher.

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Jó 14: 5.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Os dias do homem estão determinados, contigo está o número dos seus meses; puseste-lhe limites, além dos quais não passará” – Jó 14: 5.

Durante a conversa de Jó com seus três amigos, algumas verdades nos são reveladas, e somos presenteados com muitos ensinos. Eles conversam sobre algo óbvio, mas que é muito difícil do ser humano entender, por vários motivos. O fato de “estarmos sempre no presente”, com a nossa consciência “funcionando” sem parar, nos dá uma sensação de estabilidade, porém, nós somos bastante “frágeis”, na verdade. E essa sensação de estabilidade nos engana e nos leva à utopia de continuidade sem fim. É uma falsa percepção, portanto. No momento presente, no alto dos nossos anos, nós bem podemos ter em mãos uma biografia qualquer, e a pessoa sobre a qual a vida é contada, já a viveu, teve todas as suas experiências, e já morreu, normalmente. Biografia de pessoa viva é coisa rara. Ou seja, a morte vem, como diz Jó, na hora certa, e não ultrapassa o limite imposto pelo Criador. E o que nos dá mais medo, e nos enche temor, é que nada sabemos sobre “o outro lado”.

Só se vive uma vez” é uma frase dita e repetida por muitas pessoas, e que parece ser verdadeira. Se eu fosse falar do que eu acho, no entanto, este texto não serviria para ninguém. Por isso que quando eu escrevo qualquer coisa, minha fonte é a Bíblia Sagrada. E as Escrituras dão a entender que se vive uma só vez. Vou extrair três exemplos do Livro. No Velho Testamento, na ocasião em que Davi teve um filho de forma ilícita com Bate-Seba, e a criança morreu, ele disse: Mas agora que é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, mas ela não voltará a mim 1 Samuel 12: 23. Repare que Davi diz que a criança não voltará a ele, mas ele iria atrás dela, pela morte, oportunamente. Outra situação Bíblica vem de Paulo, que disse: …, como aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo depois o juízo Hebreus 9: 27. O Apóstolo Paulo fez-se entender de que o homem só tem uma vida na carne. E, por fim, o próprio Jó afirma: “Decorridos poucos anos, seguirei o caminho por onde não tornarei”Jó 16: 22. Logo, parece que a Bíblia Sagrada quer-nos dizer que a vida é uma só, sem volta, e depois o Juízo de Deus.

A Palavra de Deus tem partes, no entanto, que dão a entender que é possível consultar os mortos, a exemplo de 1 Samuel 28: 7 a 25. Entretanto, a Bíblia reprova expressamente essa conduta (Isaías 8: 19; Levítico 19: 28 e 31; Levítico 20: 6; Deuteronômio 18: 9 a 14). Deixo claro, contudo, que a minha intenção não é ofender ninguém, nem nenhuma prática ou religião, somando-se ao fato o consenso geral de que a Bíblia Sagrada é um Livro profundo e de difícil compreensão, e eu não sou o “dono da verdade”, Deus me livre disso. Minha intenção é fazer as pessoas refletirem sobre os Textos Sagrados, sobre Jesus, Deus, sobre o Espírito Santo, a vida, e sobre si mesmas. Sempre esperando que o Senhor as esclareça. Eu, particularmente, acho que Davi, Paulo e Jó tinham e têm razão, e vivo minha vida na expectativa de ser única e depois virá, em Jesus, o meu encontro com Deus Pai. Aliás, como se explica o aumento exponencial das pessoas no planeta? Se “vão e voltam”, por que a Humanidade só aumenta? Isso me parece ser lógica pura, não dá para pensar diferente. O fundamento da reencarnação se desfaz nesse ponto, com a devida vênia.

No mais, quantos anos dessa vida nós temos? Ninguém sabe ou tem a mínima ideia. No passado houve homens e mulheres que viveram muitos e muitos anos (vide Gênesis 5: 1 a 32). O “campeão” foi Matusalém, que viveu novecentos e sessenta e nove anos. Ufa! Bastante, não? Mas depois de certo tempo o Senhor impôs uma regra, salutar (a meu ver), logo depois do Dilúvio: Então disse o Senhor: Não permanecerá o meu Espírito para sempre com o homem, pois este é mortal; os seus dias serão cento e vinte anosGênesis 6: 3. Só pouca gente chega nessa idade, e o Salmista nos ensina: A duração de nossa vida é de setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passam rapidamente, e nós voamosSalmo 90: 10. Vejam também Eclesiastes 12: 1 a 8. Os anos passam rapidamente, e nós “voamos”. Quantos anos de vida restam a cada um de nós? Resposta impossível de se dar. Mas se o Caminho para o Pai é o Senhor Jesus, e é (João 14: 6), basta a cada pessoa passar seus anos aos pés de Cristo Jesus. Ele é a nossa esperança para “o lado de lá”, e o Mestre é o mesmo ontem, hoje e sempre, eternamente (Hebreus 13: 8).

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Frases Etc. (Abraham Isaac Kook)

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“Deus se revela nos sentimentos profundos de almas sensíveis” – Abraham Isaac Kook.

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Frases Etc. (Usain Bolt)

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“Competição é a parte fácil. O trabalho está nos bastidores” – Usain Bolt.

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Romanos 6: 12.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências” – Rm. 6: 12.

Ninguém fica livre do pecado. O nosso corpo mortal tem certas “necessidades” que nos levam a pecar, se não o dominarmos com a mente, com nossa vontade deliberada. Acredito que o corpo “grita”, por vezes, por coisas que precisa, e há pessoas que a ele cedem facilmente. Há, também, os extremos disso, como um apetite sexual exacerbado e os desequilíbrios químicos. De todo modo, nem tudo pelo que o corpo “clama” é pecado. Fome normal é um bom exemplo a ser notado. Ou sede, ou precisão de se aliviar, ou sono Etc. Quanto ao que for habitual, portanto, o correto é obedecermos aos “chamados” e “anseios” do nosso corpo, em consonância com a natureza de nossos organismos. Com relação à fome, como exceção, se a pessoa se propôs a jejuar, pode perfeitamente deixar de comer, segundo sua proposição, pelo tempo necessário. E há outras situações possíveis, como esta, por certo.

O grande problema reside em se entregar às vontades desmedidas do corpo, para satisfazer as concupiscências geradas em nosso íntimo. “Concupiscência” indica, até etimologicamente, a situação de “se ter um forte desejo ou vontade”, algo quase “incontrolável” e “torturante” ao seu detentor, como o vício de alguma droga e sua abstinência. Mas a palavra está mais ligada à cobiça de bens materiais, à ambição e aos prazeres sexuais. Esses desejos desenfreados levam ao pecado, quando a pessoa se entrega a eles, como que em obediência ao corpo, com vistas a se livrar da ânsia do desejo, abrandando-o, para se acalmar e se desafogar da opressão, da carga que isso se lhe impõe, muitas vezes, assaz “pesada”. A fraqueza humana, nesse passo, é algo que nos é inerente, porém, é com esforço que combatemos essas coisas, com a ajuda de Deus Pai, pelo Espírito Santo em nós. Nós temos a faculdade de escolha, em muitos casos.

Quando não há como escolher, ou a vontade de se evitar a coisa é mais fraca que o desejo, nós podemos admitir que, talvez, se trate de doença ou de ignorância de Deus. A ignorância (desconhecimento propositado) de Deus me parece ser pecado, mas deixo isso a critério de Deus Pai, não julgo. Contudo, isso enfraquece e desestabiliza sobremaneira qualquer pessoa, visto que a dependência de Deus do ser humano, acho, é algo indiscutível e patente. E tal situação leva as pessoas a tratarem as concupiscências como coisa normal e corriqueira da vida, ou como costumes e/ou tradições (erro crasso e engano terrível…). Já as doenças e os desequilíbrios químicos, talvez, sejam escusas reais ao pecado, mas deixo isso à reflexão de todos, de novo, não julgo. Com certeza há uma parcela de consciência no indivíduo que cede às concupiscências (tentações) nesses estados enfermiços, mas a força (e a intensidade) do desejo o domina, e o leva a agir de modo impertinente e prejudicial a si mesmo. O fato em si até pode ser “classificado” como pecado, porém, a intenção do coração bem pode lhe ser contrária, ou anuente por circunstâncias que refogem ao seu controle. Novamente, creio eu, é melhor deixar isso ao bendito e perfeito critério de Deus Pai.  

De todo modo, o verso nos ensina que o nosso corpo é mortal, apesar da obviedade disso. Só que isso não precisaria ser dito, se nossa alma não o fosse, aliás, como não é. As nossas almas são imortais, e os nossos desejos “nascem” do corpo, mas são “alimentados”, “nutridos”, pelo pensamento, pela mente, pelo íntimo. Se nos for possível não pensar nas coisas que nos levem ao pecado, nós devemos fazer isso. E nos esforçar, sempre. Isso nos fará dominar o nosso corpo mortal, que é só o “invólucro” da nossa alma imortal. Essa alma imortal somos nós mesmos, e o nosso corpo mortal a prejudica, se permitirmos. Eis aqui um desafio para todos: controlar, com a mente, as vontades inconvenientes e os desejos inadequados do nosso corpo mortal, livrando a nossa alma (nós) do peso e do preço do pecado, que nos aparta de Deus. Viver com Deus é algo maravilhoso, indescritível, e o pecado nos afasta de Deus; em alguns casos, gradativamente, até a “morte” total (Romanos 6: 23). E isso não é nada bom.

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Frases Etc. (Lettie Cowman)

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“A fé pisa num vazio aparente e encontra uma rocha embaixo” – Lettie Cowman.

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Jó 12: 5.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“No pensamento de quem está seguro há desprezo para o infortúnio, como o destino daqueles cujos pés resvalam” – Jó 12: 5.

Somente quem não pensa se sente seguro neste Mundo. Apenas quem não é dado à reflexão imagina a vida como “uma estrada reta e sem obstáculos”. O tolo, o louco, o estulto, e seus pares, não entendem “a dinâmica” da existência. Houve anos em que tudo na minha vida era difícil, e vi muita gente bem nesse tempo passado. Alguns na fartura, outros vivendo bem e desfrutando de suas boas condições. Houve períodos de sacrifícios meus, de “durezas” em vários sentidos, e outros tantos de “vacas magras”, nos quais era preciso escolher o que fazer: ou isto ou aquilo, as duas coisas não me era possível fazer. Fui ajudado por muita gente boa, e nunca deixei de ajudar ninguém, com o que tivesse em mãos, qualquer coisa. O conforto em que eventualmente vivemos não nos dá garantias de tê-lo para sempre, até a velhice e o ocaso, e mesmo durante a vida. Muita coisa pode mudar…

Minha infância não foi rica, mas foi confortável. Não tive toda a educação que gostaria, mas foi tudo bem, no geral. A adolescência foi um pouco mais complicada, tempo de desperdiçar tempo, mas passei por ela, de certa forma, acho eu, incólume. Tive a sorte de fazer faculdade mais tarde, mas fiz. Tenho um bom trabalho, uma boa família, saúde, Deus no coração, e vou vivendo, até quando Deus quiser. Houve muita mudança em minha vida, de todo tipo, apesar da atual “calmaria”. Por que disse tudo isso? Porque me conscientizei de que a vida é uma jornada tumultuada, e nunca posso me basear no que eu sou agora, ou o que tenho ou não tenho, para “dizer” o dia de amanhã. E nem tampouco para fazer julgamentos de outras pessoas, que vivem os momentos exclusivamente delas. Muita gente que vi bem, hoje não está bem. Outros tantos cresceram na vida, sem incidentes “graves”, pelo menos até agora ou pelo que sei. Alguns foram acometidos por doenças; uns morreram, outros sofrem, outros foram curados. E por aí vai…

O segredo do verso, nas palavras de Jó, no entanto, está no fato de que quando estamos bem, especialmente bem de saúde e de finanças, temos a tendência de acharmos que estamos seguros, e muitos de nós desprezam e fazem pouco do infortúnio alheio. Nós julgamos os outros de acordo com as nossas particulares perspectivas, quando o certo seria o foco na situação de vida de quem quer que por nós seja julgado (e isso já é um erro, diga-se de passagem). Sem querer polemizar, mas há o exemplo típico daquele que furta (furta, não rouba) para comer, porque simplesmente está com fome e não tem recursos nem trabalho; nós, do alto de nossas efêmeras “estabilidades” podemos vir a dizer: “eu jamais faria isso, nunca furtaria”. Desculpe, mas, é mentira: a necessidade faz o homem (Provérbios 30: 7 a 9). Experimente ficar sem comer, de forma extrema, e veja como reage o seu organismo e como ficam a sua mente e vontade. Imagine-se em meio a uma guerra, o que você faria? Vendo sua família com fome? Ah, você mataria para defender sua família ou para se defender de uma agressão injusta? Bem pode ser que sim, não? O que mais você e eu faríamos premidos por necessidade ou por pressões externas?    

É preciso ser honesto consigo mesmo ao responder as perguntas acima formuladas, e outras tantas que bem podem surgir desta reflexão. Ótimo (muito bom mesmo!) que, no momento, nós temos sanidade mental, saúde física boa, contas em dia, algum conforto, amigos, familiares Etc. Mas tenha certeza de que as coisas podem mudar de repente, sem aviso. Abruptamente todo o nosso “castelo de cartas” pode vir abaixo, e a vida pode ser “virada do avesso”. Por isso nunca, jamais, despreze o infortúnio alheio, do “alto” de seu “pedestal”, visto que “amanhã” poderá ser você a ocupar o lugar daquela pessoa desafortunada (ou nem existir “amanhã”). Ao invés de julgar, pois, ajude. Se puder aconselhar, então, aconselhe. Só não se deixe dominar por seu pensamento, a ponto de se sentir intocável e indestrutível. Você e eu, todos nós, somos “pó da terra”. Sejamos humildes, pois, bem como cônscios de nossa natural fragilidade. Se estivermos “seguros” hoje, ora, apenas reconheçamos o Senhor nos nossos caminhos (Provérbios 3: 5 e 6). Que seja este o nosso pensamento e não o do verso. Tratemos os nossos semelhantes com respeito, fraternidade e piedade. Alguém já disse que um ser humano só tem o direito de olhar o outro de cima quando o ajuda a se levantar. “Você nunca entenderá um homem enquanto não calçar o seus sapatos e olhar o mundo por meio de seus olhos” – Atticus Finch. Pensemos todos nessas coisas, em Jesus.

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Frases Etc. (Warren Buffett)

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“Preço é o que você paga. Valor é o que você recebe” – Warren Buffett.

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Frases Etc. (Leandro Karnal)

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“Viver sem ética dá muito mais trabalho” – Leandro Karnal.

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Jó 11: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“e te fizeste saber os segredos da sabedoria, pois a sabedoria é multiforme. Sabe isto: Deus exige de ti menos do que merece a tua iniquidade” – Jó 11: 6.

Jó é um personagem conhecido até mesmo por aqueles que não conhecem a Bíblia Sagrada. Graças à expressão popular “paciência de Jó”, o que me é engraçado, pois que paciência foi justamente o que Jó não teve, em minha modesta opinião. Em boa parte do Livro de Jó, há uma conversa entre ele, Jó, e três amigos, cujos nomes são: Elifaz, Bildade e Zofar. A frase do verso foi extraída de uma parte da fala de Zofar. E dela retiro duas reflexões ou perspectivas para nós, você e eu. No início da sentença eu não consigo deixar de pensar em humildade. É, humildade. Ué, mas o verso fala em sabedoria, não humildade. Com razão, é verdade. Porém, o verso nos diz o óbvio: a sabedoria é multiforme e seus segredos são infinitos. Impossível, pois, que qualquer ser humano se julgue “sábio” o suficiente, a ponto de perder sua humildade, se é que algum dia já a teve. Logo, “o pouco que sei”, se é que sei, devo compartilhar com humildade e amor. Ser humilde é ter sabedoria. Este é o primeiro ponto.

O segundo aspecto se cinge na frase “Deus exige de ti menos do que merece a tua iniquidade”, linda e exata, por sinal. É muito interessante a situação de alguém que lê várias vezes o mesmo texto, no caso, Bíblico, é só tem um insight com algum trecho em determinado momento. Eu já li o Livro de Jó algumas vezes, e essa colocação de Zofar me encheu de gratidão a Deus, justamente desta vez. Ora, por que só agora? Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e “fala” conosco, e nos ensina, e nos consola, e nos liberta, todas as vezes que A lemos. Assim é. A “luz” que se “acendeu” em meu íntimo tem a ver com gratidão. Gratidão a Deus Pai, claro. Porque o Senhor, em Jesus, exige menos de mim do que merece a minha iniquidade, e sempre será desse modo. Eu jamais alcançarei um “estado” pelo qual viria minha “emancipação” de Deus. Nunca.

Eu assumo e confesso minha total e irrestrita dependência de Deus, ontem, hoje, no futuro, e por toda a Eternidade. Sou forte na minha fraqueza se o Senhor estiver comigo. De outra sorte, sou cego, e desgraçado, e pobre, e miserável, e nu. O Senhor não leva em consideração os meus pecados, praticados e a praticar. Justificado em Jesus, eu não sou cobrado pelo que fiz ou faço, mas sou cobrado pelo que há em meu coração. Sou julgado por Deus conforme aquilo que Ele encontra em meu íntimo. Se há sinceridade, amor e integridade, pois bem, é isso o que o Senhor quer das pessoas. Os sacrifícios atuais do ser humano são internos, pelo sangue que verte em seu coração, altar de Deus, cujo fluxo é contínuo. Logo, devemos “ser de Deus” de forma ininterrupta, constante. Com o Criador não existem subterfúgios, “máscaras”, ou o que for – Dele ninguém se esconde, Dele não há quem se esquive.

Logo, quem é você? Ou quem sou eu? Estou, estamos, todos cônscios de nossa “situação” nesta vida? O que é o homem para que Deus dele se lembre? “Vermezinhos de Jacó”. Poeira, corrupção e pó. Um sopro que passa. Sombra. Será aprovado por Deus aquele que se vangloria de forma vã? Qual será a arrogância que subsistirá? Já dizia o Pregador: “Vaidade de vaidades”. Grande é quem é pequeno diante de Deus. Sente-se nas últimas cadeiras, e alguém te honrará, chamando-o para frente. Os últimos serão os primeiros. O maior entre nós é aquele que serve. Bem-aventurado é aquele a quem Jesus chama de amigo. E bendito é aquele que ouve a voz do Mestre, ovelha de Seu aprisco. A humildade é o princípio da sabedoria. O Reino de Deus é obtido com esforço e resignação. Quem tem o direito de se “sentir grande”, ou de se engrandecer perante os outros? Toda empáfia será castigada. Vergonha. Deus exige de nós infinitamente menos do que deveríamos receber pela nossa iniquidade. Merecimento? Nah! Graça de Deus, pura Graça de Deus. Gratidão e humildade.

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Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Jamais confunda as provações da fé com a disciplina ordinária da vida, pois muito do que chamamos de ‘provações da fé’, se devem simplesmente ao inevitável resultado de tão somente estarmos vivos” – Oswald Chambers.

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Salmo 120: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Já há tempo demais que a minha alma habita entre os que odeiam a paz” – Sl. 120: 6.

Há alguém entre nós que, vez por outra, não se sinta cansado? Parece que o cansaço do Salmista não é o físico, mas, sim, o de alma. Ele faz um “lamento” sobre isso, e muitos podem até vir a dizer que isso seria murmuração, daí, pecado. Mas não creio que seja esse o caso. Pela minha visão é um sentimento legítimo de qualquer ser humano. Todos nós nos sentimos assim várias vezes na vida. E acho que quanto mais idade a pessoa tem, mais frequentes se tornam esses “cansaços d’alma”, entranhados. Talvez seja algo “cumulativo”, não sei. O que posso dizer com boa dose de certeza é que isso acontece conosco, de fato. Possivelmente eu não tenha como dizer com total acerto quais seriam as causas disso, mas tenho alguns palpites, ah, isso eu tenho.

Nós vivemos os nossos cotidianos sendo “bombardeados” por acontecimentos e notícias ruins, alguns péssimos e bárbaros. Há também, de vez em quando, aquelas situações bizarras, que ultrapassam qualquer limite daquilo que já não presta. Essas coisas nos afligem bastaste, mas há outras sobremaneira opressivas. Sofremos opressão em todos os meios sociais em que interagimos; ora, onde há pessoas, há toda a sorte de problemas e de caprichos, além de muitos preconceitos e “ódios gratuitos”. Somos constantemente oprimidos por questões existenciais e incertezas quanto ao futuro, que, em casos mais severos, levam às doenças “físico-espirituais” ou da psique. Alguns exemplos? Ok, fácil: depressão, síndrome do pânico, toc, baixa autoestima, fadiga, prostração, estafa e por aí vai, a lista é enorme. Depois, o ser humano sempre carrega consigo alguns “traumas pessoais”, não totalmente vencidos e superados, que podem ser exemplificados com a perda de um ente querido, alguma vergonha extrema protagonizada pela pessoa, abusos sofridos Etc.

Ufa! Muita coisa, não? Pois é, muita. Essa é a vida de cada um de nós, uns mais, outros menos, mas todos com alguma pendenga ou demanda, nos diversos sentidos postos, comumente mais de uma. E isso tudo nada tem a ver com otimismo e pessimismo; mesmo os mais otimistas têm “trabalho” com essas coisas. A vida é um desafio constante e ininterrupto, de modo que é normal que haja cansaço pelo caminho. A vida é perigosa, há muita gente ruim por aí, e a Natureza é “cruel” e “indiferente”. A vida é trabalhosa, nós estamos sempre envolvidos com alguma “atividade” inevitável e inadiável. A vida é penosa, pois que, principalmente com a consciência de Cristo em nossos corações, nós sofremos as dores e desventuras alheias, sem contar as nossas próprias. A vida é breve, e o tempo passa, passa ligeiro, chega-nos a idade (as cãs), ano nenhum volta, e as palavras do Rei Salomão se materializam em nossas vidas (Eclesiastes 12: 1 a 8) – se “tivermos chegado lá”, sem que nenhum “acidente de percurso” tenha, porventura, nos colhido pelo trajeto.

Bem, nós todos convivemos com a morte diariamente, e não temos garantias de vida sequer para o minuto seguinte. Esse é outro fator de insegurança, que, às vezes, pode vir a ser “patológico”, e nos incomodar bastante. Medo da morte, por fartura de dias, doença, ou por motivos que escapam ao nosso entendimento, especialmente no que tange a facear o inesperado e o desconhecido. O “poder” que a “carne” exerce sobre as nossas almas não é algo que se deva abstrair de nossas reflexões existenciais. Há um conflito muito forte e evidente entre o que é decadente por natureza e o que é eterno, e isso precisa ser encarado, de “peito aberto”, com franqueza, por todos nós. No meio desse “cabo de guerra” encontramos as nossas respectivas consciências, fracas em essência, dependentes de Deus desde a Criação. E nesse Mundo superlotado, todo “retalhado” e dividido pelos mais diversos interesses, religiões, pensamentos, ideais, “pobrezas”, acaso haverá de acharmos, no geral, paz, concórdia e homens de boa vontade? As pessoas odeiam a paz, e no meio disto habitamos. Logo, se algum dia você se sentir cansado, saiba que isto não é pecado, murmuração ou rebeldia, não; apenas é sinal de que você (eu) é humano, fraco e dependente de Deus. Pressupostos básicos para que Ele habite em nós.

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Frases Etc. (Oswald Chambers)

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“Nunca se afaste ou fuja da direção e da orientação de Deus” – Oswald Chambers.

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Frases Etc. (Pitágoras)

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“Não ceda à tentação, a não ser quando concordar em ser infiel a si mesmo” – Pitágoras.

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Colossenses 4: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como deveis responder a cada um” – Cl. 4: 6.

Você conhece alguém cuja conversa nada lhe acrescenta? Mesmo que você fique mais de hora ao lado dessa pessoa, e só o que se ouve são futilidades e falseios? Eu conheço pessoas assim, rasas, “sem profundidade”. São muito boas em manter uma “distância confortável” em suas conversações e interações, mas que possuem apenas conteúdo social. Jamais se revelam em essência, e se escondem por detrás de “máscaras”. Querem que você pense que estão bem e felizes, mas é só a “casca”. O tal do Facebook é assim: só a “casca”, não tem “profundidade”. Ou, então, em comparação aos seus usuários “navegantes”, eu sou o único infeliz e ignorante. O único que não ri e está feliz o tempo todo, cuja sabedoria é alheia, e que tem desventuras. Talvez fosse pertinente renomear o site para Falsebook? Tanto faz pra mim, um ou outro eventual, eu não adiro de jeito nenhum.

A palavra agradável, e “temperada com sal”, não pode ser algo falso. Por exemplo, ao lado de pessoas que “sempre têm razão”, eu prefiro o silêncio. O silêncio, por vezes, “fala mais alto”. Há uma diferença significativa entre ser falso ou “temperar a palavra com sal”: o intento de seu coração. Se o Senhor estiver no cerne do seu ser, há a possibilidade de você evitar um embate e ser agradável ao responder, sem “excesso de sinceridade” ou falsidade. É preciso ter presença de espírito no Mundo em que vivemos. A própria Bíblia Sagrada nos diz que responder ao estulto, ou ao louco, ou ao ímpio, ou ao tolo, dependendo do caso, é bobagem (e perda explícita de tempo). Logo, se pudermos contribuir com alguém ao proferirmos alguma palavra nossa, ótimo; porém, se nada daquilo que falarmos será, de fato, útil, melhor se calar. Deixe o estulto, o louco, o ímpio e o tolo com sua estultícia, loucura, impiedade e tolice.

No entanto, é certo que o verso nos traz um bom conselho. Tenho pra mim, entretanto, que, dentro do possível, isso seja mesmo uma obrigação nossa; mas, por outro lado, entendo que nem todo mundo consegue ter presença de espírito e a rapidez necessária (perspicácia) para responder bem e, como se diz, “na lata”. A sabedoria popular diz que qualquer palavra dita tem o mesmo efeito de uma pedra lançada ao ar, isto é, não tem volta e causará alguma consequência prática. E falar bem me parece um dom, dom de Deus. A Palavra de Deus nos ensina que nós somos ajudados pelo Espírito Santo em nós, quando precisamos responder bem. Eu creio nisso, contudo, se for mesmo um dom de Deus, não seremos todos dotados dessa capacidade, ao menos em plenitude. É bom responder bem, e que o Senhor nos ajude sempre, nesse quesito.

Uma boa palavra para todas essas coisas bem pode ser “temperança”. Temperança é uma “espécie de equilíbrio” (comedimento), pelo qual nós evitamos toda sorte de situações desagradáveis e desnecessárias. É boa virtude que nos faz agir com moderação e parcimônia, com prudência, com inteligência e sabedoria. Muitas vezes nós nos deixamos arrebatar pelas paixões, e somos obrigados a facear duras consequências. Precisamos aprender a controlar o ego. Em minha família há uma pessoa que “sempre tem razão”, legítima “dona da verdade” em sua arrogância, vaidade e orgulho, desmedidos. Antes, na minha anterior ignorância, eu “comprava a briga”, e discutia, e disputava, e sempre saía perdendo e sofria o mal-estar decorrente. Hoje em dia, porém, essa pessoa que fique com sua “razão”, pois eu me calo ou “concordo”, e fim: ponho termo na demanda. Com esse exemplo, pois, digo: nem todo mundo quer ouvir o que nós temos a dizer ou a oferecer. Que Deus os abençoe, e permita que “despertem” a tempo. Pois que a estultícia, a loucura, a impiedade e a tolice “cegam” e fazem “adormecer” as pessoas, que se tornam altivas e “autossuficientes”, espiritualmente “burras”. E se insira nisso, igualmente, o fanatismo religioso. À palavra, pois, quando for possível; ao silêncio, de outra banda, se a palavra a ser dita for vã; e nunca, jamais, às inúteis altercações. Tudo isso e assim, em amor, com o Senhor em nossos corações, sempre.

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Frases Etc. (Eurípedes)

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“Só há uma coisa que pode sobreviver a todas as provações da vida: uma consciência tranquila” – Eurípedes.

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Efésios 6: 7.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Servi de boa vontade como ao Senhor, e não como a homens” – Ef. 6: 7.

Nós precisamos aprender a fazer tudo de coração. Não de qualquer jeito, ou com raiva ou displicência, não. O negligente na sua obra é irmão do destruidorProvérbios 18: 9. O nosso “serviço” neste Mundo não é apenas aquilo que devemos a outrem, por caridade, piedade e fraternidade, nem tampouco é, tão somente, o nosso “ganha-pão” e as atividades correlatas a isso. Tudo aquilo que viermos a fazer nesta vida, sem exceções, obrigados ou não, devemos fazê-lo com boa vontade e boa mente. “Servir” é, aliás, um lindo verbo, cujo significado vai além de ser tido como pessoa inferior, que serve, como muitos por aí certamente acham. Não há profissão que possa ou deva ser depreciada, e nem por isso se deve “catalogar” alguém como “menor”. Todos merecem deferência e respeito, ainda que estejam na condição de servir os seus semelhantes.

Aliás, todo e qualquer cristão, que se preze, bem sabe disso. E se não souber, ora, então, esse cidadão “não se preza”. Certo é, no entanto, que todo cristão é servo, e servo de Deus, em primeiro lugar. Nessa bendita condição, sendo considerada “grande” ou “pequena”, a pessoa terá de prestar contas ao Criador pelos seus atos. Bom é, nesse passo, fazer tudo bem feito, segundo o verso, como se fosse ao Senhor, com boa vontade. O cristão “procura” o “serviço”, “corre atrás”, e sempre acaba abençoando alguém. Mas… Falava eu, outro dia, com uma senhora, que é voluntária em um hospital especializado em tratamento de câncer, e ela me dizia, com alegria, que “” menos de si própria do que “recebe” dos pacientes, nas atividades inerentes ao seu voluntariado. E assim acontece, creio, com todos que fazem as coisas, qualquer coisa, no espírito certo, isto é, com integridade e desprendimento.  

Nesta vida nós somos obrigados a fazer muitas coisas, algumas das quais nós certamente não quereríamos fazer. Nós somos compelidos a tolerar muitas coisas e, principalmente, pessoas e seus “caprichos”. Nós “engolimos sapos”, nós nos vemos, vez por outra, em “saias justas”, e nós nos submetemos a diversas situações desagradáveis, porém, verdadeiramente inevitáveis. O sentido do verso, entretanto, não tem a conotação de nos obrigar a agir daquele modo, não, trata-se mais de um conselho para vivermos melhor, com mais qualidade de vida, minimizando as tensões e as dificuldades do dia a dia. Desse modo a vida fica mais leve, menos penosa e mais fácil, vez que não é mesmo possível deixar de viver e experimentar boa parte daquilo que nós não estaríamos dispostos a encarar. Essa é a vida, cheia de percalços e permeada de “obstáculos”, embaraços e de contratempos. Pelo menos, eu não conheço ninguém que esteja livre dessas coisas e situações.

De todo modo, graças a Deus por Seus conselhos, que nos chegam ao entendimento pelo nosso contato com a Bíblia Sagrada. O do verso é apenas um deles. Se inexistir em nós, pois, a disposição de tudo fazer como se ao Senhor fosse, ora, então, nós precisamos “rever profundamente os nossos conceitos”, e lutar pela mudança. Os primeiros a ganhar com isso somos nós mesmos. O Senhor nos sustenta de várias maneiras, sob todos os ângulos. Nós confiamos Nele, e Lhe entregamos as nossas vidas, logo, não vivemos mais sem rumo, a nossa meta é Cristo, e os nossos caminhos nos levam ao Reino de Deus. Vivemos para Ele! Se isso for real na nossa vida cristã, nós precisamos ter (e “lutar” por ter, sempre) essa presença/estado de espírito (disposição), de fazer tudo bem feito, com dedicação e amor, pois que é a Ele que devemos tal coisa. Os homens se beneficiam disso, obviamente, mas a nossa recompensa vem dos Céus e a nossa gratidão vai para o Senhor, honrando-O, como deve ser. Tudo se resume, pois, em termos consciência do que nos ensina o verso, aplicando-o às nossas vidas, com esforço, resignação e fé. E tudo o que fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus PaiColossenses 3: 17.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Viva para a outra vida. Persista e resista como vendo Ele, que é Invisível. Viva pela fé; viva pela esperança; viva pelo amor; viva pela coragem; viva pela confiança; viva pelo lado doce de sua mente; e seja como Cristo, até que você viva (esteja) ao lado Dele” – Henry Ward Beecher.

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Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“Você nunca é muito velho para estabelecer (um) outro objetivo, ou para sonhar” – Clive Staples Lewis.

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Romanos 1: 17.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Pois nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: O justo viverá da fé” – Rm. 1: 17.

Paulo se referia ao Evangelho de Deus, que nos remete a Jesus. Sempre Jesus. E começando pelo fim do verso, ele nos diz que o justo viverá da fé. O justo (alguém justificado por Jesus) é aquele que se entregou a Deus Pai e se pôs, voluntariamente, aos pés do Mestre, a serviço Dele. É uma ilustração bonita, esse ato de entrega. Mais do que isso, é um milagre de Deus, visto que o ser humano tira de si a sua “coroa” e a entrega para o Senhor. Passa de “dono de si mesmo” a “súdito”. Coisa bela de se ver, esse aceite explícito em relação à Soberania de Deus. “A fé move montanhas”, diz a sabedoria popular com uma “dose” Bíblica no meio. Talvez seja acertado dizer que essas “montanhas” somos nós mesmos, e a fé em Deus seria/é o “mecanismo” que nos move, que nos obriga a “sair do lugar”, e nos impele ao desconhecido, ao “risco”, em direção a Ele, à confiança Nele.      

De todo modo, a Bíblia nos ensina que sem fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11: 6). Agradar a Deus é algo bom, e se a pessoa acredita que Ele existe (crê Nele), é uma conduta ansiada e esperada. E a verdade acaba nos mostrando que, mesmo crendo no Invisível, a relação que se trava entre o homem e Deus é uma “via de mão dupla”, cuja prova se torna inconteste no coração de quem a experimenta. A fé á algo que aquece o meu coração, de maneira que quando alguma coisa desanda em mim ou na minha vida, sempre recebo de Deus uma porção de serenidade e de paz. E isso cobre ou atenua aquilo que me ameaça com turbação e/ou aborrecimento. É incrível (não para mim, que já me acostumei), mas é assim que acontece. Claro que a todos vêm, vez por outra, “crises de fé ou de confiança”, mas isso faz parte do jogo e, para todos que se firmam em Jesus, é coisa passageira.

Outra coisa bem interessante, que acontece comigo, é o fato de que algumas vezes me envergonho de meus atos diante de um problema, depois que a solução aparece. Vejo que se tivesse agido de forma condizente com minha crença (fé em Deus, por Jesus), que é real e verdadeira, eu teria honrado melhor ao meu Senhor. Mas Ele sempre me perdoa, e sigo em frente (com Ele), um pouco mais sábio (vivenciada a experiência) e mais confiante. Essa premissa, pois, de que o justo viverá da fé, não é brincadeira, é coisa séria, e nossa parte é jamais deixá-la se tornar um jargão religioso. Jargões (ou bordões) religiosos são perigosos, e devem ser evitados, pois que eles embotam os nossos raciocínios e inteligência. E a fé nos leva longe, nos faz descobrir a Justiça de Deus, pelo Evangelho. Essa parte, a meu ver, é mais difícil do que ter fé: nós frequentemente não entendemos a Justiça de Deus. Até vislumbramos um pouco Dela, mas muitas vezes, sem compreendê-La.

Isso é absolutamente normal, acho. Não é fácil discernir o que Deus faz. Por vezes, é mesmo impossível, ao menos por agora, em vida. É preciso confiar e se entregar plenamente a Deus, nesse quesito, a ponto de certa reflexão ter sido “arrancada” do Pregador (Rei Salomão), que escreveu: Visto que não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto à prática do malEclesiastes 8: 11. Porém, a Justiça é de Deus, e a nossa parte é crer e confiar que Deus a executará no Seu tempo. Nós precisamos ter fé para não nos contaminarmos, a ponto de deixarmos os nossos corações inclinarem-se para o mal. Vigiar, orar, esperar em Deus, com fé. Aliás, de fé em fé, como nos ensina o verso. De fé em fé nós “enxergamos” o agir de Deus, é assim que a coisa acontece. Qualquer relação de confiança se constrói com o tempo. Não seria diferente com Deus. Passa o tempo e vemos a Justiça de Deus sendo feita; com aquilo que não vemos (e pensamos que não houve), nós esperamos em Deus e cremos, com fé. Assim construímos, “tijolo a tijolo”, a nossa relação de intimidade com o Senhor. O justo viverá de fé, sim, de fé, não só de fé, mas de fé em fé (não desanime jamais, avante!).  

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“A infelicidade começa com a comparação” – Rubem Alves.

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Provérbios 20: 7.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O justo anda na sua integridade; bem-aventurados são os seus filhos depois dele” – Pv. 20: 7.

Qual será o significado de “andar em integridade”? A Bíblia Sagrada, por exemplo, fala que ninguém é perfeito. Porém, íntegro é sinônimo de perfeito. Integridade é um substantivo feminino que deriva do adjetivo íntegro. À primeira vista, portanto, temos uma contradição. Mas a Palavra de Deus não tem qualquer contradição em Si mesma, apesar de que Ela cria “contradições” aos que não acreditam Nela. Bem, eu creio na existência de uma sutileza entre “ser íntegro” e “andar em integridade”, e isso não é, para mim, mero “jogo de palavras”, pode ter certeza. Cada pessoa tem o seu peculiar e próprio modo de “ver” o mundo e de “lidar” com as coisas. É uma situação “mutante”, que dia a dia se atualiza. Claro que há bases e fundamentos que não se alteram tanto; ou, talvez, sejam, mesmo, fixos e firmes, podendo ser identificados como advindos de convicções, índole, caráter Etc.

Ser 100% íntegro, portanto, parece ser uma tarefa Biblicamente impossível, se a acepção do termo for baseada em perfeição. Imaginemos alguém sem pecado… Não, não dá! Logo, se alguém peca, não pode ser tido como 100% íntegro. E todos nós pecamos e destituídos estamos da Graça de Deus (Romanos 3: 23). Para alcançarmos a Graça de Deus precisamos de Jesus, que nos leva a Deus, aliás, diga-se de passagem, o Único Caminho (João 14: 6). Aí nós nos entregamos a Jesus, nosso Mestre, e nos tornamos “justos”, que não é sinônimo de íntegro, mas vem de “justificação”, e é um ato de Terceiro em nós. É um ato de Jesus em nós, Dele, que nos justifica. A partir disso tornamo-nos justos, justificados. E o justo anda na sua integridade, pelo verso. Mas, como dito, esse justo que anda na sua integridade não é 100% íntegro (Eclesiastes 7: 20). Esta é a sutileza mencionada: o justo luta e se esforça para ser íntegro, de modo que anda na sua integridade. E essa integridade se baseia nas premissas do Reino de Deus.

Havendo sinceridade, quanto mais sincero for o justo, mais integridade ele terá. Trilhará os seus caminhos com ética, boa-fé e honestidade. Buscará jamais lesar alguém. Tomará para si somente o que é seu. E dará o que for devido a quem quer que lhe cruze suas veredas. Uma pessoa assim será candidata a ser imitadora de Cristo, com Paulo dizia ser (1 Coríntios 11: 1). Só que Jesus é perfeito, Paulo nunca foi, e não há contradição alguma nisso, como já bem sabemos. Seguir o Mestre é andar em integridade, mas jamais significará ser 100% íntegro. Paulo andava em integridade, mas nunca chegou perto de ser 100% íntegro. Ninguém jamais será. O único homem que andou neste planeta, e que se mostrou 100% íntegro, se chama Jesus Cristo de Nazaré, o Messias de Deus. Jesus é Deus, Emanuel – Deus conosco. Como, pois, alguém pode ter a pretensão de ser como Deus, 100% íntegro? Ao homem que quiser agradar a Deus, ora, que busque andar em integridade, pois. Diante do Senhor e dos homens, por Jesus.

Bem-aventurados são os filhos desse homem. Não só os filhos, por certo, porque esse homem abençoará a todos em seu entorno. Todas as vezes que a integridade vencer a batalha da carne contra o espírito, todos os envolvidos na peleja sairão ganhando alguma coisa. A virtude do justo é, pois, lutar e se esforçar para que, dentro de suas naturais limitações humanas, ele ande em integridade. Com isso ele será alguém que espalhará coisas boas ao redor de si, pelo caminho, e será um abençoador. Em todas as esferas de convivência de cada pessoa que se digne a andar com integridade, haverá sempre alguém colhendo bons frutos, desfrutando de relacionamentos equilibrados e “inteiros” (mesmo os mais fugazes), e “vendo” Jesus. O justo se preocupa com a retidão e com a equidade, porque busca a Deus constantemente, por Jesus. Se essas qualidades forem notadas pelo próximo em nós, ele verá o Senhor Jesus por nós, invariavelmente; porque se somos efetivamente retos, dignos, e agimos com justiça propositada, isso se dá, literalmente, graças a Deus, em Jesus, que nos capacita. O que seria de nós sem Ele? Bem, prefiro nem pensar…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“Arrependimento pode começar instantaneamente, mas transformação real frequentemente requer muitos e muitos anos” – Henry Ward Beecher.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Beleza é, acima de tudo, a manifestação da graça, da abundância e da generosidade. É o motivo pelo qual Deus enche de flores a terra” – Dallas Willard.

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2 Coríntios 9: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Em tudo sereis enriquecidos para toda a generosidade, a qual faz que por nós se deem graças a Deus” – 2 Co. 9: 11.

Talvez a generosidade seja um dom de Deus. Quando pensamos nessa palavra, ou na conduta em si mesma, logo somos induzidos a lembrar de dinheiro. Generoso é quem dá dinheiro a alguém, sem esperar ou pedir nada em troca. Doa desinteressadamente. É verdade: essa é uma das descrições da palavra. Mas o verso fala em “para toda a generosidade”. Ora, e por acaso há mais de uma? Sim, há. E pelo verso, há. Há vários empregos para a palavra, e um deles é “fartura”. Generosidade pode ser também traduzida em nobreza (de espírito e alma) e lealdade. Aquele que comumente se sacrifica em prol de outrem, do próximo, é alguém generoso. E a bondade acompanha essa pessoa, sempre. Fala-se em liberalidade do generoso, que partilha seus bens em benefício dos outros, mas aqui há um equívoco: o generoso não deveria ser conhecido e notado apenas por partilhar seus bens materiais.

Não. O generoso partilha seus bens e interesses. O generoso faz mais, faz a partilha de si mesmo: ele se dá, ele se doa, de corpo e alma. Se você não conhece ninguém assim, é uma pena! E as pessoas são, geralmente, seus maiores objetivos. Mas há outras causas (tão legítimas quanto) nas quais a generosidade pode ser vista e aplicada, dentre elas, a pessoa pode ser generosa com os animais e com o meio ambiente. Logo, generosidade é um sorriso, um aceno, um cuidado, um “ouvir”, um aconselhar, uma lembrança, uma menção, uma atenção, e um monte de outras coisas, e também é, claro, o ato de dar ou doar algum bem material ou dinheiro, de forma desinteressada. Melhor: não desinteressada, mas no interesse de que pela generosidade “se deem graças a Deus”, que o Senhor seja louvado (e conhecido, e lembrado, e celebrado) por atos dessa natureza.

Generosidade, pois, não é sinônimo de riqueza e dinheiro, tão somente. Devemos mudar em nossos corações esse conceito simplório. Há pessoas paupérrimas e generosas. Aliás, é mais comum encontrar generosidade no pobre. Generosidade é, em segundo lugar, algum ato material, sim, mas primeiro aparece no coração do generoso tanto a bondade como a compaixão. Generosa é a pessoa que tem o perdão fácil. Ah! Como eu queria ser generoso assim… E o verso nos ensina que os generosos serão enriquecidos, “Em tudo sereis enriquecidos”. Porém, muito cuidado, porque aqui o equívoco é mais fácil de ocorrer: a generosidade pobre e rasteira, interesseira, para nada serve, e, no mais das vezes, é Deus “mudando o curso do ribeiro para onde quer”. Deus manda, o cidadão obedece; mesmo sem consciência daquilo que faz. Esse tipo de “generosidade” não traz proveito algum a quem pratica o ato, porque a generosidade deve ser sincera. Deve partir conscientemente do âmago de quem a concretiza. Há que se ter, pois, comprometimento do ser com ela, caso contrário, generosidade não é.

Portanto, o generoso é enriquecido por Deus para multiplicar sua generosidade. Lindo! E, de novo, não confundir as coisas: dinheiro e riqueza são apenas faces da generosidade, dentre várias e várias outras. Assim é que o Senhor nos enriquece, e nos dá mais capacidade, seja esta qual for, para mais sorrisos, mais acenos, mais cuidados, mais oportunidades de “ouvir”, mais situações de se dar conselhos, mais lembranças, mais menções e atenções, e mais de um monte de outras coisas, e mais, também, nos enriquece para atos de dar e de doar bens materiais e dinheiro, de forma desinteressada. “Em tudo sereis enriquecidos para toda a generosidade”. A generosidade difunde o amor. O amor ao próximo. O amor geral, envolvente. Que flui e transborda… (João 7: 38). A generosidade gera gratidão. Traz paz. Alívio e sossego. Luz e alegria. O generoso não pode ser generoso se não ama o próximo. E a Deus. Só com amor no coração a generosidade é real. Duas coisas derivam espontaneamente, no entanto, da prática de atos de generosidade: satisfação pessoal e louvor a Deus (gratidão). São coisas lícitas e bem-vindas. Interesses idôneos de todas as partes. No mais, que o Senhor nos enriqueça para todo tipo de atos de generosidade, pelos quais, por nós, se deem louvores e graças a Deus Pai, em Jesus.

© Amor-Perfeito

Feliz Ano Novo !!!!!!!

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Feliz Ano Novo !!!!!!!

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...2017...

…2017…

Um ano pleno de paz e de beleza, todos os dias. E todos os dias com Jesus.

© Amor-Perfeito

Feliz Véspera de Ano Novo !!!!!!!

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Feliz Véspera de Ano Novo !!!!!!!

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2016...

2016…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Billy Graham)

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“O que Deus pede dos homens é fé. Sua invisibilidade é o grande teste a essa fé. Para saber quem O vê, Deus se faz invisível” – Billy Graham.

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Criado-Mudo (Invencível)

Um livro é um jardim, um pomar, um armazém, uma festa, uma companhia pelo caminho, um conselheiro, uma multidão de conselheiros– Henry Ward Beecher.

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Livro recomendado: “INVENCÍVEL” – Laura Hillenbrand. Editora Objetiva, 1.ª Edição – 2010 (473 Páginas).

Um pouco sobre o livro: quando pus os meus olhos sobre este livro, jamais poderia imaginar que o indicaria aqui. Foi uma surpresa para mim. Uma boa e grata surpresa. Era um livro que eu precisava ler. A história é real, quase uma biografia (talvez seja uma), de Louis Zamperini. Além dos aspectos históricos, que são fantásticos e surpreendentes, há a parte humana da coisa, cheia de ensinos valiosos a qualquer pessoa. A obra toca em assuntos bastante interessantes e sensíveis, tais como: infância, WWII, aviação, naufrágio, alcoolismo, depressão, sobrevivência, vida, morte, coragem, redenção, dor, dores, horrores, privações, amizade, fraternidade, fé, Deus, além de incontáveis outros, todos explorados de forma útil e verdadeira. Porém, se a mim fosse dada a incumbência de “resumir” este livro em uma só palavra, bem, essa palavra seria “PERDÃO”. Quem acompanha este meu trabalho já leu mais de uma vez como tenho problemas com isso, logo, para mim foi algo libertador, em muitos sentidos, ter lido este livro. Histórias reais sempre são instrutivas, visto que as experiências extraídas de pessoas que passaram algum “sufoco” na vida, sempre nos são úteis e nos servem de parâmetros para nós vivermos as nossas próprias vidas. E se a história acaba em Cristo, então, não tem preço. 

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Laura Hillenbrand)

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“O paradoxo do desejo de vingança é o fato de tornar a pessoa dependente de quem lhe fez mal, sob a crença só se livrará da dor quando fizer seu torturador sofrer” – Laura Hillenbrand (“Invencível”, Pág. 427).

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Frases Etc. (Pichação em um Muro)

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“O vento levou o meu telhado. Ganhei um céu todo estrelado” – Pichação em um Muro (Anônimo).

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Feliz Natal !!!!!!!

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FELIZ NATAL !!!!!!!

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Feliz Natal !!!!!!!

Feliz Natal !!!!!!!

© Amor-Perfeito

Feliz Véspera de Natal !!!!!!!

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FELIZ VÉSPERA DE NATAL !!!!!!!

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Feliz Véspera de Natal !!!!!!!

Feliz Véspera de Natal !!!!!!!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (George Washington)

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“É impossível governar retamente o Mundo sem Deus e sem a Bíblia” – George Washington.

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Insight (Tique-Taque…)

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Um fazendeiro descobriu que tinha perdido seu relógio no celeiro, e era um relógio muito valioso e de grande valor sentimental.

Depois de uma extensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças, e prometeu uma boa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.

Nada aconteceu, ninguém achou nada e, quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma última chance para tentar, sozinho, já que todos os outros não conseguiram achar o tal do relógio.

Pensou consigo o fazendeiro: Ora, por que não? Será só uma tentativa a mais”.

Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro.

Depois de um tempo, pouco tempo, o menino saiu com o relógio em suas mãos, e o entregou ao fazendeiro.

Todos ficaram espantados, e o fazendeiro, enfim, lhe perguntou: Como você conseguiu encontrar o meu relógio?”

 Ao que o menino lhe respondeu: Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão. No silêncio do celeiro, então, logo eu escutei o ‘tique-taque’ do relógio, e apenas o procurei na direção certa”.

Conclusão: uma mente serena e em paz pode pensar melhor que uma mente preocupada e confusa. Dê alguns momentos de silêncio à sua mente (reflita e ore), todos os dias, pois assim você ouvirá a Voz de Deus, que te conduzirá e guiará na direção certa, e lhe ajudará a definir a sua vida.

Que nós possamos silenciar as nossas almas, diante Dele, porque só no silêncio nós podemos ouvir a poderosa, a amorosa, a bendita Voz do Senhor, nosso Deus e Pai, em Jesus!

Autor Desconhecido (Adaptado)

Frases Etc. (C.S. Lewis)

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“A História da Humanidade é uma longa e terrível ‘novela’, na qual vemos o homem tentando encontrar alguma coisa diferente de Deus, que o satisfaça e o faça feliz” – Clive Staples Lewis.

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Frases Etc. (Ravi Zacharias)

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“Pela ‘economia’ de Deus, nós devemos amar as pessoas e usar as coisas; mas, ao invés de fazermos o certo, nós usamos as pessoas e amamos as coisas” – Ravi Zacharias.

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Jó 1: 21.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“e disse: Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. O Senhor deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” – Jó 1: 21.

A afirmativa do verso, dita por Jó, é a mais pura e absoluta verdade. Verdade incontestável, aliás. Não há quem leve consigo para o além, qualquer coisa material. “Caixão não tem gaveta”, diz com acerto a sabedoria popular. Então, se o ser humano, ao morrer, deixa tudo o que “era dele” por aqui, por que as pessoas têm tanta ganância em “ter” e “possuir” toda sorte de coisas? Será que o problema é a desinformação? Não creio. Todos os dias nascem e morrem pessoas, e para ter contato com isso, se nada estiver acontecendo próximo de nós, nesse sentido, basta lermos um jornal ou assistirmos a um noticiário e, pronto: alguém morreu. O “morrer”, aliás, é bem mais noticiado do que o “nascer”. Há mais alarde, geralmente, com mortes e tragédias. Isso, por si só, já deveria deixar todos “bem informados” a respeito do tema.

Mas todos nós sabemos que não é assim que a coisa se desenrola. Parece que o ser humano tem a sensação de ser “indestrutível” e “eterno”. Alguns, pela arrogância, parecem até “semideuses”, “intocáveis”. Diz-se que Deus pôs em nós uma “porção de vida eterna”, não sei (Eclesiastes 3: 11). Outro dia, lendo a biografia de um escritor famoso, passei por um trecho do livro que narrava o medo dele em relação à morte. Esse medo o perseguia na juventude, por volta dos vinte e poucos anos. E ele viveu, bastante, mas já morreu, infelizmente. Ou, talvez, não, porque ele certamente deve ter cumprido o seu tempo por aqui. Tenho saudades do seu desembaraço e brilhantismo, mas a obra dele está à disposição de todos, graças a Deus. Tudo isso para dizer que ele morreu, assim como todos nós, que estamos vivos, também morreremos. Eu já tive algumas “crises de medo da morte” – Deus me livre! – que sensação ruim. Porém, nada é tão certo como a morte, e todos nós teremos essa experiência, um dia, e sozinhos…

Realmente essa será uma ocasião que há de ser “vivida” por qualquer um de nós, todos, sem qualquer companhia humana. Mas voltando ao cerne da questão, por que essa necessidade de ter de tudo um pouco, de ser rico e de viver em fartura? Ainda outro dia, sentando sozinho no sofá do meu apartamento (que está quitado), eu olhava em volta, os móveis, os enfeites, os ambientes, e Deus me mostrou que nada daquilo era meu. Opa! Mas o apartamento está em meu nome? Como assim? Não é meu, e não é mesmo. Eu “vou”, o apartamento fica, e fica com tudo o que tem dentro. Dinheiro no banco: fica. Carro: fica. Roupas: ficam. Qualquer coisa que se possa pensar: fica. Até o meu corpo (que não é meu, diga-se de passagem) ficará. Tudo há de ficar, menos eu. Eu como alma e espírito, fôlego de vida, sei lá, fique à vontade para denominar essa parte. E as pessoas “se matam”, em todos os sentidos, por causa de dinheiro e de riquezas. Dada a efemeridade da vida, não creio que isso seja o sentido da existência, não.

É bom ter tranquilidade a respeito de bens materiais (não nego), porque eles nos proporcionam uma vida mais confortável. Essa eu ouvi no rádio: um cidadão, muito inteligente e culto, comentava a frase “dinheiro não traz felicidade”. E com bom humor (assim eu encarei seu comentário), ele perguntou à entrevistadora – “o que você prefere: chorar no banco de couro de uma Mercedes novinha, com ar-condicionado e todo conforto, ou num ônibus lotado, com todo desconforto que, bem sabemos nós, nos proporciona o transporte público?”. Na minha modesta opinião, era uma pergunta retórica e uma brincadeira, mas séria, ao mesmo tempo. Não é errado ter bens materiais e dinheiro. A pergunta que deve ser feita é: o que significa, para mim, ter e almejar ter bens materiais e dinheiro? Dependendo da sua resposta, temo que você esteja um pouco, ou mesmo muito, encrencado. Especialmente porque Quem dá e Quem tira é o Senhor.

Eu nunca fui rico, mas já experimentei o “ter” e o “ter falta”. Jó, em sua particular situação, louvou a Deus “com” e “sem”. Paulo, Apóstolo, disse certa vez: Sei passar necessidade, e também sei ter em abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas, aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, como a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortaleceFilipenses 4: 12 e 13. Que declaração esplêndida! Agur (sábio hebraico) nos ensina com sua oração: Duas coisas te peço, ó Senhor; não as negues a mim, antes que eu morra. Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza, mas dá-me só o pão que me é necessário, para que de farto não te negue, e diga: Quem é o Senhor? ou empobrecendo, não venha a furtar, e profane o nome de DeusProvérbios 30: 7 a 9. Boas lições. O homem “vai”, tudo o que “era dele” fica. Assim é a vida. Bendito seja o Nome do Senhor! Caso a caso, pois, que haja entendimento a respeito dessas coisas e, quando necessário, mudança de parecer (metanóia), para que não ocorra de alguém desperdiçar a sua vida, “correndo atrás do vento”…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Thomas Edison)

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“Uma experiência nunca é um fracasso, pois sempre vem demonstrar algo” – Thomas Edison.

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Atos 20: 21.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Tenho declarado tanto aos judeus como aos gregos que devem se converter a Deus, arrepender-se e ter fé em nosso Senhor Jesus Cristo” – At. 20: 21.

Este verso é parte de um discurso de Paulo aos anciãos da igreja de Éfeso. Creio firmemente que quando Paulo se refere a “Judeus e Gregos”, na verdade, ele quer dizer: para todo mundo, para todos, sem exceções, para qualquer pessoa que eu (Paulo) encontre e queira receber o Evangelho de Jesus. Paulo gostaria e desejava que todos se convertessem a Deus, por Jesus. Mas infelizmente, as coisas não são tão fáceis assim, nem tão simples, como todo bom cristão gostaria. É uma dificuldade fazer alguém se converter a Jesus, porque, primeiro, essa pessoa tem de querer e ansiar por isso; segundo, porque as pessoas, a maioria delas, estão “distraídas” e enredadas com as questões mundanas, materiais, com as dificuldades e obstáculos da vida, e pouco ou nenhum interesse têm nas coisas espirituais.

Porém, Paulo era um cristão que “gritava” e “pulava” a fim de converter as pessoas a Jesus, creio eu, porque havia um “desespero” nele, interno, que o “torturava”, e ele queria que as pessoas sentissem o que ele sentia dentro de si mesmo. A realidade do Evangelho de Jesus, aliás, não é externa, em termos de sentimento da própria pessoa. Nós, que já O conhecemos, temos dentro de nós uma Força que nos constrange e nos comove; que nos move. O cristão tem dentro de si nada mais nada menos do que Deus, que nele faz morada pelo Espírito Santo. Isso é coisa séria, não é algo que se deva tratar como brincadeira ou como mera tentativa de convencer alguém a se converter, não: é real! E quando alguém se converte a Deus, o arrependimento e a fé vêm como consequência, pois que tais coisas derivam da entrega de si próprio a Deus Pai, em ato de pura confiança.

A fé é a crença e a esperança em algo que normalmente não se vê, mas que se sabe existente e real. É algo imaterial, mas patente. E o arrependimento não é só a consciência de se ter feito alguma coisa errada, como devia ser o caso de Paulo, que perseguiu cruel e impiedosamente os cristãos, antes de sua conversão. Por certo é bem mais do que isso: é uma mudança de pensamento, a tal metanóia, que nos faz viver de outro modo, o modo de Deus Pai, o melhor modo. Essa situação ou estado causam em nós profundas alterações de pensamento e relevantes mudanças no nosso modo de pensar. É uma autêntica transformação espiritual. Nós nos mantemos inseridos no Mundo, mas já não mais fazemos parte dele. Há uma “dissociação” entre o ser e o meio: o ser “olha para o Céu”, e o meio continua com seus rudimentos. Trata-se de uma ruptura bastante expressiva, pois o meio e seus conceitos são importantes para o homem não convertido; para o cristão, é “andar na contramão” e “nadar contra a corrente”. Isso parece estranho, em uma primeira análise, até concordo, mas a verdade é que no primeiro caso a coisa acontece “sem Jesus” e no segundo ocorre “com Jesus”, e isso faz toda a diferença.

Claro que eu gostaria que todas as pessoas se convertessem a Deus. E o Senhor também tem esse desejo, isto é, que ninguém se perca e todos sejam salvos (Mateus 18: 14; 1 Timóteo 2: 1 a 4). O Senhor deseja que todas as pessoas tenham conhecimento da Verdade. Mas há muitos que resistem a isso, pelos mais variados motivos. Alguns acham que a conversão a Deus é “lavagem cerebral” e fanatismo; outros tantos entendem que é uma espécie de enganação ou exploração, perda de tempo e desvio da realidade. Há aqueles, também, que se julgam inteligentes demais para se render a Deus, e mesmo se dispor a acreditar Nele. Seja qual for o motivo ou razão, a distância do ser humano de Deus é algo muito triste. “Arrepia-me a espinha” ao pensar nisso, eu, que tenho algum conhecimento de Deus Pai, por Jesus.

Eu mesmo gostaria de “emprestar”, se pudesse, a minha consciência e meus sentimentos a respeito do Senhor aos demais que O desconhecem. Como acredito que Paulo cria, tenho convicção de que se alguém ficasse alguns poucos instantes com essa consciência, ciência e sentimento de Deus, em Jesus, que eu tenho em mim mesmo, bem, estou certo de que essa pessoa seria imediatamente transformada, e quereria por si mesma, decerto e com espantosa sofreguidão, sentir o que eu sinto e assim viver, como o que Paulo certamente sentia e vivia, também. Há, pois, no cristão, em seu âmago, um “desespero silencioso”, uma “dolorosa aflição”, em tentar “mostrar” aos outros, como for possível, a maravilha de se pertencer ao Senhor e a Jesus. Cada um faz o que pode nessa “seara”, e eu, de minha parte, além de escrever sobre isso, com humildade e amor, oro para que o Senhor Deus dê uma oportunidade a todos, especialmente aos mais renitentes, de conhecê-Lo, por uma experiência real e marcante. Assim seja e ocorra, em Nome de Jesus!

© Amor-Perfeito

 

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo, a mata. Há certas coisas que não podem ser ajudadas, tem de acontecer de dentro pra fora” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Devemos encarar cada acontecimento como oportunidade de confirmação da competência e da fidelidade de Deus a nós. É assim que conhecemos a concreta realidade do Reino dos Céus” – Dallas Willard.

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Atos 17: 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ora, estes foram mais nobres do que os de Tessalônica, pois de bom grado receberam a palavra, examinando a cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” – At. 17: 11.

Existe um contexto que engloba o verso acima transcrito. Claro, na maioria esmagadora dos casos isso acontece com trechos da Bíblia Sagrada. Algumas raríssimas exceções ocorrem, no entanto, a exemplo de alguns versos de Provérbios ou de Salmos, que são “autossuficientes”, isto é, encerram em si mesmos ensinamentos e verdades espirituais, e não dependem de explicações contextuais. Entretanto, a Bíblia é uma coisa só, no sentido de que tudo está interligado, o seu conteúdo é coeso e, em termos de interpretação e de entendimento, é a vontade de Deus revelada e íntegra, de modo que não podem existir contradições em sua essência. Uma contradição à sua essência é uma heresia, uma distorção, uma afronta ao Senhor. E é aqui que reside a nobreza dos habitantes de Beréia em relação aos de Tessalônica: eles se fiaram nas Escrituras para conferir se Paulo e Silas lhe falavam o que era correto, segundo Deus Pai. 

Não há outro modo de agir ou de se conduzir, para um cristão, nesse aspecto, a não ser conferir tudo o que ouve e lê em comparação com o que consta na Bíblia Sagrada. Quando eu ganhei meu primeiro exemplar da Bíblia Sagrada, havia uma dedicatória chamando-A de “Manual da Vida”, o que é bem apropriado, porque a Bíblia nos dá diretrizes de vida, de ética e de conduta.  Não digo que a Bíblia é de fácil entendimento, não, e é por isso que pessoas vis e/ou ignorantes se aproveitam dessa dificuldade para criar doutrinas e práticas heréticas, normalmente com o fim de lesar o próximo. Porém, hoje em dia, não há uma autoridade eclesiástica sequer (chamemo-las assim todas elas), que detenha o monopólio do entendimento das Escrituras. Sobremaneira porque as Escrituras nos são reveladas, de forma individual, pelo Espírito Santo. Nós podemos e devemos ter pessoas que nos “revelem” as Escrituras, por meio de suas pregações, livros, conversas etc., mas isso não é suficiente para nos moldar: é preciso conferir tudo nas Escrituras.

Ler a Bíblia é uma obrigação de cada cristão, que deve fazer disso um hábito. De preferência, diário. Não se trata, porém, de uma obrigação daquelas que se transformam em um “martírio”, não. A leitura da Bíblia Sagrada deve ser um prazer, especialmente porque é o contato íntimo da pessoa com a sabedoria de Deus. A mais pura e sábia sabedoria que existe: o Senhor fala conosco por intermédio de Sua Santa Palavra. O Espírito Santo nos ajuda a compreender seu bendito conteúdo. E quando deixamos de entender algum trecho, tudo bem, não se conturbe com isso, siga adiante. A Bíblia Sagrada tem o poder de alimentar as nossas almas e espírito mesmo que nós não entendamos aquilo que lemos. O ideal é entender, por certo, mas o imprescindível é ler. Ter contato com as Escrituras. Colocá-las em nossos corações. “Saturar” os nossos corações com a Palavra de Deus. E chegará o tempo em que os nossos olhos serão abertos para as coisas fantásticas do Reino de Deus. Pouco a pouco, é assim que acontece. E na eventualidade remota de isso não acontecer, a nossa parte é tão somente confiar em Deus, por Jesus, e aguardar o tempo passar com paciência, resignação e fé.

A Bíblia é um Livro que se lê com humildade e reverência. Não se pode exigir nada de Deus, como muitos por aí fazem. Nós devemos ser humildes na presença de Deus, nos acontecimentos da vida, e na leitura da Bíblia. Ninguém é melhor do que seu irmão. Humildade. Se alguém muito sabe, seu coração deve se sentir pequeno diante da grandeza de Deus. A Palavra de Deus, além disso, liberta. É Jesus quem afirma isso: Então conhecereis a verdade e a verdade vos libertaráJoão 8: 32. E como é importante este verso, meu Deus! Há muita, mas muita gente, literalmente presa às doutrinas e práticas de igrejas por aí, alguns casos absurdos. Se essas pessoas lessem a Bíblia, com certeza se libertariam dos líderes ruins que as manipulam, limitam e aprisionam. Passariam a ter qualidade de vida em Jesus. Fariam muitas coisas que hoje estão proibidas de fazer; e abominariam outras tantas que fazem por obrigação, como autômatos. Trocariam os “pesos”, as “pedras” que carregam nas costas, por paz e alegria de viver. O “fardo” de Jesus é leve e suave (Mateus 11: 30). E viveriam suas vidas, assim, livres, pela Palavra de Deus, poupadas, até, do autoengano. Quisera eu que todos alcançassem essa Graça de Deus e tivessem em si mesmos esta compreensão… Seria o fim da hipocrisia, a “morte” das “beatices”, a vergonha e a desonra dos mal-intencionados e malvados, o término da “escravidão espiritual” que hoje (talvez, sempre…) assola e domina a nossa crença em Jesus. Essa displicência e ignorância das Escrituras, por muitos cristãos – que tantos males causam – deve entristecer muito o Senhor Jesus. Sinto muito, Rabôni!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Precisamos aceitar as circunstâncias que constantemente enfrentamos como parte do Reino e das bênçãos de Deus. Deus abençoa cada um na situação em que efetivamente se encontra” – Dallas Willard.

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Provérbios 18: 15.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido do sábio o busca” – Pv. 18: 15.

Ultimamente tenho pensado bastante a respeito do que seria de mim se eu não houvesse conhecido a Deus. Bendito o dia em que, mesmo sem saber muito bem o que estava acontecendo comigo, eu me rendi ao Senhor. De lá pra cá passou um bom tempo já, com altos e baixos, como é absolutamente normal, mas, desde então, eu nunca me desviei de estar na presença de Deus Pai, de ter intimidade com Ele. “Entendido”, portanto (tenho pra mim), é aquele que acredita, confia e se entrega a Deus, por Jesus. Adquirir o conhecimento da existência do Deus Criador de todas as coisas é o “bem” mais precioso de qualquer existência. O verso não fala de inteligência, mas, sim, de entendimento e de conhecimento. Qualquer pessoa, portanto, tem condições de alcançar essa Graça, visto que basta disposição e voluntariedade.  

Quando um coração qualquer adquire o conhecimento de Deus, a vida dessa pessoa “vira do avesso”. Especialmente na medida em que passa a experimentar as bênçãos do Senhor, a paz que excede todo entendimento, o “calor” do Céu, e a viver diante Dele de forma contínua. Na verdade, todos nós vivemos diante de Deus, mas faz diferença, e muita, saber disso. O ímpio, que é descrente, na alegria e na tristeza, olha à sua volta (espiritualmente falando) e se vê só, sem esperança; o cristão, crente, jamais está só e tem plena consciência disso, renova a sua esperança a cada instante. E não é questão de olhar ao redor, tão somente, não. O crente, “entendido”, segundo o verso, também olha para dentro de si mesmo e encontra o Espírito Santo, que nos filhos de Deus faz morada Sua. O ser humano que se entrega a Deus nunca caminha sozinho. Os caminhos do ímpio, no entanto, também estão diante do Senhor, mas esse descrente, egoísta e ignorante de Deus, anda por conta própria, está só.

Não é bom “andar” sozinho. A vida é muito dura e complicada para que se passe por ela sem companhia. A companhia certa, claro: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Muita gente até “anda” acompanhada nessa vida, mas de “entes” que apenas buscam o seu mal e a sua alma. Nesse passo, outra reflexão frequente me acomete, e isso me dá um tremendo “frio na barriga”, daqueles horríveis: penso em mim sem Deus, onde e como eu estaria, hoje, sem Ele, e sinto arrepios horrendos e tenebrosos por conta disso; depois penso em todas as pessoas vivas que não conhecem a Deus e, por fim, penso naqueles que morreram na ignorância de Deus, e me sinto péssimo com isso, pois não consigo crer que todas essas pessoas perdem ou perderam o melhor da vida, os últimos, talvez, a própria vida, Deus é Quem sabe. Eu simplesmente não posso viver sem o Senhor em tudo o que eu sou e faço, e não posso conceber alguém perdendo tudo isso, realmente o melhor da vida, gastando a sua vida com outros interesses, morrendo a cada dia.  

E isso me leva a outro pensamento: o fato de que tudo o que eu sou e faço, sou e faço perante Deus Pai, de forma consciente e voluntária. Ou, melhor: eu O busco constantemente, e à Sua sabedoria. Meu ouvido, não só o ouvido, mas todo o meu ser, anseia pelo Senhor, a cada instante, incessantemente. Eu preciso de Deus mais do que o ar que eu respiro. Eu não sei mais como viver sem Ele, honestamente. Eu dependo Dele, de forma integral. Como no louvor do Salmista, esta é, igualmente, a minha realidade: Vale mais um dia nos teus átrios do que em outra parte mil; preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas da impiedadeSalmo 84: 10. Assim, o que eu mais gostaria de poder fazer pelas pessoas seria justamente transformar em palavras o que eu sinto em relação a Deus, para que todas tomassem contato com a grandeza Dele, entranhada em mim, em meu âmago, o tempo todo. Gostaria que fosse possível “emprestar” meu sentimento, minha consciência e meu estado de espírito, a qualquer pessoa, para que ela soubesse e compreendesse a beleza de se estar em Cristo Jesus. E se entregasse ao Mestre, logo em seguida, ao me “devolver” o que é meu, claro, para ter a sua própria experiência com Ele. Como não posso fazer isso, escrevo, contudo, com amor, peço ao Senhor Jesus que lhe faça uma visita. Deixe-O entrar em seu coração, em sua vida. É – acredite – a diferença entre tudo ou nada!

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Matt Brown)

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“A Bíblia nos mostra, vezes sem conta, que nós não precisamos ser perfeitos para que Ele nos use” – Matt Brown.

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Ester 4: 14.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Pois se de todo te calares agora, socorro e livramento doutra parte virá para os judeus, mas tu e a casa de teus pais perecereis. E quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?” – Et. 4: 14.

Esta é a história de Ester, ou Hadassa, uma moça judia esbelta e formosa, que virou rainha. Ela era órfã, e foi criada por um primo, que a tomou por filha, cujo nome era Mordecai. Há um contexto belíssimo do qual o verso acima transcrito foi extraído, e são palavras de Mordecai a Ester, em um momento tenso e determinante de suas vidas. Ester já era rainha, e lhe cabia salvar o seu povo, interceder por ele, perante o rei Assuero. Mas o que me fez refletir foi a pergunta no fim do verso: “E quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?”. Há várias histórias Bíblicas semelhantes, e acho que a mais expressiva e detalhada é a de José, com uma semelhança incrível, pois a sobrevivência de Jacó e de seus filhos, no caso, dependia dele. Ester e José tinham desígnios para cumprir durante as suas vidas. Desígnios de Deus Pai. E como isso é lindo!     

Eu não sei, francamente, se isso acontece com todas as existências. Espero que sim, mas não sei. O que posso dizer é que ambos, Ester e José, devem ter vivido as suas vidas da melhor maneira que puderam, e isso é exatamente o que todos nós buscamos fazer. Eles dois tiveram grandes desígnios de Deus, pois a sobrevivência dos Judeus estava em suas mãos, em diferentes épocas e situações. E eles foram especiais ao atuarem como peças-chave na salvação do Povo Judeu. Deus poderia intervir a qualquer tempo, isso é certo, mas preferiu atuar pelas mãos de filhos Seus. Em maior ou menor grau, o Senhor nos usa para cumprir os Seus desígnios. Eu penso que as coisas são assim. Não faço a mínima ideia do que está reservado para mim, nesse sentido, se já fiz algo relevante ou não, ou se nunca farei, nem quem fará, mas sei que o grande desígnio de Deus para qualquer criatura é a justiça e o amor.  

Ora, em todas as ocasiões, na minha vida, em que eu fui justo e agi com amor para com o próximo, eu estou certo de que cumpri um dos maiores desígnios de Deus para nós, os seres humanos. O ser humano só consegue amar o próximo se for capacitado por Deus. E se for capacitado por Deus é porque ama a Deus, então, do primeiro grande Mandamento surge o segundo, impossível de existir, sem o primeiro. E vice-versa, claro, porque não se pode amar a Deus sem amar o próximo. Jesus nos ensinou que estes são os dois grandes e principais Mandamentos, de modo que o cumprimento da Lei (Palavra de Deus) depende integralmente dessas duas premissas (Mateus 22: 36 a 40). Não se faz a vontade de Deus, não se está em harmonia com Ele, não se tem intimidade com o Pai, sem a presença na pessoa desses dois Princípios do Reino, Regras de Ouro.

Os desígnios de Deus são cumpridos nas pequenas coisas, no dia a dia, no cotidiano, “grão por grão”. Nem sempre nós estaremos reservados para fazermos coisas grandiosas. Talvez nós nunca venhamos a ser protagonistas de “eventos espetaculares”, ou seremos tão importantes a ponto de “salvarmos o Povo Judeu”, com o perdão da comparação. Bem pode acontecer de jamais sermos figuras de destaque, com alguma fama e proeminência. Tudo isso é verdade, mas nada disso importa. Sim, porque Jesus disse que nós seríamos fortes juntos, de modo que o que Ester e José fizeram, também é nosso. José teve algumas “premonições” de que seria grande, em sonhos (Gênesis 37: 1 a 11), e isso irritou seus irmãos. Mas ele não se sentia superior, apenas, humilde, narrava o que “via”, com sinceridade, ingênua até. Se alguém tem em si mesmo essa “sensação”, de que fará algo grande para Deus, ótimo (assim espero que seja), mas não deixe jamais de ser humilde, de correr o risco de deixar o restante de lado, de “se sentir o tal”. Seja um bom servo, seja um bom filho, e aguarde (tranquilo, sereno) o seu dia e hora. Lembre-se das pequenas coisas, dos menores desígnios de Deus, todos tão importantes quanto os maiores. O Reino de Deus é um “amontoado” de bênçãos, firmadas no amor. Viva a vida, pois, com zelo, humildade, dela aproveitando tudo, ao máximo, com justiça e amor, e, bem pode ser, no seu caminho, que alguém, dado momento, lhe faça uma pergunta assim: “… quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?” Até aqui? Onde você estiver?

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Fiódor Dostoiévski)

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“O céu estava tão estrelado, um céu tão luminoso, que ao olhá-lo seríamos obrigados a nos perguntar infalivelmente: como pode viver sob um céu assim toda sorte de gente irritadiça e caprichosa?” – Fiódor Dostoiévski (Noites Brancas).

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1 Coríntios 11: 19.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“E até importa que haja entre vós diferenças, para os que têm a aprovação de Deus se manifestem no vosso meio” – 1 Co. 11: 19.

Existem mais diferenças entre seres humanos do que seres humanos. E pelo verso, a Bíblia Sagrada nos diz que nós vamos, na vida, ter essa experiência de discordar de alguém (vezes sem conta), mas veremos Deus honrando essa pessoa, vendo-a sendo aprovada por Ele. E nós, como se diz, ficaremos com “cara de tacho”, por causa de nosso julgamento equivocado e egoísmo, de nossa destoada posição em relação a ela e à situação. E a Ele, também. Ora, se Deus nos mostrar e provar que aquela pessoa estava certa ou, pelo menos, que não fez nada de mal, que agiu de acordo com a vontade de Deus Pai em determinada circunstância, o que nos resta senão ter a humildade de reconhecer que os errados éramos nós? Ou vamos “bater de frente” com Deus? Sério? É claro que não. Espero, em Jesus, que a humildade e o bom senso estejam conosco em cada ocorrência desse tipo, e reinem com soberania em nosso íntimo. Tiremos o “gesso” de nossos corações, em Jesus!  

Povos, línguas, raças, reinos e nações. Igrejas, denominações, congregações, seitas e comunidades. Pessoas, cristãs e não cristãs. Notemos bem a confusão que a soma disso tudo dá, se não houver respeito e tolerância mútua no tocante às diferenças. Mas o verso vai mais longe, e diz que tais diferenças seriam notadas e apareceriam no meio em que vivemos. Podem vir e vêm, portanto, dentro de casa, na igreja que se frequenta, na reunião que um grupo menor faz durante a semana. Podem ocorrer (e ocorrem) entre amigos, colegas, e entre desconhecidos até. Em todos os lugares, em qualquer condição ou situação. Por isso o crente em Jesus precisa se firmar nas Premissas Básicas da Bíblia Sagrada, Verdades Absolutas, sim, mas igualmente precisa manter-se com a mente e o coração abertos para situações anormais, aparentemente “fora das regras”, coisas inesperadas, realidades não queridas, comportamentos inéditos, enfim, qualquer coisa “torta” que possa ser, para alguém, algo tido por “fora dos trilhos”. Podem ser de Deus! (“Deus escreve certo por linhas tortas” – Será?).

O Senhor é o Criador de todas as coisas e pessoas. E Ele continua criando, na Sua natural infinitude. E criando em nós, aliás, todo o tempo. O ser humano é cocriador, ou criador coadjuvante, de Deus Pai. Essa é uma das faces mais belas do Evangelho e da própria Criação: o Livre Arbítrio e o “escutar” a Voz de Deus, acolhendo-A (o Sinédrio tinha suas formas e práticas, mas Pedro e os apóstolos, instados, preferiram obedecer a Deus ao invés de homens – Atos 5: 29). Assim, nós “criamos” em nossos corações, com a presença e ajuda do Espírito Santo, a nossa própria história, que acaba materializada, ganha concretude, fora deles, isto é, no mundo real. Nós nos baseamos no Senhor, uma vez cristãos, e consequentemente na Bíblia Sagrada, para tanto. E com isso criamos diferenças entre nós, e nos influenciamos mutuamente, em alguns casos, infelizmente, criando “muros”, que nos separam e que nos distanciam. Um “muro” entre nós e nenhum de nós vê mais o “lado” do outro, o “outro lado” das coisas, os porquês, os motivos, as razões. Triste. São vários os pensadores e filósofos que, de diversas maneiras, dizem, em síntese, que devemos construir “pontes” ao invés de “muros”, porque “muros” afastam e dividem, enquanto que as “pontes” aproximam, criam atalhos, diminuem as distâncias, dão acesso.

E são as nossas convicções que geram entre nós “muros” ou “pontes”. Acaso tenhamos convicções muito rígidas, inflexíveis, os “muros” aparecerão em maior número, dada a nossa intolerância. Do contrário, se as nossas convicções, apesar de firmes em Jesus, nos permitirem “calçar os sapatos dos outros”, “sentir a dor alheia”, nós certamente seremos mais inclusivos e tolerantes para como o nosso próximo, e muitas “pontes” se erguerão em nossos caminhos. Agora, repare que seguir a Cristo é a única opção do ser humano (João 14: 6), mas o amor com o qual cumprimos o Mandamento nos dá incontáveis opções, e se alarga, e se expande, e se adéqua, e alcança, e inclui, e acoberta uma “multidão” de pecados e de malfeitos. O amor destrói “muros” e constrói “pontes”. Pelo amor as diferenças são resolvidas, afastadas, porque as pessoas confiam em Deus, dando crédito ao próximo. Pecado e pecados, ora, todos nós temos, os meus são diferentes dos seus, e até aqui há diferenças. Por que os meus pecados são piores que os seus? Que tal afastarmos de nós essa dissensão e construirmos juntos uma “ponte”? E se todos nós fizéssemos isso, sempre?

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Deus dá a nostalgia pelo voo. As religiões constroem gaiolas” – Rubem Alves.

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Força Verde e Branca

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chapecoense

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ΑΩ – Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rick Godwin)

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“Uma razão por que as pessoas resistem à mudança é que elas focam no que terão de perder e não naquilo que irão ganhar” – Rick Godwin.

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1 Timóteo 2: 5.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” – 1 Tm. 2: 5.

Mediador é alguém com a função de intervir a bem das pessoas e de situações. É um intercessor, medianeiro, ou intermediário. Aquele que cumpre os desígnios de alguém é um interventor, ou interveniente. O verso nos ensina que só há um Deus e, quanto a isso, a polêmica é menor, pois há muita gente amando e servindo a Deus, o Deus da Bíblia Sagrada, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, cada um do seu jeito. O problema maior surge quando se fala no Mediador. Eu não quero nem pretendo ofender ninguém em sua crença particular, por isso não vou mencionar nomes nem práticas. Melhor, nesse passo, ir direto ao ponto, como fez o verso, aliás. O trecho Bíblico acima transcrito nos ensina que o único Mediador e Intercessor entre Deus e os homens é o Senhor Jesus.

Deixo claro e friso que isso não é ideia minha. Eu creio em Deus Pai, e entendo que toda a sabedoria está na Bíblia Sagrada. E os Textos Bíblicos, todos, dizem exatamente isso: Jesus Cristo é o único Mediador. Existem homens e mulheres, por toda parte, vivos e mortos, que são dignos de nossa atenção, respeito e admiração. Muitos foram martirizados por causa de suas posições em relação ao Céu, ao Reino de Deus. Essas pessoas entenderam o espírito do Cristianismo, consubstanciado no amor, e por si mesmas fazem e fizeram coisas boas, e outros tantos houve que nos deixaram bons legados e exemplos. E aqui reside a diferença abissal entre todos eles e o verdadeiro Mediador: Jesus veio como homem, mas era (é) Deus; todos os outros, sem exceções, são e foram seres humanos, sujeitos a toda sorte de paixões, enganos e desvios.

Mesmo os mais “beatos” sucumbem comumente às paixões e tentações. Não há quem não tenha pecado, e se isente ou deixe de pecar, não há um justo sequer (Romanos 3: 10 a 18). Engana-se quem acha que está acima do pecado (1 João 1: 8), e pior: Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso e sua palavra não está em nós1 João 1: 10. Longe de mim isso! Confesso: sou um pecador nato. Antes ser um pecador e ter em mim a Palavra de Deus, do que ser um “santo” do “pau oco”, uma farsa, um embuste. Há muita gente, pois, se fiando em pessoas, vivas e mortas, a fim de se achegar a Deus. Muitas delas, como dito, merecem honra. Mas todas pecaram durante suas vidas e, se ainda vivem, hão de pecar e pecar. Jesus Cristo de Nazaré, como homem, é o único sem pecado algum, puro e reto: Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano1 Pedro 2: 22. Logo, faz total sentido dizer que o Mediador entre Deus e os homens é o único homem que viveu na carne sem pecado, e ninguém mais. Pra mim isso é lógica pura.

Esse encargo do Senhor Jesus, na realidade, não é dividido, ou mesmo passível de ser dividido, com outra pessoa, viva ou morta. O Mestre mesmo disse certa vez, em resposta a uma pergunta que lhe foi feita por um discípulo Seu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mimJoão 14: 6. E isso é suficiente pra mim. Eu creio nisso, de coração, e desconheço os mistérios de Deus, em termos de julgamento. Muitos louvam a Deus, o único Deus, mas assim agem utilizando-se de outros mediadores, que não Jesus. E o verso e a Bíblia Sagrada nos ensinam que só há um único “… Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”. Se alguém tiver dúvidas quanto isso, reflita, mas reflita com base nas Escrituras. Não se faz pouco de homens e de mulheres que se destacam e se destacaram pelo serviço e devoção ao Deus Cristão. Essas pessoas merecem a devida honra e admiração, especialmente se agiram com pureza de espírito e amor verdadeiro. Mas não são mediadoras entre Deus e os homens, só Jesus é. Bom saber disso, para não errar. 

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre” – Rubem Alves.

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Atos 13: 30.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Mas Deus o ressuscitou dentre os mortos” – At. 13: 30.

O que incomoda você neste exato momento? O que te aborrece? Quais são as suas frustrações? Que tristeza é essa dentro de você? Quantas são as suas inquietações? A vida é cheia de embaraços e desassossegos, é verdade, mas Ele vive. Jesus vive! Vive em mim, vive em você, e está em todo lugar. O Mestre morreu e Deus O Ressuscitou dos mortos, para nos dar vida e nos resgatar, em primeiro lugar, mas também para nos proporcionar esperança quanto ao futuro. Paz hoje, agora, paz amanhã. O Senhor “habita” no nosso futuro. Dos pequenos aos grandes e insolúveis problemas, todos estão nas benditas mãos do nosso Criador, por Jesus. E tudo passa. Inquietudes são absolutamente normais, e virão, com toda certeza, no decorrer de nossas vidas. Ninguém escapa disso. Questionamentos e “crises existenciais” hão de nos alcançar no caminho, várias e várias vezes, do começo ao fim, até o ocaso de cada um, mas graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Aleluia!

Escrevo este texto num dia em que me achei triste. Um sentimento ruim me assolava dentro do peito, e chegava a senti-lo como uma pequena dor, constante, no coração. Confesso que não gosto de uma “situação” que vem ocorrendo comigo já faz algum tempo: tenho sentido a “dor” dos outros. E tenho motivos para isto. Talvez isso signifique “ser cristão”, quero dizer, “sofrer a dor alheia”, não sei. Penso que isso é um bom sinal, nesse sentido, mas é um sinal bastante incômodo. Dói. As mazelas de familiares, amigos, colegas, conhecidos, desconhecidos, povos, línguas e nações, da Humanidade, fazem de mim alguém irremediavelmente entristecido e tenso. Não sei se a tristeza de “hoje” é essa ou é minha mesmo, fruto do meu egoísmo ou mesmo de algum tipo de doença, fato é que me sinto triste para com o Mundo, e isso acontece sempre. Preciso dizer que tenho cada vez menos fé nas pessoas, e apenas permanece hígida e firme a minha fé em Deus Pai, por Jesus. Posso estar certo ou errado, não discuto isso, mas invoco em minha defesa o texto Bíblico de Salmos 118: 8 e 9. Porém, isso não me impede de ficar… Triste! Como disse: dói. Dói!

Honestamente, eu “ando” bem ultimamente, em praticamente todas as áreas da minha vida. Qualquer pessoa poderia dizer que eu não tenho motivos para ficar triste. Poderia até me acusar de ser ingrato para com o Senhor por isso. Mas não é esse o caso, de verdade, eu não ando triste com Deus, com Jesus, com o Espírito Santo e/ou com o Reino de Deus. Creio que o que me entristece é o meio em que vivo, e antes de ser contestado, falo daquilo que imagino como sendo injustiças que sofro e das injustiças praticadas/ocorridas não só à minha volta, mas igualmente mundo afora. Enfim, de desgraças e desventuras, no geral. Outro dia, por exemplo, me deparei com um comentário depreciativo de um pastor sobre o Halloween. Não me preocupa o Halloween, porque a Bíblia me diz que eu, que estou em Cristo, estou protegido do mal (1 João 5: 18), e eu confio nisso de forma integral. Mas eu só toquei nesse assunto porque pra mim, ao menos, o Mundo está mais para Halloween do que para qualquer outra coisa. O que vemos por aí? E nos noticiários? Somemos a isso todas as coisas tristes próximas de nós? Com essas coisas me entristeço, tristeza crônica.

Contudo, preciso dizer a quem possa interessar que também fico triste sem motivo, amargurado e “azedo”, depressivo, mas devo lembrar-me de que “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Fico inseguro quanto às incertezas do futuro, como qualquer semelhante meu, aliás, e logo me vem à mente: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Triste me encontro, por vezes, com situações de injustiça comigo, com outros ou por conta de situações ruins de pessoas que amo, e, de novo: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Assisto a um noticiário, leio um jornal, navego pela internet, assunto, e só encontro notícias horríveis, na proporção de oito/nove péssimas para uma/duas boas, ou mais ou menos, ou fúteis, mas ressoa em mim: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Para qualquer coisa desagradável, no meu íntimo “ouço” o grito: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Medos e inseguranças, e no meu ser reverbera a máxima verdade: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Acaso esteja sozinho, “eu comigo mesmo”, sentindo-me só, de “baixo astral” (com o perdão da expressão), amiúde cabisbaixo, com depressão, e no âmago um incessante brado de vitória surge: “Deus o ressuscitou dentre os mortos”. Como você se sente agora? Ok, o que seja, “MAS DEUS O RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS”Atos 13: 30. Pronto! Já me sinto “melhorzinho”…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Demócrito)

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“Se você sofreu alguma injustiça, console-se; a verdadeira infelicidade é cometê-la” – Demócrito.

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Frases Etc. (João Chinelato Filho)

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“Sempre prego isto para as ovelhas que o Senhor me confiou: Se um dia seu pastor estiver fora da Bíblia, deixe-o e fique com a Bíblia– João Chinelato Filho.

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1 Timóteo 6: 6.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“De fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento” – 1 Tm. 6: 6.

Quem verdadeiramente se condói com a eventual falta de recursos alheia, “abre a carteira”. Quem “sofre” em seu íntimo com a pobreza de seus semelhantes, contribui para diminuir ou atenuar esse estado. Isso é piedade. Ser piedoso não é apenas ter pena de alguém, mas, sim, dentro do possível, é a prática de algum ato concreto para minimizar a “dor” do outro. Em suma, é a efetiva “conjugação” do verbo “dar”, ensinada por Jesus, que disse: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (Atos 20: 35). Mas há um requisito essencial nisso: dar, doar, contribuir e similares, sem contentamento, é o mesmo que nada. Pode até ajudar a terceiros, mas não há utilidade ou ganho pessoal para a pessoa que praticou o ato. Não é “fonte de lucro”.

Talvez pareça um pouco estranho dizer que há “lucro” nos atos de piedade, ainda mais se levarmos em conta a expressão “fonte de lucro”. Lucro é sinônimo de receita livre, de ganho, de entrada, de enriquecimento; e ao dar alguma coisa a alguém algo sai do patrimônio da pessoa, e esse acervo de bens e riquezas diminui, logo, se há diminuição, como pode ser tal prática comparada à “fonte de lucro”? A resposta é simples, sobremaneira porque a literalidade do verso não condiz com seu real significado. Este é um dos mistérios espirituais de Deus, com toda certeza. Trata-se de um “investimento” no Reino de Deus, cujo objetivo maior é o conforto e o atendimento das necessidades do outro, sem falar no sorriso de satisfação no rosto do Pai. É imprescindível, pois, haver contentamento interno na pessoa que age com piedade.

A Bíblia Sagrada tem várias passagens sobre esse tema. Creio que a mais icônica seja a história contada por Jesus, da oferta da viúva pobre no gazofilácio do Templo, em Jerusalém (Lucas 21: 1 a 4), pela qual aprendemos que “duas moedas” com o estado de espírito certo, com o coração reto, valem infinitamente mais do que grandes quantias, doadas pelos motivos e interesses errados. E há diversos trechos Bíblicos que nos levam a crer que se trata e se fala mesmo de uma Lei Espiritual. Um verso do qual gosto muito, e que atesta essa ideia, diz assim: A alma generosa prosperará; o que regar também será regadoProvérbios 11: 25. Generosidade não combina com avareza, tampouco com avidez pelo lucro ou por bens materiais e riquezas; quem “rega”, “rega” de forma despretensiosa, livre de segundas intenções, procurando simplesmente fazer aquilo que é certo e esperado de um cristão, cônscio, também, de estar agradando a Deus Pai. Ah, e agradar a Deus, nosso Senhor, ora, isso sim é pura “fonte de lucro”.

Que imensa satisfação nos invade quando agradamos o Senhor de nossas vidas. A alegria deve estar presente no interior que quem doa ou se doa em prol de alguma alma necessitada. O contentamento precisa ser a principal razão daquele que age com piedade. Caso contrário, piedade não é. A realidade mundana não admite o raciocínio de que dar “aumenta o patrimônio”; os verbos que representam essa realidade são “reter” e “acumular”, o máximo possível. Somente a “loucura da pregação” do Evangelho de Jesus admite a outra interpretação, de que rico é quem dá e não quem recebe: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber Atos 20: 35, 2.ª Parte. O “tesouro” guardado e acumulado no coração humano, por atos de piedade e de fraternidade, vale mais do que todas as riquezas de todos os cofres existentes juntos, de toda riqueza material deste Mundo, e com eles sequer pode-se fazer a mais singela comparação. O contentamento é, pois, bem precioso; a piedade, uma obrigação. No âmago da pessoa, tudo isso “junto e misturado” é bendita “fonte de lucro” imaterial, espiritual, material, sem igual, sem preço, impagável, adorável… E eterna.   

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Frases Etc. (Rick Godwin)

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“Uma razão por que as pessoas resistem à mudança é porque elas focam no que terão de perder, e não no que irão ganhar” – Rick Godwin.

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Atos 3: 19.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos de refrigério pela presença do Senhor” – At. 3: 19.

Esse verso faz parte do discurso de Pedro no Templo, pouco depois que ele e João curaram um homem coxo de nascença, que tinha por costume ficar à Porta Formosa, mendigando. Esta parte específica tem poucas palavras, mas é de uma riqueza espantosa, que enche os nossos corações de paz e de esperança. Pedro começa falando de arrependimento e conversão, e emenda que só por isso os nossos pecados já são apagados. Arrependimento e conversão “andam de mãos dadas”, pois uma coisa leva à outra, inevitavelmente. Arrependimento não é só o pesar por uma falta ou erro cometido, mas é também uma mudança de procedimento ou de parecer. Em resumo, muda-se a maneira de pensar, de “ver” ou de “enxergar” as coisas. Nesse passo é o mesmo que conversão, pois esta nos leva a “ver” aquilo que “não víamos” e a “enxergar” coisas que “não enxergávamos”. É uma clara alteração de percepção, interna e externa, cujo centro é Jesus Cristo, afinal, essa mudança toda ocorre Nele e por Ele, graças a Deus.

A grande bênção nisso parece ser a situação de que os nossos pecados são apagados e nossa dívida cancelada. De fato, trata-se de uma grande bênção na vida de qualquer pessoa, porém, está longe de ser a coisa mais importante. Até porque, os nossos pecados são apagados, a partir do momento em que nos entregamos a Cristo Jesus, mas nós todos continuamos pecadores e pecando, constantemente. E é aqui que a diferença se mostra presente, e maravilhosa. O caminho de pecado trilhado antes de nossa inserção no Mundo de Jesus era um incessante somatório de débitos para com a vida, para conosco e para com os nossos semelhantes. E o caminho do ser humano na carne é e sempre será um caminho de pecado. A questão primordial a ser faceada é, pois: andamos com ou sem Jesus e, por consequência, com ou sem Deus Pai? Há esse caminho do pecado, que é incontornável a todos nós. E a gigantesca diferença é estarmos nesse inevitável caminho com o Senhor, por Jesus.  

O verso nos diz que a partir desse nosso arrependimento e conversão a Deus Pai, por Jesus, começa para nós os “os tempos de refrigério”. E isso acontece não porque nos arrependemos ou nos convertemos, não porque passamos a ser “bonzinhos” e frequentadores de certa igreja, nada disso: tudo acontece, e nos alcançam “os tempos de refrigério”, por causa da bendita “presença do Senhor” em nossas vidas. Falando em vida, a vida não é fácil para ninguém. A vida é trabalhosa e árdua, e para considerável parte das pessoas espalhadas pela face da Terra, talvez, seja um fardo bastante pesado, “insuportável”. Entre aspas, porque o ser humano tem essa capacidade de suportar coisas e situações inimagináveis para muitos. Existem fomes, guerras, pestes, pobreza e toda sorte de injustiças e barbaridades, em praticamente todo e qualquer lugar. E é nesse contexto que entra em cena um dos mais espetaculares segredos de Deus: “os tempos de refrigério”.

Trata-se de uma paz inexplicável e inenarrável que se instala naqueles que se entregam a Deus Pai, por Jesus. A “presença do Senhor” em nossas vidas se faz pelo Espírito Santo em nós, mas, também, pela presença de Jesus (Emanuel = Deus conosco), sempre ao nosso lado, e pelo próprio Senhor, Deus Todo-Poderoso, cujas vistas estão sempre sobre nós e em nós, ininterruptamente. É um estado de graça total para cada um de nós, especialmente porque esse “refrigério” não é tão somente questão de “tempo”, ou de “tempos”, não. É bem mais do que isso, porque a “presença do Senhor” é contínua, logo, o “refrigério” também é contínuo. Se Deus está sempre conosco (e está), ora, então, ocorre o mesmo com o “refrigério”. São absolutamente normais e esperados (até), na vida, os momentos de tristeza, de raiva, de indignação, de ódio, de ira, de nervosismo, de descontrole, de estresse, de enfermidades, de perdas, e de outras tantas coisas ruins e “não muito louváveis”. Mas faça uma pergunta em seu íntimo: você, nessas ocasiões extremas, perde a paz que o “refrigério” dito no verso nos proporciona? Percebe a diferença? Nada nos é mais rico ou precioso do que a “presença do Senhor” em nossas vidas.

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Frases Etc. (Gregório de Nissa)

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“Os conceitos criam ídolos, a Deus só se capta pelo silêncio e admiração” – Gregório de Nissa.

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Frases Etc. (Diane Grant)

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“É melhor caminhar sozinho do que com uma multidão na direção errada” – Diane Grant.

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Provérbios 23: 12.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Aplica à disciplina o teu coração, e os teus ouvidos às palavras do conhecimento” – Pv. 23: 12.

O que acontece com um veículo qualquer que está a descer uma ladeira, mas sem freios? Pois é, boa ilustração a nos ensinar que o ser humano precisa de alguma disciplina e também de conhecimento, visto que a ignorância em qualquer pessoa é coisa bastante nociva. Ignorância não é a mesma coisa que deficiência de inteligência ou de cultura: aqui é caso de falta de sabedoria. Sabedoria do Céu, claro. Mas todas as pessoas que se conduzem de forma desenfreada, ou “deixam-se levar pela vida”, acabam pagando um alto preço por isso. Moderação e ponderação são palavras que se encaixam bem em oposição a essa nefasta situação. E ambas, somadas, se traduzem em equilíbrio. Sem contar certas e determinadas coisas que nós simplesmente devemos “não fazer”, nunca fazê-las, nós precisamos e podemos fazer de tudo um pouco, porém, ainda, evitando os excessos. Vida equilibrada, enfim.

A disciplina do verso, no entanto, não é aquela que nos é aplicada por alguém superior a nós mesmos, a quem devemos algum tipo de respeito e deferência. Não. Por certo que essa é também disciplina válida, mas não é disso, especificamente, que se fala. Fala-se em a própria pessoa aplicar a si mesma a necessária disciplina, ou se autodisciplinar, e buscar conhecimento, para que viva de forma adequada, sem prejudicar-se. E sem prejudicar terceiros à sua volta, igualmente. Com certeza há muitas coisas que eu gostaria de fazer, e existem outros tantos desejos que me “atormentam”, por vezes, mas o temor que tenho a Deus, e a disciplina interna que devo observar e impor a mim mesmo, mais algum conhecimento, tudo isso junto me ajuda e me impede de fazer besteiras e sandices. Cada um de nós carrega consigo, no coração, toda sorte de impulsos, inclinações, vontades, pensamentos, compulsões e “outros bichos”, e isso é absolutamente normal, o anormal é deixar-se levar por isso, sem fazer nada.

Muitas das vezes, de forma consciente, nós temos de lutar contra a nossa própria vontade, tanto para nos preservar, como para honrar a Deus Pai. Felizmente nós não podemos fazer tudo o que eventualmente queiramos fazer. Quem assim age, entretanto, “passando por cima” dessa “regra de ouro”, além de realmente não fazer tudo o que quer, inevitavelmente desanda. “Sem freios”, “ladeira abaixo”, “acelerando ou só no embalo”, pouco importa, qualquer um, desanda. Há sempre um auge para todas as coisas e situações. Já vi muita gente que no seu auge respectivo parecia “indestrutível”, só que todo auge humano é efêmero. Quanto mais “intensidade” a pessoa aplicou a si mesma em sua vida “sem freios” (sem disciplina e sem conhecimento), mais rápida e significativa foi a inerente decadência experimentada, em alguns casos, morte precoce. E morte não dá para remediar, como bem sabemos: é algo definitivo. Assim, “Vida louca”, “porra louca”, “doido”, “doidera”, “maluco”, até “maluco beleza”, liberdade, libertinagem, desonestidade, maldade, como se queira nomear e o mais que se possa acrescentar nessa linha e raciocínio (porque o ser humano sabe o que é errado e ruim), pode até ter algum atrativo, mas cada uma dessas situações/estados se perfaz em “caminho de morte”. Não é bonito se prender a qualquer desses comportamentos. Não há “glamour” nisso, porque o preço que se paga é alto e a dívida que se acumula é cara demais, às vezes, impagável.

Em síntese: eu não posso fazer tudo o que quero; eu tenho de fazer coisas que eu não quero; eu devo evitar fazer muitas coisas; e eu não devo nem pensar em fazer certas coisas. Eu preciso aplicar a disciplina em minha vida, e necessito buscar o conhecimento para encher o meu coração com coisas boas. Para tudo nessa vida é preciso se ter razoabilidade e bom senso no agir, em qualquer conduta nossa, mesmo as omissivas. A Bíblia Sagrada nos ensina que o comedimento deve ser adotado em todas as coisas. Praticamente tudo na vida é uma “questão de equilíbrio”, com se diz comumente. Todo mundo é livre para fazer o contrário do que nos aconselha o verso e, sendo essa a escolha de alguém, faz mal a si mesmo, primordialmente. As consequências de uma vida irresponsável e desenfreada são inevitáveis, e muitas delas não permitem reparo. A convivência da pessoa com o próprio erro, especialmente se fez mal a outrem, é nefasta. Melhor mesmo é evitar tudo isso, na medida do possível, e a “receita” para tanto é a do verso.  

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Henry Ward Beecher)

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“A Bíblia é o mapa de Deus para você se orientar, para evitar que você se perca, vá a pique e afunde no mar, e para mostrar a você onde o porto está, e como alcançá-lo sem bater nas rochas ou mesmo encalhar” – Henry Ward Beecher.

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Provérbios 16: 9.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O coração do homem propõe o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos” – Pv. 16: 9.

Nessa altura da minha vida, eu sinceramente não sei como cheguei até aqui. “Viver é muito perigoso… Porque aprender a viver é que é o viver mesmo… Travessia perigosa, mas é a vida. Sertão que se alteia e abaixa… O mais difícil não é um ser bom e proceder honesto, dificultoso mesmo, é um saber definido o que quer, e ter o poder de ir até o rabo da palavra” – Guimarães Rosa. Eu nunca tive esse “poder de ir até o rabo da palavra”; eu fui indo, indo, indo, e aqui estou. Nasci, passei pela infância, escapei dos perigos da juventude, já deixei o auge do vigor para trás, e vou vivendo. Mas não sei como cheguei até aqui. Tenho consciência de que não sei o porquê da minha profissão, da maioria das coisas que fiz, e do estado em que me encontro. Não sei, mas com humildade sincera atribuo tudo a Deus. Também acho que viver é muito perigoso. E, honestamente, não sei se aprendi a viver.

No entanto, já vivi o suficiente para saber que a vida é uma sequência de altos e baixos, e não há garantia para o futuro, mesmo o imediato. E esse “vai e vem” dura a vida toda. Há períodos de tranquilidade, mas há períodos de tormentas. Normal. Gosto de pensar naquela ilustração de que “sem vento” o “barco à vela não progride”. Logo, tudo é proveitoso, e os momentos difíceis são muito importantes para nós todos. O ser humano só “sacode a poeira” se for provocado a tanto. O “marasmo” da vida sem dificuldades nos torna desleixados e acomodados. “Água parada se torna estagnada, apodrece”. Porém, como o “sertão se alteia e abaixa”, os nossos caminhos estão cheios de obstáculos e de desafios. Alegrias, tristezas, e o cotidiano. Não há tempo, portanto, para o “ócio” na existência. E o verso nos ensina que o homem propõe o seu caminho, e, por isso, sofre as consequências (boas ou más) de suas escolhas (boas ou más).  

Se o homem faz as suas escolhas e propõe o seu caminho, como poderia o Senhor lhe dirigir os passos? Creio que não exista contradição nisso: de um lado, o homem propõe o seu caminho, faz as suas escolhas; de outro, Deus Pai intervém, e nos ajuda. Este é um texto reflexivo, e não há raciocínio fechado aqui, especialmente porque o livre arbítrio, em tese, ficaria prejudicado com a interferência do Senhor. Qual seria, pois, o “percentual de interferência” de Deus nessa coisa toda? Mezzo a mezzo? Desigual? É o mesmo para todos? Simplesmente não sei responder, mas eu gosto de pensar que o Senhor dirige os meus passos, e não fico nem um pouco chateado de ter de abrir mão de meu livre arbítrio por conta disso, sendo o caso. Eu reputo a Ele o fato de eu estar aqui hoje, vivo e escrevendo, em plena “travessia”. Agradeço a Ele full time por isso, de verdade: louvo ao Senhor o tempo todo, na mesma toada da minha respiração.

De todo modo, eu não sei explicar o milagre do verso. “Milagre” (creio eu), porque a vida é uma mistura de nossas próprias escolhas e vontade, com o Senhor dirigindo os nossos passos. Talvez, uma coisa diminua a outra, mas prefiro crer que há coexistência pacífica entre as duas situações. Só não sei dizer as medidas disso. Posso dizer, entretanto, que há um caminho e há um Deus do Céu maravilhoso e bendito. Assim, em dado momento da minha vida, eu escolhi servir ao Senhor, por Jesus, e, então, passei a ter conhecimento Dele e de Seu Reino. Depois que adquiri algum entendimento a respeito Dele, pois, tive a sensação de que Ele interferia na minha vida mesmo antes de eu vir a conhecê-Lo, de poder ser chamado de “crente em Jesus”. Ou simplesmente de cristão. Bem, eu me sinto afortunado por ter tido contato com o Senhor, por Jesus, e nada na minha vida, nem minha própria vida, é melhor do que isso. E há, ainda, o “acesso” à Palavra de Deus, que é algo impagável. De resto, eu acho que faço as minhas escolhas, sim, faço, mas caminho nesse caminho com o Senhor, que é o que mais importa. A “travessia é perigosa, mas é a vida”, e o Senhor está comigo. Prefiro deixar o “saber definido” nas benditas mãos de Deus. Não necessito ter o “poder de ir até o rabo da palavra”, e nem quero. Quero o Senhor dirigindo os meus passos. Vivo Nele, e por Ele, em Jesus.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Michael Altshuler)

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“A má notícia é que o tempo voa. A boa notícia é que você é o piloto” – Michael Altshuler.

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Frases Etc. (Gabriel García Márquez)

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“Todo mundo quer viver no topo da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está em escalá-la” – Gabriel García Márquez.

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Provérbios 12: 26.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“O justo é cauteloso na amizade, mas o caminho dos ímpios os faz errar” – Pv. 12: 26.

Diga-me com quem andas e eu lhe direi quem és”. Essa é uma frase dos mais velhos, de duas ou três gerações passadas, mas que continua viva e pulsante: sabedoria pura. Qualquer pessoa mediana buscará ter amigos que tenham algo em comum consigo. Acredito que isso seja absolutamente normal. Mas isso acaba revelando um pouco do que a pessoa é e pensa. Existem certas “divisões” que não chegam a nos causar grande impacto e espanto, como, por exemplo, pessoas torcedoras de times rivais mantendo amizade sincera, ou o mesmo ocorrendo com pessoas que tenham inclinações políticas contrárias. Em situação de normalidade, no geral, as diferenças coexistem em relativa paz. E quando o ódio é cultivado de alguma forma, as pessoas tornam-se inimigas, por vezes, mortais. É o que acontece com o fanatismo religioso fundamentalista, que visa destruir seu próprio semelhante, sem tolerância alguma, sem respeito, sem amor.

Porém, uma coisa é conviver com todo tipo de pessoas, nas tantas relações sociais que nos rodeiam; outra, um pouco mais profunda, é ter uma amizade cara e verdadeira com alguém. É bom escolher os amigos certos, porque as más companhias podem não só corromper os bons costumes, como podem trazer à pessoa diversas situações complicadas e desgraças. Tomemos com exemplo disso toda pessoa que opta por andar com bandidos e/ou usuários de drogas. Por certo que, no bom sentido, são interesses e conveniências comuns que atraem as amizades. Logo, se eu não uso drogas, dificilmente eu vou manter uma relação de amizade com alguém que usa. Pode existir uma relação de cordialidade, o que é bem diferente. Um colega ou conhecido não são a mesma coisa que um amigo. E quem escolhe andar com o bandido ou com o usuário de drogas, além de ter algum interesse nisso, pode acabar sofrendo duras consequências, como o fato de fazer mal a alguém, ou acabar preso, viciado, doente, e, até, talvez, morto.

Esses interesses e conveniências ocorrem em todas as áreas da vida. Nós vamos procurar amizades que coadunem com o nosso particular modo de ser e de pensar. Se o caminho dos ímpios os faz errar, como no exemplo acima, o justo age com cautela. Justo, como já dito várias vezes em outras ocasiões, não é alguém que sempre age com justiça e é perfeito. Não. Justo é a pessoa que se entrega a Deus Pai, por Jesus Cristo, e é justificado. Justo é o “diminutivo” de justificado. E isso não é mérito de ninguém, senão do Senhor, que nos justifica, em Jesus. Ser “justo”, portanto, é ser de Jesus, é crer no Mestre e em Seus ensinos, é buscar a ética de Deus para a própria vida. Isso é “ser justo”. E sendo “justo” naturalmente a pessoa pende para amizades que lhe acrescentem algo de valor pessoal, nada material, mas coisas ligadas à essência e ao âmago de cada um, que até podem ser coisas (imateriais) comuns.

A amizade por vezes gera a circulação de coisas materiais, mas isso é tão somente consequência do laço da amizade e fraternidade, e não um fim em si mesmo. Se for “fim”, não é amizade. A “cautela” do verso nos é ensinada pela própria Bíblia Sagrada, que é o Livro da Vida, e é celebração da vida ter bons amigos. O amor que devemos ao próximo pouco ou nada tem a ver com a amizade. A amizade é uma espécie de irmandade; o amor ao próximo é Mandamento de Deus, e nisso se incluem o bandido e o usuário de drogas, e tudo (todos) o que você que lê este texto possa lembrar, por mais difícil que seja e pareça. Os amigos (os verdadeiros) são pessoas especiais para nós; já o “próximo” é todo o restante das pessoas, sem exceções, sobremaneira aqueles que Deus colocar em nossos caminhos. E todos os seres humanos são especiais para Deus, ainda que muitos se percam, para tristeza Dele, pelas amizades que fazem, inclusive. Amigos de verdade são como “joia rara”. Devemos cultivá-los com cuidado e apreço. Devemos evitar colocar a camaradagem em risco, a todo custo. Devemos sempre estar por perto, mesmo quando estamos longe. Devemos “levar” a amizade com integridade. Deus nos abençoe em nossas amizades, sobretudo a que temos com Jesus (João 15: 15), e nos livre do caminho dos ímpios, do erro, do engano, e de nos perdermos por aí.

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Camile Pissaro)

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“Abençoados são aqueles que veem lindas coisas em lugares modestos e simples, onde outras pessoas não veem nada” – Camile Pissaro.

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Esdras 6: 22.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Celebraram a festa dos pães asmos por sete dias com alegria, porque o Senhor os tinha alegrado, mudando o coração do rei da Assíria em favor deles, para ajudá-los na obra da casa de Deus, o Deus de Israel” – Ed. 6: 22.

Existe um contexto em relação ao verso acima transcrito, e a história dele extraída é bastante bonita e interessante. Trata-se de uma espécie de “redenção” do Povo de Deus, com a reconstrução de Jerusalém e a permissão de volta às suas origens e tradições. Talvez exista um “preço a pagar” pelas coisas e escolhas erradas que fazemos na vida, mas a boa notícia é que Deus nos perdoa e nos dá a chance de sermos resgatados, de arrumarmos a “bagunça” (de um modo ou de outro…). Com isso, depois de “cumprirmos certa pena ou castigo”, de encararmos as consequências advindas de nossos atos, nós, redimidos, recuperamos o que foi perdido, ou parte disso, ainda que com novas possibilidades e horizontes, e, finalmente, podemos seguir adiante. Esse parece ser o primeiro e bendito aspecto que nos ensina este trecho Bíblico, cuja leitura integral vale muito, visto que nos mostra todo o aludido contexto.

Mas a parte mais linda e marcante do verso é a que nos mostra o mover de Deus. Esse “mover de Deus” ocorre de forma ininterrupta através dos tempos, e é fantástico quando o vemos de forma pontual, como neste caso. Nós aqui, milênios a frente de Esdras e do episódio ocorrido, também vivemos e experimentamos o “mover de Deus”, muitas vezes de forma muito parecida com a do verso: “…, porque o Senhor os tinha alegrado, mudando o coração do rei da Assíria em favor deles, (…)”Esdras 6: 22. O Senhor, sendo o caso, muda o coração das pessoas à nossa volta, para o nosso bem. Deus Pai faz isso ao atender uma oração nossa, um pedido, ou simplesmente por ver o nosso desespero e/ou aflição em relação a alguma coisa. Ele muda o coração de um familiar, de um chefe, de uma autoridade qualquer, de um amigo ou colega, de quem quer que seja, para nos trazer um pouco de conforto e justiça.

Muitas vezes nós nos encontramos em situações difíceis, e nos vemos pressionados e “sem saída”. Em outras situações, qualquer escolha nossa nos levará a um resultado ruim, mais ou menos aquilo que nos ensina o ditado popular “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”, ou aquele outro: “entre a cruz e a espada”. Não raras vezes, a brusca e inesperada mudança de mentalidade e de pensamento de alguém envolvido em determinada coisa, de repente nos livra imediatamente de passarmos por apuros, e nos alivia. Deus Pai é o responsável por essas “mudanças repentinas de marés e de ventos”, e faz isso para que possamos “inflar as velas de nossos barcos e navegar em paz”. Claro que isso não ocorre sempre, pelo menos, não às nossas vistas, mas, creio eu que o Senhor intercede por nós o tempo todo, segundo Seu critério divino, que não alcançamos. Crença minha, como dito, mas convido você a crer comigo.

Que o Senhor muda corações, ora, acho que disso ninguém duvida. O meu, por exemplo, Ele mudou completamente. O seu, provavelmente, também. Se Ele conseguiu mudar os nossos corações, de tantos conceitos equivocados e preconceitos, da maldade inata e inconsciente – instintiva, além de infundir Sua sabedoria e amor em nós, não seria relativamente fácil para Ele mudar o coração de qualquer pessoa, até de um incrédulo? Peço licença para que o Rei Salomão nos responda: Como ribeiro de águas é o coração do rei na mão do Senhor; a tudo o que quer o inclinaProvérbios 21: 1. Ora, se o Senhor muda a vontade do rei, o maioral na escala social humana, Ele muda o coração de qualquer um e de quem Ele quiser. Simples assim! Até no controle dos instintos dos animais o Senhor interfere: vide o caso de Daniel na cova dos leões (Daniel, Capítulo 6). E até no poder destrutivo dos elementos: vide o caso de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e a fornalha de fogo ardente (Daniel, Capítulo 3). Logo, se a demanda for justa, e for vontade de Deus para a vida de alguém, com ou sem pedido nosso, Ele muda o coração “do rei da Assíria”, em nosso favor. Seja lá quem for esse “rei da Assíria”, a nos incomodar e embaraçar. Certo é, no entanto, que cada um tem o “seu”, ou melhor: os “seus”…

© Amor-Perfeito

Frases Etc. (Rubem Alves)

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“A vida não pode ser economizada para amanhã. Ela acontece sempre no presente” – Rubem Alves.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Ser incluído na divina vida eterna, que cura todas as feridas, nos permite parar de demandar satisfação. O que mais importa, de natureza pessoal, depois que fica claro que você está incluído? Você foi eleito. Deus o elegeu. Essa é a mensagem do Reino” – Dallas Willard.

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João 17: 3.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Ora, a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” – Jo. 17: 3.

Esse conceito de “vida eterna” foi dado pelo próprio Senhor Jesus, em oração a Deus Pai. O Mestre estava orando por Ele mesmo, e deve ter orado em voz alta, pois que o registro de Suas palavras foi feito e eternizado na Bíblia Sagrada. Eu imagino a vida eterna como sendo algo parecido com a nossa vida hoje. “Parecido” porque a Palavra de Deus nos diz que trocaremos este corpo corruptível por outro incorruptível; e “hoje” porque, se pararmos para pensar, nós chegaremos à inevitável conclusão que não existe passado nem futuro, só o presente. O presente nos proporciona a manifestação concreta da nossa consciência, a inequívoca sensação de ser e de estar, do ser, o momento do movimento, do pulsar. Essa fração de segundo que se repete infindavelmente: o presente, a consciência do ser.

Essa fração de segundo que passa, já não existe mais, mas nós, isto é, o ser, sim. O ser e a sua consciência se perpetuam nessa sequência de frações de tempo, uma depois da outra. Mas nós estamos sempre na fração presente, não na passada e nem na seguinte. Talvez nos falte noção de tempo para entender essas coisas, ou, melhor, noção do que é viver fora do tempo. Muito apropriado, pois, o Senhor dizer a Moisés que Seu Nome era/é “Eu sou”, ou “Eu Sou o que Sou” (Êxodo 3: 14). Sim, porque Ele é o tempo todo, e fora do tempo também, seja lá o que signifique isso. Esse “estado” de Deus de autossuficiência requer de nós um conhecimento e um “alcance” que, simplesmente, não temos. Deus é! E pela fé nós nos achegamos a Ele. Se O conhecemos assim, como único Deus verdadeiro, pois, por conclusão, nós estaremos sempre conscientes na presença Dele, visto que Ele é. Isso é um conceito de “vida eterna”, e significa que passaremos a Eternidade perante Ele.

Mas Jesus fala dele mesmo no mesmo verso. Jesus também deve ser conhecido como único Deus verdadeiro, e não há conflito nisso, porque o Mestre disse certa vez: Eu e o Pai somos umJoão 10: 30. A diferença seria, pois, apenas saber que o Senhor Jesus se submeteu ao tempo, por um tempo, e foi enviado por Deus Pai. De resto, Jesus também é. O “tempo” todo, ou fora dele, Jesus é. Para complicar ainda mais esse entendimento, ou clareá-lo (quem sabe?): Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamenteHebreus 13: 8. Ou seja: Jesus não Se submete ao tempo, Jesus é! Tanto quanto o “Eu Soué! E comprovando que a “vida eterna” é a do verso, veja-se o que disse o Senhor Jesus a Deus Pai: Pai, quero que onde eu estiver, estejam também comigo aqueles que me deste, para que vejam a minha glória, a glória que me deste, porque me amaste antes da criação do mundoJoão 17: 24. A Pedro, por exemplo, que insistia em afirmar que morreria com Jesus e Lhe perguntava onde Ele iria, o Mestre lhe disse: … Para onde eu vou, não podes seguir-me agora; mais tarde, porém, me seguirásJoão 13: 36, 2.ª Parte.

Onde está Pedro agora? Será possível que Pedro tenha se tornado “um” com Deus Pai e com o Senhor Jesus? A resposta é afirmativa, porque Jesus pediu ao Senhor que isso acontecesse, quando ainda estava na presença de Seus discípulos, como homem: Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti. Que eles também sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes dei a glória que tu me deste, para que sejam um, como nós somos um: Eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste, que os amaste como também amaste a mim João 17: 20 a 23. Logo, Pedro se tornou “um” com Jesus e com o Pai, e seguiu a Jesus no tempo oportuno, e com Eles lá está. Por isso que a “vida eterna” é a do verso acima transcrito: se Jesus é, e é; se o Senhor é, e é; e se Ambos estão sempre com a consciência no presente e Livres do tempo, ou de todos os tempos e tempo, ora, então, basta um pouco mais de tempo para estarmos com Eles (João 17: 20 a 23) – e com Pedro – pois onde Eles estiverem nós lá estaremos também. Afinal, Eles nos querem juntos Deles! Contudo, se acreditamos e já estamos conscientes, de todo o coração, em relação ao que nos diz e ensina o verso, a “vida eterna”, para nós, já começou.

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Frases Etc. (Dallas Willard)

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“Você não pode simplesmente se apartar da sua vida para ponderar o que teria acontecido se você houvesse tido uma vida diferente. Não existe um ‘você’ separado da sua vida real. Você não existe separadamente da sua vida, e é nessa vida que você precisa encontrar a bondade de Deus” – Dallas Willard.

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Provérbios 11: 25.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“A alma generosa prosperará; o que regar também será regado” – Pv. 11: 25.

Piedade. Fraternidade. Amor ao próximo. A vida é incerta, mas a Palavra de Deus não. Como se o amor de Deus, derramado no coração daquele que olha as pessoas à sua volta, não bastasse, Deus ainda faz a promessa de que a alma generosa prospera e que, no infortúnio, alguém a ajudará. Nada levaremos deste Mundo, senão aquilo que acumulamos nos nossos corações. E a Bíblia diz que esse “tesouro” será provado pelo fogo. Somente aquilo que for submetido ao fogo (e tudo será) e permanecer, terá valor diante de Deus. As ações práticas e materiais de uma alma generosa, independentemente das promessas associadas àqueles que “regam”, levam consigo o peso certo da Eternidade. O fogo não as consome e apesar das promessas de Deus no verso acima, a maior recompensa da generosidade é desfrutar do amor de Deus, que se acumula tranquilo e sereno à espera da prova. Ora, que venha, pois, o fogo!

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