Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 24/05/2013

Frases Etc. (Leonard Ravenhill)

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“A maior vergonha de nossos dias é que a santidade que ensinamos é anulada pela impiedade de nosso modo de viver” Leonard Ravenhill.

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Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 23/05/2013

Mateus 25: 8.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“E as insensatas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite; as nossas lâmpadas se apagam” – Mt. 25: 8.

Esse verso faz parte da Parábola das Dez Virgens, contada por Jesus. Tal é a profundidade dos ensinamentos de Jesus quando falava por parábolas, que me sinto constrangido, por zelo, de tentar escrever algo sobre qualquer delas. Sem pretensão alguma, no entanto, me aventuro a fazer tal coisa, visto que o Senhor me mostrou algo que julgo precioso. Consta que o azeite, para os Judeus, significava a presença de Deus entre os homens. Hoje em dia, porém, o azeite simboliza a presença do Espírito Santo nos cristãos (o que não deixa de ser a presença de Deus). Por certo que, em todos os tempos, o azeite tem inúmeras outras funções e serventias, não ligadas a qualquer fé, mas, tão somente relacionadas à simples uso cotidiano e secular.

Fato é que na parábola o azeite mantinha a luz das lâmpadas das dez virgens que, devidamente acesas, lhes iluminava seus caminhos. Só o Senhor “ilumina” um ser humano. Certo é que os homens não possuem “luz própria”, notadamente porque dependem de Deus para tudo (evidentemente), ainda que haja opiniões contrárias a essa verdade absoluta. Então, o azeite que proporciona combustível à lâmpada, que por sua vez gera a luz, simboliza a presença de Deus e do Espírito Santo no ser humano. Disso extraímos a conclusão inevitável de que sem Deus Pai (e o Espírito Santo) não há nem luz nem vida.

De outra sorte, a Bíblia Sagrada nos diz que as dez virgens viviam em comunhão antes da vinda do Noivo. Metade das virgens era prudente, e a outra metade insensata. Esta é uma das lições para nós, na parábola, visto que as insensatas não foram aceitas quando veio o Noivo, porque lhes faltava o necessário “azeite” para enfrentar a “escuridão”. Ou morte, para ser mais exato. Por isso não viram o Noivo e se perderam na Eternidade. As virgens prudentes foram acolhidas no Reino de Deus (entraram com Ele para as Bodas).

Preparar-se para entrar no Reino Celestial é ter o “azeite” em si mesmo, isto é, devemos estar próximos do Pai e sermos portadores do Espírito Santo. No momento de enfrentarmos a morte precisaremos da Luz, que vem de Deus, e o “azeite” dentro de nós (o Espírito Santo) nos tornará em lâmpada do Senhor, com vistas a passarmos para a Eternidade livres da escuridão. O segredo é, portanto, termos o “azeite” em nossas “vasilhas”, a fim de que no momento oportuno (da morte), que nunca se sabe quando será, tenhamos “estoque” suficiente de “azeite” nelas, de modo que não fiquemos sem Luz e encontremos o Noivo. Apesar de vivermos em comunidade quando em vida, no momento da morte estaremos sozinhos. Por isso a importância do “azeite” em nós, porque, assim, O veremos (livres da escuridão). E se há “azeite” em nós, significa dizer que Deus está conosco. Se Deus está conosco, então nós não enfrentaremos esse dia e hora sozinhos. Azeite = Luz = Deus conosco. Sejamos, pois, prudentes e previdentes. Jamais insensatos!

© Amor-Perfeito

Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 22/05/2013

Frases Etc. (John Stott)

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“Testemunho não é sinônimo de autobiografia. Quando estamos realmente testemunhando, não falamos de nós mesmos, mas de Cristo” – John Stott.

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Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 21/05/2013

Frases Etc. (Solomon Ibn Gabirol)

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“De que adiantará um olho que vê se o coração for cego?” – Solomon Ibn Gabirol.

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Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 20/05/2013

Hebreus 4: 13.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“E não há criatura alguma encoberta diante dele. Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas” – Hb. 4: 13.

Há, entre nós, alguém que pretenda se esconder de Deus? Ou acredite que seus mais profundos pensamentos são apenas e tão somente seus? Engana-se e muito quem tem essa ideia da realidade. Não há nada, absolutamente nada, que escape do conhecimento e ciência de Deus Pai. Todos os nossos mais particulares e íntimos anseios, sonhos, desejos, fantasias, idealizações, conceitos, preconceitos Etc., que ocorrem em nós (e por nossa conta) de forma intrínseca, isto é, na esfera privada da mente e do coração (e nunca externados a ninguém), sejam morais ou imorais, lícitos ou ilícitos, aceitáveis ou abomináveis, normais ou tolos, pois é, saiba: Deus conhece todos eles.

Eu tive um professor muito inteligente, talvez até erudito, que dizia que não há ser humano que nunca tenha idealizado a morte de alguém em pensamento. Ou coisas do gênero, isto é, pensamentos que se traduzem em alguma maldade, tendo determinado semelhante nosso como alvo. Um assassínio é punido com muitos anos de prisão, pela Justiça dos Homens; porém, um assassínio imaginado, pensamento que veio e se foi, e que ficou somente nisso, seria caso para o Direito Canônico apreciar, julgar e punir. Talvez, mas quem se entregaria? E como fazer prova de um pensamento? Pecado, com certeza é, mas crime, não. Nem de longe. Crime mesmo somente o assassínio real, físico e fático, que acaba com a existência de um cadáver. Quem liga para aquilo que pensamos ou deixamos de pensar, afinal?

Na verdade, Deus se importa. E nada Lhe escapa. Nada se Lhe pode ser encoberto. Todas as coisas estão nuas e patentes diante Dele. É o que a Bíblia Sagrada nos diz, como ensinamento e advertência. Mais do que isso, uma verdade e retrato puro e fidedigno da realidade. Realidade “nua e crua”, como se diz por aí. Não se foge de Deus. Não há como. De maneira alguma. Inexiste qualquer possibilidade nessa empreitada. Sem chances. Zero. Trata-se, pois, de uma das tantas verdades absolutas veiculadas pela Bíblia Sagrada. Fato.

E o pior e o melhor disso tudo é que devemos prestar contas de nossos atos (e pensamentos) a Deus. “Pior” porque não há como fugir disso; e a prestação de contas, em qualquer caso, é inevitável, incontornável: vai acontecer, ponto. “Melhor” porque tal prestação de contas se dá a Deus Pai, que, ao mesmo tempo em que nos conhece a fundo, também nos ama e nos envia Sua graça, para evitar que sejamos consumidos por nós mesmos. Sem a graça de Deus não haveria uma única prestação de contas, uma única sequer, ainda que eventual, que viesse a liberar alguém da condenação eterna (Jeremias 10: 24). E isso nos mostra o tamanho do amor de Deus por nós. A graça de Deus, que por Ele nos é dada gratuitamente (e que nos salva de nós mesmos e nos livra de um futuro horrível), nos permite dimensionar o amor que Ele tem por nós. E esse amor Dele por nós é… IMENSO!

© Amor-Perfeito

Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 17/05/2013

Religião

* Reflexões em Cristo *

Texto: Religião

Para abrir o texto, clique no arquivo abaixo:.

Reflexões em Cristo 39 – Religião

Um pouco sobre o texto: ”religião” é uma palavra ”desgastada” em seu real significado, pelo seu uso indiscriminado no tempo. É comum a pergunta sobre qual seria a religião de alguém. E “em nome da religião” pessoas pelo Mundo afora cometem as maiores atrocidades e barbaridades. As instituições ditas religiosas estão cada vez mais desacreditadas, por escândalos e hipocrisia. Há exceções, é verdade, mas o senso comum nos faz primeiro ter descrédito, para só então depois acreditar na lisura e idoneidade de qualquer delas, se for o caso. Houve tempo em que a simples menção de uma dessas instituições inspirava respeito. Porém, hoje em dia, como já sugerido, é mais fácil ter desconfiança e desprezo, visto que todos nós sabemos (ou ouvimos falar) o que comumente acontece nos bastidores dessas instituições, ditas religiosas. Todos nós temos uma história sórdida (ou não tão sórdida) para contar, nesse tema, e a mídia, ainda por cima, colabora bastante e de forma eficaz para denegrir a imagem dessas instituições, imagem essa, também, já há muito desgastada. Entretanto, a discussão do texto fala da religião pessoal de cada um. Espera-se que o conteúdo do estudo possa auxiliar as pessoas na reflexão do significado antigo da palavra, isto é, antes do seu referido desgaste. E, quem sabe, resgatar o seu sentido original, pelo menos no âmbito do coração de quem ler a mensagem. Que assim seja!

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Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 16/05/2013

3 João 11.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Amado, não imites o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus. Mas quem faz o mal jamais viu a Deus” – 3 Jo. 11.

Esse é um conselho bastante providencial, assim como a afirmação que vem em seguida, vem a calhar. Não são poucos os que se acham bons, dizem que não fazem nada de errado, não prejudicam ninguém, e vivem a vida do modo como querem ou entendem como sendo o certo, correto. Até que… Até que aparece alguém ou alguma coisa em seus caminhos, que os atrapalham, causam algum prejuízo, ou os afrontam de algum modo, lhes passam pra trás etc. e etc. Pelo verso, nossa conduta diante dessas coisas deve ser “imitar o bem”. E fazer o bem. Pelo menos, não fazer o mal.

Alguém se dispõe a isso? A fazer o bem? Mesmo que lhe custe um “nó” no estômago? Eu francamente não sei qual seria a profundidade do verso acima transcrito, mas sei que qualquer conclusão deve ser tirada no confronto da natureza humana com a vontade de Deus. O Senhor nos conhece e sabe que somos maus por natureza. Temos tendência ao egoísmo e a ver as coisas de modo limitado. Na verdade, somos todos limitados. Melhora, e muito, quando somos apresentados a Deus Pai, e O aceitamos em nossas vidas, por Jesus, principalmente quando Dele recebemos o Espírito Santo. Melhora, mas não resolve todas as coisas. Não totalmente.

Do fato, nossa natureza, muitas vezes, “fala mais alto”. Podemos logo em seguida nos arrepender disso ou daquilo, mas o que está feito (so sorry): está feito. Temos de Deus Pai muitos e muitos conselhos e ensinamentos na Bíblia Sagrada, que nos direcionam a fazer o bem. Gosto, particularmente, de dois deles, em síntese: “não se ponha o sol (Sol = Jesus) sobre vossa ira” (Efésios 4: 26) e “a ira do homem não opera a justiça de Deus” (Tiago 1: 20). Mas é claro que há muito mais. E o grande desafio nisso tudo é irar-se, mas sem pecado. E fazer o bem. “Irar-se” parece, assim, que nem sempre é algo errado, ou condenável; o errado é pecar. E não fazer o bem.

O ser humano faz escolhas o tempo todo. Se estivermos ligados no Pai e em Jesus as nossas escolhas são “facilitadas”. Até porque sabemos a Quem devemos prestar contas, afinal. Então, se não for por voluntariedade, pode acontecer de ser por medo, zelo ou respeito. Ou tudo junto. Mas vale a intenção, com certeza. Deus está vendo. O que não pode faltar em nossos corações, de jeito nenhum, é o intento de querer imitar o bem, para fazer o bem, mesmo que, por vezes, façamos o mal. O Apóstolo Paulo sempre soube e consegue explicar de modo bem claro essa contradição intrínseca que nos aflige (Romanos 7: 18 a 25). Bem, somos falhos. E o Senhor bem sabe disso. Mesmo assim Seu amor por nós não diminui. Deus Pai nos quer como somos. Nossa parte é procurar imitar o bem. Nosso maior paradigma: Jesus. É Difícil isso? Sim, por certo, é. Porém, nosso lema deve ser “morrer tentando! Se assim for, dirão de nós: ele/ela é de Deus! “Quem faz o bem é de Deus”3 João 11.

© Amor-Perfeito

Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 15/05/2013

Frases Etc. (Dallas Willard)

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Não há ninguém tão baixo na ordem humana que não possa ser levantado para entrar na ordem de Deus, e ninguém tão alto na ordem humana que possa desconsiderar o ponto de vista de Deus Dallas Willard.

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Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 14/05/2013

Frases Etc. (Plutarco)

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“O ser humano não pode deixar de cometer erros; é com os erros, que os homens de bom senso aprendem a sabedoria para o futuro” Plutarco.

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Publicado por: Amor-Perfeito Blog | 13/05/2013

1 João 2: 23.

* 1mVersículo 1aVerdade *

“Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem também o Pai” – 1 Jo. 2: 23.

A lógica da afirmação acima parece ser simples e justa. Especialmente se lermos o verso 6 de João 14. É preciso ter o Filho para se tenha o Pai. O problema surge ao tentarmos conceituar o que seria “negar” o Filho. A segunda parte do verso, no entanto, nos dá uma pista do que seria o inverso da situação, isto é, não negar o Filho: é preciso confessá-Lo. Confessando o Filho, se tem o Pai. Aliás, Pai e Filho são indissociáveis. Pai e Filho são Um. Jesus é Deus; Deus é Jesus. E com Ambos, o Espírito Santo, formando a Trindade.

Como fazer, pois, para confessar o Filho? Parece que a melhor resposta está em Romanos 10: 8 a 10. Pela Bíblia, pois, precisamos de três coisas para confessar o Filho. A primeira e antecedente coisa seria a Palavra de Deus, que deve estar junto de nós, isto é, em nossos corações e entendimento. Depois, os dois seguintes elementos dessa “equação” seriam a voluntariedade em se colocar diante de Cristo Jesus e a fé na Palavra de Deus, especialmente no sentido de se crer que Ele (Jesus) é o Messias de Deus, Senhor e Único Salvador. Confessar Jesus seria, então, crer na Sua Ressurreição e no Plano de Deus no qual Ele é o Centro de todas as coisas, além de ser Sua testemunha na Terra a respeito disso tudo.

E essas afirmações todas nos levam a outra reflexão não menos importante: dão testemunho de Jesus no Céu o Pai, a Palavra e o Espírito Santo (1 João 5: 7). E na Terra dão testemunho de Jesus o Espírito, a Água e o sangue (1 João 5: 8). O Espírito é o Espírito Santo, que do Céu, de onde dá testemunho de Jesus, desce para habitar em nós, também para dar testemunho de Jesus na Terra. A Água simboliza a Palavra de Deus, que nos lava e purifica (João 7: 37 e 38; Efésios 5: 26), e que é, portanto, testemunha de Jesus também no Céu e na Terra. Por fim, o sangue, ou a carne (os seres humanos), são todos aqueles que amam e creem em Jesus, representantes do Pai na Terra, e que por Ele dão testemunho do Filho, vez que o Pai está no Céu.

O Espírito Santo e a Palavra de Deus dão testemunho de Jesus tanto no Céu como na Terra. O Pai dá testemunho de Seu Filho do Céu, sendo Jesus o Primogênito de Deus (Colossenses 1: 15; Hebreus 1: 6), e incumbe aos Seus outros Filhos a honra e a tarefa de serem testemunhas de Jesus na Terra. E como “primogênito” significa o primeiro filho nascido, por lógica pode-se dizer que outros filhos de Deus viriam logo a seguir. E esses filhos, também por lógica, são aqueles que confessam que Jesus é o Senhor, nos termos acima postos, e são Suas testemunhas na Terra. E apesar de Jesus ser considerado espécie de “Irmão mais velho” de todos os que o amam, na verdade Ele é Deus também. Extraímos este ensinamento de um trecho Bíblico (que começa com um verso muito conhecido por todos): Romanos 8: 28 a 30. Assim, todos aqueles que quiserem fazer parte dessa abençoada “Fraternidade do Céu” são considerados “irmãos em Cristo, filhos por adoção de Deus, em Jesus” (Gálatas 3: 4 a 7). E a Bíblia Sagrada os considera “mais que vencedores”. O contrário disso é negar a Cristo e não ter o Pai. E ser escravo.

© Amor-Perfeito

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